1 - Meu marido me abandonou e agora, o que faço?
2 - Não existe nada mais antidemocrático que briga de casal.
3 - Fica muito difícil a convivência quando o amor acaba.
4 - O papel da igreja é estimular a boa convivência e essa é uma das
razões pelas quais, muitos não gostam do compartilhamento pastoral. Já sabem de
antemão, para onde a conversa será conduzida.
5 – Normalmente na fase do
namoro, o pega-pega é geral e a mulher acaba fantasiando o amor eterno. Questão
de entender a diferença entre amor passional e o amor como essência de Deus.
6 – No amor “essência de Deus” o
respeito nunca acaba, vive sob a esperança do arrebatamento da igreja,
abençoando o casal.
7 – Do amor, Ágape, Eros e o Fileo,
que ninguém se zangue comigo, mas, entendo como maior, aquele que é derramado
em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado e preservado somente
enquanto o Espírito do Senhor ocupa lugar no coração.
Quando me propus a falar sobre a
matéria, enviaram-me várias propostas de inclusão sobre esse e demais problemas
que afetam a vida do casal, principalmente da mulher. Por ora, quero trabalhar
este assunto, pois, a rede social, mostrou-me que os problemas se avolumam
visto que, a expectativa da igreja é que a palavra falada resolva de forma
definitiva todo e qualquer problema pertinente e nem sempre isto acontece.
É muito difícil dizer à esposa
que deva entender o marido, quando este, já não demonstra qualquer sentimento
bom de respeito por ela. O contrário também é verdadeiro.
O meu maior conselho para jovens
é que procurem se conhecer de verdade, antes que a paixão domine o coração,
pois, a paixão é um sentimento que turva a razão, impedindo que defeitos sejam mais
bem avaliados. O que tenho notado ao longo da vida cristã é que Deus, não muda
nem interfere no caráter do homem, por conta das nossas escolhas. Quando digo
que Deus me transformou, digo que ele compartilhou comigo, algo da sua natureza
dando-me capacidade de administrar todos os meus sentimentos e mudar algumas
atitudes. À medida que leio a sua palavra, procuro me identificar com ela,
governando melhor a minha vida e tornando-a útil para o que for necessário, é o
que chamamos de conversão.
No tocante a vida conjugal,
enfrentamos hoje, grandes desafios e o casamento só pode subsistir se contando
com a graça de Deus, permitir-se a ação do seu Espírito na vida e procurar
contribuir para o sucesso. Somente assim, é que ambos, construirão uma vida feliz e harmoniosa.
É exatamente isso que precisamos fazer, para chegar ao céu. É bom lembrar, que
um pode ser deixado.
Há muitos casos em que a mulher,
não procura investir na sua educação e conhecimentos, por vezes, o marido já
estabelece como regra: “Mulher minha não trabalha e nem sai para estudar”.
Antes de casar, tudo isso deve ser amplamente discutido entre as partes. As culturas
variam e as torturas a mulher também variam. Essa tortura, física ou
psicológica, não tem a aprovação de Deus. Assim sendo,
quando o marido estabelece regras, percebidamente unilateral, algo não está bem discutido.
Hoje pela manhã, casualmente assistindo
o Globo Rural, o repórter perguntou a criança se antes do investimento em
plantio de rosas em sua região (NE), se faltava alguma coisa. A adolescente respondeu prontamente: “faltava tudo, roupa, comida e calçados”, arrematando “Meu pai
nos abandonou e passamos até fome”.
Uma das coisas que nos entristece
é que muitos homens sem caráter, passam por bom, dentro das igrejas, levando-me
a dar o seguinte conselho a uma jovem que queria se casar com um homem de Deus:
Com o devido respeito aos sinceros, temos aí, dois tipos de pessoas que enganam
facilmente qualquer pessoa, pois, na igreja, pregando ou cantando bem, na maioria das vezes, torna-se alvo da benevolência do pastor e do aplauso geral, mas, basta uma pressão para que o
indivíduo mostre quem realmente é. Há muitas que depois querem culpar a Deus.
Jactam-se que as mulheres tem
conseguido boa posição social, isto é fato, portanto, aconselho que as mulheres,
não devem ir para o casamento totalmente despreparadas; pode acontecer um abandono geral e caso isto ocorra, a mulher deve, imediatamente, posicionar-se profissionalmente para ter condições de competir no mercado de trabalho e isto, nada tem a ver com a máxima de: ANDAR SEMPRE COM UM PÉ
ATRÁS. Melhor andar sempre com um pé a frente para não ter surpresas.
Há casos de homens que não tem a
mínima condição de sustentar um casamento e muito menos de garantir o futuro da
mulher. Na separação, elas geralmente ficam com os filhos e passam muito
aperto, gerando outros problemas decorrentes. Isto é lamentável, mas, é a
verdade. Lembro-me de um amigo pastor, que encontrou uma senhora evangélica se
prostituindo. No desespero de não ver os filhos passando fome, sujeitou-se ao
pior. Há quem diga que em Cristo, isto não acontece, de fato, na minha casa não, somente
nas dos outros. JESUS nos mandou aprender o que significa misericórdia quero e
não sacrifício, Mt.9:13.
Regime de comunhão parcial de
bens é o mais comum aplicado aos casamentos e o homem precisa entender
definitivamente, que a mulher por mais simples que seja, contribui maciçamente
para a melhora de vida do casal, lavando, passando e cozinhando para o cidadão,
chamado esposo, além do carinho concedido gratuitamente.
Os motivos do abandono do lar são
muitos e sem medo de errar, o homem tem uma grande parcela de responsabilidades
nesta questão, haja vista, que há homens, que provocam situações para despachar
a mulher e casar com outra mais nova. Há os que abandonam a mulher a estado de
viuvez e nem é para suprir necessidades da casa, trabalhando dobrado.
A igreja por sua vez, precisa rever seus
conceitos de fidelidade, e atentar cuidadosamente para muitas irmãs vitimadas e
que praticamente passam fome com os filhos em seu pátrio poder.
Meu conselho as mulheres
abandonadas é: Não se entregue ao abandono, ame-se além de tudo, não baixe a
cabeça e não deixe sua autoestima ser jogada no ralo. Aprenda a dominar sua
tristeza e aceitar a realidade. O contrário, não fará retornar o marido, salvo,
mediante a fé, o empenho em oração, já vi este milagre acontecer, todavia, nem
todas tem esse dom.
Se o marido enriqueceu com sua
contribuição, há remédio jurídico para resolver o problema e finalmente, consultar quem é do ramo, fará muito bem ao
futuro dos filhos, se os tiver.
Há casos em que a mulher se priva
de muitas coisas para ajudar o marido, assim, a próxima terá muito com que
gastar.
As exceções poderão ser discutidas a
parte.
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