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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A EVANGELIZAÇAO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, EBD Lç..11 para 11/09/2016 (Subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 10  PARA O DIA 04/09/2016.
“O PODER DA EVANGELIZAÇÃO NA FAMÍLIA”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A SUFICIÊNCIA DE CRISTO PARA COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.
II – O SOM DO EVANGELHO AOS SURDOS
III – A VISÃO DE CRISTO AOS CEGOS.
IV – OS PARALÍTICOS VÃO AO ENCONTRO DE CRISTO.


O que de fato fazemos para evangelizar e dar conforto aos que já temos?

  
I – A SUFICIÊNCIA DE CRISTO PARA COM AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

1.1 Definição.

O autor toma as informações da OMS para repassar a definição de deficiência. Nos nossos dias, este assunto tem sido tratado por organizações e até por meio de programas de televisão com vistas a cobrar do poder público, a facilitação por todos os meios, de locomoção de pessoas portadoras de deficiência física e o que nos interessa saber é se as nossas igrejas, todas, tem alguma preocupação nesta área.

1.2       A deficiência no Antigo Testamento.

O comentário do autor pode ser dividido em três partes para o ensino aos alunos:
1 – No tocante ao sacerdócio, não podia haver imperfeição considerando que esse ofício apontava para a perfeição de Cristo como homem e mediador, não se tratando de rejeição.

2 – A referência ao filho de Jônatas que era deficiente fora buscado pelo rei por uma deferência ao que Jônatas representou para ele. O nome do filho era Mefibosete cujos textos são indicados pelo autor, 2Sm. 4 e 9.

3- Em linhas gerais, cremos que as pessoas eram tratadas por seus familiares e os problemas não deviam ser diferentes dos de hoje.  


1.3 A deficiência no Novo Testamento.

Lembro-me de um culto realizado do Ginásio de Esportes do Ibirapuera quando um pregador americano  de quem não me lembro o nome, tinha como chamada principal que os deficientes seriam curados e vi, que muitos cadeirantes foram levados para receber o tal milagre e no final, vi no rosto a decepção de quem não recebeu o esperado e saíram dali frustrados.

O que não se pode adotar como estratégia é prometer o que Deus não está prometendo.

Nos caminhos da evangelização tudo pode acontecer por sabermos que Deus honra sua palavra, todavia não podemos encher de esperança, salvo na vida eterna prometida pelo Senhor.

Certamente que a proposta da lição não é alimentar, falsas esperanças.

Aconteceu comigo há muitos anos, quando um casal da igreja, em uma quinta feira levaram uma cadeirante e mandaram me dizer que naquela noite Deus faria um milagre. Vendo encrenca pela frente e terminando o culto, mandei que fechassem imediatamente a porta da igreja para não causar escândalos, depois de alguns minutos de suor e gritaria, eles voltaram com a cadeirante do mesmo jeito. Nunca podemos permitir que essas coisas aconteçam,  salvo quando tomados por uma surpresa como essa sem ter tempo para uma reação imediata.


II – O SOM DO EVANGELHO AOS SURDOS.

2.1 Conduzindo os surdos a Jesus.

Não tenho muito para comentar sobre este assunto exceto que a lição vem para despertar a nossa consciência e com ou sem propósito, mostrar o quanto somos negligentes como instituição para atender essa área.

Sem investimentos em quem possa assumir o papel de um verdadeiro evangelista nesta área, nada acontecerá. Permaneceremos no campo das teorias.

2.2 A integração dos surdos.

Vale o comentário anterior, apenas acrescentando que o número de surdos no Brasil é razão sobrada para que se invista nessa área. Não apenas no tocante a evangelização, mas no verdadeiro compromisso de atender um deficiente considerando todas as suas carências.
III –  A VISÃO DE CRISTO AOS CEGOS.

3.1 Conduzindo os cegos a Cristo.

Conduzir todas as pessoas a Cristo é o mínimo que uma pessoa que se reconheça como discípulo pode fazer e a igreja como instituição precisa oferecer condições para integração de portadores de deficiência visual e nessas condições, não há jeito; é preciso trabalhar em conjunto com outras igrejas para junta-los em núcleo comum se formos capazes de reconhece-los como prioridade e não o nosso orgulho e ou vaidade.

