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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A PROVISÃO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO, EBD Lç.4 para 23/10/2016 (Subsídio).

A PROVISÃO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 04 para o dia 23/10/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – FÉ PARA SUBIR O MONTE DO SACRIFICIO.
II – PROVAÇÃO NO MONTE DO SACRIFÍCIO.
III – JESUS O CORDEIRO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO.

 Não havia nada no momento e logo um cordeiro amarrado pelas pontas surge no cenário.



I – FÉ PARA SUBIR AO MONTE DO SACRIFÍCIO.

1.1       Abraão é provado.

Esse tópico é muito interessante e rico em informações e penso que os curiosos alunos poderão fazer algumas perguntas quanto a essa prova pela qual Abraão se submeteu sem qualquer questionamento. Vamos a elas:

1 -  “Tentou Deus a Abraão” Gn. 22:1 - TENTAR no texto sagrado não nos leva a pensar em tentação cujo sentido maior é: Estímulo à prática do que é ilícito, censurável ou não recomendável. Deus a ninguém tenta e nem pode ser tentado pelo mal.  Tg. 1:13.

2 – Em que Abraão “falhou”, na citação do autor?
Abraão falhou quando levou Ló consigo quando a ordem era deixar a terra e a parentela, Gn. 12:1. Falhou quando negou que Sara era sua mulher, Gn 20.2 e também falhou em ter aceitado coabitar com Agar quando havia uma promessa para ele Gn.15:4 e 16:2.

1.2       No limite da capacidade humana.

Penso que ninguém foi tão provado na vida e relatado na Biblia quanto Abraão e Jó, cada um ao seu modo e momento.

O autor disse bem quando declarou que Abraão tinha sido provado no limite da sua capacidade espiritual e emocional.

Deus pedira o filho da sua velhice em sacrifício no Monte Moriá.
Sabendo Abraão da improbidade desse gesto não duvidou por que conhecia bem a voz de Deus.

Disse Jesus: “As ovelhas conhecem a minha voz e de maneira alguma seguirão ao estranho”.  Jo.10:1-5 interessante e isto explica por que crentes fieis, não tendo feito curso de teologia e outros que sequer estudaram, não comem em pasto alheio. Conhecem a voz do Senhor como Abraão conhecia a voz de Deus.


1.3 Um pedido difícil.

Pedir Isaque em sacrifício, diante de todas as promessas feitas ao Patriarca e agora já com mais de 100 anos, poderia ter despertado nele o que desperta na maioria dos pais nos nossos dias, senão, vejamos:

 O pedido de Deus para sacrificar Isaque pode ser compreendido como o pedido de Jesus para que as nossas crianças sejam entregues aos cuidados dele através da igreja pelos ensinos sagrados. O que vemos na verdade é que muitos pais não querem oferecer seus filhos por acharem que é muito pesado leva-los a Escola Dominical nos domingos e preferem comprar CDs musicais da Xuxa e cia e de jogos eletrônicos a ensinar-lhes o caminho do céu.

Quantos irmãos não brigam com diáconos da igreja quando estes impedem que uma criança fique correndo para dentro e fora do templo, na hora do culto.

II –  PROVAÇÃO NO MONTE DO SACRIFÍCIO.

2.1 Amor, obediência e fé no monte do sacrifício.

Neste tópico o autor trata dos três elementos que correspondem a base real da nossa relação com Deus. Faltando qualquer desses, o restante estará comprometido.

No mesmo ponto o autor cita o amadurecimento de Abraão quando coloca as falhas do Patriarca à falta de experiências da sua idade e acho isso interessante, por que conhecemos Abraão com 75 anos, portanto, dentro do nosso tempo, quase idoso e com falta de experiência para lidar com os problemas da vida ou podemos considerar que novos problemas fizeram Abraão amadurecer?

Isto é comum conosco. Posso estar exagerando, pois varia de pessoas para pessoa, todavia considero que antes dos 40 todo homem é relativamente imaturo.

2.2 O clímax da prova.

O clímax da prova ou o ponto alto; chegar no monte sem um animal para o sacrifício e até ali, apenas Isaque não sabia o que haveria de acontecer. Abraão não consultou a carne e nem Sara; apenas obedeceu e é o que precisamos fazer à luz dos conselhos neotestamentários. Nada fora da Bíblia.

2.3 O momento decisivo da prova.

O momento da oferta, o momento em que, já amarrado, Isaque vê o pai brandindo o cutelo para o atingir e tanto um quanto o outro agiram sob o silêncio da Alma. Era para Isaque gritar: “Pai, o senhor enlouqueceu...?”.

