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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

A SALVAÇÃO E O ADVENTO DO MESSIAS - EBD LÇ. 03 15/10/2017

EBD LÇ. 03  15/10/2017 “A SALVAÇÃO E O ADVENTO DO MESSIAS”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O ANÚNCIO DO NASCIMENTO DO SALVADOR.
II – A CONCEPÇÃO DO SALVADOR.
III –  O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS.

                 Tudo nele decepcionava os que tinham gostos requintados. 


Tenho publicado os comentários com bastante atraso e peço que não haja qualquer recriminação. Apesar dos meus quase 71 anos, ainda trabalho secularmente para o sustento da família. Procuro dividir o tempo como posso e gasto de 12 a 14 horas com diversas ocupações.
   
I –  O ANÚNCIO DO NASCIMENTO DO SALVADOR.


1.1 No Antigo Testamento.

Não seria exagero dizer que o Antigo Testamento foi o berço do novo à semelhança da mãe que prepara o quarto do nascituro.(aquele que está para nascer)!

Fora isso, desde Gênesis, os evidentes sinais apontam para a vinda do remidor.

(Lv.25:25) “Quando teu irmão empobrecer e vender alguma parte da sua possessão, então virá o seu resgatador, seu parente, e resgatará o que vendeu seu irmão.”.
A situação do homem espiritualmente era de pobreza total. A riqueza confiada no Éden foi perdida no pecado e a figura do “resgatador”,  aponta diretamente para Cristo que pagou o preço da remissão.

Depois temos a segura palavra dos profetas que só não anunciaram o dia, a hora e o local, pois Deus enviaria mensageiros para anunciar o grande momento, chamado de “plenitude dos tempos” como também ocorrerá com o arrebatamento da igreja.
   
1.2 Anunciado pelos anjos.

NÃO NOS CABE ESPECULAR FORA DA BÍBLIA: Um anjo anunciou a Zacarias (Lc.1:11) o nascimento do seu filho quando sua mulher era estéril. Não se sabe a razão de Isabel ter escondido a gravidez até o quinto mês; acanhamento pela velhice ou aguardar os acontecimentos para torna-lo público?  A situação real do casal nos remete a Sara (90 anos)  e Abraão (100) (Gn.17:17) Somente o Deus do impossível pode realizar tais milagres.

Lucas 1:16 parece não deixar  dúvidas que no sexto mês da gravidez de Isabel, o anjo foi anunciar a Maria que ela teria um filho e para nos ajudar, lembremo-nos que quando Maria visitou Isabel, a presença de Maria fez o bebê de Isabel, mexer-se no ventre dela. A diferença de idade entre Jesus e seu primo João era de aproximadamente três meses e João, o mais velho.


1.3 Desfrutado pela humanidade.

Segundo o autor, a visita dos pastores e dos sábios simboliza toda a raça humana a procura de Deus, afinal de contas, a salvação veio para todos os homens.

Aqueles que esperavam a redenção de Israel sentiam que estava para acontecer algo mediante sinais próprios do tempo deles, veja o caso Simeão e de Ana que com 84 anos, não saia do templo.

(Lc. 2:25) “Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele..

(Lc. 2:36-37) “E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade; e era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia.”.
  
 A vinda do Senhor ao  mundo aconteceu no momento em que o céu mantinha silêncio total sobre a terra. Deus já não se manifestava como antes pelos profetas como se tudo o que fora dito até Malaquias já teria sido o suficiente para converter uma nação.

Isaias começou o vaticínio sobre a morte do Senhor dizendo: “Quem deu crédito a nossa pregação? E a quem se estendeu o braço do Senhor? (Is.53:1).


II – A CONCEPÇÃO DO SALVADOR.
  
2.1 Um plano concebido desde a fundação do mundo.

Todo assunto relativo aos seres humanos, são relativamente previsíveis desde o nascimento até a morte. Do cemitério pra frente, é com Deus.

