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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A PROVISÃO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO, EBD Lç.4 para 23/10/2016 (Subsídio).

A PROVISÃO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 04 para o dia 23/10/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – FÉ PARA SUBIR O MONTE DO SACRIFICIO.
II – PROVAÇÃO NO MONTE DO SACRIFÍCIO.
III – JESUS O CORDEIRO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO.

 Não havia nada no momento e logo um cordeiro amarrado pelas pontas surge no cenário.



I – FÉ PARA SUBIR AO MONTE DO SACRIFÍCIO.

1.1       Abraão é provado.

Esse tópico é muito interessante e rico em informações e penso que os curiosos alunos poderão fazer algumas perguntas quanto a essa prova pela qual Abraão se submeteu sem qualquer questionamento. Vamos a elas:

1 -  “Tentou Deus a Abraão” Gn. 22:1 - TENTAR no texto sagrado não nos leva a pensar em tentação cujo sentido maior é: Estímulo à prática do que é ilícito, censurável ou não recomendável. Deus a ninguém tenta e nem pode ser tentado pelo mal.  Tg. 1:13.

2 – Em que Abraão “falhou”, na citação do autor?
Abraão falhou quando levou Ló consigo quando a ordem era deixar a terra e a parentela, Gn. 12:1. Falhou quando negou que Sara era sua mulher, Gn 20.2 e também falhou em ter aceitado coabitar com Agar quando havia uma promessa para ele Gn.15:4 e 16:2.

1.2       No limite da capacidade humana.

Penso que ninguém foi tão provado na vida e relatado na Biblia quanto Abraão e Jó, cada um ao seu modo e momento.

O autor disse bem quando declarou que Abraão tinha sido provado no limite da sua capacidade espiritual e emocional.

Deus pedira o filho da sua velhice em sacrifício no Monte Moriá.
Sabendo Abraão da improbidade desse gesto não duvidou por que conhecia bem a voz de Deus.

Disse Jesus: “As ovelhas conhecem a minha voz e de maneira alguma seguirão ao estranho”.  Jo.10:1-5 interessante e isto explica por que crentes fieis, não tendo feito curso de teologia e outros que sequer estudaram, não comem em pasto alheio. Conhecem a voz do Senhor como Abraão conhecia a voz de Deus.


1.3 Um pedido difícil.

Pedir Isaque em sacrifício, diante de todas as promessas feitas ao Patriarca e agora já com mais de 100 anos, poderia ter despertado nele o que desperta na maioria dos pais nos nossos dias, senão, vejamos:

 O pedido de Deus para sacrificar Isaque pode ser compreendido como o pedido de Jesus para que as nossas crianças sejam entregues aos cuidados dele através da igreja pelos ensinos sagrados. O que vemos na verdade é que muitos pais não querem oferecer seus filhos por acharem que é muito pesado leva-los a Escola Dominical nos domingos e preferem comprar CDs musicais da Xuxa e cia e de jogos eletrônicos a ensinar-lhes o caminho do céu.

Quantos irmãos não brigam com diáconos da igreja quando estes impedem que uma criança fique correndo para dentro e fora do templo, na hora do culto.

II –  PROVAÇÃO NO MONTE DO SACRIFÍCIO.

2.1 Amor, obediência e fé no monte do sacrifício.

Neste tópico o autor trata dos três elementos que correspondem a base real da nossa relação com Deus. Faltando qualquer desses, o restante estará comprometido.

No mesmo ponto o autor cita o amadurecimento de Abraão quando coloca as falhas do Patriarca à falta de experiências da sua idade e acho isso interessante, por que conhecemos Abraão com 75 anos, portanto, dentro do nosso tempo, quase idoso e com falta de experiência para lidar com os problemas da vida ou podemos considerar que novos problemas fizeram Abraão amadurecer?

Isto é comum conosco. Posso estar exagerando, pois varia de pessoas para pessoa, todavia considero que antes dos 40 todo homem é relativamente imaturo.