Deus não agiu na hora em que a mão de Abraão subiu, mas na hora em que a sua mente já determinava descer o cutelo sobre o rapaz, impedido pela voz de Deus: “Não faças mal ao menino, pois agora, sei que temes a Deus”.
Não havia nada no monte quando chegaram, mas Deus lhes mostrou o cordeiro que Abraão devia usar para o sacrifício, apontando para Cristo. O Cordeiro morto em nossa lugar.
                     
III –  JESUS O CORDEIRO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO.

3.1 O sacrifício do Cordeiro de Deus.

Recomendo a leitura com seus alunos, todavia faço o meu comentário considerando os que buscam acesso ao blogger por não terem acesso as EBD ou a lição.

Todo o plano de Deus para salvação dos homens teve um começo, um meio e um fim perfeitos; bem explicados desde o Eden como aquele que esmagaria a cabeça da serpente. Quem faz questão de não examinar as escrituras imbuído do desejo de conhecer e aprender, jamais conhecerá esse plano como se visse em visão panorâmica quando o passado, o presente e o futuro se fundem em um só acontecimento; como quem vê uma cidade a partir de um voo a bordo de uma aeronave. Consegue-se ver o plano de forma integral.

Jesus o Cordeiro sacrificado por nós antes da fundação do mundo. IPd.1:20, Ef.1:4. Jo.1:29 e tantos outros.


3.2 A reconciliação mediante o sacrifício do Cordeiro.

Concordo plenamente quando muitos usando apenas a razão não conseguem entender o motivo pelo qual Jesus precisou morrer para que fôssemos salvos?

Eu poderia por mim mesmo dizer que a morte do Senhor foi circunstancial provocada pela guerra entre verdade e mentira?

Isaias diz que a Deus agradou moê-lo fazendo-o enfermar pelos nossos pecados. Is. 53:10.

Quando Deus enviou o seu filho, ele seria apenas mais um profeta à semelhança de Moises, Dt. 18:15 e atos 3:22.

Ele Jesus foi colocado como pedra de esquina, a pedra angular, rejeitado pelos edificadores e isto por si, responde as inquietações sobre o assunto. Ele tem a primeira e última palavra sobre a vida e a morte de todos os homens.  Sl.118:22. At. 4:11.

3.3 A justificação mediante o Cordeiro de Deus.

Se temos paz com Deus, Jesus, acima de todos os nomes deu a sua vida para nos justificar de uma iminente condenação para sermos lançados na eternidade longe de Deus.  Rm. 5:1.
  
Toda glória ao Senhor.


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

ABRAÃO, A ESPERANÇA DO PAI DA FÉ, EBD Lç 3 para 16/10/2016 (Subsídio).

ABRAÃO, A ESPERANÇA DO PAI DA FÉ.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 03 PARA O DIA 16/10/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A CHAMADA DE DEUS.
II – A PROVISÃO DE DEUS.
III – AS PROMESSAS DE DEUS NA VIDA DE ABRAÃO.

 Abraão é o modelo de quem realmente confia em Deus. Espera a bênção chegar.

I – A CHAMADA DE DEUS.

1.1       Um projeto divino.

O autor informa que Abraão fazia parte do projeto de Deus para resgatar o homem; Deus tudo sabe, tudo vê e a queda de Adão não o surpreendeu.  

A queda do homem sob o olhar de Deus desperta em nós, a curiosidade de saber o porquê de Deus ter permitido que isto acontecesse.

O que segue é pensamento meu, pessoal não se trata de doutrina bíblica, mas o meu modo de compreender:

Já escrevi em outros momentos que Deus formou a espécie humana para preencher o vazio deixado pelo diabo e os anjos que com ele se rebelaram.

O fracasso dos anjos pela rebelião, denota a capacidade de raciocinar e escolher o que pretendessem para si mesmos, portanto tinham livre arbítrio.

O homem igualmente  foi criado com capacidade para pensar e decidir seu futuro, senão, seria desnecessário a ordem de comer ou não comer.

A Bíblia declara que os olhos do Senhor estarão sobre os fieis da terra. Salmo 102:6.

Finalmente, Deus não foi injusto com os anjos nem com o primeiro homem. A escolha foi deles e a prova é que milhares que já passaram por este mundo, optaram sofrer para alcançar uma melhor ressurreição.  Hb.11

Assim temos o plano de redenção que envolveu Abrão e a sua descendência.

1.2       O desafio de acreditar no projeto divino.

Abraão foi desafiado a crer e obedecer.

O que Deus fez na vida dos patriarcas e profetas da antiga aliança firmam a nossa convicção de que Deus, se necessário, pode fazer coisas semelhantes em nossas vidas e o segredo é um só;  CRER e OBEDECER.


