Tradução deste blog

Mostrando postagens com marcador trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trabalho. Mostrar todas as postagens

sábado, 7 de fevereiro de 2015

MEUS COMENTÁRIOS À LIÇÃO BÍBLICA

Estou preparando o comentário da lição deste próximo domingo dia 08/02/2015 reconhecendo a publicação muito tardia. Como já estou sendo aliviado da carga de trabalhos no escritório, espero em Deus, poder publica-lo com bom tempo para estudo ou análise.

Aproveito para lembrar que o comentário que faço, não é um complemento ao trabalho do autor, mas, considerando o bom tempo de Escola Bíblica dominical, quando completarei em abril próximo, 50 anos de vida ativa na igreja do Senhor, achei por bem escrever da maneira como ensinaria meus alunos e dependendo da complexidade do assunto, abrir o leque para melhor entendimento.

Sou grato a Deus por tudo e pelo carinho de vocês.

Genivaldo Tavares de Melo.

07/02/2015 23:10.

sábado, 17 de maio de 2014

A BÍBLIA E OS COMENTÁRIOS DE RODAPÉ.

Por:  Genivaldo Tavares de Melo
SP2014maio.



Quantas Bíblias têm hoje no mercado literário? Confesso que nunca me preocupei em conta-las, mas, penso que um significativo número capaz de atender a todos os gostos e isto pela força da propaganda ou Merchandising elaborados  para atrair os olhares e atiçar as vontades.  Bíblia Pentecostal de Estudos, Bíblia da Mulher, Bíblia Sagrada Pobreza e Justiça, Bíblia Sagrada com devocionais, Bíblia do Obreiro e tantas outras, inclusive aquelas versões que trazem o nome do seu  tradutor ou adaptador.

-Todas as Bíblias são iguais?

Em princípio sim, deveriam ser todas iguais,  lamentavelmente não são pelas razões a seguir:

Temos a mais antiga adulteração da Palavra de Deus, nas versões católicas, produzidas com a intenção de mostrar ao fiel que a Bíblia dos crentes não era verdadeira, portanto, não deveria ser lida.  Não é o propósito deste breve estudo, analisar todos os aspectos dessa adulteração.

Bíblia produzida pela Sociedade Torre de Vigia das Testemunhas de Jeová, quando algumas vírgulas mudam totalmente o sentido do texto.

-O texto traduzido e a linguagem materna.

Os cursos de Hebraico e Grego têm crescido muito para dar aos estudantes o sabor dos textos na linguagem de origem.

Considero tão perigoso quanto às adulterações de textos, são as notas de rodapé.

É uma forte tendência não buscarem a interpretação ou sentido exato do texto sagrado que resguardam mistérios não totalmente misteriosos, mas, que para entendê-los é preciso conhecer a Palavra de Deus de forma panorâmica, como se vê uma cidade a partir da janela do avião na hora do pouso.

Não ficar circulando no emaranhado das ruas e praças no sentido do estudo e análise, mas, extrair do aprendizado, o plano de Deus que passa pelo Antigo Testamento para estabilizar-se no Novo Testamento, pelo cumprimento das profecias e o alcance da plenitude dos tempos.

Além das notas de rodapé, temos ainda uma vasta literatura que conduzem o leitor pelo caminho de um entendimento bíblico que pode estar eivado de erros de interpretação.

Muitos fundamentam os seus conhecimentos com base no entendimento e divulgação feita por escritores, muitos dos quais, sem boa recomendação e perigosamente, estabelecem regras no exercício pastoral, ensinando à igreja à que serve, doutrinas comprometidas com abusos de interpretação de textos, forçando o entendimento de questões bíblicas de suma importância.

Não posso deixar de citar também o quase eterno conflito entre os seguidores de Armínio e Calvino que citam os textos dos reformadores como se fossem a última palavra e a Bíblia só pudesse ser entendida a partir dos seus postulados.

Para não deixar uma pergunta sem resposta que talvez seja feita após a leitura deste enfoque, é se devemos excluir  da vida, as notas de rodapé, a vasta literatura e tratados diversos, qual seria a maneira mais recomendável ou eficaz de se compreender a Palavra de Deus?

Primeiro não é preciso excluir nada que diga respeito à Palavra de Deus. Na segunda carta escrita a Timóteo e já sentindo o fim da carreira, Paulo pede ao jovem discípulo ou ministro que lhe leve os livros e principalmente os pergaminhos (IITm.4:13).

