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sábado, 15 de junho de 2013

EBD LC11 A FAMÍLIA E A ESCOLA DOMINICAL.

LIÇÃO 11 A FAMÍLIA E A ESCOLA DOMINICAL.
EBD para 16.06.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL.
II – FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL.
III – A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMÍLIA.

 Em tempo: Penso que esta é a primeira vez que a Lição Bíblica traz a luz, um estudo sobre a atuação da Escola Bíblica Dominical. História, conceito, valores e importância na vida das pessoas e famílias. Hoje, dispomos de excelentes institutos de teologia, mas, nossa igreja assinalou o Brasil de ponta a ponta, não tendo sido sua prioridade, a construção de escolas teológicas; as escolas bíblicas dominicais tendo como instrumento, a Bíblia e as lições fornecidas pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus, tiveram e ainda tem, um papel importante na área do ensino em nossa igreja. Quem teve o gosto de guardar todas as lições, vai encontrar nelas, nomes de ilustres comentaristas, como o Miss. Eurico Bergsten, Emilio Conde, João de Oliveira, Valdir Nunes Bícego e tantos outros que nos brindaram com seus conhecimentos. Foi a nossa primeira escola bíblica e desejamos  que seja cada vez mais fortalecida, sabendo da sua importância na vida das igrejas.

I – A ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL.
1.1 Raízes bíblicas da Escola Dominica.
Pelo que se depreende da exposição do autor, entendemos que escola bíblica sempre existiu. No Antigo Testamento, a referência são as instruções de Deus a Moisés e antes disso? Bem! Pressupomos que antes da lei, as famílias como no caso de Noé, já se reuniam para tratarem da existência de Deus e sua obra; isto é um princípio, com a lei, vieram as ordenanças para que o conhecimento fosse firmado aos filhos e até aos estrangeiros. Hoje, temos duas tarefas nas EBDs à primeira é dar conhecimento de Deus e toda sua obra pelo antigo testamento e a segunda, falar do seu filho, da obra da salvação e do arcabouço doutrinário.
A doutrina bíblica não pode ser preterida em virtude dos ataques serem cada vez maiores contra a causa do Senhor nos dias atuais.

1.2 A origem da Escola Dominical.
O autor cita a origem da EBD como a conhecemos, datado de 1780 e a razão parece coincidir com os problemas de hoje; o abandono social.
Para que os resultados sejam eficazes, as igrejas precisam valorizar o ambiente em que as aulas são ministradas e dentro do possível, estarem adequadas. Dar aula no corredor ou na porta do banheiro somente desmonta os interesses dos alunos e do professor. Criar 8 ou 10 classes dentro de uma salão com menos de 150 m2 é um outro drama.
A melhor saída quando não há espaço é ministrar para os grupos em horários diferentes, se puderem.

1.3 O que é Escola Dominical.
O autor define muito bem, o que é a EBD. Quero acrescentar que não há reunião mais própria de se acompanhar a situação de cada membro da igreja aluno e principalmente as crianças pelas necessidades e isso, lamentavelmente, não se faz; muitos acham mais fácil ficar criticando o pastor por ignorar o dever da mordomia cristã. O professor deve contribuir para a formação espiritual, mas, também, pela formação social delas, ajudando-as nas necessidades de alimentação, roupas e outras carências. Falamos muito e agimos pouco.

II – FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL.
2.1 Auxiliar no ensino das Escrituras.
A vantagem da escola dominical sobre as escolas teológicas.
O aluno fica toda a vida na EBD, aprende a conhecer a Deus e a sua palavra de forma sistemática e não vira inimigo da verdade.
Aluno de escola teológica, respeitadas exceções, saem de lá se achando os donos da verdade e debatendo nas redes sociais assuntos que demonstram não ter o conhecimento necessário para tal.
A Escola Dominical tanto quanto as Escolas Teológicas dão aos alunos conhecimentos que muitas vezes, no púlpito da igreja em cultos ordinários, não se consegue transmitir. No púlpito, nos cultos regulares, dá-se aos alunos, aquilo que as escolas sob qualquer título, não pode dar aos alunos. Escolas e púlpitos se completam.

2.2 Auxiliar na evangelização.
A EBD tem ferramentas eficazes para evangelizar. A presença dos alunos, o ensino e os meios de promover todo tipo de assistência.

2.3 Auxiliar no discipulado.
A importância de se ter classe discipulado é concentrar atenção sobre aqueles que iniciam sua jornada, todavia, o professor precisar ser atento a quem está presente na classe e facilitar-lhe o entendimento das escrituras.


III – A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMÍLIA.
3.1 As crianças são bem instruídas.
Leia o argumento do autor e entenda o quanto é importante que o pastor, ao designar uma moça ou senhora para classe infantil, deva ter conhecimento da sua maturidade. Entregar as crianças a professoras sem qualquer formação, seja moral, intelectual ou de boa qualidade espiritual, sem extremismos, resultará em prejuízo no  desenvolvimento infantil. Não se entrega uma classe infantil a uma mocinha só porque é bonitinha e falante para segurar as crianças.

