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sexta-feira, 13 de março de 2015

EBD LÇ11 NÃO DARÁS FALSO TESTEMUNHO

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 15/03/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O NONO MANDAMENTO.
II – O PROCESSO.
III – A VERDADE.
IV – O CUIDADO COM A MENTIRA.



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: O falso testemunho é uma desonra e devemos evitar circular por esse caminho sombrio.


I – O NONO MANDAMENTO.

1.1 Abrangência.

No campo do processo legal o falso testemunho é tratado como ato lesivo ao direito de outrem, tratando-se, portanto, de crime.

O ato lesivo não é considerado crime apenas nos testemunhos em tribunais sobre cujos testemunhos, o juiz decidirá a favor de um ou de outro; ele começa na relação entre pessoas, interpessoais, causando prejuízos econômicos, quando provoca a perda de emprego de alguém e moral quando destrói relacionamentos.


1.2 Objetivo.

Assim descreve o autor: “...em defesa da fé e da honra...”.

Proteger a honra e a boa reputação de alguém.

Não divulgar notícias falsas nem compartilhar independente dos interesses dos agentes que construíram o falso testemunho.

Interesses não faltam quando se trata de prejudicar o semelhante e mais pessoalmente no nosso caso, um irmão prejudicar outro somente para obter “vantagens” e mostrar-se útil.


1.3 Contexto.

Perceba-se que Deus criou os mandamentos e este em especial para que houvesse paz entre os homens. Divulgar mentiras é promover guerras.
Na questão do contexto, o autor abre espaço para esclarecer a atuação dos juízes em Israel e o papel deles, diante de Deus como representantes de Deus nos tribunais daí, a razão de Samuel ter chamado o povo à confrontação do seu papel como juiz em Israel. ISm. 12:3.

Lembremo-nos que antes da lei e da constituição das cortes de justiça, os patriarcas julgavam o povo baseado em leis morais e na própria cultura.

Deus colocou na mente e no coração dos homens, o senso de justiça.

II O PROCESSO.

2.1 Responder em juízo.

O autor trata como característica forense o que é usado no julgamento na corte, daí, o falso testemunho não ser apenas dizer, mas, responder pelo peso verbal de “anah” como dizer e responder. Pode-se dizer ou responder com falso testemunho.

Certamente o autor cita 2Sm. 1:16 para dar exemplo como “resposta” da própria boca ao ser interrogado por Davi, não obstante, o autor relatava a verdade dos fatos.


2.2 Falso Testemunho

O falso testemunho sob qualquer circunstância repousa sobre a mentira ou a inverdade.

Segundo o autor e pela força do termo hebraico “emedshaw” o falso testemunho diz respeito a declaração conscientemente falsa, sem valor, sem valor, no aspecto material e moral.



2.3 O próximo.

O próximo é sempre o mais próximo, o mais intimo. O autor cita Mt. 22:39 quando Jesus é interrogado sobre o maior mandamento da lei; pode parecer fora do contexto da lição, todavia, o autor toma como referência para mostrar  alcance da lei de Deus.

Alguns pontos da lei mosaica, dizem respeito unicamente ao povo de Israel, mas, os mandamentos que são bons e justos, no tocante a questões morais, tem alcance universal, obviamente o povo chamado gentio, não é habituado a preocupar-se com a lei de Deus, salvo, os crentes fieis,


III – A VERDADE.

3.1 Antigo Testamento.

A coisa enganosa não se sustenta por muito tempo. Quem fala a verdade, não tem qualquer dificuldade  de repeti-la sem qualquer alteração tantas vezes quanto forem necessárias.

Segundo o autor, a verdade (emet – hebraico) dá origem a “hemuná, hb.”;  fé,  fidelidade, firmeza e amém.

Que sejamos sempre verdadeiros por que o nosso Deus é verdadeiro e Deus da verdade. Jesus sempre uso “verdade” repetidas vezes.

3.2 Novo Testamento.

Na riqueza do vocabulário grego, citados pelo autor, as palavras tomam forma, aparentemente mais consistentes para nossa compreensão, mas, não diferente daquilo que nos oferece o texto que tem origem no hebraico.
Assim, podemos dizer que em qualquer idioma e em qualquer tempo, verdade é sempre verdade e caracteriza o individuo que ama a justiça.


