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sábado, 21 de fevereiro de 2015

EBD.LÇ.8 NÃO MATARÁS.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 08/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O SEXTO MANDAMENTO.
II – IMPORTÂNCIA.
III – PROCEDIMENTO JURÍDICO.
IV – PUNIÇÃO.
                                         NÃO MATARÁS.


PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Um mundo cheio de destruição e tudo pela recusa ao amor da verdade para se salvarem.


I – O SEXTO MANDAMENTO.

1.1 Abrangência.

Acho bonita a maneira como o autor trata este tópico, mostrando o domínio de Deus, quando fala da proibição absoluta e sem concessão. O sexto mandamento ultrapassa a barreira do tempo, o antes e o depois de Cristo; não matarás.

O autor lembra que vários temas, discutidíssimos no presente, são pertinentes a esse mandamento.

Conflitos sociais que passam pelo tráfico de drogas pelo latrocínio e os  crimes praticados por organizações criminosas, fazem a sociedade suspirar pela pena de morte.

O Estado pode matar?

1.2 Objetivo.

Que devemos amar os nossos inimigos e bendizer os que nos maldizem, só podemos reputar por uma profunda transformação das nossas vidas.

Uma das violências mais atrozes do nosso tempo e que anda ao lado do latrocínio é a morte ocasionada por acidente com veículos protagonizados pela embriaguez.

Sofri o suficiente para perceber que não consigo odiar ou desejar mal de quem me feriu, isso dá um alívio à alma, pois, penso que deve ser triste cultivar o ódio, o ressentimento.

Quando pessoas nos ferem, o melhor é ignorar totalmente, pois, matar pode ser feito pelo cultivo do rancor e disseminação com vistas a destruir a imagem de quem feriu.


1.3 Contexto.

AO valor do mandamento bíblico que o diferencia de todos as outras normas do mundo antigo e citadas pelo autor é que a lei de Deus é posta no nosso coração ou seja; transcende as discussões de um aparelho meramente legislativo.


II IMPORTÂNCIA.

2.1 Da vida.

Penso que este tópico ensejará muita discussão e o professor precisa manter o domínio da classe; não permitir serenamente que as discussões tomem conta da classe sob pena de não comentar toda lição.

Que a vida é um dom de Deus, disso todos sabemos e que somente Deus  pode dispor dela é um conceito basilar  da nossa relação com Deus.

O que pensar quando uma pessoa premida pela pressão social não resiste e dá cabo a vida, havendo casos que beira a deficiência. Matamo-los segunda vez?

O que pensa sobre isso um indivíduo que pilota uma moto em alta velocidade?


2.2 Não matar.

Para evitar a execução por vinganças, Deus mandou que fossem edificadas as cidades de refugio em número de seis. Não era proteção para quem praticasse crime de forma proposital ou dolosa. (Capítulo 35 de Números).


2.3 Etimologia.

É possível que muitos alunos e quem sabe algum professor não entenda a razão de analisar-se uma palavra em suas raízes. Tem sua validade para os que pretendem aprofundar-se no entendimento do texto, todavia, não matarás, parece não deixar dúvidas quanto ao sentido do verbo.



III – PROCEDIMENTO JURÍDICO.

3.1 Significado do homicídio.

O  sangue pelo sangue. Gn 9:6. Não havia lei, o patriarca da tribo e a consciência do grupo social julgavam e isto se o vingador não alcançasse o criminoso antes de todos.

Não foi assim com Caim que matou seu irmão Abel de forma consciente e deliberada movido pelo ciumes; disse o Senhor:  “...qualquer que matar Caim será sete vezes castigado...”. Gn 4:15. Caim era um caso de Deus.


3.2 Homicídio doloso.

Trata do crime intencional geralmente por motivo torpe, premeditado.

3.3 Homicidio culposo.

Tem havido muitas mortes ocasionadas por culpa do autor sem a premeditação ou sem intenção de matar, porém, risco assumido.