1.3 Um projeto para abençoar as nações.

Este tópico é curto e o autor declara que essa escolha, Abraão, não visava uma escolha com vista a dar privilégios a um homem.

As promessas e as bênçãos destinadas a Abraão visava construir uma nação além das fronteiras de Israel. Uma grande nação.

II –  A PROVISÃO DE DEUS.

2.1 Abraão sai da sua terra.

Em curto espaço o autor descreve bem, a trajetória de Abraão começando por Ur e indo para Harã com o pai e o sobrinho Ló cuja história ao lado de Abraão conhecemos tão bem.

Abraão recebeu a promessa, creu e foi muito abençoado, todavia diz o autor a respeito:

“As promessas de Deus não são garantias de que não enfrentaremos crises, dificuldades e oposição”.

Bem ao contrário das proposituras das igrejas neo-pentecostais que garante prosperidades e bênçãos como se não houvesse lutas e muitos caem nesse engodo, principalmente nesta dispensação quando o mal cresce grandemente.

2.2 Abraão enfrenta escassez em Canaã.

Estima-se que Abraão tenha percorrido 2400 km. em sua viagem para Canaã. Enquanto esteve na região urbana da Mesopotamia, Abraão desfrutava do frescor dos rios que banhavam aquela região, todavia Abraão andou pelo deserto do Neguev até Berseba.

O interessante é que abraão não dispunha de qualquer informação do destino. Quando pensamos naquela viagem e nas nossas viagens, quando dispomos de bons restaurantes, de informações privilegiadas, mas uma mão poderosa guiava o Patriarca com grandiosas promessas e isso é o que interessa, estar no centro da vontade de Deus.


2.3 Abraão enfrenta a esterilidade de sua esposa.

Esse é outro aspecto da vida de um homem que amava a Deus.

Recomendo a leitura desse tópico para os seus alunos, pois a colocação do autor é perfeita e remete as promessas de Deus conosco. Deus tem feito muitos milagres em nossos dias, fazendo com que mulheres se tornem mães apesar do desengano pela medicina. Deus é o mesmo.

Confiemos sempre no Senhor.
                     
III –  AS PROMESSAS DE DEUS NA VIDA DE ABRAÃO.

3.1 Far-te-ei uma grande nação e abençoar-te-ei.

O autor relaciona a prosperidade de Abraão a sua obediência declarando que obedecer pode representar um grande desafio para algumas pessoas.

Quero confessar que a obediência a Deus não representa nenhum sacrifício quando nós o amamos de fato.

Quando alguma jovem me pergunta se algo ligado a costumes é pecado eu logo emendo perguntando, o quanto ela quer receber de Deus, lembrando as conquistas daqueles que foram fieis independente das facilidades mundanas.

Abraão recebeu muito pela fidelidade e firmeza na escolha obediente.

Quem não liga, segue o desenfreamento mundano, mas está sempre com os pés na beira da água, não entra na profundidade da relação com Deus.

3.2 Engrandecerei o teu nome.

Abraão tinha 75 anos quando foi chamado  (Gn. 12:1-9)  sob promessas.  Abraão só veio à paternidade aos 100 anos de idade que significa 25 longos anos esperando o cumprimento da promessa e pela idade dele e de Sara (90 anos), a coisa era muito séria.

Abraão foi fortalecido na fé dando glórias a Deus.  Rm. 4:20.

Abraão gerou duas grandes nações, Árabes e Judeus, porém, entendo que a posteridade de Abraão os alcança o que fez dele o pai de multidões.

3.3 Em ti serão benditas todas as famílias da terra.

As bênçãos prometidas a Abraão configurou-se em Cristo o que poderíamos chama-lo de herdeiro direto e único de todas as promessas de Deus e por sua morte expiatória fomos legitimados como filhos de Abraão segundo a fé.


Não há motivos para corrermos atrás dos homens por mais importantes que pareçam. Um homem sincero prega e conduz os convertidos à Cristo. Pois quem nos deu autoridade para tanto foi o Senhor e temos esse tesouro em vaso de barro para que a excelência do poder seja de Deus e não nossa. IICo.4:7.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

DEUS, O PRIMEIRO EVANGELISTA, EBD. Lç 2 para 10/07/2016 (Subsídio)

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 02 PARA O DIA 10/07/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A CHAMADA DE ABRAÃO.
II – A PALAVRA DE DEUS É EVANGÉLICA.
III – EXECUTANDO O TRABALHO DE DEUS.


O evangelismo não abre a porta, mas entrega a chave para que cada um tome atitude correta e entre pela porta que é Jesus. Por ele,  alcançamos a paz com Deus. 