3.3 O que é a verdade?
Pergunta Pilatos ao Senhor.

Há cinquenta anos detenho-me sobre esse texto e é para mim uma eterna incógnita. A pergunta, o silêncio e a resposta que parece não terem saído dos lábios do Senhor, deixando-nos a impressão que ao perguntar e obviamente olhar para o Senhor, nos remete ao monte quando Judas abriu caminho para os soldados e um destes respondeu a pergunta do Senhor: “A quem buscais? Jesus o Nazareno; sou eu responde o Senhor; recuaram e caíram por terra, João 18:4-6. Estavam diante de Deus.

IV – O CUIDADO COM A MENTIRA.

4.1 As testemunhas.

A abordagem do autor tem grande valor, reveste-se de muita importância, pois, a recomendação do Senhor ao seu povo, vale pra os nossos dias senão vejamos:

“Não aceites acusação contra o presbítero, senão, com duas ou três testemunhas”.  ITm. 5:19.

Há muitas vozes em nossos dias; verdadeiras e mentirosas. As verdadeiras são quase sempre frágeis.

4.2 Os danos.

Os danos são sempre irreparáveis e os causadores, como sempre, inconscientes do mal criado.


4.3 O pecado da mentira..

Há muitos pecados ligados a área da moral humana e que nunca são julgados pela igreja; são pecados internos e a mentira só é percebida quando destrói uma vida. Uma pena.


sábado, 7 de março de 2015

EBD LÇ.10 NÃO FURTARÁS.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 08/03/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I –  O OITAVO MANDAMENTO.
II – LEGISLAÇÃO MOSAICA SOBRE O FURTO.
III – SOBRE OS DANOS MATERIAIS.
IV – O TRABALHO.

 PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Furtar nos nossos dias virou uma epidemia tomou conta dos corredores palacianos.


I – O OITAVO MANDAMENTO.

1.1 Abrangência.

O autor vai além do conceito de subtrair o que é alheio como;
Tirar, furtar ou roubar.
Qualquer negócio com vantagem ilícita que cause prejuízo a outrem.

Aqui vem o que parece ser um novo conceito sobre “furtar”:
“Estende-se ainda à provisão de emprego para que todos possam ganhar o seu sustento honestamente.”.

A frase acima poderá ficar mais bem entendida se dissermos que: O desempregado vive desonestamente quando vive à custa de outrem? O  conceito acima pode nos dar essa ideia.


1.2 Objetivo.

Obviamente que toda opinião precisa ser respeitada mesmo diante das discordâncias.

O objetivo é estabelecer o limite entre a linha de posse da coisa própria da coisa alheia. Não furtarás é mandamento que deve ser obedecido.

Não é não até hoje.

Há muitas outras formas de furtos: Pedir emprestado e não pagar, comprar fiado e virar as costas, faltar com a palavra que devia ser confiáveis.

 “A desonestidade é um câncer na sociedade...”.
1.3 Contexto.


O autor fala da tradição rabínica e do sentido primário deste mandamento, ligado ao furto de pessoas pelo verbo “ganav”.

Penso que a língua portuguesa é de uma amplitude confortável, pois,  sempre que lemos “não furtarás”, aplicamos isto de forma genérica para todos os sentidos.


II LEGISLAÇÃO MOSAICA SOBRE O FURTO.

2.1 A pena por furto de bois e ovelhas.

Dizer que a estrutura (legal) do sistema mosaico pertence ao campo jurídico equivale a dizer, no campo material. Transcendendo ao tempo, transporta-se a questão para o plano espiritual pela nossa relação com Deus e com os homens, notadamente homens comprometidos com a mesma fé e esperança.

As demais informações com respeito ao furto e a penalidade, são importantes no sentido em que, mesmo no tempo dos seus acontecimentos, a atenuante já era previsto como no caso da confissão voluntária.

2.2 . Furto a noite com o arrombamento da casa.

É impressionante como a Bíblia deu ferramenta para todos os códigos penais que vieram posteriormente.

Aqui temos; legítima defesa e invasão de domicílio.



2.3 O ladrão do dia.

O reconhecimento da pena neste caso é diferenciado para os casos citados no ítem 2.2 pela própria natureza da ocorrência.


III – SOBRE OS DANOS MATERIAIS.

3.1 Animal solto.

Os danos materiais eram previstos como é previsto hoje que dadas as circunstâncias, considera-se crime doloso quando o individuo assume o risco de matar, como, dirigir bêbado ou em alta velocidade.

