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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

EBD 10 SOFONIAS - O JUIZO VINDOURO


LIÇÃO 10 SOFONIAS – O JUIZO VINDOURO.
EBD 09.12.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DE SOFONIAS.
II – O JUIZO VINDOURO.
III – OBJETIVO DO LIVRO.
IV – O DIA DO SENHOR.


Em tempo: É simplesmente fantástico, como os profetas da antiga aliança, em tempos e lugares diferentes, tratam de problemas do seu tempo, por inspiração e revelação de Deus, sem qualquer dúvida, escrevem sobre o fim dos tempos de maneira brilhante, tão bem amarrados entre si e afinados com as informações que temos no Novo Testamento, começando por Jesus e concluindo com as cartas apostólicas, tendo como selo de autenticidade, o Apocalipse. Em tudo, mais que uma prova que as Escrituras Sagradas, só tem uma fonte de origem e inspiração. Não há em todo o mundo, um livro que se compare com a homogeneidade bíblica.


I – O LIVRO DE SOFONIAS.
1.1        Contexto histórico.
Certamente, uma leitura rápida do ponto, dará aos alunos a perspectiva do tempo em que se deu o ministério profético de Sofonias.

1.2        Genealogia.
O fato de no livro constar a ascendência do profeta, dando importância aos que foram antes dele, mostra que diferente de alguns outros, Sofonias era um homem influente. Isso por si, nos mostra que Deus, não faz acepção quanto a certos valores defendidos pela sociedade. Deus usa o homem do campo como o homem da cidade.
Há uma tendência em nossos dias, valorizarem-se pessoas pelo grau de influência e condição sócio econômica em detrimento de outros que, mesmo mostrando, ser um homem ou mulher de Deus, não tenha sinal de prosperidade material. Paciência; um dia isso tudo vai acabar mesmo.

1.3        Estrutura e mensagem.
Em todos os comentários, o autor mostra a estrutura do livro, muitas vezes essa particularidade desinteressa muitos alunos da EBD principalmente os mais idosos, todavia, mesmo sabendo que ninguém vai decorar o texto, é bom saber a maneira como a mensagem se mostra estrutura, isso demonstra que Deus é Deus organizado até nos oráculos, com relação as revelações. Glórias a ele por tudo e em tudo.

II – O JUIZO VINDOURO.
2.1 Toda face da terra será consumida.
Este tópico é muito rico e certamente, tomaria todo o tempo da EBD.
Assuntos escatológicos despertam muito o interesse do aluno e o professor, deve ser muito cuidadoso, pois os mais afoitos podem tomar as rédeas com longas explicações que achar convincente.
Quando se fala no final dos tempos e a forma, torna-se necessário entender e alinhavar todas as profecias ou mensagens pertinentes, Daniel, o próprio Senhor, no seu sermão escatológico e o Apocalipse.
Quando se fala em fogo, vem à mente, acontecimentos catastróficos. Temos a questão do aquecimento global pelo efeito estufa, temos também uma aproximação maior da Terra ao Sol, as previsíveis guerras nucleares, não tão descartáveis, incêndios de grandes proporções em decorrência de cataclismos e finalmente, a palavra mais forte e direta do Apóstolo Pedro, 2Pd 3:7, tanto os céus e a terra que agora existem, estão reservadas como tesouro para o fogo.

2.2 A linguagem de Sofonias.
Quanto à linguagem perceptivelmente exageradas e em se tratando de linguagem bíblica, são plenamente aceitáveis, mas, que a de um pregador que aterroriza o ouvinte com termos, sequer encontrados na Bíblia. Lembremo-nos que também, a recuperação das águas dos rios e dos mares, na vinda do Senhor, para o estabelecimento do milênio, são por demais fortes, Ez.47 A torrente das águas purificadoras.

2.3 Descrição detalhada.
Neste tópico, a excelente explicação sobre o anterior, recomendando-se apenas uma leitura que permita os alunos entenderem.

III – OBJETIVO DO LIVRO.
3.1 Sincretismo dos sacerdotes.
Muito bem esclarecida essa questão do sincretismo buscado e praticado por sacerdotes desviados, tem o mesmo tom, porém com roupagens novas e doutrinas, com as quais, alguns lutam para jogar a igreja do Senhor, num sincretismo destruidor.
O pastor Ciro Sanches Zibordi, escreveu um interessante texto, disponibilizados em seu blog e no Facebook, “Por que não sou ecumênico”, que disponibilizo no final deste texto.