I – A CHAMADA DE ABRAÃO.

Há pouco tempo, ouvi um pastor afirmar que 98% (?) dos crentes achavam erroneamente que o evangelho começava no capítulo primeiro de Mateus. Claro que fiquei surpreso, pois, nunca ouvi tal ensino e ele citou Hebreus 9:16-17 para dizer que o evangelho começou com a morte do testador. Sustento que o evangelho, no mais amplo sentido, começou quando João Batista anunciou: “Arrependei-vos por que é chegado a vós o Reino dos céus”. Mt. 3:2.

1.1       Abrão, o caldeu.

Um pequeno ponto em Gênesis 11:31 e o autor mostra a intenção de Tera, pai de Abrão de ir com a família para Canaã, tendo morrido sem realizar o seu sonho.

O mundo civilizado na época não era tão grande mais o instinto de sobrevivência sempre foi a causa dos movimentos migratórios. O movimento migratório sempre atendeu os propósitos de Deus e o início da obra pentecostal no Brasil partindo de Belém, capital do Pará, nos confirma isto.


1.2       Abraão, o evangelizado.

Tem sido comum e até desastroso querer atribuir a Deus nesta dispensação o cumprimento de suas promessas com base em textos isolados notadamente do Antigo Testamento. As promessas feitas a Abrão cumpriram-se de forma plena.

Quando foi para destruir Sodoma, disse o Senhor: “Ocultarei eu a Abraão o que faço (...)?” Gn.18:17;  assim, o plano eterno de salvação estabelecido por Deus antes da fundação do mundo foi anunciado primeiramente a Abraão quando disse: “Todas as nações serão benditas em ti”. Gl. 3:8.

Quem ninguém confunda essa revelação de Deus a Abraão com a evangelização na forma como fomos alcançados.


1.3 O evangelista Abraão.
 A história de Abraão em Canaã foi cheia de experiências contra todas as adversidades tendo o testemunho e as promessas de Deus. Gozou do respeito de reis, marcou presença na terra prometida e Deus sempre deu testemunho do Patriarca, dizendo para o rei Abimeleque que não tocasse em nada do que lhe pertencesse porquanto, disse o Senhor: “Ele é profeta e rogará para que vivas ou então morrerás.”. Coisa séria.

Logicamente, se algum aluno perguntar que tipo de evangelho Abraão pregou diga-lhes que Abraão pregou a justiça e a fé em Deus com o testemunho da própria vida.

Abraão foi o pregoeiro da justiça, sem lei e sem mandamento algum. Por conta da sua fé e fidelidade, foi chamado de amigo de Deus. Is. 42:8.


II – A PALAVRA DE DEUS É EVANGÉLICA.

O autor se permite admitir que a Palavra de Deus é Evangélica  por considerar que a bíblia como um todo, contém  mensagens com promessas de salvação.

Do ponto II itens 1 ao 4, o autor toma fragmentos para mostrar que tudo no Antigo Testamento é evangélico.

Na lei, na história, na poesia e os profetas; são todos evangélicos.

Concordo que é uma linguagem um pouco estranha para nós, pois ao longo da minha vida é a primeira vez que leio uma abordagem como esta, sabendo que a palavra, evangelho e suas variáveis sempre fizeram referência as boas novas.

“E o anjo lhes disse: “Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria que será para todo o povo”. Lc. 2:10.

No Antigo Testamento, a promessa e no Novo, o seu cumprimento.
“ (...) mas vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho...”. Gal. 4.4.



III –  EXECUTANDO O TRABALHO DE DEUS.

O autor faz referência ao fracasso espiritual de Israel como agente e diplomatas da vontade de Deus para as nações e basta ler qualquer dos profetas do Canon sagrado para perceber o distanciamento e o preço pago pela infidelidade.

3.1 Israel e a evangelização mundial.

Recomendo a leitura em classe deste tópico muito bem arrazoada para que os alunos entendam o papel de Israel, o que foi feito e o que faltou fazer, suas razões que a bem da verdade, tem sido a causa de grandes problemas das igrejas no presente século. Perda da capacidade de julgar, discernir os espíritos, recusar conviver com o mundanismo dentro das igrejas, sem perder a ternura e amor devidos a cada alma. Curar é o maior trabalho da igreja mediante a fé em Jesus.

Eles, Israel, não precisavam cair para que tivéssemos uma oportunidade aberta, todavia tal e qual a doutrina da eleição, tudo estava previsto sob os cuidados de Deus e como Deus não fica sem o testemunho dos homens, cá estamos nós, lutando para manter a fidelidade plena e anunciarmos a grandeza do Reino de Deus.

