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quinta-feira, 31 de julho de 2014

EBD LÇ.5 O CUIDADO AO FALAR E A RELIGIÃO PURA.

EBD – LIÇÃO PARA O DIA 03/08/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – PRONTO PARA OUVIR E TARDIO PARA FALAR.
II – PRATICANTE E NÃO APENAS OUVINTE DA PALAVRA.
III – A RELIGIÃO PURA E VERDADEIRA.



Proposta de introdução:
Quando as lições tratam de questões morais e de vida comum, é normal que alunos empolgados, peçam à palavra para contar suas experiências e alguns conseguem calar o professor por longo tempo. Não deixe que isso aconteça, pois, na maioria dos casos provocam irritação nos demais que acabam lamentando o tempo perdido.


I – PRONTO PARA OUVIR E TARDIO PARA FALAR.

1.1 Pronto para ouvir.

Momentos para ouvir: Quando estamos recebendo ensinamentos, em qualquer área da vida, faz-se necessário segurar a empolgação para não falar na hora imprópria perturbando o ensino, mesmo quando temos a sensação de saber mais do que o preletor.

Ouvir com serenidade os que nos procuram para aconselhamento mesmo que os esclarecimentos pareçam demorados e insipientes ou prolixos; isto faz com que o nosso interlocutor se sinta ouvido, importante.

O autor cita ainda, a experiência de Samuel, ensinado para  ouvir Deus falar. Há muitos que ficam tão preocupados com o vizinho de banco ou com a movimentação de pessoas dentro da igreja – quando isso ocorre – que termina o culto e não ouviu a voz do Senhor.

1.2 Tardio para falar.

Recomendo a leitura deste tópico, com expressão para que os alunos percebam a sua importância.

Quando falar: Tiago não impede ou critica a fala, mas, invoca responsabilidade na fala e principalmente quando estamos na Casa do Senhor, o cuidado deve ser redobrado. Já vi muitas perdas por conta de maus pronunciamentos, principalmente quando afetam os novos convertidos.

A segunda questão importante dessa abordagem é que Tiago deve ter conhecido muita gente precipitada para falar e desatentas para ouvir.
Pv.25:11 “Como maçãs de ouro em salvas de prata, são as palavras ditas ao seu tempo”.

1.3 Controle sua ira.

46 anos. Dias, semanas e meses de vida em comum nas igrejas nos levam a conhecer os sentimentos que envolvem as pessoas, comparando-as com os traços bíblicos e com certeza, a ira não é um sentimento comum de pessoas nascidas de novo.

“Tardio para se irar...”.
É um conselho sem cabimento da parte do apóstolo ou ele reconhece que nem todas as pessoas tem um bom temperamento, mesmo os nascidos de novo?

Há tantas coisas nesse mundo que a Bíblia fica parecendo pura teoria e utopia.

Mesmo os nascidos de novo precisam controlar a sua natureza. Deixar-se dominar inteiramente pelo Espírito de Deus, parece ser um privilégio de poucos, resguardadas as devidas proporções. Conheci excelentes crentes que não poderiam ser investidos de qualquer responsabilidade na igreja; causariam um transtorno pela facilidade de irritarem-se ou até mesmo, chegarem à ira.

II – PRATICANTE E NÃO APENAS OUVINTE DA PALAVRA.

2.1 Enxertai-vos da palavra.

Este tópico é uma exortação do autor baseado no texto de Tiago, para que não sejamos apenas ouvintes da Palavra. Definitivamente, o amor a Palavra de Deus é a única saída para uma vida coerente e vitoriosa. O que se vê em nossos dias, principalmente pelas heresias de muitas igrejas, deixa a nítida impressão que muitos não demonstram conhecer e se conhecem, desprezam a Palavra do Senhor.

2.2 Praticai a Palavra.

A palavra chave deste tópico parece ser a repetição da fala de  Tiago; “o homem que contempla a própria imagem no espelho e  depois se retira, esquecendo-se completamente dela”.

O típico ouvinte esquecido.

2.3 Persevere ouvindo e agindo.

A maior prova que um cristão pode dar como conhecedor da Palavra de Deus está na sua atuação constante.