IV – PUNIÇÃO.

4.1 O sangue de Abel.

O sangue de Abel. De todos os homicídios praticados, o de Abel se revestia de uma particularidade histórica que seria conduzida pelo próprio Deus e que Caim pela maldade interrompeu.

O autor da carta aos Hebreus, (Hb.12:24) faz menção do sangue de Abel que marcou a história da cruz cujo início não foi com o nascimento de Cristo, mas, antes da fundação do mundo. O plano incluía o sacrifício de Cristo.

4.2 O vingador.

A lei, que nem precisa ser de um estado organizado, a tradição e a cultura do povo criam suas regras.

No final do tópico o autor relembra as palavras do Senhor que manda trocar a vingança pelo perdão.

Um estuprador invade a casa e estupra uma criança de 5 anos, uma jovem ou mesmo uma senhora; na casa dos outros isto pode não mexer nossos sobrolhos, mas, se for na nossa casa...

Só receio a pena de morte por conta de muitos inocentes que foram mortos no lugar do verdadeiro criminoso.


4.3 Expiação pela vida.

O autor cita dois textos em números, 35:31 e 35:25 para mostrar as duas únicas saídas para os crimes de morte.


A questão para os nossos dias é que vivemos na dispensação da graça e o que se espera é sempre o perdão, pois, a entrada do Espírito de Deus em nossos corações, não afrouxam nossas mãos, mas, domina os nossos sentimentos não deixando a ira permanecer nele; assim sinto e assim vivo.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

EBD.LÇ.7 HONRARÁS PAI E MÃE.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 15/02/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O QUINTO MANDAMENTO.
II – OBEDIÊNCIA.
III – SUSTENTO.
IV – ENTRE A LEI E A GRAÇA.


  
PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: Grande momento para refletir sobre este assunto e que esperamos, produza muito fruto na vida dos alunos.


I – O QUINTO MANDAMENTO.

1.1 Os pais biológicos.

Eu não considero qualquer discussão sobre estrutura familiar, algo, complexo; considero apenas que se não for por loucura, muitos pais, deixam de estimular bons sentimentos nos filhos, por não aguentarem a pressão social que se abate sobre suas cabeças, afastando-os de cumprir a missão na sua plenitude.

Manter a família em boa sustentabilidade é o maior desafio dos nossos dias e muitos jovens por não compreenderem isto, acabam provocando situações insustentáveis no relacionamento familiar.

A falta de recursos interfere e muito na questão da sustentabilidade.

Somente Deus por sua graça pode soprar o melhor entendimento quando disponibilizamos o nosso coração para recebê-lo.

Penso que o autor sugere quando diz que “o propósito divino é a sustentabilidade da estrutura familiar” é que Deus quer que sejamos cuidadosos e carinhosos com os filhos como ele é conosco.

1.2 Os pais espirituais.

O autor estende a relação dos “pais espirituais” para todos aqueles que de forma direta ou indireta contribuem para o bem estar do ente social.

Na questão de pais espirituais, podemos incluir os professores, os bons e dedicados professores que com a maior satisfação, transmitem seus conhecimentos, buscando aprimorar nossas forças intelectuais.


1.3 Os pais intelectuais.

Entramos na atmosfera do respeito àqueles que visivelmente tem maior conhecimento que nós, não somente na vida pública, mais e principalmente na igreja que onde mais tempo ocupamos. Há os pastores, os anciãos e os que dedicam seu tempo no ensino; com eles aprendemos e os reconhecemos como “pais intelectuais”.


II OBEDIÊNCIA.

2.1 O verbo honrar.

Mais uma vez agradecemos a Deus pelo enriquecimento da lição com as explicações do autor.

Honrar pai e mãe é um imperativo e traz consigo, as promessas de abençoar com vida longa. É um mandamento que nunca saiu de moda e passou pela barreira do AC/DC e se mantém firme até o dia de hoje.

