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terça-feira, 24 de setembro de 2013

EBD LC 13 - O Sacrifício que Agrada a Deus.

LIÇÃO 13 O SACRIFÍCIO QUE AGRADA A DEUS.
EBD para 29/09/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PARTICIPAÇÃO DA IGREJA NAS AFLIÇÕES DE PAULO.
II – REMINISCÊNCIA: O ATO DE DAR E RECEBER.
III – A OBLAÇÃO DE AMOR E SAUDAÇÕES FINAIS.


Em tempo:  Quando uma igreja está de coração aberto para ser tão generosa? Quando o seu pastor tem um coração aberto e sabe conduzir a igreja no mesmo sentimento, porém, se o pastor é um homem desatento a isto, a igreja naturalmente seguirá o seu líder. Assim como é o sacerdote, assim é o povo.

I – A PARTICIPAÇÃO DA IGREJA NAS AFLIÇÕES DE PAULO.
1.1        Os filipenses tomam parte nas aflições do apóstolo.
Seria bom que as igrejas na atualidade, fossem estimuladas a amar e ajudar os que trabalham na obra do Senhor e visivelmente dão suas vidas pela causa. Entendemos a complexidade disso, diante de tantos abusos.

1.2        O exemplo da igreja após o Pentecostes.
Lembramos que pelo menos, na comunidade apostólica não havia interesse de abraçar a riqueza. O amor era ensinado para vivê-lo intensamente e isso começava pelos apóstolos.

1.3        O padrão de amor para a Igreja.
Se a igreja não praticar o amor no seu melhor sentido, ela não experimentará as virtudes celestiais, salvação de almas, batismo com o Espírito Santo, milagres e bênçãos sem medidas para os filhos.


II – REMINISCÊNCIA: O ATO DE DAR E RECEBER.
2.1 Paulo relembra o apoio dos filipenses.
“Nenhuma outra igreja se comunicou comigo.”
-Qual a causa do desinteresse dessas outras igrejas.
-Como estimular uma Igreja a se dar.
-Se não ensinarmos isto, a inteireza da vida cristã, com certeza estaremos privando a Igreja de receber as bênçãos do Senhor.
2.2 O necessário para viver.
Esse não é o pensamento corrente desta geração. Os homens parecem nunca satisfazer suas vontades no tocante a receber, mas, se omitem na questão de dar. Uma verdadeira riqueza e nobreza do espírito quando Paulo diz: Bastante tenho, tenho abundância e cheio estou... Alguém já viu os bispos e apóstolos da modernidade usarem essas expressões? Precisa ser servo de Deus.

2.3 Não que procure dádivas.
Há os que aproveitam toda e qualquer oportunidade para fazer da igreja o seu trampolim e trem da alegria. O Senhor vem para cobra-los. Homens que só querem fama e dinheiro; são os empresários da fé.


III – A OBLAÇÃO DE AMOR E SAUDAÇÕES FINAIS.
3.1 A oblação no antigo testamento.
A palavra oblação no contexto refere-se ao sacrifício de amor praticado pelos filipenses. Foram bem ensinados e agora, o apóstolo colhia os frutos do seu trabalho.

3.2 A oblação e a generosidade dos filipenses.
 A gratidão é um sentimento maravilhoso de quem recebe, Paulo sabia ser grato e não tinha isso como uma obrigação da Igreja de Filipos.
Outra questão a ser observada é que para muitos, elogio é uma falta grave. Elogio é um estímulo para quem faz e não desperta a vaidade de ninguém. Claro que não vamos sair por aí, exaltando as virtudes de todo mundo, mas, convenhamos, é tão bom quando nos sentimos reconhecidos. Glórias ao Senhor.

3.3 Doxologia.
Doxologia  - literalmente, palavra de glória ou ainda forma litúrgica de exaltação a Deus, empregada para abençoar.
Assim, o autor chama nossa atenção para a maneira como Paulo lança sobre a Igreja, a palavra de bênção da graça do Senhor.


Estas lições foram bênçãos para nossa vida.

domingo, 5 de agosto de 2012

EBD/CPAD: A DESPENSA VAZIA. (05082012)

LIÇÃO 06 – A DESPENSA VAZIA.
EBD 05/08/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – LUTANDO CONTRA O IMPREVISTO.
II – DEUS AGE COM O QUE VOCÊ TEM.
III – A PROVIDÊNCIA DIVINA.
  
Em tempo: Um dos textos que aprecio muito em matéria de generosidade, encontra-se em Provérbios 21:13 “Aquele que tapa os ouvidos ao clamor do pobre, clamará e não será ouvido”. Esse é sem dúvida, o princípio da boa semeadura, conscientizar-se que fechar a mão aos necessitados é perder a oportunidade de participar das bênçãos do Senhor mesmo que alguns neguem isso.