Culposo, quando as circunstâncias alheias a vontade do agente, contribuíram para o incidente.

Deixar animais soltos no campo era assumir o risco de causar prejuízos a terceiros.

Como tem sido comum, animais soltos, causarem danos a terceiros.


3.2 A queimada involuntária.

Queimada  involuntária e demarcação de terras podem ser considerados, furto dentro deste contexto? Pensando no prejuízo causado, sim.

3.3 O furto e o ladrão.

Aqui vem a figura conhecida como fiel depositário; aquele que assume a responsabilidade pelos bens ou valores em espécie. Artigos 640 do CC e o artigo 665 inciso IV, dão muita dor de cabeça aos fieis depositários.

Já fui vítima em ser “fiel depositário” e paguei muito caro, daí a minha recomendação:

Se você trabalha e surge um oficial de justiça, nomeando bens à penhora e pede para que você assuma a condição de “fiel depositário” quando você não tem qualquer responsabilidade, aqui vai um conselho; c a i a   f o r a!

Se assumir na condição de empregado, ao desligar-se da empresa, comunique ao juiz que cuida do processo pedindo a troca do depositário.


IV – O TRABALHO.

4.1 Uma bênção.

Este tópico da lição traz pontos importantes na relação patrão empregados; do trabalho e da honestidade que deve ser a marca de ambos.

Há patrões que furtam empregados; baixos salários, atrasos voluntários e a dignidade do operário.

Há empregados que furtam os patrões com atestados falsos ou frios. Materiais de uso da empresa, mesmo que caiam em desuso, tira-los sem autorização é com certeza, um furto.

É uma bênção, agir com honestidade em tudo.


4.2 Os bens.


Este tópico pode parecer fora do contexto da lição, todavia, parece enquadrar-se na “lei antifurto” por sonegar primeiramente a Deus, a vida e os bens, principalmente bens em espécie, tanto que Malaquias usou o termo: “Roubará o homem a Deus?”

O homem pode roubar a Deus, no tempo e nas contribuições devidas.


4.3 O Novo Testamento.

Penso que não furtar deve preocupar mais no contexto do Novo Testamento que do antigo e dou como exemplo:

Tudo quanto fazemos no plano material, sujeita-nos ao julgamento dos homens e as penalidades previstas e estas, pelo caráter publicável deixa evidente o mau comportamento de alguém.

No plano espiritual que é como as coisas são vistas na Nova Aliança, nem sempre são julgadas aqui e pode levar o infrator, a amargar uma eternidade sem Deus.


Boa aula à todos.


Não me esqueci da lição anterior e mesmo tendo passado,  pretendo trazer comentários a respeito.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

EBD.LÇ.8 NÃO MATARÁS.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 08/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SEXTO MANDAMENTO.
II – IMPORTÂNCIA.
III – PROCEDIMENTO JURÍDICO.
IV – PUNIÇÃO.
                                         NÃO MATARÁS.


PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Um mundo cheio de destruição e tudo pela recusa ao amor da verdade para se salvarem.


I – O SEXTO MANDAMENTO.

1.1 Abrangência.

Acho bonita a maneira como o autor trata este tópico, mostrando o domínio de Deus, quando fala da proibição absoluta e sem concessão. O sexto mandamento ultrapassa a barreira do tempo, o antes e o depois de Cristo; não matarás.

O autor lembra que vários temas, discutidíssimos no presente, são pertinentes a esse mandamento.

Conflitos sociais que passam pelo tráfico de drogas pelo latrocínio e os  crimes praticados por organizações criminosas, fazem a sociedade suspirar pela pena de morte.

O Estado pode matar?

1.2 Objetivo.

Que devemos amar os nossos inimigos e bendizer os que nos maldizem, só podemos reputar por uma profunda transformação das nossas vidas.

Uma das violências mais atrozes do nosso tempo e que anda ao lado do latrocínio é a morte ocasionada por acidente com veículos protagonizados pela embriaguez.

Sofri o suficiente para perceber que não consigo odiar ou desejar mal de quem me feriu, isso dá um alívio à alma, pois, penso que deve ser triste cultivar o ódio, o ressentimento.

Quando pessoas nos ferem, o melhor é ignorar totalmente, pois, matar pode ser feito pelo cultivo do rancor e disseminação com vistas a destruir a imagem de quem feriu.


