Tradução deste blog

sexta-feira, 15 de junho de 2018

ÉTICA CRISTÃ E POLÍTICA - EBD LÇ. 12 17/06/2018


EBD LÇ. 12 17/06/2018  ”ÉTICA CRISTà E POLÍTICA".

PROFESSOR! Esta lição não permite aquela coisa de "interagir". Se você der oportunidade  para cada um dar sua opinião, termina o tempo e você não ensinou nada.




O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.


PONTOS:
I – CONCEITO GERAL DE POLÍTICA.
II – A SEPARAÇÃO DO ESTADO E A IGREJA H.PROTESTANTE
III –  COMO O CRISTÃO DEVE LIDAR COM A POLÍTICA.


O Brasil está doente e o jeito de cura-lo é entrega-lo nas mãos de Deus e para baixar a febre da corrupção, é votar com cuidado para não repor quem nada fez e os que fizeram, foi para si próprio. Tem político que é como uma célula cancerosa.                   



Antes de você rejeitar o assunto, espere e leia até o fim. Digo que a política existe até dentro da nossa casa. O que se vê no Brasil,  não podemos chamar de política no sentido mais puro da palavra, mas de exploração dessa ciência para o bem próprio.

Se dermos espaço, os ímpios governarão sempre, para os justos.        


I – CONCEITO GERAL DE POLÍTICA.       

1.1 Origem e conceito de Política.

É a arte de bem governar e quando se governa pelo bem estar do povo.

Politicalha – Atitudes que maculam os políticos que vivem de expedientes escusos, de tirar proveito da situação e da confiança que lhes fora dada pelo voto.

A política nasceu na Grécia antiga,  principalmente  pelo pensamento de Platão (considerado o pai da política)  que tratou da relação entre Estado e Povo.  

Os filósofos gregos mudaram a paisagem pois antes deles, o que se conhecia era a forma de governo centralizador e absoluto nas mãos dos patriarcas, reis e imperadores.

Foi de  Clístenes (565 a 492 ac), chamado de “Pai da Democracia Grega”. a lei do “ostracismo” que bania o político que atentasse contra as liberdades públicas e roubasse o coração do povo por seguidas reeleições..

O que está fazendo o brasileiro odiar política são os políticos desonestos que governam mal e que ainda usam a igreja para atingir seus objetivos.

Particularmente considero a política como algo inerente à vida humana e quando honestamente exercitada, um bem para todos; todos precisam de proteção e assistência.


1.2 As formas de Governo.

O autor cita Aristóteles (filósofo grego, 384-322) dividiu a oanização do Estado em três formar.
Vamos pontuar o que escreveu o autor da seguinte forma:

MONARQUIA – Poder absoluto centrado no monarca tendo ao lado a corte dos aristocratas; aqueles que nada fazem, mas vivem esplendidamente. O custo para manter uma monarquia é muito alto e não subsiste sem a figura de um primeiro ministro e o parlamento.

ARISTOCRACIA – Forma de governo praticada na Grécia antiga  representada por um grupo de pessoas que formavam o seu “cartel” de influencias na sociedade.

DEMOCRACIA – Para o autor é o poder centrado na maioria (?).
É a forma de governo em que o povo participa escolhendo por voto, quem vai representa-los; do presidente aos deputados e senadores.
Na Democracia, as figuras públicas inimagináveis, por sua popularidade aproveitam para garantir a “boquinha”.
Na época de eleições, pelo menos no Brasil, alguns se tornam até mais crentes.

O autor ainda cita Maquiável (1469-1527). Pensador italiano que reconheceu duas formas de governo: República e Monarquia.
Para Aristóteles, toda forma  de governo pode se corromper. É difícil achar quem não se corrompa.

A Monarquia vira tirania.

A Aristocracia em oligarquia e isto é uma forma de usurpação do poder

A Democracia em demagogia e no Brasil, além da demagogia, um covil de salteadores.

1.3 O Estado e a Política.

Qualquer que seja o regime político,  se faz necessária uma política social capaz de manter o equilíbrio e a qualidade de vida dos seus cidadãos.

É bom lembrar que a política socialista ou também chamada de esquerda, não se mostrou eficaz na Europa onde nasceu. Uma população economicamente ativa não pode patrocinar e carregar nas costas uma população inativa e isto não significa deixar de socorrer os que vivem em regiões improdutivas.

