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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

ISRAEL - TURISMO SIM BATISMO NÃO

Há muito que acompanho os convites para que grupos se organizem e visitem o Estado de Israel. Houve uma época em que criticava tais viagens, (essas críticas, não eram públicas) entendendo que os milhares gastos em viagens de turismo, poderiam ser investidos em causas sociais, em cuja área, somos mais do que devedores.
O tempo passou e nada como oração e reflexão para digerir assuntos aparentemente intrigantes. Deus abriu o meu entendimento e comecei a ver as coisas sob a ótica da "sobrevivência do Estado de Israel". Meu pensamento foi conclusivo a partir de uma análise das questões escatológicas; Quer os povos aceitem ou não, Israel é nação de Deus. Deus tem um compromisso com o seu povo e disso sabemos, pelas palavras dos profetas e de JESUS quando mandou que olhássemos para a figueira e para todas as árvores do campo. Israel não se inclui nas árvores do campo e a figueira sempre fez parte da sua história e dos evangelhos. Para que todas as coisas preditas na Bíblia que culminarão com o advento do Messias para reinar, dependem da vitória da nação israelita, esta vitória, poderia demorar muito mais tempo, caso a nação não tivesse condições de se preparar, na economia, na defesa e nos projetos gerais.
SE AS CONDIÇÕES PERMITEM, VIAJEMOS PARA CONHECER ISRAEL. AGORA OU NO MILÊNIO.
Considero esta parte do assunto, uma questão fechada.
O que trás um certo incômodo ou melhor dizendo, apreensão; é a maneira como muitos entregam seus sentimentos para abraçar a ideia dessa viagem. Respeito e não recrimino, aqueles que se emocionam com o fato de pisar a Terra Santa. Emoção é algo muito pessoal.
Viajar a Terra Santa, não é fato novo e foi numa dessas viagens que o tesoureiro da rainha da Etiópia, teve um encontro com o Senhor através de Felipe. 
A Palavra de Deus, notadamente os evangelhos e as epístolas, são nossa base de viver em Cristo, todos os ensinamentos emanam desses textos, não deixando de lado, os profetas e salmos, que em tempo anterior, deixara tudo devidamente alinhavado para que naquilo que JESUS e os apóstolos ensinaram, não pairasse qualquer dúvida e por essa razão, os profetas foram considerados como âncoras da pregação neo testamentária.
No tocante as ordenanças e batismo é uma delas, representa um desabrochar público da nossa fé. É pelo batismo que informamos ao mundo que fomos ligados ao Senhor, tornamos assim, pública a nossa fé em Cristo. A mesma bíblia, nos diz que há somente um batismo, Ef. 4:5. Não vejo motivos para polemizar sobre o assunto. Se alguém deseja se batizar no Rio Jordão e as águas oferecem tais condições, que mal há? O que não podemos é valorizar o Rio Jordão, como os hindus valorizam o Rio Ganges.
Os que foram batizados no Rio Jordão nos tempos de Cristo e ele mesmo o foi, isso é uma questão circunstancial, ou será que alguém irá considerar suas águas milagrosas? Com o devido respeito a terra e os mananciais do Senhor.
Agora, é bom que se entenda, que não faz sentido, batizar-se novamente no Rio Jordão ou achar que o batismo no Rio Jordão, fará o crente melhor que os batizados nos meios que as igrejas lhes oferecem.
O fim é Cristo. Por ele e para ele, devemos viver e lutar pela fé que uma vez foi entregue aos Santos.


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