Não podemos julgar a todos pela aparente falta de atuação, pois, há pessoas sem condições de envolvimento com a igreja, outras que se sentem incapazes de fazer algo, mas, guardam profunda fé no coração e não escondem isso das pessoas com quem convive exercendo admiração sobre elas.


III – A RELIGIÃO PURA E VERDADEIRA.

3.1 A falsa religiosidade.

Com o advento da rede social, passamos a conhecer pessoas que oram pela madrugada, que evangelizam e as que contribuem. São Pessoas que gostam de publicar seus feitos, isto não chega a ser uma falsa religiosidade, mas, a torna tão fútil quanto.

A outra questão importante é quando praticamos boas ações e agravamos a vida de alguém com alguma atitude má. Isso por si destrói tudo que de bom se faça em nome do Senhor.

3.2 A verdadeira religião.

Um texto que acho por demais interessante, muito usados em pregações, porém, de certa forma, fora de contexto, quando muitos acham que o os nossos pecados sejam limpos, sem que haja algo que agrade o coração de Deus, está no livro de Isaias 1:11-17 tendo no verso 17, a definição da bondade de Deus no tocante a verdadeira religião: (18) “...Vinde então e argui-me...”.

3.3 Guardando-se da corrupção.

Recomendo que você professor, grife neste tópico para dar ênfase: “A religião falsa está mergulhada no egoísmo, na corrupção e nos interesses maléficos do sistema pecaminoso”.

Mergulhada no egoísmo da corrupção; assombram-nos as coisas que acontecem no nosso meio, com relação à corrupção.

Ato ou efeito de se corromper; no sentido de negociatas, perder o referencial de fé ou ser um agente ativo da corrupção, como comprar favores.


sábado, 26 de julho de 2014

EBD LÇ.4 GERADOS PELA PALAVRA DA VERDADE.

EBD – LIÇÃO PARA O DIA 27/07/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A RELAÇÃO ENTRE OS POBRES E OS RICOS.
II – DEUS SÓ FAZ O BEM.
III – PRIMÍCIAS DE DEUS ENTRE AS CRIATURAS.
                                          
                                              Quem se habilita?



Proposta pela introdução:
Qualidade relacional da igreja nos diversos níveis.
Estudar as distorções sociais.
Estudar as distorções de convivência.
Perspectivas de um bom relacionamento.

I – A RELAÇÃO ENTRE OS POBRES E OS RICOS.

1.1 os pobres na igreja do primeiro século.

O meu pensamento não visa contestar as afirmações do autor, considerando-me apenas mais um a opinar:

a) O mundo é dividido em classes sociais.
b) A igreja vive no mundo, mas, não é do mundo, portanto, não podemos considerar que a participação dos pobres na vida da igreja seja uma opção dos ricos. Na verdade, os ricos é que foram inseridos na igreja como se nada tivessem.
c) A igreja precisa ser a única instituição que não reconhece ou não pode reconhecer classes sociais nas suas relações internas, se somos um em Cristo.
d) No tocante a questões de ordem material, as mãos precisam estar estendidas e o coração aberto para amar e respeitar a todos, qualquer que seja a quantidade de posses.

1.2. Os ricos na igreja antiga.

Em muitos momentos, a riqueza pode se constituir em perigo levando os homens a cometerem graves erros:
Esdras e Neemias tiveram muita dificuldade em conter a ganância dos ricos que emprestavam dinheiro a altos juros, tornando a vida do pobre penhorável.

O mesmo retrato pode ser visto nos nossos dias, resguardadas as devidas proporções e interesses de cada um no nosso contexto social.

Basta examinar a Palavra do Senhor e perceber que o mau trato infligido ao necessitado, foi um dos principais motivos da destruição de Sodoma e Gomorra e as inúmeras reprimendas de Deus para com o povo de Judá.
Ez 16:49 “...Soberba, fartura de pão e abundância de ociosidade teve ela e suas filhas, mas, nunca esforçou a mão do pobre e do necessitado.”.

Muitos pecados são cometidos contra os pobres em nossas igrejas e poucos se dão conta desse fato.

