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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

EBD LÇ.4 A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 26/10/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL.
II – O DESAFIO A IDOLATRIA.
III – A FIDELIDADE A DEUS ANTE A FORNALHA ARDENTE.



 PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Fosse nos nossos dias, somos tão politicamente corretos que arranjar-se-ia uma maneira de dobrar meia perna na adoração para escapar da fornalha.


I – A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL.

1.1 A grande estátua.

Os indicativos proféticos contidos na história dessa estátua,  remete-nos para o final dos tempos quando se fará uma imagem à besta e exigir-se-á  que a adorem. Ap. 13:15. Melhor subir na vida do Senhor que ficar aqui para rever a cena.

Há muitos que buscam adoração sem precisar de estátua. Aí seria demais.


1.2 A diferença entre as estátuas.

A primeira,  fruto do sonho do rei com profundo significado profético para o que viria, os grandes impérios e o final dos tempos; já a segunda estátua, o rei não perdeu tempo e mandou edifica-la para que todos a adorassem como tributo ao seu nome.

A soberba encheu o coração do rei como acontece em nossos dias quando se conquista popularidade.

Popularidade e poder são dois amargos venenos para entorpecer a mente humana e afastar o nome de Cristo do centro da adoração.

1.3 A inauguração da estátua de ouro.

Ser adorado como deus sempre foi o tempero dos grandes imperadores, principalmente dos egípcios que já deixavam à sepultura pronta para serem recebidos e recebidos onde, todos nós sabemos.

Lúcifer plantou a sua semente e através dos séculos ela germina em muitos corações. O último coração a ser fertilizado de maneira plena será o coração do Anticristo.
  

II – O DESAFIO A IDOLATRIA.

2.1 A ordem do rei a todos os seus súditos.

É importante refletir sobre a soberba que tomava conta do coração dos históricos imperadores; a satisfação pessoal em construir algo que engrandecesse o nome deles.

Sempre nos poupamos de aproximar líderes religiosos do nosso tempo ao espírito desses imperadores, porém, penso que seria covardia não mostrar essas semelhanças. Muitos constroem magníficos templos e mesmo sem arrogar para si, a grandeza do nome, essa vontade é muito visível.

Quantas pequenas igrejas sofrem por má assistência dos seus ministérios e ajuda-las, não dá ibope.

Ser adorado como divindade é outra revelação da face oculta da personalidade humana; o ar de satisfação quando se fazem elogios públicos.

São Paulo tem hoje “um templo” chamado de templo de Salomão e um nome sobre ele.

Não sei se podemos chamar os católicos de idolatras sem olhar para o nosso rastro para não dizer “rabo”.


2.2 A intenção do rei e o espírito do Anticristo.

Há uma referência direta; a obra de Nabucodonosor aponta para a adoração consentida à besta que se levantará nos últimos dias, assentando-se no trono de Deus (na cidade santa, na terra) dizendo ser e querendo parecer Deus. 2Ts 2:3-4.

Muitos agem de forma semelhante, esquecem que a graça, verdade e poder vêm do Senhor, como uma concessão ao homem e não como propriedade; não somos deuses.

 2.3 Coragem para não fazer concessões à idolatria.

Todos conhecemos o relato bíblico que envolve os três jovens amigos de Daniel; Hananias, Misael e Azarias ou Sadraque, Mesaque e Abedinego. A decisão deles em não adorar, serve de lição para muitos crentes em nossos dias que alegam dificuldades de servir a Deus em determinadas circunstâncias.

 III – A FIDELIDADE A DEUS ANTE A FORNALHA ARDENTE.

3.1 Os jovens hebreus foram acusados e denunciados.

Este ponto dá margem a muita discussão e reflexão.

Nenhum de nós está isento de sermos vítimas de denuncias que causem danos a vida cristã; já sofri essas coisas, todavia, devemos nos manter serenos em qualquer situação, pois, nada se pode contra a verdade senão pela verdade e não podemos perder a confiança naquele que tudo pode e nos acompanha a curtíssimos passos.

A ele, toda glória.


3.2 A resposta corajosa dos jovens hebreus.

Os jovens sabiam que a fidelidade a Deus é algo inegociável, diz o comentador.

O lado belo da vida cristã, é saber que podemos fazer muitas coisas e saber que não devemos fazer todas as coisas.


3.3 Reação à intimidação.
A resposta dos jovens ao rei mostra; educação, firmeza de caráter e decisão sem enrolação; foram direto ao ponto.

-O Deus a quem servimos é quem nos pode livrar.
-Ele nos livrará da fornalha e da tua mão,

Emendaram com uma resposta digna de nota, diante das cansativas mensagens dos pregadores da prosperidade que dizem não aceitar a derrota nem uma vida carregada de provações.

“...e, se não, fica sabendo ó rei que não serviremos aos teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste”.

Precisamos de mais alguma coisa, diante dessas verdades e afirmações de fé?