Quem quer ter a sua vida prolongada e abençoada, deve honrar os pais, no mais puro sentido da palavra.


2.2 Filho adulto.

Na fase adulta dos filhos, a velhice dos pais e esse é o momento que eles mais precisam de atenção e carinho.

Tem sido comum, filhos de famílias consideravelmente numéricas, (quatro e até mais...) ser preciso que um ou outro membro da família se aproxime para socorrer e estar junto enquanto outros, se afastam sob o pretexto de “não ter condições” de ajudar. Independente da condição financeira, a presença e atenção, responde por muito.


2.3 À luz da exegese.

Exegese - Análise de textos do ponto de vista do entendimento para uma boa interpretação.

O que considero do ponto de vista etimológico é que no original, grego, a riqueza gramatical  permite o uso de termos especiais para indicar uma ou outra situação a exemplo de “amor” e muitas vezes na língua portuguesa encontramos um substantivo que revela diversas facetas:

Filhos – São os nascido dos pais sob o mesmo teto sendo irrelevante, a idade destes; honrar é preciso.


III – SUSTENTO.

3.1 Cuidado.


Em boa oportunidade, o autor fala de sustento como também deixar pai e mãe.

Encontramos isto em dois momentos oportunos e que pede um esclarecimento:
                                                                            
Em Mt. 19:29 Jesus fala de promessas para aquele que deixar casa, irmãos, pai e mãe por amor ao seu nome, ganhará nesta vida cem vezes tanto...
Em Gn. 2:24 “...deixará seu pai e sua mãe...”.

Em nenhum caso referenciado acima ou em outras ocasiões, a Bíblia  sugere deixar por abandono ou desprezo; a Bíblia não se contradiz.

 3.2 Oferta Corbã.

Muito interessante este ponto e sugiro ao professor que chame a atenção dos seus alunos principalmente para o último parágrafo:

“...Assim ele dizia aos pais que não podia oferecer ajuda nem fazer nada por eles porque tudo já estava comprometido diante de Deus”.

Alguma novidade? A história se repete sempre, quando muitos deixam de assistir os pais em suas piores horas, por estar “ocupado” no ministério.

3.3 Ensino de Jesus.
M a g n i f í c o este último ponto da lição que sugiro seja pedido a qualquer dos alunos que o leia e faça algum comentário, pois, há muitos que duvidosamente declaram estar fazendo um serviço para Deus e o autor diz: “Quem cuida do pai e da mãe já está fazendo um serviço para Deus”.


IV – ENTRE A LEI E A GRAÇA.

4.1 Autoridade dos pais.

Ao criar o homem e este gerar filhos, essa relação respeitosa já existe como lei de Deus no coração de todo ser humano; formalizar como um mandamento literal no decálogo é permitir aos juízes julgarem o tratamento injusto dispensado aos pais.

4.2 O sistema Mosaico.

Todos sabem que o que Deus entregou aos filhos de Israel para cumprimento formal e legal, diz respeito somente a eles, todavia, nós nos apropriamos pelo direito de filhos de novo gerados e que contra a  natureza, fomos enxertados na oliveira, assim,  somos os verdadeiros israelitas e temos deveres morais a cumprir observando-se as regras do novo testamento.  Rm 2:29, Ef. 2:14.

4.3 Adptado sob a graça.

A adaptação sob a graça é a maneira como entendemos e nos apossamos das bênçãos prometidas ao seu povo pela obediência a lei e agora, pela obediência a Cristo.

  
UMA LEMBRANÇA POUCO LEMBRADA.
Sempre alertei aos membros da igreja que estiveram sob os meus cuidados pastorais, dos pais, passarem suas propriedades para os filhos com uso fruto vitalícios a favor dos pais. Este procedimento evita muita dor de cabeça aos futuros herdeiros.

Há pais que por pura soberbia ou medo, rejeitam este conselho.

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