Rm 11:12 – O que Paulo diz neste texto é o reconhecimento da restauração do reino de Israel para que o mundo volte a ver a sua grandeza.


3.2 A missão intransferível da igreja.

A missão evangelizadora da igreja no tocante a responsabilidade de cada um, visto que, somos a igreja do Senhor é que não haja falhas.

1 – A igreja universal, (não confundir com a do Bispo Macedo), esta, composta de homens e mulheres de todas as nações, não falha, ela tem compromisso com Deus e não se furta de pagar o preço para alcançar sua meta.

2 – Se a igreja universal não falha, a terrena ou local, falha grosseiramente nesse ponto e como consequência, muitos outros entraram na seara, uns com boa intenção, outros nem tanto e outros que vieram para roubar, matar e destruir.

Ore pelos seus alunos e junto com eles. Diga-lhes que Deus espera muito de cada um de nós. Nada será de graça, o salário vem com ele e o maior prêmio será entrar na eternidade adorando o nome precioso de Jesus.

Vida terrena comparada a uma rua sem saída.
Vida eterna, comparada a uma estrada infinita.
Em qual eternidade nos encontraremos? Questão de escolha.



quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

EBD LÇ.12 ISAQUE, O SORRISO DE UMA PROMESSA

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 20/12/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ISAQUE, O SORRISO TÃO ESPERADO.
II –  ISAQUE, O BEM MAIS PRECISIOSO DE ABRAÃO
III – O CASAMENTO DE ISAQUE.
IV – ISAQUE, O BENDITO DO SENHOR.

ABRAÃO PROVOU PARA ELE MESMO O QUANTO AMAVA AO SENHOR


I – ISAQUE, O SORRISO TÃO ESPERADO.

1.1 O nascimento do “riso”.

Poucas crianças vieram ao mundo sob promessa e com missão tão extensa quanto a Isaque e Cristo. Cada um no seu próprio contexto histórico.
Isaque para o povo judeu e Jesus para o mundo inteiro.


1.2 Isaque e Ismael.

ISAQUE – Uma nação – Com ele estabelecerei o meu concerto.
ISMAEL – Várias nações – Doze tribo gerará e farei dele uma grande nação  (Gn. 17:19).

As palavras de Sara a Abraão não soa bem ao nosso conceito de vida e convivência, levando-se em conta o contexto histórico e que ela mesma havia oferecido a alternativa ao marido, ter filho com a escrava.

Não é boa coisa esquecer-se das promessas do Senhor e Sara esqueceu, Gn. 17:19

É bom pensar que Deus não escreve certo por linhas tortas nem erradas. Deus tem os seus planos e os executa.

II -  ISAQUE, O BEM MAIS PRECIOSO DE ABRAÃO.


2.1 A provação das provações.

Deus pede a vida de Isaque, o bem mais precioso de Abraão e Sara.  A história de Abraão e o Monte Moriá, impressiona em todos os sentidos. Há que se levar em conta tudo o que conhecemos do casal, segundo as Escrituras, a idade, a promessa, o nascimento e agora depois de tudo, Deus pede Isaque em sacrifício.

A caminhada até Moriá, a indagação do jovem, o altar, o fogo, a lenha e o cutelo. Porém, nada impressiona tanto quanto a observação do “Anjo do Senhor”   à Abraão: “... Agora sei que temes a Deus,,.”  Gn 22:12.
- “Agora sei...”

Deus realmente prova a nossa fé.

Em Moriá, o sacrifício foi substituído, no calvário não.

2.2 O encontro de Isaque com Deus.

A submissão de Isaque diante do perigo da sua morte demonstra ter a mesma fé do pai, de Abraão. Saiu-se muito fortalecido.

Isaque consentiu com tudo, até a ameaça final.


III – O CASAMENTO DE ISAQUE.

3.1 Uma esposa para Isaque.

Extraímos muitas lições que vai, dos cuidados do pai, sobre a origem da moça, muito próprio para o seu tempo, bem como os sinais requeridos pelo mordomo.

Mesmo tendo ocorri a tantos anos ou melhor, milênios, faço as mesma considerações; uma moça educada, de boa índole, de boa família e com personalidade deve ser a mulher idealizada por homens de valor.

Isso vale também para quem escolha um homem honrado.


3.2 O casamento de Isaque.

O encontro com a família o consentimento e a atitude da jovem demonstra fé por alguém que não conhecia, não havia fotos ou selfies.

Isaque se consolou da morte da sua mãe. O casamento tem essa entre outras finalidades, para ambos os sexos, consolação das perdas.
3.3 Os filhos que não vinham.

