Tradução deste blog

quinta-feira, 27 de junho de 2013

EBD LC12 EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR

LIÇÃO 12 EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR.
EBD para 30.06.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O EXEMPLO DECISIVO E CORAJOSO DE NOÉ.
II – JOSUÉ, UMA DECISÃO EXEMPLAR.
III – O EXEMPLO DOS RECABITAS.


Em tempo: Sempre guardei esse texto com alguma reserva; não pela afirmação de Josué diante do povo de Israel em um momento difícil. Certamente que “minha casa” não diz necessariamente a esposa e filhos, mas, envolve seus familiares ou até mesmo a sua tribo ou parte dela; não esqueçamos que Israel era uma nação teocrática; respiravam Deus em todos os cantos.   O meu desconforto, sempre que citam esse texto é ver que ele é usado por alguns, de forma orgulhosa dentro de um mundo cheio de contradições. Damos graças a Deus quando nossos filhos vivem na obediência da Palavra de Deus.
A REALIDADE DE CADA UM É TÃO DIFERENTE QUANTO AS NOSSAS IMPRESSÕES DIGITAIS.

I – O EXEMPLO DECISIVO E CORAJOSO DE NOÉ.
1.1        Noé andou com Deus.
O capítulo 6 do livro de Gênesis descreve o quadro social:
a)   Mistura entre os filhos de Deus e os dos homens.
b)   A maldade se multiplicara.
c)   O pensamento do homem era mau continuamente.
Essa descrição termina com a afirmação que Deus se arrependera de ter feito o homem sobre a terra.
O mal sempre teve a sua cor em todos os tempos, o que tem mudado são os meios de praticar o pecado. Nada se compara aos nossos dias em matéria de criatividade para errar.
Fechemos a porta da nossa casa e a betumemos com oração.

1.2        Vivendo numa sociedade corrompida.
Gn 6.11:13 A terra estava corrompida, viu Deus que a terra estava corrompida porque o homem se havia corrompido.
Perceba-se que a palavra corrupção, como um manto, veste o homem desde o princípio.
Mt. 24:37 Disse Jesus: “Como foi nos dias de Noé assim será também a vinda do filho do homem...” numa referência que a qualidade moral do homem é tão ruim nos últimos dias como foi nos primeiros dias.
-Não adianta ficar reclamando e apontando erros dos outros.
-Precisamos fazer a diferença dentro desta sociedade.
-O nosso caráter é o instrumento de correção das notas desafinadas desta sociedade.
-Assim como Noé pagou o preço pela vida correta que vivia, nós também pagamos o nosso.
-O nosso caráter ajuda a solidificar a fé dos filhos.
-A falta de correição afasta a família de diante de Deus.

1.3        A salvação de Noé e sua família.
Apenas a família de Noé. Lembremo-nos que na destruição de Sodoma e Gomorra, Abraão parou de questionar Deus, por perceber que toda sociedade estava corrompida. Se Ló tivesse ficado mais tempo, certamente nem ele mesmo sobreviveria.
A arca é uma figura da graça do Senhor; nela Noé foi salvo e na graça somos salvos.

II – JOSUÉ, UMA DECISÃO EXEMPLAR.
2.1 A firme tomada de posição.
O autor cita Ef. 6:4 “E vós pais não provoqueis a ira vossos filhos...”
Uma maneira de manter a casa firme diante do Senhor é a presença constante do pai, aconselhando e ajustando eventuais desvios.
A causa dos desajustes na família e isso, reconhecido pelos educadores, é a ausência da figura paterna.
Devemos entender as contradições sociais dos nossos dias, mas, não podemos permitir que o sistema mundano engula-nos vivos.
A firmeza de Josué deve ser a nossa, em defesa da nossa família.

2.2 O perigo da omissão.
Na atual conjuntura, quando o homem trabalha dobrado para cumprir as obrigações de proteger e sustentar a família, a mulher precisa cobrir as faltas que ele faz no seio da família, todavia, acho maravilhoso, quando a mulher inteligente, senta-se com o marido e dá-lhe conhecimento de algumas ações do dia, exceto as que venham estressa-lo.
Quando os dois trabalham, ambos precisam pensar juntos, numa forma de preencher o campo vazio, caso contrário o inimigo vem e lança o joio.

III – O EXEMPLO DOS RECABITAS.
3.1 Uma família exemplar.
Penso que muitos crentes não se detiveram para ver o exemplo moral dos recabitas, usado por Deus para dar uma lição à casa de Judá sobre o significado da obediência, em Jeremias 35.

3.2 Um exemplo de fidelidade.
A vida impura da sociedade, não atingiu a casa de Recabe, isso mostra o forte exemplo de vida consistente.
O que pode quebrar esse princípio?
-Beba cerveja ou qualquer bebida forte perto dos filhos.
-Seja habitual em xingar palavrões quer eles ouçam ou não.
-Esposa e marido, maltratem-se diante dos filhos.
Com a quebra desses princípios, a semente do mal estará lançada e o prejuízo será incalculável.


Tratemos da nossa família para não corrermos atrás do prejuízo.

sábado, 22 de junho de 2013

EBD LC 11 A FAMÍLIA E A IGREJA.