2.2 O clímax da prova.

O clímax da prova ou o ponto alto; chegar no monte sem um animal para o sacrifício e até ali, apenas Isaque não sabia o que haveria de acontecer. Abraão não consultou a carne e nem Sara; apenas obedeceu e é o que precisamos fazer à luz dos conselhos neotestamentários. Nada fora da Bíblia.

2.3 O momento decisivo da prova.

O momento da oferta, o momento em que, já amarrado, Isaque vê o pai brandindo o cutelo para o atingir e tanto um quanto o outro agiram sob o silêncio da Alma. Era para Isaque gritar: “Pai, o senhor enlouqueceu...?”.

Deus não agiu na hora em que a mão de Abraão subiu, mas na hora em que a sua mente já determinava descer o cutelo sobre o rapaz, impedido pela voz de Deus: “Não faças mal ao menino, pois agora, sei que temes a Deus”.
Não havia nada no monte quando chegaram, mas Deus lhes mostrou o cordeiro que Abraão devia usar para o sacrifício, apontando para Cristo. O Cordeiro morto em nossa lugar.
                     
III –  JESUS O CORDEIRO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO.

3.1 O sacrifício do Cordeiro de Deus.

Recomendo a leitura com seus alunos, todavia faço o meu comentário considerando os que buscam acesso ao blogger por não terem acesso as EBD ou a lição.

Todo o plano de Deus para salvação dos homens teve um começo, um meio e um fim perfeitos; bem explicados desde o Eden como aquele que esmagaria a cabeça da serpente. Quem faz questão de não examinar as escrituras imbuído do desejo de conhecer e aprender, jamais conhecerá esse plano como se visse em visão panorâmica quando o passado, o presente e o futuro se fundem em um só acontecimento; como quem vê uma cidade a partir de um voo a bordo de uma aeronave. Consegue-se ver o plano de forma integral.

Jesus o Cordeiro sacrificado por nós antes da fundação do mundo. IPd.1:20, Ef.1:4. Jo.1:29 e tantos outros.


3.2 A reconciliação mediante o sacrifício do Cordeiro.

Concordo plenamente quando muitos usando apenas a razão não conseguem entender o motivo pelo qual Jesus precisou morrer para que fôssemos salvos?

Eu poderia por mim mesmo dizer que a morte do Senhor foi circunstancial provocada pela guerra entre verdade e mentira?

Isaias diz que a Deus agradou moê-lo fazendo-o enfermar pelos nossos pecados. Is. 53:10.

Quando Deus enviou o seu filho, ele seria apenas mais um profeta à semelhança de Moises, Dt. 18:15 e atos 3:22.

Ele Jesus foi colocado como pedra de esquina, a pedra angular, rejeitado pelos edificadores e isto por si, responde as inquietações sobre o assunto. Ele tem a primeira e última palavra sobre a vida e a morte de todos os homens.  Sl.118:22. At. 4:11.

3.3 A justificação mediante o Cordeiro de Deus.

Se temos paz com Deus, Jesus, acima de todos os nomes deu a sua vida para nos justificar de uma iminente condenação para sermos lançados na eternidade longe de Deus.  Rm. 5:1.
  
Toda glória ao Senhor.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

EBD LÇ.12 ISAQUE, O SORRISO DE UMA PROMESSA

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 20/12/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ISAQUE, O SORRISO TÃO ESPERADO.
II –  ISAQUE, O BEM MAIS PRECISIOSO DE ABRAÃO
III – O CASAMENTO DE ISAQUE.
IV – ISAQUE, O BENDITO DO SENHOR.

ABRAÃO PROVOU PARA ELE MESMO O QUANTO AMAVA AO SENHOR


I – ISAQUE, O SORRISO TÃO ESPERADO.

1.1 O nascimento do “riso”.

Poucas crianças vieram ao mundo sob promessa e com missão tão extensa quanto a Isaque e Cristo. Cada um no seu próprio contexto histórico.
Isaque para o povo judeu e Jesus para o mundo inteiro.


1.2 Isaque e Ismael.

ISAQUE – Uma nação – Com ele estabelecerei o meu concerto.
ISMAEL – Várias nações – Doze tribo gerará e farei dele uma grande nação  (Gn. 17:19).