I – LUTANDO CONTRA O IMPREVISTO.
1.1        A viuvez.
“Sem dinheiro e uma grande dívida, eis a herança de uma pobre mulher”, assim começa o autor para descrever a situação calamitosa daquela viúva.
No empobrecimento, fica muito complicado querer penalizar quem não contribuiu para isso, quem abraçou a fidelidade de conviver com um homem, cujo endividamento, não posso afirmar se foi produto da irresponsabilidade do marido ou contingências, deixou a viúva na penúria. Há situações em que famílias, premidas pela falta de alimentos, principalmente, recorrem ao uso do cartão de crédito para ir ao mercado suprir sua casa. Eu não gosto de jogar pedra nesses. Há na verdade, pessoas que acumulam dívidas por serem consumidores compulsivos e relapsos.

1.2        A dívida.
Não mensurada, fora o suficiente para aquela mulher preocupar-se com a possível escravatura, previsto na lei, como norma social, mas, que não representava a grande bondade de Deus. Aliada a essa lei, o código também sinalizava para o tempo de liberar o escravo com aquilo que lhe pertencia. O maior exemplo disso, além das recomendações bíblicas com os cuidados devidos ao empobrecido, temos a figura de generosa de Boaz (Rt2,3). Lv 25:39-43 observe-se atentamente, o verso 43 “Não te assenhorearás dele com rigor, mas do teu Deus terás temor”.

1.3        A solução.
A mulher foi ao encontro de Eliseu sabendo que teria uma resposta positiva ao seu apelo.
É muito dolorido quando uma pessoa, membro da igreja, procura socorro e o que encontra é o desdém à sua causa. Guarde-nos o Senhor que venhamos a fechar o coração para quem vivendo sincera e honestamente, caiu na esparrela do endividamento.

II – DEUS AGE COM O QUE VOCÊ TEM.
Não podemos também nos esquecer, que igreja, não é o ministério, que tem um papel social a cumprir, nós somos a igreja do Senhor.

2.1 A botija de azeite.
Há duas riquezas indispensáveis nas nossas vidas: Alguma reserva que no caso dela, foi a botija com um pouco de azeite como a viúva de Sarepta, também possuía, azeite e farinha e um bom relacionamento com vizinhos.
Relacionar-se com vizinhos, requer certos cuidados, mas, há pessoas e até cristãs, que não são capazes de sequer dar um bom dia para o seu vizinho. Amo cumprimentar meus vizinhos e trata-los com urbanidade.

2.1 A farinha na panela.
Quando o Senhor mandou Elias a Sidom, a casa da viúva de Sarepta, IRs.17:1, o texto diz que o Senhor ordenara uma viúva que sustentasse o profeta e como? A viúva estava um caco, mas, Deus contou com duas probabilidades, 1) Deus sabia da pobreza e muito mais ainda da generosidade da mulher e 2) O caráter do profeta, diferente de muitos que vão com objetivo de arrancar a pele da ovelha.
Tem crente, tão munheca, que o Senhor jamais mandaria alguém em sua casa. Cuidado, a avareza é uma forma de idolatria.

2.3 Cinco pães e dois peixes.
O ponto, refere-se a multiplicação dos pães e peixes com sobras, para mostrar que Jesus foi e ainda é o supridor das nossas vidas, não nos desestimula a lutar nem nega bem algum, mesmo que em determinados momentos conte com homens que duvidem do seu poder.

III – A PROVIDÊNCIA DIVINA.
3.1 No Antigo Testamento.
O Maná e a carne para o povo que murmurava contra o Senhor, a vida de José e sua ascensão ao governo egípcio, os pães da proposição para alimentar Davi e seus seguidores, as providências para alimentar o profeta Elias, através dos corvos entre outras, mostram que de Gênesis ao Apocalipse, o Senhor sempre teve cuidado com os homens.

3.2 Em o Novo Testamento.
Além dos milagres realizados pelo Senhor, entramos na era da Igreja pela porta de Atos, para descobrir que o evangelho, é da alma mas também do corpo. A igreja não dissociou a pregação, dos cuidados devidos par com o necessitado.

3.3 Na atualidade.
Varia de lugar para lugar, há pastores que são muito atenciosos com os necessitados e ainda buscam preservar a dignidade daqueles que buscam socorro na igreja, mas, já fui testemunha de verdadeiras humilhações infligidas, antes de se enfiar a mão no bolso. Devemos tomar cuidado para não humilhar quem depende da igreja. Nunca sabemos como será o dia seguinte em nossas vidas.

