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domingo, 15 de abril de 2012

EBD 04 - ESMIRNA, A IGREJA CONFESSANTE E MÁRTIR


LIÇÃO 04 – ESMIRNA, A IGREJA CONFESSANTE E MÁRTIR.
Para o dia 22/04/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ESMIRNA, UMA IGREJA MÁRTIR.
II – APRESENTAÇÃO DO MISSIVISTA.
III – AS CONDIÇÕES DA IGREJA DE ESMIRNA.

Em tempo: Das sete cartas, todas com alguma censura da parte do Senhor ao anjo dessas igrejas, duas se destacam de forma singular, por não haver qualquer reprimenda: Esmirna e Filadélfia.
A primeira seria chacoalhada por grande perseguição em seu território, já, a igreja de Filadélfia, estaria entrando em um cenário de crise e perseguição de caráter mundial e escatológico.
É comum as pessoas me perguntarem se todas as igrejas são iguas ou há diferenças, achando que pelo fato de ter passado por algumas, tenha a resposta.
Tecnicamente, as igrejas se diferenciam em vários aspectos, mesmo sendo da mesma denominação e ministério. Há duas questões fundamentais para entendermos isto:
A primeira questão está basicamente nas orientações recebidas quando da sua fundação como igreja ou ajuntamento. Elas tendem a manter o ritmo inicial. A segunda é a variação sofrida pela visão que cada pastor tem. Bom seria se houvesse um ensinamento alinhado ao pensamento do ministério, mas, isso não acontece e quanto maior a denominação, maiores as diferenças.
Filadélfia se completa com Laodicéia como se representassem um único período final. A primeira de crentes fieis, batalhadores, pacientes e esperançosos e a segunda de crentes, frios, materialistas, soberbos, que se acham muito importantes e ricos e caem em desgraça pela reprovação consignadas pelo Senhor.

I – ESMIRNA, UMA IGREJA MÁRTIR.
Excelente comparação o autor faz na introdução desta matéria: Se Laodicéia é a cara do mundo, Esmirna é o rosto de Cristo.

1.1        Esmirna, uma cidade soberba.
A Mirra que significa amargo era um dos principais produtos da sua economia, juntamente com o porto, faziam da cidade um elo importante no escoamento de mercadorias e de ligação comercial. Na Bíblia, a mirra está associada a Cristo em dois grandes momentos: Como um dos presentes dados pelos magos e na cruz, tendo recusado beber a mistura, para aplacar a dor lancinante. Assim, associa-se a igreja por suas lutas, a mirra produzida, uma vida amarga, cheia de tribulação que o autor considera como figura de “uma igreja confessante e mártir”.

1.2        A igreja de Esmirna.
Como as demais cidades da Ásia Menor, Esmirna é fruto do movimento apostólico protagonizado por Paulo e seus companheiros. Quando o Senhor a descreve como igreja pobre, no sentido econômico, nota-se que os crentes de Esmirna, não eram oportunistas e isso é sempre sinônimo de oposição à sociedade opulenta, interesseira e materialista, porém, sua riqueza estava na fidelidade a Deus.
Os crentes que hoje lutam pela fidelidade, abrem mão de muitas oportunidades, de ganho fácil e amizades que aparentam grandes resultados econômicos, causa do sofrimento de muitos.
O autor menciona Policarpo e assim foi este nobre servo de Deus, um dos mais notáveis bispos de Esmirna que pagou com a própria vida, sua fidelidade a Cristo. Muitos hoje preferem a política da boa vizinhança.

1.3        Esmirna, confessante e mártir.
Observe o comentário do autor, e considere ainda que nos dias atuais, está a disposição da igreja duas formas de vida, dependendo da nossa escolha: Se nos mostrarmos amigos do mundo, o mundo fará de conta que nos ama e vai nos levar em “banho maria” com elogios e aplausos a nossa atitude convenientemente confortável. Se começarmos a atacar o mundanismo e a pregar o evangelho com veemência, o mundo mostrará a sua verdadeira cara. Tudo uma questão de escolha. Tiago disse que quem quer ser  amigo do mundo, constitui-se inimigo de Deus, Tg 4:4.
Hoje temos aí, grupos que abraçam o ecumenismo, agora, com nova cara e nova nomenclatura: “Gospel”. Tudo é Gospel.
Não sou contra qualquer grupo evangélico, mas, tem aí um café com pastores que não separa joio do trigo. O que importa é ser amigo da casa.