Todo assunto relativo a Deus, principalmente aos planos eternos traçados antes da fundação do mundo envolve-se em profundo mistério que só nos permite fazer deduções.

Temos a rebelião do anjo cujo nome é traduzido por “portador de luz” e tantas outras definições fortes. Onde habitava, em que tempo  e como traçou um plano tão maquiavélico e ainda envolver miríades de anjos?  Não procuremos respostas na Bíblia, mas chegará o tempo em que saberemos disso de maneira plena ou talvez nunca chegaremos a saber até porque, essas inquietações desaparecerão após o arrebatamento.

O que sabemos é que Deus sentiu as nossas misérias e nos deu o seu único filho para nos resgatar; a nós e a milhares para preencher o vazio deixado pelos anjos que pecaram.


2.2 O nascimento do Salvador.
                                               
Este tópico é maravilhoso, simples e irretocável. O meu comentário é para quem não possui a lição.

A escolha da família, do local de nascimento e as condições com que fora recebido, representa o que não conseguimos ser, depois de dois mil anos; simples como a pomba.

Ao contrário do Senhor, gostamos de badalação, de reconhecimento e muitos de nós não conseguimos amar como Jesus amou.

Filipenses 2 é uma bela descrição de quanto Jesus se despojou, ele mesmo, para nos alcançar. Toda sua vida foi de intimidade com os pobres com os carentes.

2.3 Um roteiro divino de vida.

Muitos e notadamente pregadores modernos buscam descrever a vida do Senhor não descrita na bíblia. O que podemos pressupor é que Jesus foi um filho como tantos outros, delicado no trato com a família e responsável nas suas ocupações possivelmente na mesma atividade do pai, até o momento em que entrou no cenário para tratar as nossas feridas.

O primeiro gesto que pareceu grosseria, mas foi o rompimento com a história familiar para a história dos povos se deu em Caná, quando disse para sua mãe: “Mulher, que tenho eu contigo...”.

(Jo.2:4) “Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora..


III – O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS.


3.1 A encarnação do verbo

O filho se tornou carne. Um acurado exame com os modernos aparelhos disponíveis nos melhores hospitais de hoje, veriam seus órgãos tão humanos quanto os nossos. Não fez uso da sua natureza humana principalmente no tocante a ter mulher pelo fato de saber o motivo que o trouxe ao nosso mundo e não podemos nos esquecer, que Deus não lhe deu espírito por medida; nele habitava corporalmente toda a plenitude da divindade.

(Jo.3:34) “Porque aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus; pois não lhe dá Deus o Espírito por medida.”.
                                                                     
Nele havia pureza em tudo; emoção a flor da pele para chorar a morte do amigo Lazaro e resolver ressuscita-lo para mostrar o poder e autoridade sobre a morte.

Fome, sede, temor e suor tudo sentiu diante da pressão do momento.

3.2 A humilhação do servo.

Penso não ter havido entre os homens quem mais tenha sido humilhado como o Senhor.

Rejeitado pelos seus e colocado sob dúvidas pelos próprios irmãos carnais que não criam nele (Jo.7:5).

Isaias declarou que a Deus agradou moê-lo fazendo-o enfermar (Is.53:10) e não tenhamos este “agradou” como satisfação pessoal de Deus em relação Sabendo o que haveria de sofrer, entregou sua vida conscientemente.

Ele desceu todos os degraus enquanto os homens procuram os melhores lugares no topo da escada para serem vistos e aplaudidos pelos homens, na contra mão dos ensinos bíblicos.
ao filho, mas a demonstração de que sabia o que fariam com o filho.
                    
O ponto alto é que ele se entregou a si mesmo por preço de redenção. (ITm.2:6).

3.3 O exemplo a ser seguido.

Uma coisa é certa; se os nossos predecessores se ocupassem de maneira firme e criteriosa para ensinar o amor de Cristo e amar como Cristo, com certeza os resultados seriam bem melhores.

