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sexta-feira, 18 de maio de 2018
sexta-feira, 20 de abril de 2018
SOBRE VIDA E MORTE E OUTRAS CONSIDERAÇÕES ASSEMBLEIANAS
Local da gravação do vídeo: Assembléia de Deus em Pirituba - Ministério Belém - Sede - Setor 62 (Jardim Mangalot, São Paulo/SP).
Culto realizado na quarta-feira de 07 de março de 2018.
Na parte inicial do registro, o casal Jorge Araujo e Eula Paula louvaram ao Senhor. Após, a ministração da Palavra
0:00 - Introdução, com Jorge Araujo (falando sobre pedradas em cristãos)
1:18 - Coração Sangrando (louvor com Jorge Araujo e Eula Paula)
4:23 - Pastor Heber Souza apresenta o preletor
4:48 - Mensagem: FALANDO SOBRE A VIDA E A MORTE - introdução à oratória.
6:00 - Comentário sobre Mateus 23.15: "Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas, porque vocês percorrem o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornam filho do inferno duas vezes mais do que vocês!"
9:00 - Leitura em João 13.31-38. "Quando Judas saiu, Jesus disse: 'Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele.32 Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará nele mesmo; e ele o glorificará imediatamente' "
11:05 - Interpretação do texto citado
14:03 - Sobre a tentação de Jesus
14:42 - Característica do ministério de Paulo
15:10 - A prostração no deserto
15:40 - O alerta de Paulo
16:49 - A árvore no Jardim do Éden e a queda de Adão e Eva
20:38 - Deus disse "se comeres do fruto certamente morrerás" e Adão morreu com 930 anos de idade
22:20 - Comentário sobre Eclesiastes 12 (a chegada da velhice)
24:29 - Moisés e Elias morreram ou foram levados para Deus em vida?
25:53 - Riscos de morrer no século 21: imprudências e doenças
27:31 - É preciso ter sabedoria ao receber revelações sobre a morte do próximo
31:59 - Jesus Cristo ressuscita e cura, sim Testemunhe sobre os atos sobrenaturais ocorridos em sua vida. Glorifique a Deus por meio dos milagres
33:31 - O objetivo dos dons espirituais
34:35 - A denominação evangélica Assembleia de Deus e os movimentos estranhos à doutrina assembleiana
36:26 - O deboche aos hinos da Harpa Cristã
37:00 - A porta que Deus abre, para esta vida e ao porvir
38:22 - O fervor da segunda geração de líderes e membresia da Assembleia de Deus
40:06 - Conclusão da mensagem
40:40 - Heber Souza - Louvor: Posso crer no amanhã e admoestação a permanência na prática da Palavra de Deus
43:00 - Pastor Samuel Cardozo, avisos finais (rotina da congregação).
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
A GRANDE TRIBULAÇÃO - LÇ 8 EBD.21/02/16
I – A GRANDE TRIBULAÇÃO.
1.1 O que é a Grande Tribulação.
Todos esperam a Terceira Guerra Mundial. Eu mesmo tenho um livro muito interessante, publicado por volta da década de 50, escrito por um general do exército americano, líder da OTAN, que tratou do assunto com riqueza de detalhes e os sofisticados armamentos que seriam utilizados,
Já aconteceu a Terceira Guerra Mundial?
A rigor não e nem precisa, pois a vivenciamos a longos tempos. "Como assim?" - perguntará o curioso aluno, considerando que as grandes potências mundiais não parecem tão interessadas no assunto e até se unem para combater ameaças como o terrorismo.
"Vamos por parte!" - dizia Jack.
• Bacteriológicas. (virais)
• Guerras urbanas
a) violência no trânsito;
b) crimes da má gestão pública;c) crimes decorrentes do uso de entorpecentes.
• A guerra da má alimentação.
• Guerra decorrente da destruição da fauna e da flora.
• Terremotos, maremotos ou tsunamis;
• Guerras diplomáticas.
O conjunto dessas ações retrata a mais perigosa guerra sem estratégia de campo e trincheira.
Temos o cenário perfeito para que o Anticristo venha e estabeleça a paz, para depois da pacificação fazer nova guerra contra o povo de Deus (judeus), levante com efeito mundial, a que chamamos de “Grande Tribulação”.
A grande tribulação terá início na metade da última semana prevista por Daniel. Semana de anos.
1.2 A Igreja passará pela grande tribulação?
Templos, salões e outros locais de culto não representam a igreja do Senhor.
Os frequentadores desses locais não representam a igreja do Senhor.
Eles locais, contém a igreja do Senhor; os fieis se reúnem nesses locais.
Os fieis representam a universal assembleia dos santos, a igreja do Senhor e esta, será arrebatada, não passará pela grande tribulação. (A universal assembleia, não confundir com qualquer denominação Hb. 12:23).
O autor está certo ao citar a igreja de Filadélfia como o modelo da igreja que será arrebatada; penso que todos nós concordamos.
II – A MANIFESTAÇÃO DA TRINDADE SATÂNICA.
2.1 A manifestação do Anticristo.
Ele vem como o Messias, porém, quererá ser reconhecido como Deus. Assenta-se no trono de Deus querendo parecer Deus (2 Tessalonicenses 2.4). Coadjuvado por duas outras personalidades.
A lição não comenta, mas poderá surgir uma pergunta como já surgiram no passado. Cogita-se se o Anticristo poderá vir do Japão ou de qualquer outro país. Vamos passar a régua nesse assunto. A questão do Anticristo é uma questão judaica. O Anticristo terá todas as origens no povo judeu para que seja aceito como o tão esperado “messias”.
2.2 Um governo único.
A visão de Daniel (capítulo 7) se completa com o bem elaborado projeto de reunir as nações em grandes grupos tornando fácil a negociação e aceitação do discurso do falso cordeiro, que com a ajuda de duas outras personalidades, imporão o temor sobre todas as nações por conta dos sinais e milagres que se farão. Essa é uma das razões pelas quais, não se vê qualquer grande potência, buscando o isolamento e imposição pela força da ideologia e das armas.
2.3 O falso profeta.
Trindade satânica é uma expressão usada pelos estudiosos para mostrar como o diabo tenta imitar a Deus em tudo. (Anticristo, a besta ou personalidade religiosa e o próprio diabo).
O falso profeta: personalidade de profunda influência no mundo religioso e universal. Nem precisaria dizer o quanto essa figura é e será capaz de arrastar multidões, dando apoio político e espiritual ao Anticristo, com o dedo do próprio diabo sobre sua vida para que as nações aceitem o Anticristo como a personalidade salvadora. Assim, ele profetizará às nações.
III – O JUÍZO DE DEUS SOBRE O MUNDO.
3.1 O livro selado e sua abertura.
O livro selado é a maneira como o Senhor apresenta os mistérios do Apocalipse, não seria forçar sentido diverso, dizer que o livro retrata o fim do evangelho da graça para dar início ao juízo de Deus sobre os homens, isto pode ser compreendido com a introdução do capítulo 4 de Apocalipse.
No capítulo primeiro o Senhor se mostra a João, glorificado e em glória.
Nos capítulos dois e três, apresenta o retrato da igreja (Eclésia ou Ekklesia = ajuntamento) nas diversas situações, culminando com Filadélfia e Laodiceia, que representam as promessas e situações das igrejas deste século.
No quarto capítulo de Apocalipse,, João vê uma porta aberta no céu, o Senhor chama-o e diz: “Sobe aqui e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer”.
E assim começa o tempo pós evangelho da graça com o juízo divino.
3.2 O segundo selo.
João vê o cavalo vermelho que representa guerra, porém, falamos de uma situação bélica pós arrebatamento.
3.3 O terceiro selo.
O Cavalo preto, representa o período de grande fome sobre a Terra. Não é de admirar que a crise se estabeleça em nível mundial, porquanto neste tempo a população vivendo no planeta será maior que a produção agropecuária.
E tudo se complicará ainda mais para comprar ou vender por conta do sinal obrigatório imposto pela besta.