3.2 Discipulando os cegos

Cego não é aquele com deficiência visual e sim aquele que não consegue ver com a alma o quanto há de pessoas carentes a nossa volta e que precisam de Jesus, porém, não podemos oferecer um Jesus de teorias e sim um Jesus que em nós, faça da teoria uma prática saudável.

IV –  OS PARALÍTICOS VÃO AO ENCONTRO DE CRISTO.

4.1 Conduzindo os deficientes físicos.

Considero muito importante o comentário do autor neste tópico. Sem amor, nada se faz e a maneira como quatro homens fizeram o improvável, destelhar uma casa para descer o paralítico exatamente no local onde Jesus estava exige dois empenhos:

O primeiro é muita vontade quando nos nossos dias a maioria alega falta de tempo até para usar o próprio automóvel para dar carona a quem precisa.

O segundo é crer o quanto o Senhor pode fazer por eles, não considerando aqui o milagre da cura.

4.2 Acesso facilitado.

Na questão do acesso é preciso observar que não se trata de boa vontade das igrejas e sim de atendimento a normas regulamentares ou leis específicas, sem esse atendimento, o poder público negará o alvará de uso e pode até pedir o fechamento do templo.

Quero finalmente observar que na lição bíblica e á margem dos pontos abordados, há importantes instruções que devem ser levadas em conta pelos professores.

JESUS VEM BREVE e não podemos deixar para amanhã, assuntos que precisam ser tradados com muita urgência.  Se as igrejas cumprirem fielmente o papel de agência para salvação dos povos, Deus não deixará faltar recursos.

Pastor que reclama muito da falta de recursos é o que não convence a igreja da necessidade de investir em ações importantes. É como a travessia do Jordão; é preciso tocar ás águas com os pés e elas se abrirão.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS , EBD Lç. 5 para 31/07/2016 (Subsídio)

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 05 PARA O DIA 31/07/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO.
II – OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA.
III – COMO FAZER EVANGELISMO URBANO.

 Disse o Senhor: "(...) Vai chamar e traze-os, quero que a minha casa se encha".




I – ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO.

1.1       A ESTRATÉGIA DE JONAS.

O autor usa a figura emblemática de Jonas para mostrar uma estratégia, assim, o tópico pode ser lido para os seus alunos, considerando que Jonas era um profeta, tinha uma chamada específica para a cidade de Nínive. A espada de Deus estava desembainhada, um lado para o profeta caso insistisse em não cumprir o mandado e sobre a cidade caso não desse ouvidos a pregação de Jonas.

1.2       A estratégia do Pentecostes.

Esta é uma lição de EBD e ao passar as informações aos alunos, certamente poderão questionar alguns pontos e o professor precisar estar preparado para responder-lhes.

O autor fala no primeiro parágrafo que “Não foi sem motivo que Deus escolheu o Pentecostes para fundar a sua igreja” (sic).

Para mim, a igreja foi formada com a escolha dos primeiros discípulos e oficialmente constituída logo após a ressurreição e dar-lhes o sopro de vida registrado em Jo.20:22.

O movimento ocorrido no Pentecostes abriu uma enorme porta para alcançar os pecadores e a manifestação nos idiomas contemporâneos foi mais uma demonstração do  que o Espírito de Deus faz para alcançar os corações e concedeu os dons como ferramenta para evangelização.

Sim, nós temos os dons, mas talvez falte paixão. Precisamos pedir graça ao Senhor e perdão por nossas negligências.

1.3       A estratégia dos pioneiros.

A estratégia divina enviou para Belém, capital do estado do Pará os pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren e estes com certeza, entenderam a vontade de Deus; permaneceram nela.

O Sudeste estava em franco desenvolvimento e o povo nordestino migrou em massa para o sudeste e por onde passaram, polinizaram com a semente do Evangelho como resultado, a Assembleia de Deus tornou-se a maior igreja pentecostal. Pena que as heresias têm atacado por todos os lados.

II – OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA.


2.1 Incredulidade e perseguição.

Recomendo que o professor leia este tópico aos seus alunos e com muita introspecção. Penso que não ouvi nada tão sério quanto essa declaração do autor:

“Nossa mensagem não pode ser confundida com a dos mercenários e falsos profetas. A mensagem da cruz precisa ser pregada na virtude do Espírito Santo”.