Todavia temos a Bíblia para nos ensinar. Lendo e esforçando-se para praticar os seus maravilhosos ensinos, considerando que ela é a nossa bússola para a eternidade.

Seguir o exemplo de Cristo não abre espaço  para paixões terrenas de quem pretenda viver sempre sob os holofotes dentro das igrejas, por cargos, melhores lugares nos púlpitos e os nomes sempre em evidência.  


A melhor obra não foi feita por nós, mas por ele.

sábado, 7 de outubro de 2017

A SALVAÇÃO NA PASCOA JUDAICA - EBD LÇ. 02 08/10/2017

EBD LÇ. 02  08/10/2017 “A SALVAÇÃO NA PASCOA JUDAICA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA.
II – O CORDEIRO DA PASCOA.
III –  O SANGUE DO CORDEIRO.

Não temos uma páscoa cristã; temos o Cristo que é a nossa Páscoa que trocou os elementos para que a igreja pudesse lembrar da sua morte por todo o tempo.




Tenho publicado os comentários com bastante atraso e peço que não haja qualquer recriminação. Apesar dos meus quase 71 anos, ainda trabalho secularmente para o sustento da família. Procuro dividir o tempo como posso e gasto de 12 a 14 horas com diversas ocupações.
   
I – A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA.

Espero que depois desta lição, o consumo de chocolate aumente, mas sem qualquer associação com a verdadeira páscoa caso o chocolate tenha forma de ovo.

1.1 O livramento nacional.

O autor fala da importância da Páscoa para o povo de Israel e compara a um país que esteve sob o domínio de outra bandeira, mas alcançou a sua independência e assim, anualmente faz comemoração ao dia da pátria.

No caso de Israel, marca o fim do cativeiro e o retorno à terra prometida.

“Se não tivéssemos chegado” à nossa dispensação, poderíamos dizer que do ponto de vista da religião, Israel fez a melhor escolha (ou foi melhor escolhido)  e a melhor forma de adoração a Deus, apesar dos desvios; muito mais agora que já tem permitido em seu território, a parada do orgulho gay em flagrante desafio e oposição a Lei de Moisés que deveria ser observada por eles e repito; “se não tivéssemos chegado” à nossa dispensação.

   
1.2 A libertação da escravidão.

Por aproximadamente 430 anos Israel viveu na terra Egito e sabemos como tudo começou:

- O sonho de Faraó e a previsão de 14 anos sendo os 7 últimos, de fome. (Gn.41:15).
- A mão de Deus que levou José  ao Egito e o firmou como governador e segunda pessoa de Faraó. (Gn.45:26). José tinha 30 anos.
- A morte de José aos 110 anos e do Faraó seu contemporâneo, deu início ao aperto escravagista. (Gn.50:26). (Ex.1:5-8).


1.3 A nova celebração judaica.

No período da Páscoa, o fermento é tirado de casa e comem por sete dias, pães sem fermento, conhecido como pão  “asmo” ou ázimo que devia ser comido, antes da massa levedar.

MATZO  (ídiche – Língua falada por judeus da Europa, surgida por volta dos séculos 10 e 11).
MATZÁ (Hebraico).
Para trazer à memória, os anos de escravidão no Egito e a fuga. (Ex.12:39-40)

(Ex.12:15) O TRATO COM ISRAEL ERA COISA SÉRIA A SER SEGUIDO.
Sete dias comereis pães ázimos; ao primeiro dia tirareis o fermento das vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, desde o primeiro até ao sétimo dia, aquela alma será cortada de Israel.”.


II – O CORDEIRO DA PÁSCOA.


2.1 O cordeiro no Antigo Testamento.

A última praga. A morte dos primogênitos não podia alcançar o povo de Israel que habitava a terra de Gósen o que preservou a vida e a unidade do povo.