3.4 O quarto e quinto selos.
O cavalo amarelo, tipificando a morte, aparece no cenário mundial como resultado dos acontecimentos anteriores e presentes. 25% da população mundial morrerá faminta, vítimas de fome, doenças terríveis, de ânsia, envolvida pela violência descontrolada na luta pela sobrevivência.
O quinto selo mostra e confirma a salvação de almas nesse período, a salvação de pessoas que não aceitarem o sinal da besta, recusarem suas ideologias - recusa que suscitará clamor. Não precisamos nos aprofundar teologicamente neste ponto, porquanto quando ocorrerem essas coisas a Igreja de Cristo já terá sido arrebatada, estará livre do peso desses terríveis sofrimentos
3.5 O sexto e o sétimo selo.
Nesta fase, a humanidade descobrirá o seu erro, porém, será muito tarde; começará a perceber o equívoco e a importância sem-igual da proximidade dAquele a quem rejeitaram por tanto tempo, zombaram, escarneceram. E muitos se conscientizarão que logo estarão diante do Justo Juiz.
3.6 As sete trombetas e as sete taças da ira de Deus.
O estudo sobre esse assunto alimentou muitas penas que escreveram sob diversos enfoques, todavia, representa a continuidade do juízo de Deus e agora mais forte que os primeiros acontecimentos em que a Bíblia declara no próprio livro de Apocalipse que os homens procurarão a morte e não acharão tamanho o desespero e a dor infligida. Apocalipse 9.6.
Pelo relato ou descrição bíblica destes últimos acontecimentos, seria o suficiente para que o povo crente, os sinceros, mantivessem disposição de lutar pela causa da verdade com vigor.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
EBD - LÇ.5 ARREBATAMENTO DA IGREJA.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 31/01/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – TODOS OS SALVOS SERÃO ARREBATADOS.
II – O ARREBATAMENTO E A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS.
III – ANTES DO ARREBATAMENTO E DEPOIS DELE.
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Na vinda do Senhor, dois estarão trabalhando
e dois estarão dormindo.
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I – TODOS OS SALVOS SERÃO ARREBATADOS.
1.1 A reunião dos salvos no encontro com Cristo.
Penso que a doutrina mais profunda e interessante do arrebatamento não se refere aos fatos pós-arrebatamento, pois, estaremos longe do cenário e sim, a que se refere à condição de quem o espera e do mundo, principalmente Israel com o movimento sionista.
Há diversas parábolas proferidas por Jesus que tratam do assunto, objetiva e subjetivamente. A mais eloquente delas e que fala objetivamente é a parábola das dez virgens. As loucas e as prudentes representando os dois únicos estados de espírito nos dias do arrebatamento. Mt. 25:1.
1.2 Quem será arrebatado?
Aqui temos um assunto merecedor de maior espaço.
O autor declara que os arrebatados serão os salvos que foram transformados mediante o novo nascimento.
Podemos afirmar que o novo nascimento é a porta de entrada para o Reino de Deus e a condição final para ser arrebatado?
Penso que as coisas são ainda mais profundas e vamos ver isto:
Puxemos à lembrança, a parábola das dez virgens Mateus. 25.1.
Todas estavam de branco, todas tinham lâmpadas, mas alguma coisa faltou e foi o azeite. Inegavelmente todas tinham experimentado o novo nascimento, mas, houve descuido.
O azeite fala da presença do Espírito Santo na vida do crente, não é sem razão a advertência do apóstolo; “´(...) Enchei-vos do Espírito...” e estar cheio é uma condição fundamental para o arrebatamento. (Ef. 5:18).
Não confundir o ser cheio do Espírito Santo com o batismo com o Espírito Santo.
II – O ARREBATAMENTO E A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS.
2.1 A ignorância acerca dos mortos.
É compreensível a ignorância acerca da ressurreição dos mortos por parte da igreja primitiva e Paulo ensina a igreja de Tessalônica (1 Ts.4:13) e a de Coríntios, (I Co. 15:12-23).
Não se pode afirmar que sim ou não, que Paulo durante o tempo em que esteve entre os cristãos de Éfeso, anunciando todo o conselho de Deus, não tenha ensinado sobre a matéria.
Que a vinda do Senhor tinha um grande peso na esperança dos crentes da igreja primitiva, isto é perceptível, todavia, o desapego total não parecia estar intrinsecamente ligado a esta esperança, mas, a profunda alegria da alma em repartir tudo com todos.
2.2 A primeira e a segunda ressurreição.
Como assim? Perguntarão alguns alunos.
Claro! Responde o professor que lê bíblia. Yes, we can!
JESUS é a primícia dos que dormem tendo sido o primeiro a ressuscitar para mostrar que ele tem poder sobre a vida e a morte (ICo 15:14-16).
Aí sim:
Nós com ele na sua vinda e a torcida organizada no final, findo o milênio, para o juízo eterno.
Não precisam inventar nada, basta ensinar o que está na Bíblia.
III – A CORRUPÇÃO GERAL NA TERRA.
3.1 Antes, é preciso vigilância.
Este tópico pode ser repensado com a parábola das dez virgens Mt. 25:1.
Que ninguém pense que Jesus vem com milhares dos seus anjos, param nas alturas, ele dá ordem para que se toque a trombeta e todos os crentes perfilados, sobem como ele subiu e foi recebido nos céus.
O QUE NÃO PRECISA.
Dormir engravatado ou bem vestido com um bom pijama para que não se veja a nudez.
Deixar de acariciar a esposa ou o marido com medo de ser flagrado no ato.
Dois estarão numa cama dormindo (Hemisfério Norte), um será tomado e outro não.
Dois estarão no campo trabalhando (Hemisfério Sul), um será tomado e outro deixado.
Muito cuidado. A matemática usada por Jesus é meramente ilustrativa. Lc. 17:34 e Mt. 24:38-40.
3.2 Depois, viveremos felizes para sempre.
Não há história no mundo mais bela e consensual que a história da igreja e o seu Salvador Jesus.
Consensual é por que esperamos ardorosamente o noivo Jesus e ele ansiosamente nos quer arrebatar.
Penso que o ensino do amor e retribuições mútuas se tivessem sido o tema do ensino em muitas pregações nas nossas igrejas ao longo dos últimos quarenta anos, teria sobrado pouco lugar para as chamadas neopentecostais e a poluição gospel.
O que de fato aconteceu é que os pastores ficaram assustados com o avanço social daquele tempo (nem viram o nosso, hoje, com a internet) e tentaram afivelar os crentes ficando pior a emenda que o soneto.
Tudo estava escrito. Nada pega de surpresa quem lê e examina atentamente a Palavra do Senhor.
domingo, 10 de janeiro de 2016
EBD LÇ.3 ESPERANDO A VOLTA DE JESUS.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 17/01/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – AGUARDANDO A VOLTA DO SENHOR.
II – ATITUDES ERRÔNEAS DIANTE DA VINDA DE JESUS.
III – ATITUDES DO SERVO FIEL, ANTE A VOLTA DO SENHOR.
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| Apesar de falar em "alarido" somente os salvos ouvirão a sua voz. 1 Tessalonicenses 4:16. |
I – AGUARDANDO A VOLTA DO SENHOR.
1.1 Com fé e vigilância.
O texto capitulado em 1 Tessalonicenses 4:15-17 impressiona por sua leveza do ensino acerca da vinda do Senhor e por não dar margem às especulações ou afirmações fora desse ensino.
Esperar com fé e vigilância não é:
a. Afastar-se de todo convívio social, nem pensar nisso.
b. Jejuar e orar incessantemente para manter viva esta esperança.
c. Fazer esforço para viver literalmente toda proposta de santificação.
d. Viver em luta interior para estar se preparando.
Embora a questão seja séria, porém é mais simples do que se possa imaginar e certamente será esclarecida nesta lição.
Veja o que diz o Salmo 51:11 “...e não retires de mim o teu Espírito Santo”.
