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sexta-feira, 13 de março de 2015

EBD LÇ11 NÃO DARÁS FALSO TESTEMUNHO

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 15/03/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O NONO MANDAMENTO.
II – O PROCESSO.
III – A VERDADE.
IV – O CUIDADO COM A MENTIRA.



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: O falso testemunho é uma desonra e devemos evitar circular por esse caminho sombrio.


I – O NONO MANDAMENTO.

1.1 Abrangência.

No campo do processo legal o falso testemunho é tratado como ato lesivo ao direito de outrem, tratando-se, portanto, de crime.

O ato lesivo não é considerado crime apenas nos testemunhos em tribunais sobre cujos testemunhos, o juiz decidirá a favor de um ou de outro; ele começa na relação entre pessoas, interpessoais, causando prejuízos econômicos, quando provoca a perda de emprego de alguém e moral quando destrói relacionamentos.


1.2 Objetivo.

Assim descreve o autor: “...em defesa da fé e da honra...”.

Proteger a honra e a boa reputação de alguém.

Não divulgar notícias falsas nem compartilhar independente dos interesses dos agentes que construíram o falso testemunho.

Interesses não faltam quando se trata de prejudicar o semelhante e mais pessoalmente no nosso caso, um irmão prejudicar outro somente para obter “vantagens” e mostrar-se útil.


1.3 Contexto.

Perceba-se que Deus criou os mandamentos e este em especial para que houvesse paz entre os homens. Divulgar mentiras é promover guerras.
Na questão do contexto, o autor abre espaço para esclarecer a atuação dos juízes em Israel e o papel deles, diante de Deus como representantes de Deus nos tribunais daí, a razão de Samuel ter chamado o povo à confrontação do seu papel como juiz em Israel. ISm. 12:3.

Lembremo-nos que antes da lei e da constituição das cortes de justiça, os patriarcas julgavam o povo baseado em leis morais e na própria cultura.

Deus colocou na mente e no coração dos homens, o senso de justiça.

II O PROCESSO.

2.1 Responder em juízo.

O autor trata como característica forense o que é usado no julgamento na corte, daí, o falso testemunho não ser apenas dizer, mas, responder pelo peso verbal de “anah” como dizer e responder. Pode-se dizer ou responder com falso testemunho.

Certamente o autor cita 2Sm. 1:16 para dar exemplo como “resposta” da própria boca ao ser interrogado por Davi, não obstante, o autor relatava a verdade dos fatos.


2.2 Falso Testemunho

O falso testemunho sob qualquer circunstância repousa sobre a mentira ou a inverdade.

Segundo o autor e pela força do termo hebraico “emedshaw” o falso testemunho diz respeito a declaração conscientemente falsa, sem valor, sem valor, no aspecto material e moral.



2.3 O próximo.

O próximo é sempre o mais próximo, o mais intimo. O autor cita Mt. 22:39 quando Jesus é interrogado sobre o maior mandamento da lei; pode parecer fora do contexto da lição, todavia, o autor toma como referência para mostrar  alcance da lei de Deus.

Alguns pontos da lei mosaica, dizem respeito unicamente ao povo de Israel, mas, os mandamentos que são bons e justos, no tocante a questões morais, tem alcance universal, obviamente o povo chamado gentio, não é habituado a preocupar-se com a lei de Deus, salvo, os crentes fieis,


III – A VERDADE.

3.1 Antigo Testamento.

A coisa enganosa não se sustenta por muito tempo. Quem fala a verdade, não tem qualquer dificuldade  de repeti-la sem qualquer alteração tantas vezes quanto forem necessárias.

Segundo o autor, a verdade (emet – hebraico) dá origem a “hemuná, hb.”;  fé,  fidelidade, firmeza e amém.

Que sejamos sempre verdadeiros por que o nosso Deus é verdadeiro e Deus da verdade. Jesus sempre uso “verdade” repetidas vezes.

3.2 Novo Testamento.

Na riqueza do vocabulário grego, citados pelo autor, as palavras tomam forma, aparentemente mais consistentes para nossa compreensão, mas, não diferente daquilo que nos oferece o texto que tem origem no hebraico.
Assim, podemos dizer que em qualquer idioma e em qualquer tempo, verdade é sempre verdade e caracteriza o individuo que ama a justiça.


3.3 O que é a verdade?
Pergunta Pilatos ao Senhor.

Há cinquenta anos detenho-me sobre esse texto e é para mim uma eterna incógnita. A pergunta, o silêncio e a resposta que parece não terem saído dos lábios do Senhor, deixando-nos a impressão que ao perguntar e obviamente olhar para o Senhor, nos remete ao monte quando Judas abriu caminho para os soldados e um destes respondeu a pergunta do Senhor: “A quem buscais? Jesus o Nazareno; sou eu responde o Senhor; recuaram e caíram por terra, João 18:4-6. Estavam diante de Deus.

IV – O CUIDADO COM A MENTIRA.

4.1 As testemunhas.

A abordagem do autor tem grande valor, reveste-se de muita importância, pois, a recomendação do Senhor ao seu povo, vale pra os nossos dias senão vejamos:

“Não aceites acusação contra o presbítero, senão, com duas ou três testemunhas”.  ITm. 5:19.

Há muitas vozes em nossos dias; verdadeiras e mentirosas. As verdadeiras são quase sempre frágeis.

4.2 Os danos.

Os danos são sempre irreparáveis e os causadores, como sempre, inconscientes do mal criado.


4.3 O pecado da mentira..

Há muitos pecados ligados a área da moral humana e que nunca são julgados pela igreja; são pecados internos e a mentira só é percebida quando destrói uma vida. Uma pena.


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