1.3 Contexto.

AO valor do mandamento bíblico que o diferencia de todos as outras normas do mundo antigo e citadas pelo autor é que a lei de Deus é posta no nosso coração ou seja; transcende as discussões de um aparelho meramente legislativo.


II IMPORTÂNCIA.

2.1 Da vida.

Penso que este tópico ensejará muita discussão e o professor precisa manter o domínio da classe; não permitir serenamente que as discussões tomem conta da classe sob pena de não comentar toda lição.

Que a vida é um dom de Deus, disso todos sabemos e que somente Deus  pode dispor dela é um conceito basilar  da nossa relação com Deus.

O que pensar quando uma pessoa premida pela pressão social não resiste e dá cabo a vida, havendo casos que beira a deficiência. Matamo-los segunda vez?

O que pensa sobre isso um indivíduo que pilota uma moto em alta velocidade?


2.2 Não matar.

Para evitar a execução por vinganças, Deus mandou que fossem edificadas as cidades de refugio em número de seis. Não era proteção para quem praticasse crime de forma proposital ou dolosa. (Capítulo 35 de Números).


2.3 Etimologia.

É possível que muitos alunos e quem sabe algum professor não entenda a razão de analisar-se uma palavra em suas raízes. Tem sua validade para os que pretendem aprofundar-se no entendimento do texto, todavia, não matarás, parece não deixar dúvidas quanto ao sentido do verbo.



III – PROCEDIMENTO JURÍDICO.

3.1 Significado do homicídio.

O  sangue pelo sangue. Gn 9:6. Não havia lei, o patriarca da tribo e a consciência do grupo social julgavam e isto se o vingador não alcançasse o criminoso antes de todos.

Não foi assim com Caim que matou seu irmão Abel de forma consciente e deliberada movido pelo ciumes; disse o Senhor:  “...qualquer que matar Caim será sete vezes castigado...”. Gn 4:15. Caim era um caso de Deus.


3.2 Homicídio doloso.

Trata do crime intencional geralmente por motivo torpe, premeditado.

3.3 Homicidio culposo.

Tem havido muitas mortes ocasionadas por culpa do autor sem a premeditação ou sem intenção de matar, porém, risco assumido.

IV – PUNIÇÃO.

4.1 O sangue de Abel.

O sangue de Abel. De todos os homicídios praticados, o de Abel se revestia de uma particularidade histórica que seria conduzida pelo próprio Deus e que Caim pela maldade interrompeu.

O autor da carta aos Hebreus, (Hb.12:24) faz menção do sangue de Abel que marcou a história da cruz cujo início não foi com o nascimento de Cristo, mas, antes da fundação do mundo. O plano incluía o sacrifício de Cristo.

4.2 O vingador.

A lei, que nem precisa ser de um estado organizado, a tradição e a cultura do povo criam suas regras.

No final do tópico o autor relembra as palavras do Senhor que manda trocar a vingança pelo perdão.

Um estuprador invade a casa e estupra uma criança de 5 anos, uma jovem ou mesmo uma senhora; na casa dos outros isto pode não mexer nossos sobrolhos, mas, se for na nossa casa...

Só receio a pena de morte por conta de muitos inocentes que foram mortos no lugar do verdadeiro criminoso.


4.3 Expiação pela vida.

O autor cita dois textos em números, 35:31 e 35:25 para mostrar as duas únicas saídas para os crimes de morte.


A questão para os nossos dias é que vivemos na dispensação da graça e o que se espera é sempre o perdão, pois, a entrada do Espírito de Deus em nossos corações, não afrouxam nossas mãos, mas, domina os nossos sentimentos não deixando a ira permanecer nele; assim sinto e assim vivo.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

EBD.LÇ.7 HONRARÁS PAI E MÃE.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 15/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O QUINTO MANDAMENTO.
II – OBEDIÊNCIA.
III – SUSTENTO.
IV – ENTRE A LEI E A GRAÇA.


  
PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Grande momento para refletir sobre este assunto e que esperamos, produza muito fruto na vida dos alunos.


I – O QUINTO MANDAMENTO.

1.1 Os pais biológicos.

Eu não considero qualquer discussão sobre estrutura familiar, algo, complexo; considero apenas que se não for por loucura, muitos pais, deixam de estimular bons sentimentos nos filhos, por não aguentarem a pressão social que se abate sobre suas cabeças, afastando-os de cumprir a missão na sua plenitude.