O Espírito de Cristo,
Espírito de Deus ou ainda, o Espírito Santo, não veio apenas para nos ajudar a entender: Ele opera salvação no coração do homem, (Jo.16:8) ele sustenta o homem (Rm 8:26) e a sua última tarefa será transformar o nosso corpo abatido para ser semelhante ao de Cristo. Ainda que Fl. 3:21 Não faça literalmente referência, é o Espírito de Cristo que habita em nós que fará esta transformação e nos apresentará ao noivo, a Cristo.
1.2 Cheio do Espírito Santo.
Este segundo ponto traz uma questão importantíssima, alvo de muitos questionamentos, dúvidas e excessiva espiritualização destituída da base doutrinária a que se submete; “CHEIO DO ESPÍRITO SANTO”.
A parábola das dez virgens (Mt. 25) retrata de maneira simples o que escrevi no ponto anterior acerca do trabalho do Espírito Santo no arrebatamento da igreja.
a) A primeira condição era comum a todas; eram virgens. Para melhor compreensão, digamos que as jovens eram todas crentes e frequentavam a mesma igreja.
b) Diferenciavam-se pela prudência e pela falta dela (vers. 5).
c) Todas tosquenejaram, revelando fraquezas, entretanto todas esperavam o noivo.
d) A maior e mais significativa diferença: cinco tinham azeite nas lâmpadas e cinco não.
A doutrina da santificação ou a santificação é fundamental, também é outra questão mal compreendida por muitos cristãos (Hb. 12:14)
Têm-se a impressão que a santificação assemelha-se a fisicultura ou um corpo sarado pelos exercícios.
Não conheço exercícios que moldem pessoas a ter uma vida santa.
Santidade é o alinhamento dos planetas: renúncia e amor a Cristo.
A renúncia é o domínio interior sobre a vida e as coisas; em outro modo de descrever é o exercício do domínio próprio.
O Amor a Cristo é a “viga mestra” da vida. Um exemplo de santificação sem dor? Daniel e sua recusa em comer o manjar do rei.
II – ATITUDES ERRÔNEAS DIANTE DA VINDA DE JESUS.
2.1 Ignorar a vinda de Jesus.
Há muitas parábolas que tratam do compromisso com o Reino de Deus e a vinda do Senhor. E em todos elas Jesus deixa transparecer a figura do servo fiel, prudente e cuidadoso, e dos infiéis.
A infidelidade a Deus é na maioria dos casos imperceptível aos que convivem com os infiéis, são os pecados ocultos ou interiores, da alma, como vícios de conduta, dependência patológica do sexo, a falta de princípios morais..
Manter a boa educação nos relacionamentos para mim é fundamental na vida cristã.
Não podemos ignorar a vinda do Senhor, mas também não podemos viver aterrorizados com a ideia de ficar para trás no momento do Arrebatamento da Igreja.
É preciso ter calma e o coração aberto para Deus.
2.2 Escarnecer das profecias.
O que não falta são os escarnecedores, não são pessoas comuns. Muitos entraram em alguma escola teológica e acabaram se tornando “contestadores das verdades divinas”. É impressionante o número deles e a linguajar usado.
Zombam das principais doutrinas bíblicas, duvidam de tudo. E o pior neste caso é a presença deles nas igrejas, porque são causadores de confusão.
A questão da matemática de Deus, citada pelo autor juntamente com a referência de 2Pd. 3:8, nos dá conhecimento que o calendário é coisa do homem para os homens.
III – ATITUDE DO SERVO FIEL ANTE A VOLTA DO SENHOR.
3.1 Ter uma vida irrepreensível.
A questão de vida irrepreensível pode ser percebida em muitas pessoas crentes e não crentes. É questão de caráter e questão de respeito às instituições e ao próximo.
Irrepreensibilidade à luz da Bíblia é uma questão maior que as questões morais de caráter social e ético.
A nossa relação com Deus e confissão de fé nos faz sensíveis mais do que qualquer pessoa no mundo. Aquilo que para eles é uma “piada” para nós pode ser uma ofensa contra Deus.
Conservados irrepreensíveis para a vinda do Senhor (I Tess 5:23) é a pureza de vida interior e exterior: corpo, alma e espírito.
3.2 Não dar lugar à carne.
Têm uma ferramenta destruidora da vida moral e da vida cristã que expõe os crentes ao fracasso. As as redes sociais, que possibilita a comunicação à distância e sem o olho no olho, encorajam as pessoas usuárias à libidinagem. Quem erra mais, se o homem ou a mulher? Fica difícil determinar, pois, a conversa envolve sempre duas pessoas com vontade de abrir o coração e falar tudo o que vem à cabeça.
Há ainda a questão do comportamento desonesto dentro da própria igreja. Excesso de intimidade levam pessoas à prática do adultério.
Na ansiedade de promover o crescimento do número de membros, há muitos pastores que com meia palavra já apontam o coro da congregação, o conjunto de jovens ou até mesmo o conjunto vocal de senhoras como instrumento para prender as pessoas na igreja, sem sequer avaliar a questão de fé ou preocupar-se com o conhecimento bíblico. É o chamado crescimento desordenado.
O cinema e a televisão despejam cargas de erotismo nos lares, as pessoas se acostumam a assistir a programação de péssima qualidade e nem reclamam mais. Esse comportamento incomoda.
3.3 Dar fruto.
Há um grande equivoco nessa área, muitos pastores evitam confronto para não “magoar” os crentes que seguem os seus caminhos tortuosos.
Ao examinarmos as Escrituras com atenção, percebemos que a igreja não é o lugar de se trabalhar para o Senhor, mas o lugar de adoração coletiva, de se conhecer as necessidades um do outro, dar assistência aos abandonados, de amparar os feridos e fortalecer os fracos. É o ponto de apoio.
O campo é o mundo onde se deve semear. Mt 13:38.
A seara é grande, mas poucos são os ceifeiros Mt. 9:37.
"Toda vara que está em mim que não dá fruto a tira; e limpa aquela que dá fruto para que dê mais fruto. Jo. 15:2.
Quem está em mim e eu nele, este dá muito fruto Jo.15:5.
E finalmente, “Se alguém não estiver em mim, será lançado fora”. Jo. 15:6.
Há dentro das igrejas atividades que só podem e devem ser feitas por seus membros, cada um dentro da sua capacitação, todavia, isto não pode ser motivo para deixar de fazer o que realmente é necessário; lutar pelo crescimento do Reino de Deus através da evangelização e das obras que glorifiquem o Senhor.
Atualização: 15 de janeiro de 2016 | 18h50
Têm uma ferramenta destruidora da vida moral e da vida cristã que expõe os crentes ao fracasso. As as redes sociais, que possibilita a comunicação à distância e sem o olho no olho, encorajam as pessoas usuárias à libidinagem. Quem erra mais, se o homem ou a mulher? Fica difícil determinar, pois, a conversa envolve sempre duas pessoas com vontade de abrir o coração e falar tudo o que vem à cabeça.
Há ainda a questão do comportamento desonesto dentro da própria igreja. Excesso de intimidade levam pessoas à prática do adultério.
Na ansiedade de promover o crescimento do número de membros, há muitos pastores que com meia palavra já apontam o coro da congregação, o conjunto de jovens ou até mesmo o conjunto vocal de senhoras como instrumento para prender as pessoas na igreja, sem sequer avaliar a questão de fé ou preocupar-se com o conhecimento bíblico. É o chamado crescimento desordenado.
O cinema e a televisão despejam cargas de erotismo nos lares, as pessoas se acostumam a assistir a programação de péssima qualidade e nem reclamam mais. Esse comportamento incomoda.
3.3 Dar fruto.
Há um grande equivoco nessa área, muitos pastores evitam confronto para não “magoar” os crentes que seguem os seus caminhos tortuosos.
Ao examinarmos as Escrituras com atenção, percebemos que a igreja não é o lugar de se trabalhar para o Senhor, mas o lugar de adoração coletiva, de se conhecer as necessidades um do outro, dar assistência aos abandonados, de amparar os feridos e fortalecer os fracos. É o ponto de apoio.
O campo é o mundo onde se deve semear. Mt 13:38.
A seara é grande, mas poucos são os ceifeiros Mt. 9:37.