Gostaria que essas palavras ecoassem pelo Brasil inteiro e que os jovens que almejam alcançar o ministério a tenham como um grito de alerta: Não sigam as ideologias plantadas pelo neopentecostalismo. Preguem o evangelho da Bíblia.

2.2 Enfermos.

Penso que lidar com os problemas urbanos como saúde, desemprego, drogas, conflitos familiares  e tantos outros problemas,  oferece grande oportunidade para a igreja por em prática o mandado do Senhor, “Ide e pregai...” lembrando que isto exige investimentos, unidade de fé e propósitos.

Acabem-se as festas nas igrejas que tomam o tempo do povo e dinheiro e ensine esse povo que a igreja não é um fim em si mesmo.

 
2.3 Endemoninhados.

Recomendo a leitura em classe deste tópico, tão bem mostrado, como devemos ser e agir diante das opressões e levar em conta o que disse o autor: “A igreja não pode fazer da libertação dos oprimidos, um espetáculo...”.

É o que muitos têm feito.

Durante a minha vida encontrei problemas dessa ordem, Deus sempre me deu vitória, mas já encontrei problemas que gostaria de não estar ali, como se estivesse diante do inferno após tornar-se uma habitação de demônios.

A vida moral precisa estar em ordem e a comunhão com Deus deve passada à limpo todos os dias.

Esses encontros sempre foram a grande porta para o avanço do Reino de Deus.


III –  COMO FAZER EVANGELISMO URBANO.

3.1 Treinamento e equipe.

Alguém pode achar que para se pregar o Evangelho, não precisa de tanta técnica. É preciso saber diferenciar o Evangelho pregado pelo amor depositado no coração de um servo com mobilizar a igreja para esse serviço.

Em todo lugar, Deus tem servos fieis carregados de paixão pela obra redentora de Cristo e dispostos a entregarem-se na tarefa de evangelizar.

Toda igreja precisa ser envolvida nessa tarefa e para isto é preciso treinar os irmãos em como abordar pessoas nos mais diferentes locais e principalmente dentro de coletivos, trens, hospitais cadeias  e outros locais onde um deslize pode causar um enorme problema.

O segundo plano diz respeito as equipes cuja liderança precisa ser capaz de influenciar os participantes.


3.2 Estabelecimento de postos-chave.

Recomendo a leitura do tópico.

Nos grandes centros urbanos ou mesmo longe dele, os lares sempre foram os principais pontos para inicio de uma obra, até mesmo para missões transculturais.

3.3 Acompanhamento do trabalho.

Este ponto é de suma importância e é o chamamos de “feedback”, palavra de origem inglesa que significa na prática, obter respostas sobre determinadas ações e assim, avaliar os resultados.

O fracasso de muitos trabalhos que começam bem e acabam mal é que muitas vezes os líderes responsáveis não procuram tomar pé da situação,  se o que foi planejado está dando resultados ou se exige maior presença e investimentos no projeto.

O que sei é que a maioria das igrejas não está se lançando na tarefa de evangelizar em tempos de tanta carência.


A maioria dos programas de TV e rádio não tem prestado o serviço que deveriam, pois seus idealizadores colocam as pessoas em torno de si pelos resultados que desejam e este é um outro grande desafio para as igrejas sérias.

sábado, 23 de maio de 2015

EBD. LÇ.8 O PODER DE JESUS SOBRE A NATUREZA E OS DEMÔNIOS.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 24/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS E AS FORÇAS SOBRENATURAIS.
II – JESUS E A REALIDADE DOS DEMONIOS.
III – JESUS E A OBRA DOS DEMONIOS.

I – JESUS E AS FORÇAS SOBRENATURAIS.

1.1 Poder sobre a natureza.

O capítulo 53 do Livro do profeta Isaias retrata a plenitude do ministério de Cristo entre os homens; debelar o mal físico e espiritual para mostrar o seu poder e salvar.

As obras demoníacas foram despertadas com a presença do Senhor; elas sempre existiram, mas, com o advento do Messias elas foram provocadas, saíram da toca e foram expostas para que o mundo percebesse o autor de todos os conflitos sociais e muitas doenças.