3.2 A juventude é prevenida contra o pecado.
Eis outra área que exige muito cuidado na escolha do professor. O professor ou professora, precisa ser muito bem escolhido, pessoa equilibrada e de um bom saber. Descobri que os jovens, são sim, questionadores, não se deve subestima-los, mas, tem muitos jovens e penso que a maioria, recebe tudo como verdade e cabe ao professor ensinar-lhes com equilíbrio não apenas conceitos bíblicos de moral e ética, mas, das questões sociais que mais os afligem.

3.3 Os adultos frutificam.
O professor precisa ficar atento na classe de irmãos adultos, pois nem todos tem a mesma compreensão principalmente os novos convertidos. Promover tarefas que os despertem à leitura da Bíblia é uma boa oportunidade.
Leitura da Bíblia – Há irmãos que ficam a vida toda lendo a Bíblia de Genesis à Apocalipse e muitos cooperadores gostam de publicar as dezenas de vezes que a tem lido.  Não posso dizer qual seja a forma mais correta de ler, mas, a maneira com que sempre li e nunca me arrependi, mesmo sem poder dizer ao longo de 46 anos de vida cristã, quantas vezes li a Bíblia toda, foi pela escolha de livros, todos. Estudar a Bíblia por tema dos assuntos é uma grande proposta.

Desejo muito que os professores assumam suas classes, mas, também assumam seus alunos, amando, acompanhando e suprindo para não ficar no campo da teoria. Não basta cobrar; é preciso dar-se para obtenção de melhores resultados.


domingo, 10 de abril de 2011

ENFIM, JUBILADO EM 03/04/2011.

Após 45 anos de cooperação, 35 anos de efetivo trabalho como obreiro do Senhor, dirigindo igrejas, veja perfil, entendi que era hora de parar.

Não foram tantas gerações, penso que duas apenas, pois, tive a felicidade de efetuar cerimonias de casamento e anos depois, os pais me procurarem e pedir para realizar a cerimonia de casamento dos filhos. Isso nos torna pessoas felizes como pastor, entre outras. Por mais que se diga que a família é a primeira igreja, nesses trinta e cinco anos, não consegui desplugar da igreja, da responsabilidade de fazê-la caminhar em todos os sentidos. Deitar-me pensando e acordar orando por ela, pelo crescimento, pelos problemas da membresia, principalmente daqueles que não tem a mesma sorte nas conquistas sociais. A luta para mante-los sob o sol da graça de Deus que preenche todas as carências. 

Foram anos de puro idealismo, de ânimo pronto, porém, consegui fechar esta etapa com a família em pé, adultos, cônscios dos deveres sociais e religiosos. Cônscios da vinda de JESUS. Os 64 bem conservados, faz com que muitos digam não entender a minha atitude e os que me conhecem, dão-me razão. Melhor parar agora que amanhã pela mão de outros que digam: Tá no bico do corvo, precisa parar. Me sinto feliz porque servi com lisura, com honestidade, mesmo em apertos financeiros, minhas mãos não se sujaram com dinheiro que não me pertencesse. Trabalhei com dignidade, servindo ao Ministério do Belém - São Paulo. Ganhei muitas vidas, e ainda quero ganhar, para Cristo. 

Não se deixa de ser pastor por conta de jubilação. É como um código genético, a marca de Cristo. 

Fiz muitos amigos, muitas hoje, senhoras casadas que vi crescer que me tratam e assim as trato, com carinho e respeito. Inimigos? Nunca se sabe, pois estes, vivem escondidos sob a capa de bons amigos. Melhor não identifica-los. Agradecimentos? Muitos.

Ao Pastor Cícero Canuto de Lima, em memória. Pensei que fosse uma barreira inexpugnável pelo modo sisudo com que recebia e tratava as pessoas. Com ele, o contato era pouco mais prazeroso, quando ia ao Belém na antiga Alcântara Machado, receber a ajuda financeira do meu Avô, pastor, que pela idade, já não podia se dar ao prazer de visitar sua igreja mantenedora. Pastor Cícero tinha um grande coração, honesto, meticuloso e não abria mão da boa doutrina da Palavra de Deus. Havia uma linha de parentesco com ele.

Pastor José Wellington B. da Costa. Pastor Presidente da igreja,  em exercício. Todo homem público, fica em extremo exposto. As críticas batem forte, porém, ele se mostra mais resistente a medida que o tempo passa. Conheci o Pastor José Wellington, ainda presbítero em Vila Espanhola, bairro da zona norte de São Paulo. Nunca busquei muita aproximação porque, Cristo foi formado em minha vida na segurança que recebemos o que podemos administrar. Tive a oportunidade de conhecer o tamanho do seu coração e respeito pelos que com ele trabalham. Tive a oportunidade de ser ajudado em tempo oportuno. Foi uma única vez, porém, guardo na memória e no coração. Sei que muitos não pensam igual pois o Belenzinho recebe pastores de todos os quadrantes do Brasil, principalmente do norte/nordeste que buscam-na como socorro e nem sempre todos são atendidos por motivos óbvios.