Conselhos finais.
Cuidado com a despensa vazia.



terça-feira, 13 de dezembro de 2011

BOAZ – UMA HISTÓRIA DE AMOR E GENEROSIDADE.

Temos muitas histórias na Bíblia que contemplam atos de amor e de generosidade; entre as várias, tenho admiração por tudo que representa Elcana, para nós, como cristãos e como maridos.
ISm. 1:8 Então Elcana seu marido, lhe disse: Ana, por que choras? E por que não comes? E por que está mal o teu coração? Não te sou eu melhor do que dez filhos?
Neste próximo ato, falamos de outro homem, não menos amante e não menos generoso; falamos de BOAZ.
Para que Deus possa operar entre os homens, invariavelmente ele precisa de dois corações: Um receptor e outro doador.
Um doador omisso, não serve para Deus, é necessário que além de pensarmos em atos de generosidade e pedirmos a Deus que governe e dirija o nosso coração, faz-se necessário sair ao encontro do sedento, pois, assim, fez Deus conosco, enviando o seu filho; caso contrário, estaríamos no mundo sem Deus, sem paz e sem salvação.
Um coração receptor, porém, cheio de orgulho, não vai alcançar qualquer benefício, pois, nunca, estará pronto para receber por dois motivos:  Há corações que se preocupam demasiadamente com a questão da humilhação e escondem as sua reais necessidades com receio que outros descubram sua “fraqueza” .  Há corações que recusam aceitar qualquer ato de generosidade por transigir com Deus, querer forçar a lei da reciprocidade, é preciso conhecer a hora de dobrar-se diante das adversidades; que o Apóstolo Paulo declarou que melhor coisa é dar do que receber, não temos dúvidas, todavia, o mundo não está sob o nosso domínio.
De outro lado,  uma mulher que ostenta o bonito nome de RUTE, moabita,   viúva de Malom, sem quaisquer direitos a cidadania entre os hebreus, porém, com um coração cheio de fé e o reconhecimento que o Deus dos hebreus era o único e verdadeiro;  certamente lição aprendida em convivência com a  sua sogra, NOEMI, viúva de ELIMELEQUE,  igualmente valorosa,  sábia, que soube acolher sem forçar situações, deixando para  suas noras o direito de escolher o destino.
RUTE faz a mais bela declaração de amor e fé quando diz a sua sogra NOEMI: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu DEUS é o meu DEUS; Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o SENHOR, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.
BOAZ, agora, como o principal personagem nesta reflexão,  vivia, tranquilamente na sua propriedade, plantava trigo nas suas terras e por providência do céu ele era parente do falecido marido de NOEMI, Elimeleque  e foi exatamente aí que NOEMI resolveu fazer a sua primeira incursão para colher algumas espigas.
As idas e vindas ao campo de BOAZ garantiu a sobrevivência da pequena família, além de, descobrir que BOAZ era parente próximo e, portanto, um potencial remidor de RUTH.
Temos aqui, dois problemas que precisavam de solução: Primeiro, sabia-se que pela lei, ele, BOAZ ou outro parente próximo, deveria remir RUTH da sua viuvez e dar-lhe descendência e o segundo problema era saber se BOAZ queria remir RUTH. Somos tendenciosamente desobedientes a tudo o que a Palavra de Deus nos ensina que devemos fazer, haja vista, que BOAZ sabia da preferência de outro parente e este, não estava nada disposto a entrar nessa sucessão.
BOAZ consultou seu outro parente por uma questão de respeito e reconhecimento da preferência, porém, seu coração já estava saturado de amor por RUTH e tão logo tomou conhecimento da recusa do outro remidor, tratou de casar-se com RUTH, dando-lhe um nome em Israel e uma descendência que além de resgatar o valor que ela tinha quando habitava em Moabe, inseriu-a na linhagem do MESSIAS, quando ela deu a luz a OBEDE, avô do rei DAVI.
LIÇÕES EXTRAIDAS:
1)      Ser cristão e não ser generoso é não ser cristão.
2)      BOAZ, um tipo de Cristo, como remidor das nossas vidas, dá-nos um exemplo de nobreza de espírito, semelhante ao “Bom Samaritano” outro tipo de Cristo.
3)      Se BOAZ fosse hoje, um “pastor presidente” ou um “pastor líder” eu diria que todos os seus liderados seriam mais afortunados,  pois,  a Bíblia nos ensina que não se deve atar a boca ao boi que trilha.
4)      Um evangelho desprovido desses sentimentos é pura palha seca.
5)      A falta desses sentimentos em nossas igrejas é que resultam nas desconfianças, divisões  e migrações constantes de membros, pois, se um crente não puder confiar na igreja onde congrega, figura do campo de Boaz, vai confiar em quem?
PENSEMOS NISSO!


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