Compunha, portanto aquele noite, véspera da saída do Egito, o pão ázimo, o cordeiro, ervas amargas e o sangue que teve um papel importante, pois ele seria espargido nos umbrais das portas das casas dos hebreus, para que, vendo o anjo da morte o sangue, não mataria o primogênito daquela família,

Um cordeiro para cada família e se fosse muito, deviam repartir com os vizinhos, não podia ter manchas nem qualquer defeito.

Tudo isto apontava para Cristo.


2.2 Jesus o verdadeiro Cordeiro pascal.

Cabe ao leitor avaliar o texto do autor e o que escrevo como subsídio.

O autor declara o que segue:

“Por isso, ao comemorarmos a Páscoa, devemos atentar para o feito de Jesus na cruz.”.

“(...) se não atentarmos para ele, a nossa Páscoa torna-se vazia e sem sentido”.

MINHAS CONSIDERAÇÕES A RESPEITO.

Onde encontraríamos no Novo Testamento, qualquer orientação para comemorarmos a Páscoa ou a “nossa Páscoa”?

Simplesmente não iremos encontrar, pois ao celebrar a última Páscoa judaica, Jesus introduziu dois novos elementos e com eles, comemorou com os discípulos, a sua morte expiatória como “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

É preciso cuidado com o que ensinamos para que em seguida, não se institua nas igrejas, a “Páscoa Cristã”.


III – O SANGUE DO CORDEIRO.

3.1 O significado do sangue.

Alguém pode perguntar qual a relação do sangue com o poder de perdoar pecados. Pela matéria em si nada, nenhuma relação, mas havia uma forte referência entre o animal sacrificado no Éden cuja pele cobriu o corpo nu dos nossos pais em primeira mão. Para cobrir a nudez, fez-se necessário sacrificar um animal e assim, derramar sangue inocente. Isto se refere de um profundo significado, pois continha as seguintes mensagens:

- A nudez do casal no Éden representava a condição de todos os seres humanos diante de Deus; despidos.

- A pele representa a justiça humana; não tinha caráter eterno.

- Deus havia de prover com isso, um sacrifício eterno com derramamento de sangue e desta vez, do próprio filho que nos deu.

- Assim, todos os sacrifícios oferecidos no altar continham única mensagem: Cristo ofereceu-se uma única vez, o justo pelos injustos para nos levar a Deus. (IPde.3:18).

3.2 O sangue do cordeiro pascal.

Qual a relação do sangue do cordeiro pascal com o sangue de Jesus?

Ambos ofereceram proteção.

No Egito; o sangue nas ombreiras das portas revelava que seus residentes confiavam e esperavam em Deus.

O sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado (IPd. 1:19) garante a purificação dos pecados cometidos sob a paciência de Deus (Rm.3:25). Perceba que o efeito é mais profundo; não cobre nem apazigua a ira de Deus, mas nos coloca em posição de comunhão.

Para o que não serve o sangue de Jesus?

Para ser banalizado por muitos que clamam o sangue de Jesus onde devia ser usada a autoridade do seu nome e por outros que usam como brincadeira; “O sangue de Jesus tem poder” diante de qualquer susto.


3.3 O sangue da nova aliança.

Recomendo a leitura em classe deste tópico, muito claro e esclarecedor no que tange ao sangue de Jesus como símbolo de uma nova aliança entre o homem e Deus.

Pelo sangue da nova aliança,  temos acesso ao pai e franca entrada para quem deseja permanecer diante de Deus em comunhão.

Qual a importância do sangue em relação ao batismo em águas no sentido pleno da salvação em Cristo?

Completamente opostos quanto a importância de cada um.

O batismo em águas não pode ser recusado por ser uma declaração pública de fé em Cristo.  (At. 8:36)

O sangue é a resposta de Deus ao homem para conceder o perdão e a purificação dos pecados.

A eternidade é o futuro de quem guarda as palavras do Senhor e se mantém sob a proteção do sangue do Cordeiro.


É PECADO COMEMORAR A PÁSCOA OU COMER “OVOS DE PÁSCOA”.