Principalmente os pergaminhos, sabemos o que significa e mais ainda, o Apóstolo deixou transparecer o seguinte pensamento que não seria forçar interpretação se parafrasearmos  com a seguinte oração:   Não podendo trazer os livros, traze principalmente os pergaminhos.  

O fato de ter ao alcance tanta literatura, não significa que devemos sair por aí, comprando tudo de todos.

-Para que uso as notas de rodapé e outros comentários?

Gosto de avaliar e julgar os meus conhecimentos e se alguma coisa não bate, vou buscar outras informações e volto à Palavra de Deus, para avaliar com a própria Bíblia o que realmente significa.

-Ter um pastor que ama a Palavra de Deus é de muita valia.

Lembremo-nos que nem todos tem habilidade em ensinar a Palavra de Deus; conhecem o assunto, mas, sentem dificuldade em comunica-la, sendo humildes, apelarão para a graça concedida a um auxiliar que funcionará como porta voz, na esperança que esse auxiliar não se ensoberbeça e crie problemas para o seu pastor, pois, o dom de Deus é variado e dado a cada um para o que for útil à igreja. (ITm 5:17).

-O que não é bom.

Quando o pastor, sentindo-se inseguro, contrata pregadores de todos os quadrantes da nação e em grande parte, pessoas totalmente sem compromissos com a verdade e ainda, levando o dinheiro da igreja.

-Alguns Passos:

Nunca despreze os ensinamentos do seu pastor; muitos não frequentam os chamados cultos de ensino e aplaudem estranhos até mesmo diante de uma grande heresia.

Considero a leitura bíblica de Gênesis a Apocalipse, como muitos o fazem, uma leitura devocional. Quem quer aprender e conhecer a Palavra do Senhor estuda-a de forma investigativa e não despreza bons livros para confrontar os seus conhecimentos.

-Quem pode nos ajudar no entendimento da Bíblia?

O Espírito de Deus ou Espírito de Cristo ou ainda o Espírito Santo, o Consolador que nos guia em toda verdade. Percebo que lendo qualquer texto e em qualquer versão, não será um ente gramatical mau empregado que nos desviará do verdadeiro sentido textual.  Jo.15:26 e Jo.14:26.

Finalmente, devo dizer que não abro mão da versão de Almeida, Revista e Corrigida, mas, como dizem; cada qual, cada qual. Particularmente, gostaria que toda igreja acompanhasse as leituras, sempre nessa versão.  Gosto do vernáculo dessa tradução.



quarta-feira, 16 de outubro de 2013

EBD LC 03 TRABALHO E PROSPERIDADE


LIÇÃO 03 TRABALHO E PROSPERIDADE.
EBD para 20/10/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A METÁFORA DO CELEIRO E DO LAGAR.
II – A METÁFORA DA FORMIGA.
III – A METÁFORA DO LEÃO.
IV – O TRABALHO E A METÁFORA DOS ESPINHEIROS.

Em tempo: Ouvi certo pastor defendendo na televisão que a prosperidade é bíblica. Eu nunca pensei que precisasse de tanto exercício para entender que prosperidade vem do coração de Deus para o nosso coração. Lembremo-nos de Abrão em Gn. 13:14-18,  Jacó na casa de Labão em Gn. 30:43. O que repudiamos é a malfadada doutrina da prosperidade.


I – A METÁFORA DO CELEIRO E DO LAGAR.
1.1        A dádiva que faz prosperar.
Espero que ninguém associe a prosperidade com a entrega do dízimo ou assemelhados.

Não temos qualquer dúvida que Deus aborrece um coração fechado, a avareza é uma ignominia e uma idolatria. Lc. 12:15, Hb 13:5.

1.2        A bênção que enriquece.
Como crentes, levamos em conta não apenas a força do trabalho cujos resultados podem proporcionar conforto, prosperidade, acúmulo de bens ou riquezas, mas, tributamos a Deus, a vida, a saúde, a capacitação e a vontade de trabalhar.
O que explica a prosperidade de muitos que vão às igrejas? Simples! As pregações despertam o interesse do ouvinte, levando-o a um novo estilo de vida, a valorizar cada centavo. Há também muitos exageros não comprovando o tal milagre da prosperidade.