IV – O DIA DO SENHOR.
4.1 Significado bíblico.
O dia do Senhor representa a vez e a hora de Deus falar a este mundo da maneira como inspirou seus profetas, com todos os acontecimentos previstos, inclui também, “aquele dia e hora...” falado por Jesus no seu sermão escatológico. Um dia de decisão que somente o Senhor sabe, apesar, de tantas falsas profecias, determinando o dia e a hora da sua vinda.


4.2 O sacrifício e seus convidados.
Desde cedo, aprendi a considerar a opinião de autores e de pregadores sérios, além de amigos com quem trocamos ideias sobre alguns textos da Bíblia Sagrada, prevalece pv. 11:14, Na multidão de conselhos há segurança.
É muito perigoso o cristão isolar-se em suas opiniões, recusando o bom aprendizado, pois, somos e seremos sempre alunos e forçar a interpretação de textos, não é nada bom.
Quem são os convidados? Há o sentido literal do texto que trata do julgamento de Judá sob o poder Caldeu e o sentido profético para o final dos tempos, mas, no caso, o autor fala de hipérbole e explica bem, com verdade; permito-me e é a minha opinião pessoal no sentido de não querer induzir a que outros sigam este pensamento, que o texto remete para o DIA DO SENHOR, o dia da prestação de contas com a humanidade e não há melhor convidado que a Igreja do Senhor, que testemunhará esse grande e terrível dia.





NÃO SOU ECUMÊNICO (Texto do amigo e pastor Ciro Sanches Zibordi).
Não sou intolerante. Não sou extremista. Não sou homem-bomba. Não sou belicoso. Não sou inimigo de católicos, kardecistas, muçulmanos, umbandistas, judeus, budistas, testemunhas de Jeová, ateus, agnósticos, etc. Mas jamais apoiarei o ecumenismo.
Por quê? Porque não posso deixar de anunciar que o Senhor Jesus Cristo é o único caminho para a salvação. Não posso deixar de pregar o q
ue Ele mesmo afirmou: “Eu sou a porta” (Jo 10.9); “Eu sou o caminho” (14.6); “Eu sou o Bom Pastor” (10.11); “Eu sou o pão da vida” (6.35), etc.
As pessoas têm livre-vontade e não são obrigadas a crerem como eu creio. Mas não posso deixar de anunciar o verdadeiro Evangelho. O Senhor Jesus não é uma das portas, um dos caminhos, etc. Ele declarou que é a porta, o caminho, para a salvação. Não existe outro Mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2.5). Não existe outro Advogado junto ao Pai (1 Jo 2.1,2). Aceitem os religiosos ou não, em nenhum outro nome há salvação (At 4.12). Respeito todas as religiões. Mas não posso deixar de pregar que Jesus é a luz do mundo (Jo 8.12), isto é, a única luz.
Algum cristão mal-informado poderá argumentar: “E o amor? Não é mais importante que tudo? Deus não tem uma aliança de amor com a humanidade? E arco-íris que Ele colocou no céu?” É um grande engano pensar dessa forma, pois o amor que o Senhor Jesus apresentou ao mundo é um sentimento casado com a verdade das Escrituras.
Sabe por que os cantores “glospel” (Globo+gospel) não pregam o verdadeiro Evangelho na televisão? Porque no dia em que eles disserem, em um programa como Esquenta ou Caldeirão do Huck, que Jesus Cristo é a única porta para salvação, nunca mais voltarão lá.
Não se iluda, caro leitor. Não existe aliança de amor divorciada da verdade. O Mestre dos mestres, Jesus Cristo, afirmou: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. [...] Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; [...] Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e o meu Pai o amará, [...] Quem não me ama não guarda as minhas palavras” (Jo 14.15-24).
Portanto, nesse terceiro milênio, serão conhecidos os verdadeiros servos do Senhor: aqueles que têm a coragem de dizer a todos — mesmo que pareçam intolerantes e desamorosos para com as outras religiões — que o Senhor Jesus Cristo é o único Salvador, o único Senhor, o único Mediador. 
Pr. Ciro Zibordi

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