Manter a família em boa sustentabilidade é o maior desafio dos nossos dias e muitos jovens por não compreenderem isto, acabam provocando situações insustentáveis no relacionamento familiar.

A falta de recursos interfere e muito na questão da sustentabilidade.

Somente Deus por sua graça pode soprar o melhor entendimento quando disponibilizamos o nosso coração para recebê-lo.

Penso que o autor sugere quando diz que “o propósito divino é a sustentabilidade da estrutura familiar” é que Deus quer que sejamos cuidadosos e carinhosos com os filhos como ele é conosco.

1.2 Os pais espirituais.

O autor estende a relação dos “pais espirituais” para todos aqueles que de forma direta ou indireta contribuem para o bem estar do ente social.

Na questão de pais espirituais, podemos incluir os professores, os bons e dedicados professores que com a maior satisfação, transmitem seus conhecimentos, buscando aprimorar nossas forças intelectuais.


1.3 Os pais intelectuais.

Entramos na atmosfera do respeito àqueles que visivelmente tem maior conhecimento que nós, não somente na vida pública, mais e principalmente na igreja que onde mais tempo ocupamos. Há os pastores, os anciãos e os que dedicam seu tempo no ensino; com eles aprendemos e os reconhecemos como “pais intelectuais”.


II OBEDIÊNCIA.

2.1 O verbo honrar.

Mais uma vez agradecemos a Deus pelo enriquecimento da lição com as explicações do autor.

Honrar pai e mãe é um imperativo e traz consigo, as promessas de abençoar com vida longa. É um mandamento que nunca saiu de moda e passou pela barreira do AC/DC e se mantém firme até o dia de hoje.

Quem quer ter a sua vida prolongada e abençoada, deve honrar os pais, no mais puro sentido da palavra.


2.2 Filho adulto.

Na fase adulta dos filhos, a velhice dos pais e esse é o momento que eles mais precisam de atenção e carinho.

Tem sido comum, filhos de famílias consideravelmente numéricas, (quatro e até mais...) ser preciso que um ou outro membro da família se aproxime para socorrer e estar junto enquanto outros, se afastam sob o pretexto de “não ter condições” de ajudar. Independente da condição financeira, a presença e atenção, responde por muito.


2.3 À luz da exegese.

Exegese - Análise de textos do ponto de vista do entendimento para uma boa interpretação.

O que considero do ponto de vista etimológico é que no original, grego, a riqueza gramatical  permite o uso de termos especiais para indicar uma ou outra situação a exemplo de “amor” e muitas vezes na língua portuguesa encontramos um substantivo que revela diversas facetas:

Filhos – São os nascido dos pais sob o mesmo teto sendo irrelevante, a idade destes; honrar é preciso.


III – SUSTENTO.

3.1 Cuidado.


Em boa oportunidade, o autor fala de sustento como também deixar pai e mãe.

Encontramos isto em dois momentos oportunos e que pede um esclarecimento:
                                                                            
Em Mt. 19:29 Jesus fala de promessas para aquele que deixar casa, irmãos, pai e mãe por amor ao seu nome, ganhará nesta vida cem vezes tanto...
Em Gn. 2:24 “...deixará seu pai e sua mãe...”.

Em nenhum caso referenciado acima ou em outras ocasiões, a Bíblia  sugere deixar por abandono ou desprezo; a Bíblia não se contradiz.

 3.2 Oferta Corbã.

Muito interessante este ponto e sugiro ao professor que chame a atenção dos seus alunos principalmente para o último parágrafo:

“...Assim ele dizia aos pais que não podia oferecer ajuda nem fazer nada por eles porque tudo já estava comprometido diante de Deus”.

Alguma novidade? A história se repete sempre, quando muitos deixam de assistir os pais em suas piores horas, por estar “ocupado” no ministério.

3.3 Ensino de Jesus.
M a g n i f í c o este último ponto da lição que sugiro seja pedido a qualquer dos alunos que o leia e faça algum comentário, pois, há muitos que duvidosamente declaram estar fazendo um serviço para Deus e o autor diz: “Quem cuida do pai e da mãe já está fazendo um serviço para Deus”.


IV – ENTRE A LEI E A GRAÇA.

4.1 Autoridade dos pais.

Ao criar o homem e este gerar filhos, essa relação respeitosa já existe como lei de Deus no coração de todo ser humano; formalizar como um mandamento literal no decálogo é permitir aos juízes julgarem o tratamento injusto dispensado aos pais.