Já houve tempo em que fugíamos dos chocolates ovoides e deixávamos as crianças com água na boca, mas o tempo nos mostrou  que eles não produzem qualquer problema na nossa relação com Deus.

De todas as comemorações no mundo religioso ocidental, a Páscoa nada tem de idolatria, mas considero uma “impropriedade” por não nos pertencer e se os judeus compreendessem, nem mais para eles e a outra questão é que se quiséssemos comemorar uma Páscoa, teríamos que respeitar o que a Lei de Moisés prescreveu a respeito.

Sem coelho e sem chocolate para tristeza dos fabricantes.

Fiquemos com e em Cristo.


sábado, 30 de setembro de 2017

UMA PROMESSA DE SALVAÇÃO - EBD LÇ. 01 01/10/2017

EBD LÇ. 01  01/10/2017 “UMA PROMESSA DE SALVAÇÃO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – O CONCEITO BÍBLICO DE SALVAÇÃO.
II – A IMPORTÂNCIA DA DOUTRINA DA SALVAÇÃO.
III –  A SALVAÇÃO PROMETIDA NO EDEN.


 A proposta do evangelho é salvar e colocar o homem em lugar seguro. Nem todos deram como não dão atenção ao verdadeiro evangelho, mas o fim vem!




Tenho publicado os comentários com bastante atraso e peço que não haja qualquer recriminação. Apesar dos meus quase 71 anos, ainda trabalho secularmente para o sustento da família. Procuro dividir o tempo como posso e gasto de 12 a 14 horas com diversas ocupações.
   
I – O CONCEITO BÍBLICO DE SALVAÇÃO.

1.1 O conceito.

Não escrevo para fazer reparos ao comentário do autor, mas para ajudar muitos alunos espalhados por esse imenso e nada culto país, como traduzir um pensamento acadêmico e culto a uma linguagem de “barrancos” considerando que a lição não é divida por grupos sociais.

No tocante ao conceito, não dá para ignorar que salvação de fato, representa tudo o que está no tópico da lição, sem negar que nem tudo pode compor a salvação dentro do plano físico para todas as pessoas e não por falta de vontade divina, mas por questão de fé e razões.

As razões levam em conta as  condições sócio econômicas e idade por exemplo. Uma pessoa com idade avançada não vai esperar a renovação dos órgãos vitais por ter crido no evangelho.

Os milagres foram dados para mostrar aos homens que o evangelho não é uma religião sem vida; há sinais e prodígios.

(ICo.12:12) “Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas.”.

1.2 A salvação no Antigo Testamento.

Podemos dividir o pensamento do autor em dois pontos:

O primeiro trata do tipo de salvação concedida e notadamente, do povo de Deus, Israel, em relação aos seus inimigos, onde caberia uma pergunta: E a salvação da alma deles quando comparada a nossa salvação pelo evangelho da graça de Deus?

A graça ainda não estava manifestada considerando que elas vieram por Jesus Cristo. (Jo.1:17), todavia antes da Lei (Abraão) e sob a Lei, Moisés, os profetas e homens e mulheres justos, alcançaram a  salvação pela justiça de Deus.  No monte da transfiguração (Mt.17:2) salvos estiveram com Jesus e o capítulo 11 de Hebreus exalta a fé deles.

O segundo ponto trata a salvação no Antigo Testamento como anunciado.

1.3 Salvação em o Novo Testamento.

Irretocável e de fácil compreensão. O que vou acrescentar, vale como cuidados por conta da tentativa de muitos temperos dispensáveis colocados na salvação conceitual aqui exposta que é como está na Bíblia.

Basta juntar salvação e graça com livre arbítrio e eleição e o “circo pega fogo”.