Alguns caminhos de Abraão foram percorridos por Isaque, mas, souberam esperar na ação divina, na promessa que nunca falha.


A insistente oração de Isaque por Rebeca mostra aquele lado que buscamos nos homens de hoje. Marido que ora por sua mulher. Gn.25:21.

IV – ISAQUE, O BENDITO DO SENHOR.

4.1 Príncipe de Deus.

Tanto Abraão quanto Isaque cresceram sobremaneira diante dos cananeus e impuseram respeito, a presença de Deus na vida deles era sentida por todos.

EXPERIÊNCIA DE ABRAÃO – Desce ao Egito e por pouco perde Sara para o Faraó. A mão de Deus pesou e ele reconheceu que Sara seria intocada. Gn. 20.

EXPERIÊNCIA DE ISAQUE. Desce a Gerar por causa da fome e por pouco perde Rebeca para Abimeleque. Gn. 26.


Os “cambalachos” são tantos nos nossos dias que o povo perde o respeito por líderes cristãos. Já não causam boa influência e nessa, os bons pagam pelos maus.


4.2 Profeta de Deus.

Atribui-se uma linguagem profética toda evidencia de sinais que apontam para o futuro. Neste caso, não se trata apenas de uma evidência; é uma mensagem de cunho profético e a razão é clara:

Em Jacó, a constituição do Estado de Israel ou simplesmente Israel.

Em Esaú, a ascendência do povo árabe, também  semitas.

A palavra de bênção sobre Jacó declara a total submissão de Esaú e sua descendência.

  

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

EBD LÇ.11 MELQUISEDEQUE ABENÇOA ABRAÃO.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 13/12/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – MELQUISEDEQUE, REI DE SALÉM.
II –  ABRAÃO, O GENTIO.
III – A OCASIÃO DA BÊNÇÃO.


         MELQUISEDEQUE E CRISTO - ALIANÇAS ETERNAS.



I – MELQUISEDEQUE REI DE SALÉM.

1.1 Rei de Jerusalém.

Atribui-se aos Jebuseus, tribo cananeia a fundação da cidade também conhecida como Sião. Não considero tarefa fácil, determinar a data da sua fundação, mas,  a confusão da Torre de Babel, proporcionou a migração da tribo para essa região e temos aí, a futura capital do povo hebreu.
Nesse lugar, que também ostentava o nome de “Salém” reinava Melquisedeque, sem pai, sem mãe e sem genealogia, aponta para Cristo que também é rei e sacerdote.  Hb 7:1.

1.2 Sacerdote do Deus altíssimo.

O fato e o encontro com Abraão se dá antes da lei, portanto, bem antes do estabelecimento como instituição na vida de Israel, quando não existia a tribo de Levi, como base para esse corpo de intercessores.

Não há na história, salvo melhor juízo, nem como referência bíblica algo que diga respeito a um ou grupo de sacerdotes, excetuando-se a referência a Melquisedeque.

O que podemos afirmar é que Deus nunca ficou sem testemunhas e que sempre houve justos que agradavam ao Senhor.

O plano de Deus contava com esse maravilhoso sinal, O Rei de Salém e Abraão.


1.3 Figura de Jesus.

Figura = jeito.
Características que apontam para o Senhor, grande semelhança.
No caso em estudo, não se trata apenas de uma semelhança ou similaridade no tocante a questões físicas ou pela atuação, mas, o que ele Melquisedeque, representa.


II -  ABRAÃO, O GENTIO.


2.1 O pai da nação hebraica.

 É possível compreender o que o autor quer dizer ao referir-se ao patriarca Abraão como gentio.

Logicamente que do ponto de vista teológico e mesmo histórico, a nação de Israel saída da tribo dos Hebreus ainda não estava constituída no modelo que o próprio Deus criou. Assim a figura do gentio tomou forma somente a partir de Jacó cujo nome fora mudado para Israel. Gn. 32:28.

2.2 O pai dos crentes.

A história de Abraão é a mais longa da Bíblia e a mais bela, com riqueza de detalhes, a comunhão com Deus e as vitórias alcançadas pela fé.

A história de Abraão é também a história dos crentes fieis, daqueles que tudo fazem para agradar a Deus e não há coisa melhor.

III -  A OCASIÃO DA BÊNÇÃO.

3.1 Objetivo da visita.

Fico imaginando como ocorreu esse encontro considerando a vastidão daquelas regiões; sem GPS, sem estradas com sinalizações. A mão de Deus estava sobre Abraão como está para nós se nos mantivermos fieis.

Imagino também a sensação de Abraão neste encontro e saber com quem estava conversando naquele momento para dar o dízimo de tudo.