1.4 O Estado e a Bíblia.

Ao afirmar que o Estado é instrumento ordenado por Deus e que a ele devemos obediência; os que resistem ao Estado resistem a Deus; o Estado é servo do altíssimo para aplicar a justiça; tudo isto é bíblico e está na carta de Paulo aos Romanos  (Rm. 13:4) quando se tem um Estado sério e cumpridor do seu papel.

Um perigo que ronda a maioria dos ensinadores é impor submissão diante de um Estado corrupto e danoso.  Vejam o mau exemplo de Roboão filho de Salomão.  (IRs. 12:8)  e (IICr. 10:810). Essa observação também vale para pastores que fogem da Bíblia, mas que fogem de verdade, pois tem muito crente que sabe onde morder para machucar, vive procurando falhas no pastor.

Um exemplo de que o povo precisa se posicionar é quando o Estado tenta impor leis contrárias à Bíblia, como o aborto, casamento entre pessoas do mesmo sexo, descriminalização das drogas e etc.

Antes de condenar,  o Estado precisa cumprir o seu papel como governador das riquezas

Há muito por falar, mas o que a lição oferece é o exemplo do que pode ser melhor.


II – A SEPARAÇÃO DO ESTADO E A IGREJA: UMA HERANÇA PROTESTANTE.


2.1 A união entre a Igreja e o Estado.

A união entre o Estado e a Igreja ocorreu em Roma e dessa união, nasceu a Igreja Católica Apostólica Romana cuja história muitos fazem questão de esquecer, mas que está viva na mente de muitos que vez por outra traz à tona o que foi a Idade Média e o chamado  “século das trevas(*)”. Nesse período, os reinos serviam como vassalos de Roma até à reforma protagonizada por Martinho Lutero.

(*) ´Século das Trevas ou Idade das Trevas período que vai da queda do Império Romano ao renascimento entre os séculos V ao XIV com o fortalecimento do poder religioso católico e o controle sobre a literatura, as artes e quaisquer manifestações desaprovadas pela igreja.

2.2 A separação entre a Igreja e o Estado.

Os abusos praticados pela igreja romana ou papal, como a venda das indulgências, simonias e outros abusos cometidos pelo clero a ponto de  irritar os reis e a emergente classe dos comerciantes que viram na ação do monge Martinho Lutero a grande oportunidade de romper com o sistema papal dominante.

Os contrários a Reforma Protestante dizem que foi dos reis e dos comerciantes, que Lutero pegou carona nesses sentimentos, mas Lutero não foi pedir conselho a ninguém. A Reforma foi o momento de Deu s agir e Lutero, o seu instrumento; claro que a insatisfação geral facilitou as coisas.



2.3 O modelo de Estado Laico Brasileiro.

Para LAICO, (gr.Laikós); do povo e está relacionado a vida mundana, desvinculada de qualquer religião ou da vida religiosa.

Laico, quando aplicado a questão Estado, significa que o Estado não se submete nem se mantém sob influência da religião com garantias constitucionais do direito a liberdade e ao culto de quaisquer religiões também não interfere.

No caso brasileiro, o Estado é Laico e as religiões possuem liberdades relativas e nem poderia ser diferente; é preciso reconhecer o direito dos semelhantes observa-se para isto, a Constituição e o Código Civil Brasileiro Lei 10.406/2002.

A subtileza está no judiciário que vez por outra tenta submeter a igreja aos interesses de grupos minoritários.

III – COMO O CRISTÃO DEVE LIDAR COM A POLÍTICA.

3.1 O perigo da politicagem.

Esta discussão é longa e quanto mais se fala mais inimizades se criam.

A política é um campo fértil para discussões acaloradas, mas vamos simplificar esta parte do ensino que todos os alunos devem ter lido e considerado seu valor.

A igreja não pode fechar os olhos para os acontecimentos. Não há nada de assombroso que o pastor ou líder, nos cultos de ensino, oriente o povo a não desprezar eleições, que examine os candidatos e sendo possível possa até fazer sugestões isentas de interesses, em torno de nomes que respeitem as posições da igreja diante de temas  que contrariem os ensinos bíblicas,  a moral e os bons costumes.

Um pastor decente, não vende seu voto nem os da igreja para atender interesses pessoais e candidatos nada comprometidos com o Reino de Deus.

A igreja não pode servir de  instrumento de barganha.

Recomendo a leitura do texto do autor neste ponto.


