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sábado, 20 de julho de 2013

EBD LC 3 O COMPORTAMENTO DOS SALVOS EM CRISTO.

LIÇÃO 03 O COMPORTAMENTO DOS SALVOS EM CRISTO.
EBD para 21/07/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O COMPORTAMENTO DOS CIDADÃOS DOS CÉUS.
II – O COMPORTAMENTO ANTE A OPOSIÇÃO.
III – PROMOVENDO A UNIDADE DA IGREJA.
  
Em tempo:  Agressões de fora e divisões por dentro, transtornam a graça do Senhor dentro das igrejas. Não dá para dourar a pílula e achar que nós pastores, somos isentos de responsabilidades. Cabe a nós, provocarmos bons estímulos, dando-nos como exemplo e essa era a razão do vigor do Apóstolo Paulo.
  
I – O COMPORTAMENTO DOS CIDADÃOS DOS CÉUS.
1.1        O crente deve “portar-se dignamente”.
O Salmo de nº 15 dá algumas “dicas” do perfil do cidadão candidato ao céu.
Portar-se dignamente é ter um padrão de vida aprovado.
De certa forma é comum os crentes entenderem como comportamento digno, atos que se percebam de forma simples como: Matar, roubar, adulterar, brigas de forma geral, ocorre que há coisas não perceptíveis e que podem constituir-se num obstáculo para si e para os outros; posso chamar de vícios de comportamento que somente os membros da família podem perceber.

1.2        Para que os outros vejam.
O título acima pode sugerir um desdobramento diferente do que é oferecido pelo autor no seu comentário.
Para que os outros vejam nos traz a lembrança da exortação do Senhor quando diz: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens para que vejas as vossas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus”.  Mt. 5:14.
No comentário do tópico, o autor leva a reflexão literal de Fl. 1:27 quando exorta a igreja para um viver digno certamente, para não fracassarem diante dos combates.

1.3        A autonomia da vida espiritual.
O maior desejo do nosso coração e temos certeza que isso provém do que aprendemos da preocupação de Paulo com a igreja, que os crentes se satisfaçam plenamente de Cristo e não vivam na dependência de nomes brilhantes do cenário evangélico da atualidade.

II – O COMPORTAMENTO ANTE A OPOSIÇÃO.
2.1 O ataque dos falsos obreiros.
A resistência à verdade, sempre caminhou paralelo à igreja procurando desvia-la da verdade. No passado os judaizantes e desviados, hoje, os mercenários.

2.2 O objetivo dos falsos obreiros.
O homem de atitude ímpia e que nos dá uma mostra sobre o que de fato acontecia, está descrito na terceira carta do Apóstolo João e o seu nome é  Diótrefes.

2.3 Padecendo por Cristo.
Só o fato de vermos as tentativas de calar a igreja nos nossos dias, já nos faz sofrer, porém, a igreja teve dias piores.
Com relação à perversa doutrina da prosperidade que é outra agressão contra a igreja do Senhor, um pastor de renome saiu em defesa dessa doutrina, citando textos e mais textos bíblicos.
Quando usamos a Bíblia para defender princípios que resultam em interesses pessoais, não é difícil estabelecer doutrina, porém, a Bíblia reprova a doutrina da prosperidade, como tem sido maleficamente usada, verdadeira barganha com Deus.

III – PROMOVENDO A UNIDADE DA IGREJA.
3.1 O desejo de Paulo pela unidade.
Lutar pela unidade não é promover festas, pic nics e outros eventos que visem aproximar os crentes de maneira física. Não há problemas em promover eventos que visem a socialização do povo, todavia, a unidade só pode ser produzida por exemplos que venham do altar e ensinamentos firmes da Palavra de Deus.

3.2 O foco no outro como em si mesmo.
O maior problema visto nas igrejas é a falta de amor, do exercício da misericórdia e essa questão como a anterior, precisa começar no altar, no empenho do pastor para levar os crentes a exercitarem-se mutuamente em amor, sentimentos comuns, pensar no bem estar um do outro.  Jesus disse: “Para que todos sejam um...” Jo 17:21 e “Nisto todos  conhecerão  que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”, Jo 13:35.


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