Guarde-nos o Senhor.



sábado, 18 de outubro de 2014

EBD LÇ.3 O DEUS QUE INTERVÉM NA HISTÓRIA

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 19/10/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SONHO PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR.
II – A ATITUDE SÁBIA DE DANIEL.
III – DANIEL CONTA O SONHO E INTERPRETA-O



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Sempre digo que Deus trabalha por exceção e nós por regras. Nas exceções, Deus faz como quer, usa quem quer e nunca perguntaremos por que.

 I – O SONHO PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR.

1.1 O tempo do sonho.

O autor explica a aparente divergência de datas considerando o tempo de permanência de Daniel no palácio e a declaração bíblica do tempo de reinado de Nabucodonosor. A forma de contar o tempo à semelhança do terceiro dia da ressurreição de Cristo.


1.2 A habilidade dos sábios é desafiada no palácio.

É comum esquecermos um sonho, talvez não um sonho como o de Nabucodonosor pela sua magnitude, já que muitos sonhos decorrem das preocupações diárias, porém, esse, devia conter alguma informação a mais e o rei queria saber, pior que ele tinha se esquecido do conteúdo do sonho. Não é forçar o sentido para perceber que a mão de Deus estava sobre esse sonho e principalmente sobre o esquecimento. Deus queria usar uma das suas exceções; fazer como queria.

1.3 O fracasso da sabedoria pagã.

Em todo tempo, nunca faltou adivinhos para todos os gostos e a adivinhação era uma das proibições da parte de Deus ao seu povo, daí, a razão de Daniel buscar em Deus a precisa revelação e não contar com a habilidade humana para agradar a quem quer que fosse principalmente o rei. Quantos há que gostam de dar interpretação a sonhos e acabam induzindo pessoas ao erro.



II – A ATITUDE SÁBIA DE DANIEL.

2.1 A cautela de Daniel.

Prudência e conselhos nessa hora servem de bom remédio. Durante o meu ministério, era comum ser procurado por irmãos que contavam seus sonhos e sempre procurei primeiro; desmontar as preocupações em torno dos sonhos e depois, avaliar se realmente havia algum sentido e na maioria das vezes, não havia sentido, portanto, nada de enrolação em uma hora dessas.

2.2 Deus ainda revela mistérios.

O sonho é uma forma ou canal de comunicação de Deus para o homem e quando Deus quer revelar algo através dos sonhos, ele o faz. Há sentido na revelação.

2.3 O caráter profético do sonho de Nabucodonosor.

O sonho continha a revelação de acontecimentos dos quais, ainda aguardamos o cumprimento final ou total. Daniel adorou a Deus e fez o rei compreender que tudo aquilo procedia de Deus a quem deveria ser dada toda glória e honra.
Nestes dias, muitos agem com a aparência de quem quer glorificar o Senhor, todavia, babam na expectativa de serem reconhecidos como homens de Deus. Lamentável.


III – DANIEL CONTA O SONHO E INTERPRETA-O

3.1 A correta descrição do sonho.

O autor descreve neste ponto, o sentido de cada parte do corpo da estátua como está na Bíblia, dando ênfase a pedra que foi cortada, sem mãos e lançada contra a estátua despedaçando-a por completo de tal maneira que se fez um montão e encheu toda a terra.

3.2 A interpretação dos elementos materiais da grande estátua.

Neste ponto o autor comenta sobre cada parte da estátua e seu significado;
a) Cabeça de ouro, o império babilônico.
b) Peito e braços de prata, império medo-persa.
c) Ventre e quadris retratam o império grego de Alexandre magno.
d) Pernas de ferro e os pés,  parte de ferro e outra de barro, representando o império romano.

Quanto aos pés da estátua, temos alguma coisa a mais, pois, Daniel diz ao rei o sentido dessa aproximação de matérias, mas, perceba-se no verso 43 do capítulo 2 que Daniel fala que a parte de ferro misturada com barro de lodo significa a mistura com semente humana. O que o profeta queria dizer sobre isso?

Já vimos que noutro sentido, ferro e barro falam da força e da fragilidade do mesmo reino, o romano.

O que vou falar a seguir, não obriga a ninguém acompanhar o meu pensamento de muitos e muitos anos, todavia, espero em Deus que seja realmente útil e isso, exigiria não seis linhas, mas, quem sabe um livro sobre essa abordagem.

O império romano foi diferente de todos os anteriores; cresceu, criou a capital do império romano oriental em Constantinopla, antiga Bizâncio.

O império romano agigantou-se exatamente no período do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo e antes de ser totalmente destruído, abriu as portas para o cristianismo, assim, podemos dizer que o império romano não tinha apenas duas capitais, tinha o sentido político e o espiritual que se misturou com semente humana através do papado. Foi ferido de morte, mas, reviveu e tem dado mostras da sua influência no mundo religioso dos nossos dias, até que Cristo venha e consuma a sua destruição sobre esse reino ou império romano espiritual.

3.3 “A pedra cortada, sem ajuda de mãos”.

A pedra cortada, muito bem explicada pelo autor, mostra o poder de Cristo vindo para o domínio final pelo seu reino.



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