"Toda vara que está em mim que não dá fruto a tira; e limpa aquela que dá fruto para que dê mais fruto. Jo. 15:2.
Quem está em mim e eu nele, este dá muito fruto Jo.15:5.
E finalmente, “Se alguém não estiver em mim, será lançado fora”. Jo. 15:6.
Há dentro das igrejas atividades que só podem e devem ser feitas por seus membros, cada um dentro da sua capacitação, todavia, isto não pode ser motivo para deixar de fazer o que realmente é necessário; lutar pelo crescimento do Reino de Deus através da evangelização e das obras que glorifiquem o Senhor.
Atualização: 15 de janeiro de 2016 | 18h50
domingo, 3 de janeiro de 2016
EBD. LÇ.2 SINAIS QUE ANTECEDEM A VOLTA DE CRISTO.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 10/01/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – SINAIS NA VIDA DA IGREJA.
II – SINAIS NOS CÉUS DA VINDA DE CRISTO.
III – GUERRAS, CONFLITOS E TERREMOTOS.
O TERREMOTO PÕE ABAIXO. O TSUNAMI ARRASTA TUDO.
I – SINAIS NA VIDA DA IGREJA.
É bom atentar para a introdução do primeiro ponto onde o autor usa a expressão “segunda fase”.
Sempre citamos: primeira e segunda vinda de Cristo.
• A primeira
Obra redentora.
• A segunda
Fase 1: Arrebatamento da igreja;
Fase 2: Sua vinda em glória.
1.1 Os falsos cristos e os falsos profetas.
Há diferença entre Anticristo e falso cristo? Sim, existe grande diferença.
O Anticristo.
É uma figura que surgirá em âmbito mundial, atuará a partir do centro político de Israel, sendo um grande usurpador: “de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus”. 2 Ts. 2:4 b.
Os falsos cristos.
Jesus disse que muitos virão em seu nome dizendo: “Eu sou o cristo e enganarão a muitos”. Mt. 24:4-5.
Dezenas de falsos cristos têm surgido no mundo desde os primeiros séculos. Na atualidade brasileira, o mais conhecido é o “Inri Cristo”, que se diz emissário do Pai, anda cercado de mulheres jovens, as “cristoletes”. Acredita-se que é um louco.
João escreveu assim: "muitos se tem feito anticristos; por onde conhecemos que é já a última hora”. I Jo 2:18 b. Esses não são o Anticristo, mas ensinam heresias, fazem oposição à verdade e comercializam a graça do Senhor.
1.2 Apostasia.
Paulo foi muito contundente na questão do ensino verdadeiro, deixou isto muito claro aos anciãos de Éfeso na sua despedida. Vejamos em Atos 20:25-37.
a) “Mas em nada tenho a minha vida por preciosa”. Enquanto estes tem a sua vida por muito preciosa e só se preocupam com o próprio bem-estar.
b) “Por onde passei, preguei e estou limpo do sangue de todos”. Estes, não pregam nada além de “prosperidade e determinações sem base”.
c) “Nunca deixei de vos anunciar todo o Conselho de Deus”. Estes, que conselho anunciam? Não sabem o significado desta palavra.
d) “Olhai por vós e por todo o rebanho”. Estes, só conhecem os saldos da conta bancária.
e) “Depois da minha partida entrarão no meio de vós, lobos cruéis que não perdoarão o rebanho”. Estes, são os próprios lobos, moram em mansões, viajam em avião particular e já nem dirigem seus carros, possuem motoristas.
Na primeira carta a Timóteo (4:1) encontramos um Conselho mais direto e conclusivo: “...apostatarão alguns da fé dando ouvidos a espíritos enganadores e doutrina de demônio”.
Entre na maioria das igrejas, sente-se e mantenha a Bíblia aberta aguardando o bom ensino da Palavra do Senhor. Não se escandalize.
1.3 Doutrinas de demônios.
O autor cita as principais “doutrinas” ensinadas pela maioria das igrejas neopentecostais. Lamentavelmente muitos pastores assembleianos estão engolindo esta água. Os crentes dizem o que tem que ser feito ao longo calendário anual; festas, e algumas festas mundanas com nome trocado para tentar apaziguar os ânimos.
Os púlpitos viraram palco, plataforma para atores mostrarem suas habilidades. O comércio de coxinhas, empadas e bolos, serve de levantamento de fundos para garantir as festividades, “pagar” alguns cantores e pregadores.
Sem pretender espiritualizar, o ambiente de culto tem sido transtornado quando o lugar que foi construído para adorar o Senhor é usado para compra e venda de comidas e bebidas. Em resumo, as nossas Assembleias de Deus, que outrora fora lugar de oração e lágrimas de clamor ao Senhor, hoje tornou-se palco festivo.
As principais doutrinas citadas: “Confissão Positiva”, “Teologia da Prosperidade”, “Culto aos Anjos” e acrescente-se “Culto aos Homens”.
Há pastores que fazem de tudo para agradar e chamar a atenção dos seus pastores-líderes, desejam a qualquer preço mostrar competência e submissão dos seus liderados.
Caro professor, o que escrevi acima, não se constitui desabafo. Você pode pular tudo isso, porque esta postagem não tem a intenção de gerar polêmica e confusão, apenas despertamento.
Haja coração!
1.4 Perseguição aos crentes.
A questão da perseguição tem duas faces:
Os que são odiados, perseguidos, mortos, por regimes totalitários e/ou religiões contrárias a verdade. A mais agressiva tem sido o Islamismo, que não tolera concorrências.
O outro lado; vejamos o cenário do Brasil, cuja constituição no seu artigo V garante o direito e a inviolabilidade de quaisquer manifestações religiosas.
Onde está a perseguição em nosso solo:
• Em geral, encontra-se entre os são inimigos da verdade, sendo os mais instigantes, os ativistas gays.
• Individualmente, aqueles que amam a verdade da Palavra de Deus, são descritos, pejorativamente, como “fundamentalistas”. Adjetivo horroroso, bastaria dizer que são aqueles que não aceitam corante na doutrina.
II – SINAIS NOS CÉUS DA VINDA DE CRISTO.
2.1 Sinais do céu.
Lendo este tópico, lembrei-me que ontem um irmão contou para mim uma experiência. disse-me que quando o professor não sabe explicar, responde dizendo: “Irmãos, as coisas ocultas são para Deus...”.
O autor tem razão em advertir quanto às especulações feitas sobre alguns assuntos bíblicos, mas, note que não se trata de doutrina ou palavras visivelmente reveladas no Apocalipse, mas, aquelas envoltas em algum mistério e que alguns escritores apresentam seus argumentos como sendo verdades absolutas.
É preciso tomar cuidado para não acrescentar nada aos assuntos da Bíblia. Sinais do céu podem referir-se à variação climática, às excessivas chuvas que causam muitos estragos, destroem cidades e matam pessoas e menos os chamados OVNIS – Objetos voadores não identificados.
Em resumo, Deus mostra-se ao mundo através de sinais.
2.2 Jesus fala de sinais e não de datas.
Aqui está um ponto esclarecedor em relação aos acontecimentos finais. Não há fatos bíblicos associados com datas. A razão é simples: Deus não usa calendário. Qualquer pessoa, seja ela simples ou eminente, que pretender usar calendário para fixar datas de acontecimentos, ou mesmo apontar o momento da vinda do Senhor não passa de um herege.
III – GUERRAS, CONFLITOS E TERREMOTOS.
3.1 Guerras e conflitos.
Há uma advertência do Senhor que levo muito a sério.
Está na menor parábola contada por Jesus quando proferia o sermão profético sobre a volta do Filho do Homem: “E disse-lhes uma parábola: Olhai para a figueira e para todas as árvores." Lucas 21:29.
A FIGUEIRA: De um lado, temos o acirrado movimento sionista, que fortalece suas fronteiras, a despeito dos gritos de várias nações opositoras - e infelizmente o Brasil, ainda que de forma sutil, se mostra avesso a Israel, entenda-se por Brasil o governo petista brasileiro.