3.2 A autoridade de Melquisedeque.

Autoridade para abençoar Abraão (Hb 7:1)
Feito semelhante ao filho de Deus (????). Meu coração teria derretido. (Hb 7:3).
Considerai como era grande para que o Patriarca tirasse do melhor do despojo e lhe desse o dízimo (Hb 7:4).

Quem quiser contra argumentar minhas palavras que o faça, assim digo que Melquisedeque cujo princípio de vida não se tem registros, apareceu a Abraão para inaugurar o tempo da antiga aliança como Cristo inaugurou a nova. Moisés consolidou a antiga aliança com a lei.


3.3 A simbologia da visita.

O pão e o vinho trazidos por Melquisedeque para dá-los a Abraão, sendo os mesmos elementos usados pelo Senhor ao comemorar a páscoa com seus discípulos é mais profundo do que se possa imaginar.

O pão e o vinho trazidos por Melquisedeque é símbolo da aliança entre o velho e o novo, entre aquele Sacerdote Rei e o nosso Sacerdote Rei. Ambos, eternos.


quarta-feira, 9 de abril de 2014

O JUSTO LÓ?

Genivaldo Tavares de Melo.
Abril de 2014.

 

No começo da minha vida cristã, lendo e estudando a Palavra de Deus, nunca vi o sobrinho de Abraão, Ló, com bons olhos. A impressão tão negativa ocorreu por conta de algumas pregações cujos instrumentos sempre o descreviam de maneira contrária.

Mais tarde, eis que me deparo com um texto no novo testamento, de autoria do nosso irmão Pedro (2 Pd 2:7), que faz menção da destruição de Sodoma, exorta-nos sobre os falsos mestres e cita-o do seguinte modo: “... e livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis (porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, pelo que via e ouvia sobre suas obras injustas).

Diante disso, até hoje penso em Ló, ou Lot, de forma mais parcimoniosa.

Bem! Quando lemos sobre a chamada de Abraão entendemos que o convite era apenas para o tio de Ló com muita clareza: “Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei”.

Sai da tua parentela.

Quando Deus chama alguém para sua obra, é para priorizá-la, deixar tudo e todos no sentido de abraçar a carreira proposta, sem qualquer comprometimento de relação familiar sob pena de sempre amarrar-se em lembranças. Com isto, não queremos dizer virar as costas de maneira total e definitiva.

No caso de Abrão, o futuro reaproximou as famílias quando teve que buscar uma noiva para Isaque.

O fato de Ló ter sido declarado justo na própria Palavra de Deus, não significa que, como todo ser humano, não tivesse defeitos no uso da sua natureza humana e pecaminosa.

É preciso ter em conta que nem todas as nossas fraquezas nos lançam no inferno, mas, são cobradas de maneira vigorosa e em muitos casos até com a morte, como temos exemplos mostrados em Atos 5 com Ananias e Safira e com o jovem aproveitador em 1 Co 5.3-4.

O cristão sensato não deve transgredir apostando na misericórdia do Senhor, pois, o inimigo de nossas almas, vive em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar.

A vida de Ló e os danos causados pela péssima escolha; a liberdade de escolher a direção a ser tomada para evitar os conflitos entre seus pastores de gado, deixaram transparecer o lado frágil da sua personalidade, que era egocêntrica,  descuidada e inconsequente. Ao ir morar nas campinas de Sodoma, logo ocupou uma casa dentro da cidade permitindo assim que sua mulher e filhas vivessem confortavelmente no ambiente pecaminoso da cidade.

Nós pagamos por nossas péssimas escolhas e não adianta reclamar depois.

O fato de Deus enviar dois anjos para tirar Ló de Sodoma e sua família antes da destruição da cidade mostra a complacência de Deus com nossas fraquezas e com nossas escolhas, o respeito com o nosso “livre arbítrio”.

A mulher de Ló é figura da pessoa inconsequente cujo coração foi totalmente dominado pelos hábitos de Sodoma. Deu no que deu! O Apóstolo João teve boa razão quando nos exortou:  “Não ameis o mundo nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” - 1 Jo 2:15. 

Que lição tiramos da história de Ló? Que qualquer de nós, cercados de fraquezas de uma ou de outra forma, não devemos nos ocupar em viver julgando as pessoas por seus atos impensados, mas, fazer como Abraão, interceder, sabendo que as misericórdias do Senhor, são a causa de não sermos consumidos, Lm 3:22.

Não devemos olhar para as pessoas como se todas as oportunidades lhes tivessem sido tiradas. Somente a morte risca para sempre as chances de reabilitar a comunhão com Deus.  