II – A METÁFORA DA FORMIGA.
2.1 As formigas sabem poupar.
Lembro-me quando criança ter lido a fábula da cigarra e a formiga. Enquanto a formiga trabalhava, a cigarra cantava. Chegara o inverno e a cigarra com fome e frio fora pedir alimento a formiga, tendo como resposta: “Enquanto eu trabalhava, você cantava, pois, dance agora”.

Claro que tem muitas pessoas que não sabem poupar, não tem noção de responsabilidade em produzir como prevenção aos dias futuros, todavia, não devemos generalizar nessa questão pois, cada família tem a sua realidade.

2.2 As formigas sabem ser autônomas.
A relação homem trabalho precisa ser conduzida com responsabilidade. Se o trabalho for próprio, nem se discute, ou trabalha ou fecha o empreendimento e se for na condição de empregado contratado,  a falta de lealdade não é coisa de crente.
Faltar e usar atestado falso é crime. Há crentes que fazem isso? 

III – A METÁFORA DO LEÃO.

3.1 A metáfora do Leão.
Grande parte da minha vida trabalhei como empregado e outra parte, tenho trabalhado como autônomo.
Enfrentar desafios é uma virtude, exige coragem e vontade de vencer, mais que mostrar capacidade. Quantos abandonam projetos no meio do caminho e quantos preferem viver a vida toda em atividades que não exijam muito empenho ou raciocínio, lembrando que existem muitas atividades, principalmente na indústria que não é tão difícil manter-se em equilíbrio com as necessidades.

A metáfora do Leão aponta mais diretamente para o estado do preguiçoso que cria perigos onde não tem.

 3.2 Matando o Leão.
O maior problema é quando deixamos o leão se instalar na nossa alma, o medo.
Nada mais torturante que ter medo de enfrentar o dia a dia. Já vivi momentos de terror, mas, enfrentei. O Senhor me deu vitória no momento em que me dispus a enfrentar meu próprio medo.

Assim ele age em nossas vidas. Deus não entrou na caverna para falar com Elias, ele esperou Elias sair para fora.
Façamos isto, enfrentemos primeiro o que está dentro de nós e procura nos submeter.


IV – O TRABALHO E A METÁFORA DOS ESPINHEIROS.
4.1 Trabalho, prosperidade e espiritualidade.
O primeiro parágrafo deste tópico aponta para um homem falto de entendimento e quem disse isso, foi o seu campo que estava abandonado e cheio de espinheiros.
Para se conhecer uma pessoa, basta olhar para o seu campo que pode ser: A sua casa, a sua família, os seus credores e as suas atitudes. Isso acontece quando desprezamos o clamor da alma pelas coisas limpas e justas.
Claro que “entendimento” no hebraico ou no nosso velho e bom português, indica algo que abrange o mundo interior e espiritual de cada um de nós. Tudo em nossa vida, tem alcance espiritual, daí denominarmos o invisível de mundo espiritual.
Todas as minhas conquistas profissionais foram conseguidas mesmo antes de cursar uma faculdade daí o meu entendimento que Deus age no nosso entendimento ou intelecto, todo benefício moral e espiritual quando permitimos a ação de Deus pela obediência a sua palavra, subimos degraus que nos valorizam como homens quer na vida pessoal, familiar ou profissional.

4.2 Trabalho, ócio e lazer.
No auxilio bibliográfico, o autor fala sobre a vida sabática.
Das leis divinas, a guarda do sábado que pode ser no domingo ou na Quarta Feira, pois na verdade, o dia de descanso, não tem a importância religiosa que se dá, precisa ser observado por todo o trabalhador. Deus se antecipou a Consolidação das leis do Trabalho; bastava os legisladores observarem o que o Senhor exortou sobre o assunto.

O descanso semanal é uma necessidade de todo o trabalhador, mas, para ter um dia mais próximo com a família.


domingo, 26 de agosto de 2012

IGREJA E COISAS QUE VOCÊ NÃO SABE, NA VISÃO DE CONTADOR

Como pastor, Deus me permitiu viver experiências duras porém, maravilhosas sobre a igreja do Senhor nos dois aspectos que a revelam. Como crente em Jesus, o Senhor me fez perceber que a igreja não é um fim em si mesmo e foi criada com a única finalidade de reunir todos sob um mesmo ensino e oportunidade de amar e atender as necessidades do próximo fazendo com que o mesmo se sinta em família.