Pastor Valdir Nunes Bícego. Dispensa comentários. Com ele, tive melhor aprendizado em como tratar a igreja com fidalguia, respeito e amor.

Pastor José Prado Veiga, pastor regional,  que soube compreender o meu pedido de jubilação e conduziu a questão para que tivesse um "gran finale". A ele, minha gratidão.

As igrejas em que trabalhei: Jardim Primavera, Bairro do Limão, Vila Carolina, Pirituba, Vila Miriam, Jardim Vista Alegre, Parque Pedroso e por último, Vila Lucrécia, por quase sete anos. Estes, tornaram o último culto, uma verdadeira festa espiritual. Com especial agradecimento aos jovens e adolescentes. Figuras notáveis.

A minha esposa, Edna, criada no evangelho, filha de pastor e depois, esposa de pastor, por sua paciência, por vezes, a beira da explosão por ter que dividir o marido com tantos. A ela, dedico estes últimos anos, quando ainda me sinto forte para correr e brincar como jovem. Não queria entregar para ela, um marido com Mal de Parkinson, Alzheimer ou safenado.

Aos meus filhos, genro, nora, netas, principalmente os filhos; que elevado nível de compreensão.

A Deus, não abro mão dele e espero que ele nunca abra mão de mim  e ao seu filho JESUS CRISTO que nunca se importou com minhas fraquezas sempre soube me receber e ainda hoje, me recebe, quando falo com ele. Que grande amor ele tem por nós.

Finalmente, aos novos amigos, os blogueiros que me acompanham, um grande beijo a todos.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

OS TEÓLOGOS E A METAFÍSICA (09/11 8:24)

Procurei nas diversas fontes o significado da Metafísica. Se não pareço um tanto grotesco, confesso que Metafísica, para mim, é entrar pela porta A do corredor B, ir até o final desse corredor e estranhamente encontrar a porta A exatamente no lado oposto de A.  Entendeu?.  não?; nem eu!!!. Há questões filosóficas, que quanto mais se discute, mais aparecem debatedores cheios de razão e, no fim, parece que todos tem razão. Certamente você esteja aí do outro lado me perguntando: e o que tem a Teologia e os teólogos com isso? Você já participou de um estudo bíblico cujo orador tenha contabilizado uma dezena de diplomas na área?
E quando eles escrevem? Você entende alguma coisa? Aquele amontoado de datas e nomes, quem brigou com quem e  quem falou de quê? O pior de tudo é que a briga é interminável, quanto mais se fala, mais surgem os briguentos. Quando essa ciência resolve com toda sua pujança, tomar espaço nas Lições Bíblicas da nossa Escola Dominical e felizmente isto não ocorre com frequência, fico um tanto apreensivo, com o uso da complicada nomenclatura. Logo penso: como isto se reflete,  em um país como o nosso, com tamanha dimensão e diferenças culturais;  morro de pena dos irmãos residentes longe dos grandes centros, com baixa escolaridade. Em viagem a uma cidade, visitando parentes, fui a igreja e assentei-me tranquilamente para participar da Escola Bíblica Dominical, não havia me identificado como Pastor e como não me perguntaram o nome nem de onde era, fiquei como um crente anônimo.  Queria usufruir do momento como qualquer mortal. É nesse momento que o professor, totalmente fora de foco, resolve  falar das experiências pessoais e aí, você sai sem entender o sentido da Escola Bíblica Dominical e sua programação de estudos.
Penso que certos assuntos deveriam ficar dentro das salas de aula. Para combater qualquer heresia e até mesmo as influências danosas do secularismo que tem invadido as igrejas, o melhor é usar o nome de Jesus, seus ensinamentos e a palavra dos apóstolos,  desprezando a demonstração de profundo saber e as discussões que em nada enriquece os que ouvem. Que bonito exemplo temos no discurso de Pedro no dia de Pentecostes, At.2:14;  Na porta do templo, At.3:12 a  defesa de Estêvão diante do conselho At.7 e a pregação de Filipe em Samaria? At 8:6. O saudoso pastor Valdir Nunes Bícego, amava estatística e com frequência nos lembrava que a conversão de almas era muito maior, no tempo em que os pastores eram pouco letrados. Quem se arrisca dizer porquê? Deus abençoe todos os alunos de teologia e lhes dê entendimento que a teologia não deve ser usada como um facão afiado nem tampouco para arrogantemente se impor diante do governo da igreja onde congrega ou diante da própria igreja.
Tt 3:9 "Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs".
Pv.16:18 "A soberba precede a ruina e a altivez do espírito precede a queda".





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