II – APRESENTAÇÃO DO MISSIVISTA.
A Bíblia diz que ele (JESUS) não teve por usurpação o ser igual a Deus, portanto ele pode perfeitamente subscrever a sua carta a igreja como sendo o Primeiro e o Último.

2.1 O primeiro e o último.
Faça uma leitura rápida desse tópico. Muito interessante a abordagem.
PRIMEIRO = Por que não houve ser comparado a ele, ungido com óleo de alegria mais que qualquer dos companheiros e o Pai ainda manda que todos os seus anjos o adorem Hb.1:4-9. A ele, pois, TODA GLÓRIA.
ÚLTIMO = Todo o poder foi-lhe entregue no céu e na terra. Mt. 28:18. Jesus ainda não reinou convenientemente para mostra a esse mundo perdido quem realmente ele é. Isto ele fará no milênio juntamente com a sua igreja. Hoje o mundo deveria abrir o coração para conhece-lo pela fé como nós por sua graça e bondade, o recebemos.
No juízo final, ele não precisará julgar, pois suas palavras já tem julgado o mundo porquanto não crêem nele. O juízo final será para sentenciar o pecador.

2.2 Esteve morto e tornou a viver.
Mt. 10:28 sustenta o que o Apóstolo Paulo escreve na carta aos Romanos 8:18 “... As aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada”.
A maior vitória do cristianismo está na ressureição de JESUS; é a garantia de que cremos em um Salvador vivo e que nos dará o escape e uma grande vitória na hora da tentação que há de vir sobre o mundo.
Assim como Jesus venceu, também nos garante vitória, mesmo que essa vitória exija a nossa pele em sacrifício.


III – AS CONDIÇÕES DA IGREJA DE ESMIRNA.
3.1 Tribulação.
O autor considera a nossa tribulação, um legado que recebemos do Senhor Jesus. Pode ser que alguém lendo rapidamente, não entenda o que o autor quer dizer com isto. O evangelho traz consigo, a certeza da perseguição, porém o Senhor nos chama de bem aventurados Mt. 5:11. Os ensinamentos bíblicos no tocante a esse legado, contraria toda falácia dos pregadores modernos que insistem em oferecer aos crentes um evangelho de prosperidade.
Em Jo 16:33 está registrado o que Jesus disse: “No mundo tereis aflições, mas, tende bom ânimo, eu venci o mundo”.

3.2 Pobreza.
“Conheço a tua pobreza, mas, tu és rico”.
Pergunte aos seus alunos se essa afirmação encontra eco nas pregações fantasiosas que ouvimos freqüentemente na televisão.

3.3 Ataques dos falsos crentes.
O que o autor descreve neste ponto e adverte para os acontecimentos do nosso tempo, nos permitiria dizer que somos a igreja de Esmirna; o fato de termos pessoas influentes em nossas igrejas, não muda a verdadeira realidade; a pobreza nos ronda, por que não ignoramos o jogo bruto da economia que de vez em quando, facilita o consumismo dando a impressão de bem estar, mas, a sociedade pisa em plataforma de fundo falso, o exemplo ocorrido recentemente na economia americana, fazendo com muitos perdessem suas casas para morar literalmente na rua, mostra o outro lado do poder e da ganancia dos homens.

2 comentários:

  1. Irmão Genivaldo, estive a ver algumas coisas em seu blog, e dou graças por haver homens que se interessam em divulgar a Palavra de nosso Deus. Desejo deixar um convite, tenho um blog com o nome de Peregrino e Servo, se desejar fazer parte, eu ficaria radiante em tê-lo como meu amigo virtual, isto é se desejar, se não ficamos amigos na mesma. Decerto irei retribuir seguindo o seu blog também. Um obrigado e muita paz e graça do Senhor Jesus.

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    Respostas
    1. Antonio.
      Paz em Cristo.
      Envie para o meu correio pessoal "gtmcont@bol.com.br" os teus endereços, blog e face se tiver.
      grato

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