4.2 O sistema Mosaico.

Todos sabem que o que Deus entregou aos filhos de Israel para cumprimento formal e legal, diz respeito somente a eles, todavia, nós nos apropriamos pelo direito de filhos de novo gerados e que contra a  natureza, fomos enxertados na oliveira, assim,  somos os verdadeiros israelitas e temos deveres morais a cumprir observando-se as regras do novo testamento.  Rm 2:29, Ef. 2:14.

4.3 Adptado sob a graça.

A adaptação sob a graça é a maneira como entendemos e nos apossamos das bênçãos prometidas ao seu povo pela obediência a lei e agora, pela obediência a Cristo.

  
UMA LEMBRANÇA POUCO LEMBRADA.
Sempre alertei aos membros da igreja que estiveram sob os meus cuidados pastorais, dos pais, passarem suas propriedades para os filhos com uso fruto vitalícios a favor dos pais. Este procedimento evita muita dor de cabeça aos futuros herdeiros.

Há pais que por pura soberbia ou medo, rejeitam este conselho.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

EBD.LÇ.6 SANTIFICARÁS O SÁBADO

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 08/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SÁBADO DA CRIAÇÃO.
II – O SÁBADO INSTITUCIONAL.
III – O SÁBADO LEGAL.
IV – UM PRECEITO CERIMONIAL.
V – O SENHOR DO SÁBADO.
                                                          DESCANSAR É PRECISO


PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Nunca aceite ou perca tempo com discussões que queiram imprimir ao sábado, um dever legal a ser obedecido por todos os povos.


I – O SÁBADO DA CRIAÇÃO.

1.1 O shabat.

Há duas questões bíblicas  com as quais, pessoas inconstantes vivem se debatendo sem que isto seja necessário; o dízimo e o sábado. O primeiro já existia antes da lei – Abraão já conhecia o assunto – e a questão do sábado que ao descansar no sétimo dia, Deus passa a lição da necessidade do repouso após o trabalho.



1.2 Deus concluiu a criação no dia sétimo.

E havendo Deus acabado no sétimo dia a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda obra que fizera. Gn.2.2.

O autor está certo ao dizer que esse descanso não se trata de ociosidade da parte de Deus.

As vezes usamos – pelo menos,  já usei – quando terminamos uma tarefa árdua e longa; dizemos: Uffa! Dessa estou descansado; não significando que deixemos de fazer outras.

1.3 A bênção de Deus sobre o sétimo dia.

JESUS também reconheceu a necessidade do descanso ao convidar os discípulos para repousar; é a necessidade do corpo independente de qualquer diploma legal.  Mc. 6:31.


II O SÁBADO INSTITUCIONAL.

2.1 Desde a criação.

O autor chama “sábado institucional” por ter sido instituído pelo próprio Deus, todavia, é pura questão de ordem das palavras e das coisas.

Devemos nos lembrar de que tudo quanto Deus fez até o descanso e mais tarde a lei, tinha mais de questão moral e regulação da ordem das coisas do que um imperativo, exceto, a obrigação de guardar a sua palavra ou mandamentos. Para Abrão ele disse: “Eu sou o Deus Todo-poderoso, anda em minha presença e sê perfeito”. Gn.17:1.


2.2 Não era mandamento.

Não dá para ser entendido como um imperativo de Deus que  todo homem deveria parar no sábado, daí, validar-se-ia qualquer outro dia para o repouso.

Para esta dispensação, temos leis que regulam o descanso;  a consolidação das leis do trabalho a qual, devemos obedecer e estabelece um dia de descanso remunerado.

2.3 Os Patriarcas não guardaram o sábado.

Este ponto dispensa comentários extras,  por si, mostra que a relação dos patriarcas com Deus não sofreu qualquer arranhão por conta do sábado.

Se alguém insistir que foi antes da lei, basta faze-lo compreender que Deus sempre foi o mesmo e se o sábado tivesse importância vital, começaria com eles, os patriarcas.


III – O SÁBADO LEGAL.

3.1 Significado.

Como o sábado, há muitas outras ordenanças que só dizem respeito ao povo judeu e um judeu convertido a Cristo, já não leva em conta a questão sabática.

3.2 O sábado do Decálogo.

”Lembra-te do sábado para o santificar”.

Israel devia ter em mente que o sábado era um dia de repouso e adoração.