JESUS não tinha poder apenas sobre os males humanos; ele tinha o domínio das forças da natureza e mostrou isto ao mandar o vento se aquietar e o mar se acalmar.

Ele faz acontecer bonança em nossas vidas.

1.2 Poder sobre os demônios.

Eis um ponto que precisa ser visto com muita cautela por conta dos maus ensinamentos sobre essa matéria.

Há pouco vi em uma página no Facebook um pastor africano que segundo o relato e o vídeo, ele expulsava demônios até que foi atingido por uma enfermidade que o impossibilitou de andar com saúde, consequência da tentativa de expulsar demônios de uma mulher que ainda conforme o vídeo, tinha 7 demônios e o ameaçara de destruí-lo. Pelo que vi no vídeo, os cultos eram um show de endemoniados.

A presença de Jesus acalma e liberta o possesso.

Em todos os meus anos de vida pastoral, nunca ocorreu de um demônio fazer arruaças na igreja. Pela graça do Senhor, ficavam retidos nos bancos agitando-se, sem maiores consequências, mas, já vi coisas horrorosas e assustadoras, daí, o meu conselho:

- Não provoque como alguns fazem.
- Permaneça sempre debaixo da graça do Senhor.
- Esteja com a vida em ordem diante de Deus.
- A autoridade do Senhor, ele dispensa desde os céus para que não sejamos envergonhados.

“Aquele que Deus é gerado conserva-se a si mesmo e o maligno não lhe toca.”.  IJo 5:18b.

II JESUS E A REALDADE DOS DEMÔNIOS.

2.1 Uma realidade bíblica.

Os seres espirituais não tendo corpos materiais, assumem alguns para determinadas tarefas, para conduzi-los ao vício e para destruí-los.

Sabemos da interferência dele na oração de Daniel, (Dn.10:13) e pelo tempo decorrido nota-se que uma grande batalha fora travada até que Deus enviou quem precisava, para desobstruir o caminho.

Conheci caso de pastores que leram livros do baixo espiritismo para entender essas coisa e usar os nomes atribuídos a algumas espécies de demônios.

Fiquemos apenas com o que a Bíblia nos ensina e nos fala a respeito.

A vaidade, a fome de poder e dinheiro, têm transformado muitos homens ocupantes de púlpitos em agentes a serviço de Satanás e muitos “crentes” que não vigiam levam outros à perdição com seus “pequenos” vícios.

Satanás estabeleceu o seu reino, um reino cheio de vícios e perdições, sexo, prazeres mundanos e com essa arma, tem atraído muitos para si.

2.2 Uma realidade experimental.

Atente para a riqueza do comentário do autor neste tópico e por ele, percebemos que em algumas regiões essas possessões se tornam mais frequentes e mais densas, certamente, não por conta da pobreza, mas, por conta da espiritualidade a que seus moradores se submetem.

III – JESUS E A OBRA DOS DEMÔNIOS.

3.1  Jesus e a oposição dos demônios.

O cristão e o ministro de vida limpa e honrada, de uma vida entregue a oração, sem as bravatas que muitos publicam até em redes sociais, de maratona de oração e maratona de leitura da Bíblia, uma vida singela, singela, de frutos que agradam a Deus, é um atropelo aos demônios.

Toda glória pertence a Jesus, mas, muitos ganham dinheiro com essas manifestações.

3.2 Jesus e a libertação de endemoninhados.

A mulher que fora curada por Jesus, segundo o próprio Senhor, tinha um espirito de enfermidade que a deformara, mas, Jesus a libertou e ao longo da vida, somos testemunhas das muitas libertações que o Senhor faz.

Espírito de enfermidade é, portanto, segundo a Bíblia, uma enfermidade de origem espiritual maligna.

Esta lição oferecida aos alunos das EBDs. veio a tempo para que uma boa análise bíblica, reavive em nossa memória o dever de manter-se em constante oração e vigilância, pois, o Diabo tem enganado a muitos com seus ardis.

O Apóstolo Paulo conhecia bem as suas artimanhas e nós, não podemos seguir o desenfreamento mundano, permitindo que nossos casamentos e  famílias sejam destruídas.


Um olho na Bíblia e outro na espada. 

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