Quando disserem para você que estávamos mortos e morto não pensa, nunca esqueça que morte não é aniquilação e sim “separação”. A morte iniciada no Eden não tornou o homem incapaz de pensar no que é justo, honesto e bom, portanto plenamente capaz de aceitar ou rejeitar o amor da verdade para ser salvo. (2Ts.2:10)




II – A IMPORTÂNCIA DA DOUTRINA DA SALVAÇÃO.

2.1 A grandeza da salvação.

No tocante a isto, lembro de um tempo em que lia muito jornal e aquela leitura diária e constante de política, negócios e alguns assuntos do dia a dia começaram a transtornar-me emocionalmente e rompi com aquela cadeia de informações.

A leitura constrói e direciona o homem na medida da sua aplicação e assim, o melhor é considerar a Bíblia como a melhor leitura,  pois ela alimenta e sustenta a nossa fé tornando-se um verdadeiro escudo contra todas as investidas de Satanás, que não são poucas, em todas as áreas da vida, principalmente no tocante a sexualidade e família.

A salvação é grande para quem busca crescer em conhecimento, nela.

2.2 Para compreender o que Jesus fez.

O autor cita três pontos importantes:

ACEITAÇÃO – Há um grupo que insiste em dizer que nos não aceitamos o Senhor. É o Senhor que nos aceita. Quem compreende a obra do calvário sabe que ele aceitou a todos indistintamente: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos...”  (Mt.11:28). Essa verdade é para mim, inegociável e na outra ponta temos os homens com a sua dureza de coração.

COMPREENSÃO – Que resulta em maior conhecimento e aperfeiçoamento da fé. (Ef. 4:12). (IICor.7:1) e (Hb.13:21)

VIVÊNCIA – Está relacionado ao caminho da “santificação” sem a qual, ninguém verá a Deus.   (Hb.12:14.

2.3 Para se apropriar dos benefícios da salvação.

O autor cita

LIVRAMENTO DA CONDENAÇÃO DO INFERNO – Muitos não se dão conta do significado da “eternidade” longe ou perto de Deus. Irreversível e

LIBERTAÇÃO DO PECADO E DO PODER DAS TREVAS – Livres mediante o empenho diário de obediência aos conselhos de Deus pela sua Palavra.

O mundo cujo príncipe é o Diabo (Jo.14:30) auxiliado pelos anjos que se rebelaram (Jd.1:6) investem pesado pelas mãos dos homens egoístas, sem qualquer temor, em tudo o que possa exercer fascínio nos homens.: Sexo, poder e glória.

A REDENÇÃO EM CRISTO – Podemos afirmar que a redenção em Cristo é o ápice da obra do evangelho, quando ele transformará os nossos corpos abatidos para ser semelhante ao seu. (Fl.3:21).

Não esquecer que temos aqui, dois processos; primeiro a remissão dos pecados e depois a redenção dos corpos.

O termo “redenção” também se aplica ao perdão dos pecados.

III – A SALVAÇÃO PROMETIDA NO ÉDEN.

3.1 O pecado humano.

Acho importante que o professor peça a um aluno para ler este tópico na lição. Magnífico!

Há quem tente desqualificar a ação do pecado a partir do Éden, porém a bíblia é muito clara nesse quesito:

(Rm.5:12) “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.”. 

Período da inocência, antes do pecado original, não temos a menor ideia de quantos anos durou e os fatos inerentes.

Período da consciência, após o pecado e com ele, o arbítrio na escolha entre o bem e o mal. São os conflitos humanos.


3.2 A transferência da culpa.

Vamos seguir os passos do autor:

TRANSFERÊNCIA DE CULPA – A mulher que tu me deste (Gn.3:12)  e esta, sobre a serpente: “a serpente me enganou” (Gn.3:13).

SOLUÇÃO DIVINA – Deus cobriu a nudez do casal. Um animal foi sacrificado para ceder proteção e isto já apontava para Cristo.


