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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO - EBD LÇ. 11 10/09/2017

EBD LÇ. 11  10/09/2017 “A SEGUNDA VINDA DE CRISTO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – OS EVENTOS DO PORVIR.
II – TERMOS BÍBLICOS PARA A SEGUNDA VINDA DE CRISTO.
III –  OS EVENTOS DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO.


 Feliz o que tem parte na primeira ressurreição para que não lhes pese o dano da segunda morte que tem caráter eterno. 



I – OS EVENTOS DO PORVIR.

1.1 Fonte de predição.

A Bíblia é a única fonte das predições, porém o maior problema visto em nossos  dias, são as pessoas quererem determinar tempo e hora por conta de fatos recorrentes à vinda do Senhor.

Vamos por em ordem os eventos citados pelo autor  para facilitar sua leitura na exposição:

- (ITs. 4:16-17)  O arrebatamento da igreja.
- (Mt.24:30 e Ap.1:7) A vinda de Jesus em glória.
- (Mt. 24:21) O juízo de Deus sobre a terra no fim dos tempos.
- (Is.62:2-3) O futuro glorioso de Israel.
- (Is.9:7) O reino milenar de Cristo.

Particularmente eu poria o “Futuro glorioso de Israel” logo após a vinda de Jesus em Glória; quando ele voltar com a igreja para reinar sobre o Monte Sião.

(Is. 62:2,3) “E os gentios verão a tua justiça, e todos os reis a tua glória; e chamar-te-ão por um nome novo, que a boca do Senhor designará. E serás uma coroa de glória na mão do Senhor, e um diadema real na mão do teu Deus.”.


1.2 O destino dos impérios da antiguidade.

Apenas um relato do autor para lembrar como todos os impérios caíram e cada um no seu tempo e vale lembrar o sonho de Nabucodonosor e a sua estátua (Dn.2:31-35) construída com materiais diferentes em cada parte do corpo realçando o poder das nações para terminar com os pés feitos, parte de ferro e parte de barro que sem dúvida trata do Império Romano com os seus dois polos de governo, em Roma e no Oriente, Constantinopla.

Particularmente, aplico esses dois elementos dos pés da estátua da seguinte forma; o ferro representando o poder político e o barro o poder religioso que dele saiu e que foi ferido uma vez, mas resistiu e chegou até nós. O poder religioso que foi ferido será definitivamente destruído na vinda do Senhor em glória.

O fato de Daniel ter visto a pedra cortada e que esmiuçou os pés como as outras partes, retratavam acontecimentos futuros, naquele tempo. Por isso não vou me incomodar se houverem pensamentos diferentes a respeito.

1.3 Sobre as diásporas judaicas.

O autor cita a diáspora e o retorno do cativeiro de Israel nos dias de Daniel, Esdras, Neemias e outros grandes nomes da história de Israel, porém o maior movimento de retorno dos judeus à palestina, se dará no milênio e causará impacto mundial.

(Zc.8:23) “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naquele dia sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco.”.

II – TERMOS BÍBLICOS PARA A SEGUNDA VINDA DE CRISTO.


2.1 Vinda.

PAROUSIA – gentilmente o autor escreve a forma de pronunciar; “parussia”  que significa: Chegada, presença, volta, advento e etc.

ÉRCHOMAI – “Ir” e também “vir” segundo o autor, o mesmo termo para ser usado nos dois movimentos, dependendo da referência ou ponto de partida e chegada.

2.2 Manifestação, aparição.

EPIPHANEIA.
O grego em comparação com a língua portuguesa e algumas palavras da língua inglesa só podem ser compreendidas  dentro de um contexto.

No original “Epihaneia” é usado para a primeira aparição de Cristo no seu nascimento e semelhantemente, na sua vinda para o arrebatamento ou ainda em glória. O autor cita vários textos em que se aplica a mesma palavra.
2Tm. 1:10, ITm.6:14 e Tt.2:13.

A forma aportuguesada é “Epifania” que  significa aparição ou manifestação, normalmente relacionado com o contexto espiritual e divino
  
2.3 Revelação.

O termo usado original é “Apokallypsis”

(Ap.1:7) REVELAÇÃO.
Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.”.

