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sábado, 24 de janeiro de 2015

EBD LÇ.4 NÃO FARÁS IMAGENS DE ESCULTURAS.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 25/01/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PROIBIÇÃO À IDOLATRIA.
II – AMEAÇAS E PROMESSAS.
III – O CULTO VERDADEIRO.
IV – AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO.



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO:  Tenhamos cuidado para não fazermos de qualquer criatura, algo acima do seu criador ou pelo menos transformar qualquer semelhante no centro das atenções, pois, isto é uma forma de idolatria. Amar faz bem e todo mundo gosta; eu gosto de amar e ser amado, mas, o meu dedo sempre apontou para aquele que nos dota de alguma capacidade.


I – A PROIBIÇÃO À IDOLATRIA.

1.1 Ídolo e imagem.

Quem nunca cultuou diante de uma imagem de escultura, não tem como dizer o real significado que para mim, tendo estado entre esses, digo que duas situações podem ocorrer, não obstante,  as duas serem uma agressão à imagem viva de Deus:

Os fanáticos que esperam qualquer manifestação de poder do seu ídolo à semelhança dos profetas de Baal. IRs 18:24 e seguintes.

Os religiosos sinceros, sem fanatismo que acreditam que a imagem do seu intercessor esteja ao lado de Deus cuidando da sua vida.

1.2 Idolatria.

A idolatria é a prática de cultuar; imagens, nomes ou pessoas.

Que seja assim compreendido: Qualquer que concentrar a sua atenção para dar a entender que somente aquela pessoa pode resolver o seu problema mesmo que seja através de oração aproxima-se da idolatria.

O papel de todo homem que esteja a serviço do altar é conduzir vidas a Cristo. “É preciso que ele cresça e que eu diminua” foi o que disse o profeta João Batista. Jo.3:30.


1.3 Semelhança ou figura.

O termo “Nem semelhança alguma...”  é muito forte dentro do contexto, pois,  desautoriza qualquer que busque a Deus por intermédio de uma figura que o represente.


II AMEAÇAS E PROMESSAS.

2.1 O Deus zeloso.        

Essa expressão “zeloso” é pertinente e exclusivo do Senhor e mostra que desde o princípio, Deus sempre cuidou dos seus filhos e como Deus, pode conceder o que for de melhor para que tenhamos paz, assim, Deus tem o direito a exclusividade por que é Deus do impossível e não há outro como ele.

2.2 As ameaças.

Quem lê sobre as ameaças de Deus, logo se precipita em julga-lo dizendo que ele é um Deus maldoso e possessivo, quando diz que visita a maldade dos pais aos filhos até a terceira e quarta geração. Ex.34:7 e os demais textos citados pelo autor.

2.3 As promessas.

Fantástico é o comentário do autor que nos chama a atenção para a bondade de Deus que é  incomensuravelmente maior que as suas ameaças e são eternas. Sua bondade é de geração em geração e se completa em Cristo.

III – O CULTO VERDADEIRO.

3.1 Adoração.

A proibição para curvar-se diante de qualquer imagem de escultura é uma proibição quase eterna, porquanto, não temos eternidade nesta vida.

 É difícil compreender como líderes católicos, papas, introduziram isto tendo diante de si, as Escrituras Sagradas e que para este assunto, não se exige profundo conhecimento teológico, também compreensível quando os sacerdotes de Israel se curvavam diante do sol, da lua,  dos baalins e astarotes. Capítulo 8 de Ezequiel é uma revelação e tanto dessa fraqueza humana.

Adoração é o que poucos sabem como fazer

3.2 Deus é Espírito.

O próprio Senhor Jesus declarou à mulher samaritana que “Deus é Espírito” e essa declaração é maior que qualquer teoria ou afirmação academicamente teológica.

Deus é Espírito e isto fala da sua natureza. Deus é ilimitado em suas vontades e ações.

O homem tem parte nessa natureza por concessão divina e portanto, não pode tomar para si o direito de adoração ou ser adorado; nem semelhança sua. Qualquer tentativa é pura usurpação.

3.3 Deus é imanente e transcendente.

A imanência e transcendência de Deus são mostradas na Bíblia Sagrada desde os primeiros versos em Gênesis; sua relação com o homem é uma forma de mostrar o amor com sua própria criação, porém, a transcendência de Deus é a sua particularidade inimitável. Ninguém é ou será como Deus.

Deus está acima de toda criação e ainda, dos anjos. Todos são obras da sua criação, porém, Deus não foi criado; ele existe e nisto cremos.
  
IV – AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO.

4.1 O que dizem os teólogos católicos romanos?

As referências usadas pelos teólogos católicos, simplesmente não merecem crédito, pois, apontam para imagens que foram criadas dentro de um simbolismo cujo propósito era simplesmente chamar a atenção do seu povo. Deus nunca mandou Moisés ou qualquer sacerdote do seu tempo ou depois, construir imagens com as mesmas semelhanças para o serviço de culto.

No caso da serpente de metal, para que o povo fosse curado no deserto, Nm. 21,  mas, o povo resolveu guarda-la e fazer-lhe culto, tendo sido destruída pelo rei Ezequias 2Rs.18:1-5.

4.2 Uma interpretação forçada.

Forçar a interpretação bíblica para satisfazer suas vontades e credulidades, sempre foi uma iniciativa do ser humano, haja vista, que qualquer dos símbolos mostrados, não eram alvo de adoração, exceto, nos momentos de desvio do povo.

4.3 O uso de figuras como símbolo de adoração.

Bastaria a leitura dos ensinos de Jesus e da palavra dos apóstolos para que as mentes se esvaziassem dessas vaidades.

Há padres que pregam em programas de TV de maneira muito convincente, todavia, ao término sempre apontam Maria como mãe de Deus o que é uma grande heresia e como mediadora, quando a Bíblia declara textualmente que Jesus é o único caminho como também o único mediador entre Deus e os homens.   Jo. 14:6 e  ITm 2:5.


4.4 Mariolatria.

Pedro não aceitou que Cornélio se ajoelha-se diante dele e certamente Maria também não aceitaria, exceto, ser chamada de bem aventurada ou feliz por ter concebido o Salvador dos homens.





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