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sexta-feira, 4 de maio de 2018

O SUICÍDIO E A SALVAÇÃO - Supl.subsidiário à "Ética e Suicidio".Lç.6


O SUICÍDIO E A SALVAÇÃO.
Pensamento suplementar à lição 6 EBD das AD 06/05/2018 "Ética Cristã e Suicídio".

O presente texto visa de certa forma suplementar a lição n° 6 “Ética e Suicídio”  diante de tantas especulações e perguntas sem respostas para caso.

1 – A SALVAÇÃO.          
         
A salvação deve ser compreendida à luz da Bíblia e nunca da razão, pois a razão humana trai a eficácia da morte de Cristo e a sua graça comprada por um preço tão alto em favor da humanidade.
Cristo se colocou entre Deus e os homens como mediador de uma nova aliança (ITm, 2:5 e Hb.12:24).

O novo nascimento que decorre da fé no nome de Jesus e a palavra falada pelos apóstolos (Jo.37 e At. 10:43) é a base do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. O único esforço do homem é ouvir, aceitar e confessar. A vida cristã cresce na medida do conhecimento de Deus e das obras praticadas conforme a sua palavra  (Co.3:13 e Mt 3:8).

A salvação de uma vida não pode ser discutida e  julgada em uma mesa de debates, pois  somente Deus conhece o ser humano  (Sl.139:16), todavia os intrigados caminhos da salvação, sim, podemos discutir e buscar conhecer cada vez melhor.

2 – AS LUTAS INTERIORES.

Há muitas pessoas que afirmam que o crente salvo não pode ser acometido por  determinadas doenças e no passado, algumas como o câncer era logo descartada e dizia-se ser uma doença maligna, posta pelo inimigo e que pessoas vitimadas, tinham que buscar o arrependimento pela confissão de algum pecado.

Hoje, conhecendo a qualidade vida, o uso de pesticidas e medicamentos aplicados nos animais, sabendo o quanto estamos fragilizados no corpo.

Doenças mentais e psicopatologias nem pensar, mas sabemos de casos como síndrome pós parto como exemplo e outras patologias clínicas a que estamos sujeitos, crentes ou não.

2 – AS PRINCIPAIS PATOLOGIAS.

A doença psíquica  desestrutura o seu portador e temos como exemplo, a forte incidência em policiais de batalhões ostensivos que agem contra a criminalidade e que em confrontações, matam ou morrem.

Há situações que provocam uma verdadeira síndrome de pânico entre outros pavores.
Quando escrevo, abro pesquisa e leio:  Corporações do DF afastam 895 policiais por transtornos psicológicos.”.  Os casos são apurado e julgados pela corporação. Fonte: G1. E há inúmeras informações a respeito do assunto para quem se interessar.

Informa-se que quase 100% dos suicidas tinham transtornos mentais não diagnosticados.

DEPRESSÃO – Já lidei com pessoas próximas depressivas e sei bem o que significa. Um pai me disse: “Fiquei quatro anos sem falar sobre o assunto e agora já começo a falar; meu filho pulou da janela do nosso apartamento, 25º andar para a morte.  Se eu soubesse que depressão não era frescura eu o teria ajudado”.

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR – Caracteriza-se pela rápida mudança de humor com picos depressivos.

Em seguida, transtornos causados por vícios diversos como a dependência química e  alcoólica.

3 - SALVOS  E NÃO SALVOS.

Quem recusa o amor da verdade para se salvar, viverá e morrerá na sua incredulidade e isso nada tem a ver com religião,  mas com a revelação do Evangelho de Cristo.

O Evangelho é pregado à toda criatura; disse o Senhor: “Quem crer e for batizado será salvo e quem não crer, será condenado.”. (Mc.16:16).

4 – NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRA.  

 O homem ou a mulher vítima de forte pressão emocional, não responde pelos seus atos diante dos tribunais humanos e certamente Deus que aplica a reta justiça, não julgará segundo os nossos pensamentos.

A Bíblia não se posiciona de forma direta sobre o assunto, mas o próprio Senhor estabeleceu as cidades de refugio para salvaguardar os agentes praticantes de crimes não propositais, ou seja;  homicídio sem dolo, quando não há intenção de matar o que vale também para o suicídio.

Não é pretensão da minha parte, ser contencioso com quem queira, afinal de contas todos tem a liberdade de se posicionar desta ou daquela forma.

5 – NOS FUNERAIS.

É o momento que exige muita habilidade do celebrante em não aprofundar as dores dos familiares, pois no momento, o alvo é a família e não a vítima.

Paz a todos.
Genivaldo Tavares de Melo.
São Paulo,  maio de 2018. 

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