AS ÁRVORES: De outro lado, o movimento político, econômico e bélico das nações busca defender-se, pois a guerra toma outra tonalidade, a cor dos ataques extremistas islâmicos, e esses ataques aproximam as potências, mudam o panorama mundial em relação aos tempos da guerra fria.
3.2 Terremotos.
Tão espantoso quanto os terremotos, tem sido os tsunamis.
O número de terremotos tem crescido assustadoramente, inclusive em regiões onde não se esperavam ter um epicentro.
Minha opinião é que os homens têm tirado muito produto do subsolo, e as camadas de terra se mexem para ajeitar-se, como ocorre no tecido epitelial. Se perdermos algo, o organismo se movimenta para ajustar.
Meu professor, força na peruca. Não é preciso colocar sobre sua mesa uma quantidade enorme de títulos sobre escatologia, ore, leia a Bíblia, peça graça a Deus e vá em frente. Livros devem servir para avaliação do que você conhece e é capaz de ensinar.
Atualização: 09 de janeiro de 2016 | 10h38
sábado, 2 de janeiro de 2016
EBD LÇ.1 - ESCATOLOGIA, O ESTUDO DAS ÚLTIMAS COISAS.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 03/01/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O ESTUDO DA ESCATOLOGIA.
II – A PREOCUPAÇÃO COM FIM DOS TEMPOS.
III – INTERPRETAÇÕES ESCATOLÓGICAS.
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| Erros de interpretação bíblica geram o caos. 918 pessoas foram induzidas ao suicídio coletivo por Jim Jones. |
I - O ESTUDO DA ESCATOLOGIA
1.1 - Definição.
Com relação a origem do termo, nada a acrescentar, pois, é do conhecimento de todos.
Sempre é bom avisar aos alunos que a palavra “escatologia” não está na Bíblia; convenções dão nome a todas as matérias bíblicas para facilitar a divisão e o estudo.
Os temas citados pelo autor, são ótimos para compreender a divisão do estudo.
• Estado intermediário. Deve referir-se a este período que ampara os mortos em Cristo. Na página 6 da revista, o autor faz referência sobre o “estado eterno”.
• Arrebatamento da Igreja. O momento mais esperado pelos crentes fieis.• Grande Tribulação. Segunda metade da última semana de Daniel, rompimento dos laços entre o Anticristo e os judeus.
• Milênio. Período de verdadeira paz e governo de Cristo.
• Julgamento final. Chamada para sentenciar os que morreram sem Cristo, com base no testemunho do próprio Senhor e o conteúdo dos livros.
• Estado perfeito e eterno. Tema pouco pregado nas igrejas e faz muita falta. É importante ao crente em Cristo estar plenamente esclarecido, saber que com um corpo perfeito, corpo da ressurreição, habitaremos para sempre na terra, que este planeta voltará a ser o paraíso perdido pelo homem, com a diferença que não será um pedaço de terra cujas coordenadas estão no livro de Gênesis. Tal informação aquece a fé de muita gente.
1.2 - A escatologia e a volta de Jesus.
A escatologia é, segundo o autor, a ferramenta que estuda a volta do Senhor com todas as advertências necessárias ao despertamento daqueles que esperam este retorno.
Vivemos um período de sonolência e Paulo fala de modo próprio e de forma interessante ao comparar com o sono físico. 1 Ts 5.7: "Mas nós que somos do dia...". Não devemos viver dormindo o sono da letargia, como se fora noite. Letargia = sono profundo.
Haverá outros momentos para se estudar tudo o que é impeditivo a que o crente suba para estar com o Senhor.
II – A PREOCUPAÇÃO COM OS FINS DOS TEMPOS.
2.1 Os discípulos de Jesus.
O que acho interessante na bíblia é a expectativa sobre grandes acontecimentos: Na primeira vinda do Senhor, a esperança no nascimento do Messias, do libertador, do Grande Profeta. Os corações viviam acesos em esperança sob a palavra dos profetas.
• Lc. 1.68 - Zacarias sente-se recompensado pela espera.
• Lc. 2.29 - Simeão já nem se importava mais com a vida quando a verdadeira vida chegou.
• Mt.24.3 - A preocupação dos discípulos e a revelação dos acontecimentos finais contadas pelo Senhor, para dar-lhes respostas.
• 2 Pd. 3.3-4 - Esta porção bíblica nos leva a entender que havia muita esperança na de Cristo desde as primeiras gerações de crentes que faziam parte da Igreja Primitiva.
2.2 As previsões falsas sobre o futuro.
Cada vez que os homens erram em suas previsões, surgem novas datas e justificativas.
Os seguidores da “numerologia” tentam fazer milagrosas associações para explicar os acontecimentos finais, incluindo a vinda do Senhor. Cartomancia, quiromancia, cartas e outras formas para prever o que é impossível realizar previsão. Como exemplo, citamos a morte da ex conhecida “Mãe Diná”.
Sem contar os falsos profetas, enrustidos nos arraiais evangélicos.
Os Testemunhas de Jeová, são “useiros e vezeiros” em anunciar a data da segunda vinda do Senhor.
Marcos 13.32 “... ninguém sabe...”.
2.3 Falsos profetas. (*)
Não foram poucos os que reuniram crentes em torno de si proferindo falsas promessas, afastando-se do convívio social e familiar para tal preconização.
O fato mais dramático que conheço foi um suicídio em massa, induzido pelo pastor Jim Jones, na Guiana, onde havia construído o seu “Templo dos Povos”, ou a sua “Jonestown”. Levou 918 pessoas ao suicídio coletivo na Guiana, onde havia construído o seu “Templo dos Povos” ou a sua “Jonestown”.
O fanatismo é uma doença viral.
III – INTERPRETAÇÕES ESCATOLÓGICAS.
Aqui começa o “imbróglio”. Criaram-se escolas teológicas para ajudar no entendimento da Palavra de Deus e contribuir com o ministério nas igrejas. Porém, o que temos na verdade é uma porção de “brigões”, achando-se “donos da verdade” discutem sobre o que nada sabem, possuem estantes carregadas de livros onde se inclui “autores suspeitos”.
3.1 Futuristas.
Explicar aos alunos as diferentes interpretações não produzirá qualquer fruto. Portanto, é preciso simplificar.
Futuristas – A bem da verdade, todas as profecias relativas aos finais dos tempos começam dando entendimento sobre fatos que ocorrerão:
a. Antes do Arrebatamento - guerras, doenças e mudanças climáticas com grandes danos, entre outros.
b. Durante. A igreja é tirada da terra antes que a sentença de Deus caia sobre seus habitantes. Tudo isto, que faz parte de um ciclo profético, acontece quase que instantaneamente: 1) o rompimento dos laços de paz do Anticristo; 2) arrebatamento e, 3) a grande tribulação.
c. Depois – Após o arrebatamento e a grande tribulação, grande parte das profecias contidas no livro do Apocalipse tem aqui o seu cumprimento. No capitulo de número 4 o Senhor diz a João: “Depois destas coisas, olhei e eis que havia uma porta aberta no céu... Sobe aqui e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer.”
A Igreja do Senhor não experimentará a Grande Tribulação.
O professor precisa estar atento para perguntas que acontecem e são lançadas como uma bomba, e algumas delas até são formuladas com intenções maliciosas. Se a pergunta fugir do foco, o melhor é responder sem perder a serenidade, assim: "Sobre isso falo com o irmão após esta aula e havendo necessidade posso informar à classe na próxima."
Não professor não pode perder o controle da aula.
3.2 Histórica.
Considerar que o Apocalipse seja um livro histórico dispensa qualquer outro comentário. Com certeza, essa afirmação vem de corações totalmente afastados de Deus e cabeças de quem é pesquisador de ocultismo.
3.3 Preterista.
O estudo da Bíblia que exclui o convívio e o compartilhamento com a igreja do Senhor é o que produz pessoas capazes de dar sentido diverso ao que está escrito, causando danos espirituais aos que pretendem seguir o verdadeiro caminho.