Temos que nos lembrar do nosso dia de repouso e adoração evitando outra ocupação, salvo, quem trabalha em serviços essenciais.


3.3 Propósito.

Segundo o autor, o propósito era duplo. Social em relação ao trabalho em si e espiritual, algo que jamais deveriam esquecer e esquecera.

IV – UM PRECEITO CERIMONIAL.

4.1 o sacerdote no Templo.

Jesus chamou a atenção dos sacerdotes, visto que estes deviam dar o exemplo e não cumpriam o dever moral nem com Deus nem com o povo.
Mt. 12:5.

4.2 A circuncisão no sábado.

O autor traz à lembrança a questão da circuncisão que deveria ser executada no oitavo dia do nascimento da criança e assim, deveria ser feita no sábado declarando o seu valor cerimonial. O autor cita Jo 7:22 que deve ser lido para os alunos, a reprimenda dada pelo Senhor ao seu povo.

V – O SENHOR DO SÁBADO.

5.1 O sábado e a tradição dos anciãos.

As tradições tem sido um emperramento para o crescimento espiritual de muitos que vivem presos à letra. Há no texto, vários versículos citados em que Jesus põe a necessidade do homem, acima do sábado.

5.2 Jesus é o Senhor do sábado.

Jesus é o Senhor do sábado e aqui, temos não uma  contra ordem à lei, mas, a maior declaração de amor vinda da parte de Deus pelo seu filho Jesus Cristo.
“O sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do sábado”. Mc. 2:27 isto significa a importância dada pelo Senhor com relação ao sábado.


5.3 Dia do culto cristão.


A lei foi dada por Moisés, mas, a graça e a verdade vieram por Jesus. Jo 1:17, assim, cultuamos o Senhor em todo momento e coletivamente aos domingos com a sua igreja.

sábado, 31 de janeiro de 2015

EBD LÇ.5 NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR EM VÃO.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 01/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O NOME DIVINO.
II – O NOME QUE SE TORNOU INFALÍVEL.
III – TOMAR O NOME DE DEUS EM VÃO.
IV – O SENHOR JESUS PROIBIU O JURAMENTO?



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO:   Nós pastores devemos cuidar da segurança e cumprimento das nossas palavras para não cairmos na desconfiança do povo; depois, nem com juramento se acredita.

I – O NOME DIVINO.

1.1 O nome.

O nome é a maneira pela qual distinguimos ou identificamos um indivíduo. As coisas que aconteciam na Antiga Aliança, já não acontecem hoje como: Jacó = enganador. Na verdade, o substantivo não significava enganador, mas, na vida do filho de Isaque, era isto que fazia lembrar e assim, Deus mudou-lhe o nome.

O vocábulo “Deus” é mais do que um nome; o autor deixa bem claro isso neste tópico.

Alguns judeus de língua portuguesa escrevem “D’us” para não comprometer o nome do Senhor quando aplicado em algo que venha a ser destruído, como; papel e tem muitos que pegam carona nessa questão. O que conhecem bem a sua doce e maravilhosa Palavra, não embarcam nessa.

1.2 Nomes genéricos.

Segundo o autor são três os nomes genéricos que aparecem no Antigo Testamento além de  “Deus de Israel”, porém, na tradução para a língua portuguesa só aparecem dois nomes: “Deus” e “Altíssimo”.

O nome “Deus” em nossas bíblias é tradução do hebraico “El” que seria simplesmente “Eu” ou “EU SOU O QUE SOU”. Somente Deus podia e pode usar o seu nome para dizer: “EU SOU”. Ex.3:13.

Certa feita fui interpelado por um irmão (CCB) quando me disse que não devia dizer  “a paz do Senhor” e sim, “a paz de Deus” por que “senhor” são muitos;  respondi-lhe que quando invoco o termo “Senhor”, só conheço um que pode transmitir paz; JESUS, ele é o Príncipe da Paz, Is 9:6.
  
1.3 Nomes específicos.

Aos nomes de Deus no original hebraico; quase sempre vem acompanhado de um adjetivo, tornando-o composto entre os quais, o autor cita: Shadday, Adonay e YHWH.

El Shadday = “Deus Todo-poderoso”.
YHWH – Tetragrama para o nome “Deus” transliterado como “Jeová”.