Como contador e com experiência em formalizar abertura de igreja, conhecendo os meandros legais do estatuto que as rege bem como a sua constituição administrativa e fiscal, me permitiram ver as igrejas pelo ângulo da formalidade legal e econômica.

Sempre que alguém pede meus serviços para formalizar a abertura de uma igreja, tenho o hábito de perguntar quem é o vice presidente, mesmo sabendo pergunto, e no geral o vice presidente é a esposa do pastor ou um ministro lotado na mesma igreja. Geralmente, pessoa pacata, perceptivelmente pouco interessado em riquezas e da absoluta confiança do presidente bem como os demais membros da diretoria.

A vida da igreja do ponto de vista da personalidade jurídica tem as mesmas características de qualquer outra pessoa jurídica com exceção da isenção de impostos e da liberdade constitucional. A igreja não tem como objetivo, capitalizar e investir a não ser em obras sociais e de evangelização dos povos.

Os pastores presidentes e auxiliares não recebem salário, razão pela qual é um termo impróprio perguntar qual é o salário do pastor. Os ministros, no exercício do seu ofício, recebe ajuda com o nome de prebenda e o entendimento é que essa ajuda, deva suprir a família do pastor de maneira confortável para permitir criar e educar seus filhos de maneira digna o que infelizmente, não acontece com todos.

Alguns perguntam se é lícito o pastor presidente preparar os filhos para sucedê-lo no governo da igreja e a minha resposta é que essa preocupação é perfeitamente compreensível, não para todos, infelizmente. Na sucessão do governo da igreja, cabe aos filhos do pastor presidente, procurar viver de maneira digna para ser reconhecido pela igreja. É preciso ter sensibilidade para compreender que algumas derrapadas, que não sejam tão graves, seja compreendida pois os filhos dos pastores, encaram a infância com todas as suas vontades, a adolescência e a juventude, para alcançar o amadurecimento. É um caminho árduo. Há filhos de pastores que não demonstram qualquer inclinação para a vida ministerial e são forçados a isso, lamentavelmente, como há filhos de pastores que desde a infância, sente-se o chamado do Senhor em sua vida. Por semelhança, no antigo testamento, os filhos dos sumo sacerdotes e sacerdotes, seguiam a vida sacerdotal, logicamente considerando-se que acima da vontade dos pais, deve prevalecer a vontade de Deus e não adianta forçar.

Mais que qualquer outro líder, o líder de igreja precisa ser muito transparente com as finanças da igreja, registrando todos os fatos contábeis que representem variação patrimonial e financeiro  até por conta, dos olhos do fisco federal e demais órgãos.

As coisas mudaram e hoje, temos as megas igrejas, com templos suntuosíssimos e uma organização de fazer inveja a grandes empresas do mundo business. Outra característica das megas igrejas é o presidente ou seus familiares constituírem empresas que explorem oportunidades e com isso, de maneira legal aos olhos do fisco, levar o seu presidente ao enriquecimento empresarial. Esse procedimento apesar de legal, não é bem visto pela maioria dos cristãos, mas, convenhamos, também discordo que um pastor enriqueça a custa da fé, direta ou indiretamente, todavia, na guerra da conquista ou ele e seus familiares abocanham as grandes oportunidades ou outros o farão.

Se o pastor aproveita as oportunidades que a igreja lhe oferece e ao invés de buscar o seu enriquecimento, invista na obra de evangelização e social, louvamos a Deus.

Não quero deixar passar em branco a minha opinião a respeito para que os críticos não tenham essa dupla visão da vida pastoral e possam tornar a sua crítica mais justa. Se alguém me pergunta, quanto a possibilidade do pastor enriquecer ou ter uma vida mais confortável que o normal é lícito, eu respondo que sim, pois se o pastor recebe a sua prebenda, ou veio da vida empresarial com algum recurso ou produz pelo seu conhecimento e é o tipo de homem sábio, capaz de investir com seriedade na sua base econômica, merece o louvor, pois há homens ligados a igreja, incapazes de organizar a própria vida econômica expondo a família a grandes vexames e até vicissitudes, infelizmente.

O que é importante é que assumamos o papel de intercessores em favor daqueles militam a vida ministerial e tomemos o cuidado de não macular os justos por conta dos que praticam injustiças.

Seguidores