As palavras de Sara a Abraão não soa bem ao nosso conceito de vida e convivência, levando-se em conta o contexto histórico e que ela mesma havia oferecido a alternativa ao marido, ter filho com a escrava.

Não é boa coisa esquecer-se das promessas do Senhor e Sara esqueceu, Gn. 17:19

É bom pensar que Deus não escreve certo por linhas tortas nem erradas. Deus tem os seus planos e os executa.

II -  ISAQUE, O BEM MAIS PRECIOSO DE ABRAÃO.


2.1 A provação das provações.

Deus pede a vida de Isaque, o bem mais precioso de Abraão e Sara.  A história de Abraão e o Monte Moriá, impressiona em todos os sentidos. Há que se levar em conta tudo o que conhecemos do casal, segundo as Escrituras, a idade, a promessa, o nascimento e agora depois de tudo, Deus pede Isaque em sacrifício.

A caminhada até Moriá, a indagação do jovem, o altar, o fogo, a lenha e o cutelo. Porém, nada impressiona tanto quanto a observação do “Anjo do Senhor”   à Abraão: “... Agora sei que temes a Deus,,.”  Gn 22:12.
- “Agora sei...”

Deus realmente prova a nossa fé.

Em Moriá, o sacrifício foi substituído, no calvário não.

2.2 O encontro de Isaque com Deus.

A submissão de Isaque diante do perigo da sua morte demonstra ter a mesma fé do pai, de Abraão. Saiu-se muito fortalecido.

Isaque consentiu com tudo, até a ameaça final.


III – O CASAMENTO DE ISAQUE.

3.1 Uma esposa para Isaque.

Extraímos muitas lições que vai, dos cuidados do pai, sobre a origem da moça, muito próprio para o seu tempo, bem como os sinais requeridos pelo mordomo.

Mesmo tendo ocorri a tantos anos ou melhor, milênios, faço as mesma considerações; uma moça educada, de boa índole, de boa família e com personalidade deve ser a mulher idealizada por homens de valor.

Isso vale também para quem escolha um homem honrado.


3.2 O casamento de Isaque.

O encontro com a família o consentimento e a atitude da jovem demonstra fé por alguém que não conhecia, não havia fotos ou selfies.

Isaque se consolou da morte da sua mãe. O casamento tem essa entre outras finalidades, para ambos os sexos, consolação das perdas.
3.3 Os filhos que não vinham.

Alguns caminhos de Abraão foram percorridos por Isaque, mas, souberam esperar na ação divina, na promessa que nunca falha.


A insistente oração de Isaque por Rebeca mostra aquele lado que buscamos nos homens de hoje. Marido que ora por sua mulher. Gn.25:21.

IV – ISAQUE, O BENDITO DO SENHOR.

4.1 Príncipe de Deus.

Tanto Abraão quanto Isaque cresceram sobremaneira diante dos cananeus e impuseram respeito, a presença de Deus na vida deles era sentida por todos.

EXPERIÊNCIA DE ABRAÃO – Desce ao Egito e por pouco perde Sara para o Faraó. A mão de Deus pesou e ele reconheceu que Sara seria intocada. Gn. 20.

EXPERIÊNCIA DE ISAQUE. Desce a Gerar por causa da fome e por pouco perde Rebeca para Abimeleque. Gn. 26.


Os “cambalachos” são tantos nos nossos dias que o povo perde o respeito por líderes cristãos. Já não causam boa influência e nessa, os bons pagam pelos maus.


4.2 Profeta de Deus.

Atribui-se uma linguagem profética toda evidencia de sinais que apontam para o futuro. Neste caso, não se trata apenas de uma evidência; é uma mensagem de cunho profético e a razão é clara:

Em Jacó, a constituição do Estado de Israel ou simplesmente Israel.

Em Esaú, a ascendência do povo árabe, também  semitas.

A palavra de bênção sobre Jacó declara a total submissão de Esaú e sua descendência.

  

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