3.3 Satanás esmagado e o pecado vencido.

Satanás já foi vencido na cruz, mas a sentença final, já dada por Deus, ainda não foi executada, pois quando isto acontecer, ele pagará com os anjos rebeldes e a população que rejeitou a Cristo, dando mais valor aos desvarios e prazeres da vida se submeterão as determinações de Deus para toda eternidade quando Deus fará novos céus e nova terra.

É duro, mas vale a pena ser fiel até a morte.

(Ap.20:10) “E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.”.



(Ap.21:8) “(...) Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.”.

sábado, 23 de setembro de 2017

SOBRE A FAMÍLIA E A SUA NATUREZA - EBD LÇ. 13 24/09/2017.

EBD LÇ. 13  24/09/2017 “SOBRE A FAMÍLIA E A SUA NATUREZA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – ORIGEM
II – A FAMÍLIA.
III –  PRINCIPIOS BÁSICOS.
IV – O DESAFIO DA IGREJA.

 A sociedade quer declarar com suas atitudes que Deus errou ao constituir a família tradicional. Lamentável! Logo, criatura e criador se encontrarão e aí veremos a diferença.


I – ORIGEM

1.1 O homem e a mulher.

O  homem e a mulher foram frutos da criação de Deus. Ter criado o homem do pó da terra conforme o relato de Gênesis.

Em (Gn. 1:26-27), o relato da manifesta vontade do Senhor: “Façamos o homem...” e em seguida, “E “criou” Deus o homem...”.  “Deus o criou; macho e fêmea...”.

“Façamos”. O modo verbal oculto (nós) já revela a figura da Trindade na obra da criação e no plano eterno de Deus de preencher o vazio deixado por quem deveria ter-se mantido fiel; os anjos que pecaram.

Em (Gn.2:6-6) Um novo relato e a mostra de como Deus fez o homem, tendo tomado do pó da terra o fez, alma vivente.

Muitas imaginações povoam as mentes que buscam fazer a própria leitura do relato da criação.

Durante muitos anos da minha juventude, considerava que Deus havia feito um boneco de barro dando-lhe vida, mas o tempo vai trabalhando nossas mentes para deduzir que isto não seria necessário, fazer um boneco, mas a expressão “pó da terra” para mostrar sua natureza. Logo depois em Gn. 3:19 diz o Senhor: “Tu és pó e em pó te tornarás.”.

1.2 A formação da mulher.

Sem pretender estender o assunto com os alunos, diria que a mulher criada a partir do homem deixou claro que a natureza dela foi produzida com parte de nós do ponto de vista físico e quanto a natureza moral, Deus a fez diferente do homem no campo das emoções e também no físico, mas com uma alma à completar a nossa alma.

As baixarias e as violências contra a mulher  resultam do homem sem Deus.

Disse o apostolo Paulo “ninguém nunca aborreceu a sua própria carne, antes a alimenta e sustenta.”  (Ef. 5:29).

O autor considera que ambos, homem e mulher são mutuamente dependentes o que é verdade.

II – A FAMÍLIA.

2.1 Conceito de família entre os antigos Hebreus.

- O lar é parte do clã.

- Família nuclear referida pelo autor compreende pai, mãe e filhos.
- A economia com base na pecuária e agricultura exigia por vezes a união de familiares.
- O autor mostra que com base na arqueologia, as casas podiam comportar até 15 pessoas.
- Famílias ricas podiam agregar mais pessoas como no caso de Abraão.


2.2 O papel da mulher na sociedade.

A questão da ocupação da mulher na sociedade varia no tempo, local e base cultural do povo com quem viva.

Não aprecio muito (coisa pessoal minha) o perfil da mulher de provérbios 31 ainda que sabendo ser uma linguagem de valorização da mulher de forma geral, mas pelo fato de ser o tipo de mulher, “super mulher” que não existe e muitos usam na igreja, na hora de honrar, geralmente a esposa do pastor.  A nossa realidade é triste. Vejo a mulher como vítima do sistema, sem pesar sobre o capitalismo, mas sobre a falta de amor e compreensão de muitos homens ou pela falta de compreensão e ajustes da vida a dois.