A invasão romana, liderada por Tito (Titus Flavio), que provocou a destruição do templo no ano 70 d.C., foi extremamente grave com a morte de um milhão de Judeus, este fato parece estar muito próximo ao que Jesus tinha dito para eles: “... Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; mas antes, por vós e por vossos filhos.” Lc. 23.28.
Lembrando que estas palavras do Senhor, diziam respeito a todo sofrimento do povo judeu; no ano 70, na segunda guerra mundial e na vinda do Anticristo com o consequente rompimento da paz.
3.4 Simbolista.
Aos que consideram os fatos sob a ótica idealista ou espiritualizada de maneira simbólica, só existe um remédio para eles: Bíblia. Ficar com a Palavra de Deus é o melhor que fazemos, lembrando-se daqueles que com amor nos ensinaram a Santa Palavra do Senhor. O autor cita 1 Tess. 4.13-17, entre outros textos, que clareiam bem o entendimento sobre a sequência dos fatos, exceto aos que fazem questão de disseminar o seu próprio veneno, o veneno suicida.
Paz seja com todos.
__________
* Nota do Editor | James Waren, mais conhecido como Jim Jones, não é tão conhecido como o falso profeta que tentou prever o fim do mundo, mas ele proferiu a falsa profecia. Seu nome é mais associado com a tragédia de um suicídio em massa, da qual é o responsável. Para fugir da obrigação de pagar impostos nos Estados Unidos, ele convenceu cidadãos norte-americanos, membros da igreja Templo dos Povos: Igreja Cristã do Evangelho Pleno, da qual era o fundador e líder, a mudarem-se com ele para a Guiana, naquele tempo uma colônia britânica, próxima da Venezuela. Ali, foi acusado de cometer sequestro por não permitir que filhos de ex-integrantes do seu movimento religioso, ainda crianças, retornassem com os pais para suas casas nos Estados Unidos. Quando o congressista norte-americano Leo Ryan foi ao local checar a situação, acabou assassinado a tiros. Na noite do crime, 18 de novembro de 1978, Jones, que já havia algumas vezes ensaiado com a comunidade o ato de suicídio coletivo, facilmente fez com que o seu grupo de seguidores ingerissem um veneno letal, composto líquido, com sabor de uva, contendo cianeto de potássio e substâncias sedativas. 918 pessoas faleceram. Jones tirou a própria vida disparando um tiro na cabeça.
sábado, 29 de novembro de 2014
EBD LÇ.9 O PRENÚNCIO DO TEMPO DO FIM.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 30/11/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE.
II – O CHIFRE PEQUENO.
III – ANTÍOCO EPÍFANIO, O PROTÓTIPO DO
ANTICRISTO.
PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Não tenho dúvidas
que a forma de revelação dada ao profeta Daniel, visão de animais
aterrorizantes, com profundos significados e grande semelhança com os períodos
históricos, tem a ver com a exploração de datas apocalíticas divulgadas pelos
homens para determinar o tempo do fim e seria pior se as informações vindas do
céu fossem literalmente mais claras, apontando fatos e épocas.
I – A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE.
1.1 A visão do carneiro.
O autor descreve bem o significado desse
animal, dispensando esclarecimentos extras, porém, como ajuda, queremos
considerar alguns pontos desse comentário:
1) O estandarte e os símbolos carregados à
frente dos exércitos serviam para demonstrar o orgulho e força desse exército.
Roma abusou muito disso em suas guerras de conquistas.
2) Os animais vistos por Daniel são
associados a esses impérios, suas conquistas e derrotas.
3) Interessante pensar como o crescimento
populacional inspirou o surgimento desses impérios e a necessidade de
estenderem os seus territórios em busca de expansão de poder e comércio.
4) A soberba sempre foi a marca registrada na
vida dos conquistadores.
A zombaria de Belsazar contra Deus
custou-lhe a vida e a queda do império babilônico.
1.2 Os chifres do carneiro.
Chifres de tamanhos diferentes revelavam a
força de dos impérios o babilônico e o medo-persa que subverteu o primeiro
passando a dominar os caldeus. No império medo-persa e principalmente no
governo de Ciro os ventos sopravam a favor do povo judeu que preparavam o
retorno à Palestina. Foi no primeiro ano do governo de Ciro que este teve o
coração despertado por Deus para reconstruir Jerusalém (Esdras 1:1) passando
para nós, uma importante lição; votemos em quem quiser votarmos para governar o
Brasil; a nação brasileira pertence a Deus como as demais.
1.3 A visão do bode.
O bode arremeteu contra o carneiro
pisoteando-o sem compaixão e assim, o Império Greco surge no cenário,
derrotando os persas.
Sempre que conhecermos uma pessoa forte,
saibamos que surgirá outro mais forte ainda, exceto, quando se trata de JESUS;
nunca houve nem haverá mais forte que ele que virá e governará o mundo e o porá
aos seus pés.
II – O CHIFRE PEQUENO.
2.1 A visão da ponta pequena.
As pontas ou chifres do bode se quebram
surgindo outras quatro pontas notáveis e desta quatro, um ponta pequena que se atribui a presença de Antíoco Epifânio
no cenário político e histórico, após a queda do império grego de Alexandre
Magno.
A partir de Alexandre Magno, Israel sofreu
sob a influência do helenismo o que se pode traduzir por paganismo e a
filosofia grega empurrando para o lado, as ordens divinas através da Torá,
fazendo desviar muitos sacerdotes do Senhor.
Há muitas discussões teológicas acerca
dessa ponta pequena e a quem se refira, todavia, pela sequência de textos do
capítulo 8 de Daniel, percebemos a ação do Anticristo já, exercendo influência
para se apoderar do trono e pesar sua mão contra o povo de Deus.
Não vejo motivos para contendas e
intermináveis disposições de forçar o entendimento sobre o assunto para esta ou
aquela direção.
2.2 A ultrajante atividade desse rei
contra Israel.
E por ele foi tirado o sacrifício
contínuo.
Apesar das ações ultrajantes de alguns
dominadores sobre Israel a última ação será maior que as primeiras, pois, ele
se assentará no trono de Deus, parecendo e querendo ser Deus.
2.3 A purificação do santuário.
Tanto nos dias ou após Antíoco quanto nos
últimos dias quando o usurpador assentar-se onde não devia e de lá for tirado,
Deus cuidará de restabelecer o contínuo sacrifício e a vida moral do povo de
Israel para que todas as nações veja sobre eles a sua grandeza.
O ato mais grotesco e atual, para mim, foi
as autoridades permitirem que acontecesse em Jerusalém, uma parada gay.
III – ANTÍOCO EPIFÂNIO O PROTÓTIPO DO
ANTICRISTO.
3.1Antíoco Epifânio.
Um tipo do Anticristo por suas ações e
João diz que muitos se tem feito Anticristos, pelo que sabemos que já é a
última hora, IJo 2:18.
3.2 A visão do anjo Gabriel.
O anjo Gabriel surge no cenário bíblico
como prova que Deus, dá preferência ao homem para realizar a sua obra, todavia,
ele tem os seus mensageiros a quem usa quando o momento o requeira.
Não se devem estabelecer regras
doutrinárias por conta das aparições angelicais citadas na Bíblia. Nesta
dispensação, toda expressão da vontade de Deus, estão gravadas nas páginas da
Bíblia, sendo o suficiente obedece-la para que a nossa vida seja de paz. Anjos
não aparecem por meio de oração nem vontade humana. Mesmo que essas orações
sejam nos “montes”.
3.3 O tempo do fim.
A Palavra de Deus apresenta fatos, alguns
em ordem cronológicas, porém, os fatos que determinam o começo do fim do reino
humano, sob todos os aspectos, aparecem na Bíblia de forma empírica pela
vontade de Deus, para que o homem não venha estabelecer planos confiando na
ordem dos fatos. Daquele dia e hora, ninguém sabe! Mc.13:2 e Mt.24:36.
Esperemos com paciência no Senhor.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
EBD LÇ.1 DANIEL, NOSSO "CONTEMPORÂNEO".
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 05/10/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A HISTÓRIA POR TRÁS DO LIVRO DE DANIEL.