O texto acima retrata bem o caráter da revelação e é quando o Senhor se dará a conhecer no mundo inteiro.


III – OS EVENTOS DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO.

3.1 O arrebatamento da igreja.

O tópico está muito claro com relação a vinda do Senhor e o arrebatamento da igreja que pela sua grandeza, parece utopia, um sonho, mas a realidade é que está bem próximo pelas indicações bíblicas e vai encontrar muita gente desapercebida.

(Mt. 25:8) “E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.”.

Quanto ao fuso horário é algo surpreendente e só diz  respeito a nós que somos pequenos em relação ao universo e menor ainda em relação a Deus.

O nosso mundo gira em torno de si mesmo e em torno do sol proporcionando as quatro estações do ano e em torno de si mesmo, o dia e a noite e assim, podemos afirmar que:

Para Deus, não há dia nem noite, nem as quatro estações; tudo é a mesma coisa e já para nós, enquanto o oriente dorme, nós trabalhamos o que justifica:

(Lc. 17:34) “Digo-vos que naquela noite estarão dois numa cama; um será tomado, e outro será deixado.”.

 3.2 A vinda de Cristo em glória.
                                                                                             
A segunda vinda de Cristo ocorrerá em duas fases ou tempos:

1 – Sua vinda para o arrebatamento. Ninguém verá por conta da rapidez, todavia o desaparecimento de milhares de pessoas, causará pânico principalmente nos crentes que ficarem aqui.

2 – Ele volta com a sua igreja para reinar e todo o olho o verá.
Isto ocorre após a “grande tribulação” razão pela qual, os fieis e conhecedores da bíblia sabem que nada  pegará aqueles que estão aguardando a vinda do Senhor, no tocante a uma próxima guerra mundial com todas as consequências decorrentes.

Será estabelecido o milênio de paz quando Satanás e os demais que causaram perturbação na terra, estarão presos.



3.3 A grande tribulação.

O tópico 3.3 da lição é muito rico em referências bíblicas quando na forma da exposição dos fatos e para facilitar o ensino, quero por em ordem detalhada dos fatos.

1 – Toda essa movimentação em torno dos sistemas políticos, econômicos e religiosos, formaram a plataforma sobre a qual o anticristo vai reinar a partir de Jerusalém, porquanto, assentar-se-á no trono de Deus, querendo parecer Deus para enganar os judeus.

2 – Jesus vem e leva a Igreja para as bodas do Cordeiro que representa as núpcias (simbólica) de Cristo com a sua igreja.

3 – Cristo com a igreja em cima no céu e na terra, o Anticristo se dá a conhecer, fazendo um pacto com Israel, dizendo ser o Messias que tanto esperam.

4 – O tempo revelado está no livro de Daniel e suas setenta semanas.
Semanas representados por dias e na metade da semana, (três dias e meio) O Senhor despertará Israel que rompe os laços com o Anticristo e arrasta para si, uma grande tribulação, conhecida na Bíblia como “dias de angústia para Jacó”.

5 -  Jesus volta e livra Israel abreviando os dias do seu sofrimento ou angustia.

6 – Até o final do milênio, Jesus reina e a igreja ainda se mantém como igreja. No término do milênio, o Senhor entrega o reino ao Pai e vem o julgamento final quando a igreja deixa de ser igreja para que sejamos tratados de forma individual no julgamento final, quando não haverá condenação para os salvos em Cristo.

Novos céus e nova terra e aí, tudo estará concluso; todo o plano de Deus está devidamente concluído. Os mansos herdarão a terra.

Deixo de citar as sequências bíblicas por serem do conhecimento dos professores e parte delas, está no comentário da lição.

3.4 O tribunal de Cristo e as bodas.

1 – O  julgamento das obras de cada um e a entrega do galardão.

Há quem ensine (erroneamente) que este julgamento será a separação dos bodes e das ovelhas.

Não tem a ver com isso porquanto essa separação só diz respeito ao julgamento das nações, sobre aquelas que foram ou não, benevolentes com o povo de Israel e que serão tratadas no governo de Cristo, da maneira como trataram Israel.

Mateus 25:32-36;

E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;

Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver.

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