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domingo, 5 de novembro de 2017

A SALVAÇÃO PELA GRAÇA - EBD LÇ. 7 12/11/2017

EBD LÇ. 7  12/11/2017 “A SALVAÇÃO PELA GRAÇA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – LEI E GRAÇA.
II – O FAVOR IMERECIDO DE DEUS.
III –  O ESCÂNDALO DA GRAÇA.


O dinheiro perde  o valor, mas a salvação tem o preço eterno, o sangue de Cristo.
 
 I –  LEI E GRAÇA.


1.1   O propósito da Lei.

Neste primeiro ponto já encontramos uma riqueza de informações, desconhecidas por muitos:

1 – A lei não trata apenas de “normatizar” a vida do povo judeu.
2 – Existem aspectos da lei que continuam válidos até hoje, em plena dispensação da graça.
3 – Não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho entre outras ordenanças legais, preservam-se pelos valores morais e éticos que estão intimamente ligados a doutrina da santificação.

Não há o que tirar.

   
1.2 A Lei nos conduziu a Cristo.

Para o povo de Israel em particular e para nós em geral, a Lei se revestia de ordenanças que deveriam propiciar a aproximação do homem a Deus e consequentemente a salvação.

Ao longo dos anos seguintes, após a promulgação da Lei que se deu no ato de entrega ao povo para que a cumprisse, verificamos a incapacidade da mesma promover qualquer melhoria interior considerando que o coração do homem sempre esteve dividido entre o bem e o mal; daí a expressão de Paulo:

(Rm. 7:7 “Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.”.

Assim, o reconhecimento do pecado pela Lei nos fez perceber a carência de Cristo na vida interior.

Diz o autor: “Quando a Lei se faz a própria justiça do homem como mérito dele, ela se torna  depreciativa” . Isto leva a compreender que na Lei existe o mérito do homem enquanto na Graça, o mérito é de Cristo que pagou o preço da redenção.

1.3 A graça revela que a Lei é imperfeita.

Diz o autor que Paulo constata a superioridade do Espírito em relação à Lei.

Com razão!  Podemos esquecer algum mandamento, mas a graça nos mostra sempre o que somos e como estamos vivendo com a diferença que a Graça, mostra a solução para os problemas enquanto a Lei, apenas apontava o pecado e pelo pecado, a morte

II – O FAVOR IMERECIDO DE DEUS.

2.1 Superabundante graça.

Não há homem no mundo capaz de compreender pela “razão”  o alcance da graça de Deus sobre o homem. A prova que temos, são os piores elementos da sociedade, devidamente transformados pelo evangelho, vivendo em novidade de vida; inteiramente recuperados como cidadão, esposo, pai de família e profissional.

2.2 Fé e graça.
                                               
A graça pode ser comparado ao “salvo conduto” que permite passar as fronteiras do mundo para uma nova vida e a Fé, a certeza que nossa caminhada não será interrompida e mais ainda; a certeza que somente pela graça chegaremos na eternidade com Deus.

2.3 A graça não é salvo conduto para pecar.

A graça não abre espaço para o pecado em nossa vida por um importante motivo:

Quem alimenta a graça em nossa vida é o Espírito Santo que não pode ser entristecido e disso sabemos.

Lembrar aos alunos que quem vai agir em nosso corpo, transformando-o  para o arrebatamento é o Espírito Santo e que causar-lhe tristeza resultará no seu afastamento e consequente perda de embarque, na viagem celestial.

“(..)  não retires de mim o teu Espírito Santo”. Salmo 51:11.


III – O ESCÂNDALO DA GRAÇA.


3.1 Seria a graça injusta?

Segundo que lemos no profeta Isaias!

(Is. 64:6) “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam.”.

Só resta compreender o quanto a justiça do homem é incapaz de o conduzir a Cristo e assim, ser uma loucura para os que perecem.
                                                                
(ICo. 1:18) “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.”.

A Lei é excludente e a graça também se tentarmos nos justificar pela lei ou pelas obras. Ef. 2:9.


3.2 A divina graça incompreendida.

Há três pontos importantes neste tópico que precisam ser considerados para que entendamos a razão da incompreensão sendo dois deles, citados pelo autor:

1 – O autor considera ser humanamente impossível o homem retribuir a salvação prometida e alcançada.

2 – “Se fosse possível, já não seria graça”.

3 – Por conta da doutrina da eleição, muitos entendem equivocadamente que o homem é alcançado pela graça sem que mova  os sobrolhos e também, não pode dizer que “aceitou Jesus, pois um morto não aceita nada e é Jesus quem o busca por conta da eleição.

O gesto do homem em procurar conhecer o Deus da graça é um gesto aceito por Deus por conta do “livre arbítrio” senão, vejamos:

Jo.4:16 – “Chama o teu marido e vem cá...”. Ação do homem.
Mt.22:3 – Os convidados recusaram o convite para as bodas.
Lc. 14:23 “Força-os a entrar; quero que a minha casa se encha”. Ação do homem.

Morte espiritual não significa aniquilação e sim, separação nem tampouco rouba a capacidade de pensar         , de aceitar ou recusar o convite.

Pela ótica divina: (IPd. 1:2) “Eleitos segundo a “presciência” de Deus Pai, (...)”.
                                       

3.3 Se deixar presentear pela graça.

Explica o autor a as razões pelas quais o mérito humano não tem lugar a esta graça:

Se fosse possível pagar ou ter atitudes que pudessem de alguma forma recompensar Deus, não seria graça, mas uma ofensa ao Espirito Santo da graça.

O preço foi totalmente pago pelo Senhor e não foi pouco.

(IPd.1:18-19) “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais,  mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado,”.





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