3.2 Como delimitar a atuação da igreja?

O autor  esclarece bem e vamos pontuar:

- O púlpito não pode ser transformado em “palanque eleitoreiro”.
- Os esclarecimentos sobre questões políticas não pode tomar o tempo que é exclusivo para o ensino da Palavra de Deus.
- A conscientização deve ser baseada em princípios cristãos.
- As propostas e as ideologias de partidos políticos devem ser conhecidas e analisadas sob a ótica cristã.

Acrescento a isto, o dever de ensinar o exercício de cidadania, o respeito pela coisa pública, ensinar o que direito, mas também o que é dever. Dizer para os crentes que fazer gato em energia elétrica, sinais de TV fechada, água e produtos piratas e coisas semelhantes, é tão danoso quanto o pecado contra o corpo.

3.3 Ajustando o foco da igreja.

Eis um ponto interessante do comentário da lição com o qual concordo.

Diz o autor que o povo de Deus não limitar-se a fazer oposição e oferecer resistência à iniquidade, precisa orar e desejar renovação, pois todo o mal político e social, decorre do pecado.

Se nos limitarmos a fazer oposição e resistência, não teremos uma igreja, mas uma associação religiosa de caráter político e ideológico.

Disse Jesus: “O meu Reino não é deste mundo”.  (Jo.18:36).


                           --- ----------------ooooo----------------------------


Aos Irmãos coordenadores das  EBDs:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

Caro professor, presenteie seus alunos com  a “Declaração de Fé das Assembleias de Deus”. É um material barato e seus alunos irão mostrar gratidão pelo gesto.

                                              

sexta-feira, 8 de junho de 2018

ÉTICA CRISTÃ, VÍCIOS E JOGOS - EBD LÇ. 11 10/06/2018


EBD LÇ. 11 10/06/2018  ”ÉTICA CRISTÃ, VÍCIOS E JOGOS”.


O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.


PONTOS:
I – VÍCIOS: A DEGRADAÇÃO DA VIDA HUMANA
II –  JOGOS DE AZAR, A ARMADILHA PARA A FAMÍLIA..
III –  UMA VIDA SÓBRIA, HONESTA E FIEL.

 Jogos de qualquer espécie usados de forma contínua e sem controle, são reconhecidos como distúrbios mentais.


   
I – VÍCIOS:  A DEGRADAÇÃO DA VIDA  HUMANA.    

Vício é tudo o que domina e  submete o homem aos seus caprichos,  na maior parte do tempo sem que isso resulte em um bem para si ou para o semelhante e com isso eu lembro também, os benditos jogos encontrados nos celulares e disponíveis nos computadores.  Há pessoas que gastam boa parte do tempo nos locais de trabalho para ocultamente se entregar ao vicio do jogo eletrônico. Os vícios degradantes são aqueles que expõem a moral de forma pública e os que destroem casamentos e famílias.


1.1   O pecado do alcoolismo.

Essa é uma praga antiga; basta lembrar-se de Ló e suas filhas. (Gn. 19:33-39) e a situação a que ficou expostas a família de Noé por conta da bebida (Gn.9:20).       .
O autor lembra que o alcoolismo é a terceira causa de morte no mundo e a fonte é a OMS – Organização Mundial de Saúde.
Cristo nos libertou até da bebida social. Há cristãos que não fazem uma festa se não regar com bebidas que agradem ao paladar dos amigos e ainda defendem isso com todas as forças. Como o mundo vai aborrecer pessoas inofensivas aos seus vícios?  (Jo.15:18).

1.2 A escravidão das drogas

O uso de drogas faz um capítulo à parte e conhecemos suas consequências. Mesmo sabendo dos resultados, milhares de jovens agregam-se aos viciados como se a palavra dos traficantes fosse a palavra salvadora.

É preciso orar e agir por uma sociedade mais justa e em lugar da prisão, grandes núcleos de tratamento honroso para os viciados. Papai e mamãe ficam agradecidos.

Tenho visto ao longo dos anos, a droga arrastando filhos de crentes e até de pastores e essa é uma razão para que a igreja reavalie o seu papel diante da sociedade.

Quando digo reavaliar, digo de propostas decorosas vindas dos púlpitos, pois infelizmente, muitos deles olham apenas para o seu próprio umbigo.

Não basta somente apontar o dedo e é o que mais se vê; tomo como exemplo o que lemos diariamente no facebook. Atrás do teclado e do microfone, tudo parece valer.

Imaginem se houvesse um Prêmio Nobel para indicar as maiores igrejas e os maiores pastores...

II – JOGOS DE AZAR E SUAS ARMADILHAS.                    