LIÇÃO 11 A FAMÍLIA E A IGREJA.
EBD para 23.06.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – FAMÍLIA: O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA.
II – A IGREJA, ACOLHENDO AS FAMÍLIAS.
III – A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL.
  
Em tempo: A relação família x igreja sempre exigiu por parte dos pais de família, uma atenção muito grande. Entendo que o maior problema entre ambos é a questão do respeito a cada grupo familiar. Há famílias invasivas e famílias que se deixam invadir, por conta de pessoas que não atentam para os conselhos da Palavra de Deus, principalmente este: “Retira o pé da casa do teu próximo antes que ele se enfade de ti e te aborreça. Pv. 25:17.
ESTA LIÇÃO DESAFIA A NOSSA INTELIGÊNCIA E NOS IMPÕE CORAGEM PARA FALAR O QUE É VERDADE NESTE ASSUNTO.

I – FAMÍLIA: O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA.
1.1        Sem a família a igreja não funciona.
Nem pode ser diferente que na abordagem de uma lição importante como esta, devam-se desprezar os pontos negativos da relação família x igreja, todavia, se não abrirmos o comentário para que muitas coisas negativas sejam percebidas e comentadas, fica difícil a correção. Ao professor, pesa a responsabilidade de transmitir estes ensinamentos, cuidando para que qualquer palavra com referência negativa a famílias, não venha magoar um aluno ou dar a entender que a observação tem direcionamento que envolva famílias conhecidas da igreja local.
O fortalecimento das famílias nas igrejas, dependem de uma série de fatores: 1) Os cuidados pastorais com as famílias em geral e com os seus filiados em particular. 2) Preservar a dignidade das famílias. 3) Não expor famílias a constrangimento pelo comportamento de um membro e 4) Não executar juízo de valor publicamente quando poderia tratar particularmente sobre causas que envolvam membros das famílias.
  
1.2        A família como extensão da igreja.
A família é uma extensão, para o bem ou para o mal, dependendo do comportamento. Poucas pessoas ou famílias se dão conta do importante papel do testemunho pessoal ou familiar. Como anda a sociedade, os cuidados precisam ser redobrados.

II – A IGREJA, ACOLHENDO AS FAMÍLIAS.
2.1 A natureza humana da igreja.
Na igreja, a vontade humana se manifesta de acordo com o perfil de cada um. Tiramos de dentro, os melhores, mas, também, os maus desejos. Convivemos dias e anos juntos e isso é uma ordem de Cristo, para o nosso amadurecimento espiritual O Senhor nos colocou juntos para crescermos juntos.

2.2 A dimensão relacional da igreja.
Idiossincrasia é a característica peculiar de cada individuo, assim, pela fé somos e devemos ser um em Cristo, na maneira de pensar e agir, mas, temos a nossa natureza e convivemos com ela e ela com os demais. Não podemos negar a nós mesmos, mas, podemos corrigir o que possa causar prejuízo a terceiros.

2.3 O relacionamento familiar na igreja.
O autor aponta 3 princípios a serem observados pelas famílias.
1 – A família não deve se fechar em si mesma e isso por vezes, ocorre.
2       – Não deve haver motivações que desrespeitem a liderança da igreja ou qualquer outra pessoa.
3       – A família deve investir para se relacionar com outras famílias.
No tocante ao ítem dois, lamento que muitos ministros, não se deem o devido valor para evitar conflitos com as famílias na igreja.

2.4 A família do obreiro.
Parabenizo o autor pelo que escreveu sobre a família do obreiro.
Sempre digo que os filhos não pediram para nascer em casa de crente e muito menos de pastor, mas, nasceram; não podem a vida toda amargar isso, pelo desprezo e críticas a que são comumente submetidos. Para mim, o pastor só não pode admitir atos de impiedade da família a exemplo da família do sacerdote Eli.


III – A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL.
3.1        A comunhão da família.
A família deve usufruir de todas as bênçãos do Salmo 133 e essa comunhão deve ser entre si, com seus familiares bem como com outras famílias. A comunhão é uma exigência do Senhor que disse: “Pai eu quero que eles sejam um” Jo. 17:21. Não podemos permitir que os defeitos de uma pessoa venha prejudicar toda relação.

3.2        Envolvendo-se com o Corpo de Cristo.
Entendemos como fundamental, que as famílias construam em casa, a vida de adorador, para que na igreja, possam influenciar e junto com outras famílias criar o clima perfeito de culto a Deus. Infelizmente, muitas famílias deixam vazar seus conflitos nos corredores da igreja, causando tumultos e prejuízos para esta.
A casa de Deus é casa de oração e lugar de comunhão.

3.3        Toda família na casa de Deus.
Compartilhar de todos os trabalhos na casa de Deus, cada um com o dom recebido do Senhor, ajuda a fortalecer a comunhão da família.

A própria família deve fiscalizar seus membros, quando perceber que qualquer deles esteja tentando prejudicar esse compartilhamento por qualquer dissabor. Na multidão de conselhos, há segurança Pv. 11:14.

Seguidores