1.3 Perante Deus, pobres e ricos são iguais.

Recomendo a leitura deste tópico para que fique claro aos alunos, como o Evangelho de Cristo nos responsabiliza à compreensão de igualdade.

Não pode haver em nosso meio qualquer tipo de preconceito e lamentavelmente, há líderes se comportam de maneira preconceituosa. Penso que o preconceito entre irmãos é danoso para a salvação a não ser que o preconceituoso seja portador de alguma demência, não podendo ser responsabilizado pelo que pensa ou fala.


II – DEUS SÓ FAZ O BEM.

2.1 Não erreis.

A exortação contida no verso 16 nos mostra que a Bíblia não é um livro de imposições, exceto o que constava não lei: “Não matarás...”.

Toda a exortação textual do novo testamento vem em forma de conselho e em muitos casos, comparando com as flagrantes desobediências do povo de Deus na antiga aliança.

Hb. 3:12 “Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel para se apartar do Deus vivo.”.

Todas as palavras de Tiago, são carregadas de um sentimento  paternal.

2.2 Todo dom e boa dádiva vêm de Deus.

Toda boa dádiva e todo dom perfeito...
Não há nas palavras do apóstolo qualquer sentido que nos leve a pensar nos dons espirituais como tratados na carta aos Coríntios.

Os dons de Deus não podem estar no alcance do sentimento de posse de qualquer ser humano. São dados para fortalecer a nossa relação interpessoal, fazendo o bem necessário. A falta desse “dom perfeito” descaracteriza a vida de quem diga ser nascido de novo.

2.3 A origem de tudo o que é bom está no Pai das luzes.

Não há o lado mau em Deus. Neste sentido, há em Deus justiça para julgar e condenar toda prática do que é mau.

Não é sem razão que a Bíblia registra em Genesis a obra da criação de Deus e conclui sempre com esta expressão: “E viu Deus que era bom”.

Ainda hoje, Deus só tem o bem para o seu povo; nós é que nos afastamos perdendo grandes oportunidades.


III – PRIMÍCIAS DE DEUS ENTRE AS CRIATURAS.

3.1 Algo que somente Deus faz.

O autor considera os seguintes atos:

a) A regeneração é um milagre de Deus.
b) Ele nos “gerou” de novo...
c) O ato “gerar”  é um ato de Deus através do Espírito Santo.
d) Fazer morada no crente.

Podemos concluir que:
O novo nascimento e com ele a regeneração da nova natureza nos coloca em posição de pessoas de bem com todos os compromissos e responsabilidades que a nova qualidade de vida nos impõe. Amando e fazendo o bem necessário.

3.2 A Palavra da verdade.

“Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade...”.

Podemos aplicar essa verdade afirmando que somos filhos de Deus, as primícias do Senhor?

Como agimos em um mundo onde o sentimento de querer levar vantagem em tudo parece ter dominado muitos corações?
Por que não lembrar daquele governador que recebeu dinheiro de corrupção e ainda foi orar agradecendo a Deus como se aquilo tivesse procedido de Deus como bênção? São tantas emoções!

Podemos entender a grande responsabilidade que temos?
a) Não adquirir produtos contrabandeados ou pirateados por serem mais baratos.
b) Não aceitar gato de energia elétrica e sinais de tevê à cabo.
E tantas outras safadezas comuns, a quem não tem regras a cumprir.

Nas questões acima, vem o papel social da igreja em educar e contribuir para que a vida do pobre seja mais bem conduzida, sem esquecer que a igreja cresceu e muitos são os preguiçosos que vem se aninhar apenas para ter alguma vantagem.

3.3 O propósito de Deus.

Diz o autor: “O propósito de divino não é primeiramente abençoar o crente com bênçãos materiais...”.

A tônica das pregações de hoje, esquecem as verdades ditas pelo irmão Tiago, aliás, nem o citam nas suas pregações, a não ser, a prosperidade e nessa luta muitos tem perdido a fé no Senhor como se Deus fosse responsável por mudanças sociais.

“...Os pobres, sempre tendes convosco...” Jo. 12:8.









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