Em nossa sociedade a mulher tem duas e as vezes três jornadas de trabalho, incluindo-se a atividade doméstica.

Como forma de compensar tudo o que a minha fez por mim, tento fazer tudo por ela, principalmente na preparação de pratos.

Nossa homenagem a todas as mulheres. Avós, mãe e filhas.

Quando a sentença da mulher no Eden, “(...) com dor terás filhos...” (Gn.3:16) pressupõe ainda que a mulher não sentia dores no parto. Não sabemos qual foi a duração do tempo vivido sob a bandeira da inocência.


III – PRINCÍPIOS BÁSICOS.

3.1 Casamento.

O autor considera a mais fundamental das relações entre pessoas.

100% de intimidade considerando ainda que o casal descobre um sobre o outro,  coisas comuns da vida e de foro íntimo que os pais ignoravam nos filhos.

O autor considera três princípios básicos e importantes que qualificam o casamento:

MONOGAMIA – (ICo 7:2)  “Mas, por causa da fornicação, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido. O casamento bíblico estabelece a forma e a história nos ensina que é melhor ficar dentro de casa, cada um com sua própria mulher ou marido e não inventar. Lembrando as confusões na casa de Jacó (Gn.30:14-15)  e na casa de Elcana, marido de Ana. (ISm.1).

HETEROSSEXUALIDADE – Macho e fêmea os criou para viverem uma vida afetuosa, pró-criativa. Proteção da vida íntima;  física, emocional e saúde do casal, cumprindo uma rigorosa ordem do Senhor: “Apegar-se-á a sua mulher”.

INDISSOLUBILIDADE -  Em relação a isto, convivemos com o drama e mal necessário em algumas circunstâncias com o DIVÓRCIO.

A indissolubilidade tem amparo bíblico desde o princípio. A primeira modificação se deu com a lei de Moises e Jesus confirmou isto dizendo que o divórcio se deu por conta da dureza dos corações.

Se olharmos atentamente às palavras de Jesus quando interrogado sobre o assunto (Mt. 19), vai notar que ele não abriu brecha, mas também não ignorou a necessidade no caso de infidelidade conjugal e na sociedade moderna, a agressão física, moral e envolvimento do cônjuge no crime como a falta de cumprimento da função de provedor da casa.

IV – O DESAFIO DA IGREJA.

4.1 Institucionalização da iniquidade.

Escrevendo e pensando, como a sociedade de Sodoma e Gomorra chegaram ao ponto de “cansar” o Senhor, medidas transbordantes da iniquidade ao ponto de não haver respeito com visitantes. Queriam abusar sexualmente dos estrangeiros que foram à casa de Ló, sem saber que eram “anjos”.

Tudo começa de forma muito sutil até a depravação total e penso que a nossa sociedade já atingiu esse pico.

Zoofilia, pedofilia, “Ménage à trouis” entre tantas outras práticas. O adultério?! Nem se fala, caiu no descontrole.

Quando se fala e iniquidade, não se pode ficar apenas no campo de sexualidade, o Brasil de hoje convive com a iniquidade, pública, privada e a lama entrou em muitas igrejas.

4.2 A inversão de valores.

Impressiona como a sociedade dispõe de apoio, político, jurídico e com o uso das mídias.

Falta conscientização ao nosso povo que representa hoje uma significativa parcela da população brasileira. Os que usam as redes sociais, poucos sabem fazer bom uso dela. Em geral, promovem ataques ácidos esquecendo que o conselho bíblico produz melhores resultados.

Com todos os nossos cuidados, não conseguiremos impedir o avanço da iniquidade que culminará com a revelação do Anticristo ao mundo e após o arrebatamento da igreja.

Eu penso que a opinião das lideranças das nossas igrejas deveriam se manifestar até para conforto dos fieis.


Hedonismo – Busca do prazer como bem maior. Assim vive a humanidade e muitos cristãos.


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