Mesmo em condições ruins, não devemos julgar por não sabermos o que se passa no coração e na alma de alguém que sinta não ter mais chances de viver. O malfeitor ao lado de Jesus, aproveitou muito bem, seus últimos momentos.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

OLHO GORDO - VOCÊ TEM MEDO?


Olho gordo é tão folclórico quanto Mula sem Cabeça, Saci-Pererê e outras figuras tradicionais e culturalmente conhecidas. Mais que um folclore, tem lá algum fundo de verdade e, sim, pode causar dano.

Pesquisa sobre o assunto afirma que Lao-Tsé (Taoismo 350 anos a.C.) e Confúcio (600 a.C.) já trataram desse assunto. 

E a Bíblia, diz algo a respeito do Olho Gordo?

Primeiro, é preciso entender o que significa “Olho Gordo”. É um sentido figurado metafórico e precisa revestir-se de um contexto, como segue:

Olho Gordo em senso comum é expressão para inveja e cobiça. Invejar e cobiçar são situações tratadas na Bíblia em  Ex.20:17 “Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo”.

Em tese, o Olho Gordo é desejar ardentemente algo, mesmo que isso seja um aparente prejuízo ao próximo.

Quando o patriarca Abraão propôs ao seu sobrinho Ló a separação e a escolha de um lugar para habitarem separados, a Bíblia diz: “E levantou Ló os seus olhos e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada... Então Ló escolheu para si, toda a campina do Jordão e partiu Ló...” Gn 13:10 e 11. Ló engordara seus olhos.

Temos que concordar que os olhos engordam, quando o coração e a alma são igualmente gordos, para desejar o melhor. Inclusive se prejudicar a outrem, ou seja, tal ação é própria de pessoas gananciosas.

A questão é: Olho Gordo, pega?

Não duvido de nada que pertença ao mundo invisível, Paulo, legítimo apóstolo do Senhor, declarou na carta aos Coríntios, que, Satanás se transfigura em anjo de luz e seus ministros em ministros da justiça ( 2 Co 11:14,15).

Os Magos do Egito conseguiram imitar alguns feitos de Moisés, para desacredita-lo diante de Faraó (Ex. 7:10). Conseguiram algumas coisas com suas ações místicas, todavia, não prevaleceram diante de Deus e de Moisés.

Quando Balaque, rei dos Moabitas, contrata Balaão, profeta pra lá de aposentado, para amaldiçoar o povo de Israel, em tempo algum a Bíblia declara a inexistência do poder das trevas, senão, a declaração eterna que “...Contra esse povo, não vale encantamentos...” (Nm 22 e 23).

Não posso ignorar que existem pessoas com poderes espirituais malignos, capazes de realizar um mau intento, pessoas invejosas, cujos olhos foram engordados pela cobiça. Não posso ignorar que conheci pessoas, crentes no Senhor, com medo dessas crendices, principalmente pessoas que se convertem, trazendo no seu coração temores por influências religiosas mal produzidas e que ainda não alcançaram uma libertação plena, pelo conhecimento da Palavra do Senhor.

“Não vale encantamentos...”. Quando experimentamos o novo nascimento, Jo 3:3 e entenda-se o novo nascimento não apenas pela regeneração, mas pela transformação absoluta para uma nova vida em Cristo, somos libertos de todos os temores produzidos por folclores, tradições religiosas ou mesmo por ações malignas.

Como pode o Olho Gordo, atrapalhar uma vida e produzir algum prejuízo?

Quando temos defesas fracas, desprezo ao hábito de leitura da Bíblia, se existe falta de oração e principalmente a falta de confiança em Deus. O Salmo 90 nos diz: “Nem um mal chegará a tua tenda”.

O Olho Gordo pode estar em toda parte. Pessoas altamente invejosas buscam por todos os meios atrapalhar a vida de alguém. O invejoso tem realmente um jeito de olhar que desestabiliza qualquer pessoa descuidada.

O Olho Gordo age sempre de maneira inescrupulosa. Além de cobiçar, usa de todos os meios para destruir alguém, atrapalha  uma caminhada de sucesso, mesmo que essa caminhada tenha a ver com o Evangelho e a chamada de Deus para uma vida ao seu serviço.

O Olho Gordo é a revelação da incapacidade, torna o seu portador em pessoa irresponsável. O ser invejoso e cobiçoso apela apela até para fofocas ou difamações, se entender que isso lhe trará algum retorno. O único regime para Olho Gordo é o exercício espiritual, buscar insistentemente satisfazer-se em Cristo, amar o seu próximo,  alegrar-se no sucesso alheio, buscando também o seu, pois, tudo é possível ao que crer.

São Paulo, novembro de 2012.

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