II – OS FATOS QUE PROPICIARAM O EXÍLIO NA
BABILÔNIA.
III – DANIEL, O AUTOR E O LIVRO.
PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: O autor se propôs
a comentar estas lições baseadas no livro de Daniel sob a perspectiva da
escatologia bíblica. Além da grandeza
escatológica, temos a grandeza histórica e moral do livro que nos trará
profundos e valiosos ensinamentos.
I – A HISTÓRIA POR TRÁS DO LIVRO DE
DANIEL.
1.1 A formação histórica de Israel.
Nesta primeira parte o autor repassa a
história de Israel a partir de Abraão e Sara Gn.12:1-3.
Abraão, Isaque, Jacó e os 12 patriarcas de
Israel, o cativeiro egípcio de 400 anos e o retorno à terra de Israel (Heretz
Yisrael). O regime era patriarcal sob um governo teocrático, ou seja, a
orientação de vida do povo e as grandes decisões nacionais vinham de
diretamente de Deus.
1.2 O governo teocrático.
Moisés passou a liderança para Josué por
determinação de Deus, (Dt. 31:14) que deu continuidade a incursão e domínio de
toda a terra prometida.
A teocracia sobreviveu até os tempos de
Samuel que intermediou a vontade do povo em rejeição ao governo divino.
As causas da rejeição à teocracia são
vistas no livro de Josué e Juízes que retratam a decadência moral do povo por
conta da mistura com povos estranhos.
1.3 O governo monárquico.
Foi um período de longa duração e de
divisão do reino, de governos bons e outros, ímpios. A decadência da monarquia
teve como principal causa, a impiedade e ganância de alguns governantes que
promoveram cultos pagãos e a idolatria, sendo o mais significativo deles, o reinado
de Acabe que se casou com Jezabel filha de Etbaal rei dos Sidonios.
II – OS FATOS QUE PROPICIARAM O EXÍLIO NA
BABILÔNIA.
2.1 O contexto político do reino de Judá.
Uma pergunta que nunca falta em uma hora
dessas: Por que Deus permitiu que isto viesse acontecer?
a) A Palavra de Deus não muda, lembrem-se
das mensagens enviadas através de Moisés à Faraó; “...Deixa sair o meu
povo...”.
b) Deus se mantém firme em tudo quanto
diz; não se movimenta para acolher os corações entristecidos e discordantes dos
ensinamentos bíblicos mudando suas regras.
c) Quando Salomão inaugurou o templo, Deus
foi claro com ele no tocante a fidelidade, tanto dele quanto do povo. IICr
7:21.
Que sirva de lição para todos nós.
2.2 Israel no exílio babilônico
Recomendável que o professor faça ou peça
uma rápida leitura do texto, muito bem comentado pelo autor; valorize o
trabalho do autor e a lição que o aluno compra para uso em classe, mesmo que
você seja muito competente para elaborar estudo paralelo.
A maioria dos casos de corrupção moral
começa sempre com a liderança, todavia, há exceções e quero lembrar a revolta
do povo de Israel que culminou com a construção do bezerro de ouro. Enquanto
Moisés falava com Deus, o povo se corrompia sob os olhares dos príncipes dos
acampamentos e de Arão.
Há hoje, muitos casos de desvios
doutrinários protagonizados pelas igrejas que vão forçando a penetração de
costumes estranhos, exigindo do líder, muita habilidade no trato dessas
questões.
O resultado de quem permite corromper, é
grave e o exílio na Babilônia serve de ótimo exemplo para o que não se deve
fazer.
III – DANIEL, O AUTOR E O LIVRO.
3.1 O homem Daniel.
Daniel deixa exemplo que essa história de que o crente não pode
conviver em relacionamento profissional ou com vizinhos, por não serem crentes
é pura conversa. Personalidade é tudo.
Daniel fez brilhar a sua luz nas trevas e Deus o
honrou.
3.2 A importância do livro.
O livro de Daniel é riquíssimo em vida exemplar; nele
encontramos também seus amigos, Hananias, Misael e Azarias, cativos sob o nome
de; Sadraque Mesaque e Abdinego que mostraram o seu amor incondicional para com
Deus.
3.3 A autoria e as características do livro.
O autor reitera a autenticidade e autoria do livro a
Daniel, local e idioma usado na sua compilação; hebraico e aramaico.
O livro de Daniel é considerado o Apocalipse do Antigo
Testamento, considerando suas profecias, algumas cumpridas e outras por se
cumprir.
Algo que considero muito interessante do ponto de
vista histórico e profético refere-se a estátua vista por Nabucodonosor em seu
sonho que retrata o surgimento e destruição de grandes impérios e o último, o Império Romano representado nos
pés com parte de ferro e barro, com certeza mostrando as duas naturezas desse império. A parte de
barro mostra a força desse reino sob
o governo do Anticristo que será destruído pelo Senhor na sua vinda com a igreja. Apesar de o Império Romano ter subsistido com duas capitais, Roma e Constantinopla, é bom lembrar que esse império formou a maior religião da cristandade, misturando-se com semente humana, a parte de barro.
Finalmente, o Capítulo doze versos 2 ao 4 que retrata de forma panorâmica
como serão os últimos dias, os salvos e a multiplicação da ciência ou do
conhecimento. Coisa séria!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
EBD 10 SOFONIAS - O JUIZO VINDOURO
LIÇÃO 10 SOFONIAS
– O JUIZO VINDOURO.
EBD 09.12.2012.
Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DE SOFONIAS.
II – O JUIZO
VINDOURO.
III – OBJETIVO DO
LIVRO.
IV – O DIA DO
SENHOR.
Em tempo: É
simplesmente fantástico, como os profetas da antiga aliança, em tempos e
lugares diferentes, tratam de problemas do seu tempo, por inspiração e
revelação de Deus, sem qualquer dúvida, escrevem sobre o fim dos tempos de
maneira brilhante, tão bem amarrados entre si e afinados com as informações que
temos no Novo Testamento, começando por Jesus e concluindo com as cartas
apostólicas, tendo como selo de autenticidade, o Apocalipse. Em tudo, mais que
uma prova que as Escrituras Sagradas, só tem uma fonte de origem e inspiração.
Não há em todo o mundo, um livro que se compare com a homogeneidade bíblica.
I – O LIVRO DE
SOFONIAS.
1.1
Contexto
histórico.
Certamente, uma
leitura rápida do ponto, dará aos alunos a perspectiva do tempo em que se deu o
ministério profético de Sofonias.
1.2
Genealogia.
O fato de no
livro constar a ascendência do profeta, dando importância aos que foram antes
dele, mostra que diferente de alguns outros, Sofonias era um homem influente.
Isso por si, nos mostra que Deus, não faz acepção quanto a certos valores
defendidos pela sociedade. Deus usa o homem do campo como o homem da cidade.
Há uma tendência
em nossos dias, valorizarem-se pessoas pelo grau de influência e condição sócio
econômica em detrimento de outros que, mesmo mostrando, ser um homem ou mulher
de Deus, não tenha sinal de prosperidade material. Paciência; um dia isso tudo
vai acabar mesmo.
1.3
Estrutura
e mensagem.
Em todos os
comentários, o autor mostra a estrutura do livro, muitas vezes essa
particularidade desinteressa muitos alunos da EBD principalmente os mais
idosos, todavia, mesmo sabendo que ninguém vai decorar o texto, é bom saber a
maneira como a mensagem se mostra estrutura, isso demonstra que Deus é Deus
organizado até nos oráculos, com relação as revelações. Glórias a ele por tudo
e em tudo.
II – O JUIZO
VINDOURO.
2.1 Toda face da
terra será consumida.
Este tópico é
muito rico e certamente, tomaria todo o tempo da EBD.
Assuntos
escatológicos despertam muito o interesse do aluno e o professor, deve ser
muito cuidadoso, pois os mais afoitos podem tomar as rédeas com longas
explicações que achar convincente.
Quando se fala no
final dos tempos e a forma, torna-se necessário entender e alinhavar todas as
profecias ou mensagens pertinentes, Daniel, o próprio Senhor, no seu sermão
escatológico e o Apocalipse.