2.1 A filosofia do ganho fácil.

Este é um assunto de peso e conflitante, separar o que é e o que não é um jogo de azar.

O autor define como sendo “... tudo aquilo que abarca investimento sem retorno garantido...”. Não há dúvidas quanto a isso.

Há políticos que lutam pela legalização dos cassinos. Seria uma ótima maneira para lavar dinheiro sujo de corrupção e destruir famílias como beneficiar a prostituição de luxo.

Centenas de pessoas perderam a vida apostando em corridas de cavalo (turfe).

Milhares se sentem frustradas por não ganharem o prêmio da Loteria Federal que é um jogo de azar.

Sempre que opinarmos sobre este assunto, precisamos ser honestos conosco,  com as pessoas próximas e sempre à luz da razão e da Palavra de Deus.

Vamos aos pontos conflitantes. O que não é um jogo de azar.

O Supermercado premia por sorteio, seus clientes cada vez que as compras atingem um limite, o cliente recebe cartelas que serão sorteadas.

As empresas, não podendo premiar a todos, escolhe por sorteio aqueles que nas festas de final de ano receberão presentes ou prendas.

O cidadão precisa de recursos e coloca um bem de valor para rifar sem que isto se constitua uma prática habitual, por vezes eu dou o dinheiro necessário e dispenso a cartela; questão pessoal minha.

Nessa questão, respeito a posição de muitos que vê pecado em tudo e estes últimos apontamentos, trato a sombra do texto de Paulo:

(Ico. 10:23) “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.”.

(ICo. 10:29) “(...) Digo, porém, a consciência, não a tua, mas a do outro. Pois por que há de a minha liberdade ser julgada pela consciência de outrem?”.

O que questiono com frequência é que a maioria dos crentes abraça com facilidade um estilo de vida confortável e não se esforçam para cumprir os mandamentos do Senhor incluo nisto, o gosto pelos times de futebol que não é um jogo de azar, mas tem emparedado muitos em discussões inócuas com prejuízo da pregação do evangelho.

Ops! Ia me esquecendo do maldito caça-niqueis.

 2.2 Os males dos jogos de azar na família.

Lembrando que o sentido “jogo de azar na família” não significa brincadeiras em momentos de lazer, sem envolvimento com dinheiro.

A – Endividamento.
B -  Destruição dos valores morais e éticos.
C – Fomentam (segundo o autor) A preguiça, a corrupção e a marginalidade.
D – O comprometimento da renda familiar.
C – O caos.
  
2.3 As consequências para a saúde.

A compulsividade é uma doença psíquica recorrente a todo tipo de vício inclusive na área da sexualidade; como nos casos de jogos de azar e drogas, mostra-se como um abismo de difícil acesso para resgatar suas vítimas.

EXIGÊNCIAS: Oração, empenho e investimentos.

O autor faz referencias ao uso do vinho em algumas ocasiões e registradas na bíblia, pede vênia para não discutir o assunto, no que concordo, apenas afirmo que o vinho fermentado não tem seu uso estimulado em qualquer página da Bíblia.
  

III – VIVAMOS UMA VIDA SÓBRIA, HONESTA E FIEL A DEUS.

3.1 e 3.2 Considerações finais.

O autor aborda algumas questões como:

A BÊNÇÃO DA SOBRIEDADE.
Em tudo na vida cristão, feliz é o crente que compreender o sentido da sobriedade e procura pautar sua vida por esse princípio, pois não sofre sobressaltos diante de uma exortação a respeito.

ABSTINÊNCIA, A MELHOR SOLUÇÃO.

Para tudo na vida e vejam que Paulo aconselha isto aos casais, para não serem tentados pelo Diabo nos casos de incontinência. (ICo 7:5).

Na simples ação de comer, beber ou qualquer outra coisa que faça parte da nossa vida diária, o controle e domínio da situação é fruto da graça do Senhor em nossas vidas.

Certos vícios começam pelo cálice, depois o copo e por fim, a garrafa.

HONESTIDADE E FIDELIDADE.

Se exigimos honestidade dos que habitam conosco, precisamos ser honestos também com eles.

É muito comum, maridos exigirem fidelidade da mulher e às escondidas dar os seus pulinhos, quer seja em matéria de jogos, bebidas ou na vida sexual.


                          --- ----------------ooooo----------------------------


Aos Irmãos coordenadores das  EBDs:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

Caro professor, presenteie seus alunos com  a “Declaração de Fé das Assembleias de Deus”. É um material barato e seus alunos irão mostrar gratidão pelo gesto.