Confesso que jamais usaria os nomes do Senhor para constituir um estabelecimento comercial e existem muitos espalhados; particularmente, como contador que sou, de profissão, quando procurado para isto, procuro dissuadir o interessado.


II O NOME QUE SE TORNOU INFALÍVEL.

2.1 A pronúncia do nome divino.

Dá para perceber pelo comentário deste tópico, o domínio linguístico do autor; assim, ele explica o uso histórico do tetragrama YHWH.

Fica sempre uma pergunta; os judeus tinham razão em preservar com tanto cuidado o nome do Senhor na sua forma original?

Se eles estavam certos; por que o povo ocidental banaliza o nome do Senhor? Até muitos crentes e filhos de crentes, brincam com o nome do Senhor de tal forma que chega a causar repulsa. Tais atos são  impensados e descomedidos.

2.2 Jeová ou Javé?

O autor explica o começo da discussão sobre a forma correta, dada pela inserção das consoantes de Adonay resultando na forma “Jeová ou Iavé” na forma aportuguesada.

Esse tipo de discussão em torno da teologia do nome do Senhor tem sido a causa de grandes desavenças de grupos.

O mais importante não é pronunciar o nome do Senhor por qualquer idioma ou língua e sim, a maneira como o pronunciamos principalmente quando a fé pulsa no coração. Deus não despreza um coração contrito. Salmos 51:17.


2.3 O significado.

 O nome do Senhor, pela definição do autor é: Autossuficiente, auto existente e indica que Deus é imutável. Deus é soberano e para quem crê no seu nome; saber isto é o suficiente para os que nele creem.
  
III – TOMAR O NOME DE DEUS EM VÃO.

3.1 O terceiro mandamento.


O comentário do autor é muitíssimo rico no esclarecimento do Terceiro Mandamento:

“lashaw” (Hb) = Em vão, inutilmente, à toa.
“epimataio” (Gr) = impensadamente.
“Shaw” (chav) = superficialmente.

Chega a irritar:
O sangue de Jesus tem poder.
Deus me livre.
Só o sangue.
       E por aí vai.
   
3.2 Juramento e perjúrio.

O juramento nunca deve ser feito sob o nome do Senhor, quem assim o faz, geralmente o faz para dar credibilidade. A única credibilidade que precisamos oferecer é o nosso caráter de pessoas que andam na verdade.

Quando alguém força uma situação que leve o interlocutor a jurar, perceba-se que há desconfiança por trás.

3.3 Modalidades de juramento.

As diversas modalidades de juramento não encontram amparo bíblico, mas, já encontramos na Bíblia, palavras que se assemelham a um juramento (*), exceto, o juramento que Abraão pede ao seu servo (Eliézer) que ele jure pelo Senhor que não tome mulher cananeia para seu filho Isaque; o servo cumpriu fielmente. Gn.24.

(*) “...Vive o Senhor que nenhum mal te sobrevirá por isso...” ISm. 28:10. Saul falando à mulher adivinho.


IV – O SENHOR JESUS PROIBIU O JURAMENTO?

4.1 Objetivo do Terceiro Mandamento.

O excelente comentário do autor dá desfecho com a nova linguagem usada pelo cristão ou que deve ser usada por quem se diz cristão: SIM, SIM; NÃO, NÃO.

Percebam que o Terceiro Mandamento não foi pelo tempo ou pela nova dispensação, anulado. Tudo o que diga respeito à Lei Mosaica, deve ser analisada pelo aspecto moral.


4.2 A proibição absoluta.
  
Levemos em conta o comentário do autor nesta questão e tenhamos cuidado para não sermos envolvidos em questões que nos afastem do centro da Palavra do Senhor e percamos a paz.

Quando em um tribunal se é chamado a depor, o primeiro e tradicional ato é jurar falar a verdade, somente a verdade como forma de chamar o depoente à responsabilidade em não cometer crime de perjúrio.
  
4.3 A proibição relativa.

A proibição de Jesus no tocante a juramento chama a atenção para que não se desperdice palavras com juramentos, principalmente quando não se tem segurança em cumpri-la; mesmo tendo.

Não devemos viver com juramentos, mantenhamos a nossa palavra com segurança moral.  

Há muita gente imoral que não zela pela sua palavra e acaba caindo na desconfiança do povo. Tratando-se de “pastor”, pior ainda.


Infelizmente, na caminhada da vida já vi alguns chamados de “homem de Deus”, ter a palavra mais desacreditada da vida.

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