Quando se fala em
fogo, vem à mente, acontecimentos catastróficos. Temos a questão do aquecimento
global pelo efeito estufa, temos também uma aproximação maior da Terra ao Sol,
as previsíveis guerras nucleares, não tão descartáveis, incêndios de grandes
proporções em decorrência de cataclismos e finalmente, a palavra mais forte e
direta do Apóstolo Pedro, 2Pd 3:7, tanto os céus e a terra que agora existem,
estão reservadas como tesouro para o fogo.
2.2 A linguagem
de Sofonias.
Quanto à
linguagem perceptivelmente exageradas e em se tratando de linguagem bíblica,
são plenamente aceitáveis, mas, que a de um pregador que aterroriza o ouvinte
com termos, sequer encontrados na Bíblia. Lembremo-nos que também, a
recuperação das águas dos rios e dos mares, na vinda do Senhor, para o
estabelecimento do milênio, são por demais fortes, Ez.47 A torrente das águas
purificadoras.
2.3 Descrição
detalhada.
Neste tópico, a
excelente explicação sobre o anterior, recomendando-se apenas uma leitura que
permita os alunos entenderem.
III – OBJETIVO DO
LIVRO.
3.1 Sincretismo
dos sacerdotes.
Muito bem
esclarecida essa questão do sincretismo buscado e praticado por sacerdotes
desviados, tem o mesmo tom, porém com roupagens novas e doutrinas, com as
quais, alguns lutam para jogar a igreja do Senhor, num sincretismo destruidor.
O pastor Ciro
Sanches Zibordi, escreveu um interessante texto, disponibilizados em seu blog e
no Facebook, “Por que não sou ecumênico”, que disponibilizo no final deste
texto.
IV – O DIA DO
SENHOR.
4.1 Significado
bíblico.
O dia do Senhor
representa a vez e a hora de Deus falar a este mundo da maneira como inspirou
seus profetas, com todos os acontecimentos previstos, inclui também, “aquele
dia e hora...” falado por Jesus no seu sermão escatológico. Um dia de decisão
que somente o Senhor sabe, apesar, de tantas falsas profecias, determinando o
dia e a hora da sua vinda.
4.2 O sacrifício
e seus convidados.
Desde cedo,
aprendi a considerar a opinião de autores e de pregadores sérios, além de
amigos com quem trocamos ideias sobre alguns textos da Bíblia Sagrada,
prevalece pv. 11:14, Na multidão de conselhos há segurança.
É muito perigoso o
cristão isolar-se em suas opiniões, recusando o bom aprendizado, pois, somos e
seremos sempre alunos e forçar a interpretação de textos, não é nada bom.
Quem são os
convidados? Há o sentido literal do texto que trata do julgamento de Judá sob o
poder Caldeu e o sentido profético para o final dos tempos, mas, no caso, o
autor fala de hipérbole e explica bem, com verdade; permito-me e é a minha
opinião pessoal no sentido de não querer induzir a que outros sigam este
pensamento, que o texto remete para o DIA DO SENHOR, o dia da prestação de
contas com a humanidade e não há melhor convidado que a Igreja do Senhor, que
testemunhará esse grande e terrível dia.
NÃO SOU ECUMÊNICO (Texto do amigo e pastor Ciro Sanches Zibordi).
Não sou intolerante. Não sou extremista. Não sou homem-bomba. Não sou
belicoso. Não sou inimigo de católicos, kardecistas, muçulmanos, umbandistas,
judeus, budistas, testemunhas de Jeová, ateus, agnósticos, etc. Mas jamais
apoiarei o ecumenismo.
Por quê? Porque não posso deixar de anunciar que o Senhor Jesus Cristo é o único caminho para a salvação. Não posso deixar de pregar o q
ue Ele mesmo afirmou: “Eu sou a porta” (Jo 10.9); “Eu sou o caminho” (14.6); “Eu sou o Bom Pastor” (10.11); “Eu sou o pão da vida” (6.35), etc.
As pessoas têm livre-vontade e não são obrigadas a crerem como eu creio. Mas não posso deixar de anunciar o verdadeiro Evangelho. O Senhor Jesus não é uma das portas, um dos caminhos, etc. Ele declarou que é a porta, o caminho, para a salvação. Não existe outro Mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2.5). Não existe outro Advogado junto ao Pai (1 Jo 2.1,2). Aceitem os religiosos ou não, em nenhum outro nome há salvação (At 4.12). Respeito todas as religiões. Mas não posso deixar de pregar que Jesus é a luz do mundo (Jo 8.12), isto é, a única luz.
Algum cristão mal-informado poderá argumentar: “E o amor? Não é mais importante que tudo? Deus não tem uma aliança de amor com a humanidade? E arco-íris que Ele colocou no céu?” É um grande engano pensar dessa forma, pois o amor que o Senhor Jesus apresentou ao mundo é um sentimento casado com a verdade das Escrituras.
Sabe por que os cantores “glospel” (Globo+gospel) não pregam o verdadeiro Evangelho na televisão? Porque no dia em que eles disserem, em um programa como Esquenta ou Caldeirão do Huck, que Jesus Cristo é a única porta para salvação, nunca mais voltarão lá.
Não se iluda, caro leitor. Não existe aliança de amor divorciada da verdade. O Mestre dos mestres, Jesus Cristo, afirmou: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. [...] Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; [...] Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e o meu Pai o amará, [...] Quem não me ama não guarda as minhas palavras” (Jo 14.15-24).
Portanto, nesse terceiro milênio, serão conhecidos os verdadeiros servos do Senhor: aqueles que têm a coragem de dizer a todos — mesmo que pareçam intolerantes e desamorosos para com as outras religiões — que o Senhor Jesus Cristo é o único Salvador, o único Senhor, o único Mediador.
Pr. Ciro Zibordi
Por quê? Porque não posso deixar de anunciar que o Senhor Jesus Cristo é o único caminho para a salvação. Não posso deixar de pregar o q
ue Ele mesmo afirmou: “Eu sou a porta” (Jo 10.9); “Eu sou o caminho” (14.6); “Eu sou o Bom Pastor” (10.11); “Eu sou o pão da vida” (6.35), etc.
As pessoas têm livre-vontade e não são obrigadas a crerem como eu creio. Mas não posso deixar de anunciar o verdadeiro Evangelho. O Senhor Jesus não é uma das portas, um dos caminhos, etc. Ele declarou que é a porta, o caminho, para a salvação. Não existe outro Mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2.5). Não existe outro Advogado junto ao Pai (1 Jo 2.1,2). Aceitem os religiosos ou não, em nenhum outro nome há salvação (At 4.12). Respeito todas as religiões. Mas não posso deixar de pregar que Jesus é a luz do mundo (Jo 8.12), isto é, a única luz.
Algum cristão mal-informado poderá argumentar: “E o amor? Não é mais importante que tudo? Deus não tem uma aliança de amor com a humanidade? E arco-íris que Ele colocou no céu?” É um grande engano pensar dessa forma, pois o amor que o Senhor Jesus apresentou ao mundo é um sentimento casado com a verdade das Escrituras.
Sabe por que os cantores “glospel” (Globo+gospel) não pregam o verdadeiro Evangelho na televisão? Porque no dia em que eles disserem, em um programa como Esquenta ou Caldeirão do Huck, que Jesus Cristo é a única porta para salvação, nunca mais voltarão lá.
Não se iluda, caro leitor. Não existe aliança de amor divorciada da verdade. O Mestre dos mestres, Jesus Cristo, afirmou: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. [...] Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; [...] Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e o meu Pai o amará, [...] Quem não me ama não guarda as minhas palavras” (Jo 14.15-24).
Portanto, nesse terceiro milênio, serão conhecidos os verdadeiros servos do Senhor: aqueles que têm a coragem de dizer a todos — mesmo que pareçam intolerantes e desamorosos para com as outras religiões — que o Senhor Jesus Cristo é o único Salvador, o único Senhor, o único Mediador.
Pr. Ciro Zibordi
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