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sábado, 14 de julho de 2018

OS MINISTROS DO CULTO LEVÍTICO - EBD LÇ. 03 15/07/2018.


EBD LÇ. 03 “OS MINISTROS DO CULTO LEVÍTICO”.

15/07/2018.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.


PONTOS:
I –  LEVI, A TRIBO SACERDOTAL.
II – O SUMO SACERDOTE.
III – DIREITOS E DEVERES DOS LEVITAS.
IV – O OBJETIVO DE LEVÍTICO.


A exigência moral cobrada dos sacerdotes é a mesma para os pastores assim como o juízo pelos erros. Você quer ser pastor?



       
I – LEVI, A TRIBO SACERDOTAL.


1.1 O nascimento de Levi.

 Terceiro filho de Jacó e Lia (Léia)  sobre quem recaiu a responsabilidade do altar. Essa foi a sua herança. Dessa tribo procedeu Moises e Arão e demais figuras importantes na história política de Israel.

(Dt.18:2) O Senhor foi sua herança.

1.2 O zelo dos levitas.

Os filhos de Levi foram Gerson. Coati e Merari. Conforme explica o autor,  cada um desses três formaram um clã ou um grupo tribal e cada um deles, tiveram responsabilidades na tenda da congregação.

O zelo deles se revelou pela aplicação de suas vidas à Moisés, e a mostra disso, foi o combate a idolatria que culminou com o culto ao bezerro de ouro.

GERSON – O encargo de montar o tabernáculo com suas cobertas e cortinas.
COATE – O encargo das peças mobiliárias que compunham a tenda da congregação
MERARI – O encargo das estruturas do tabernáculo; travessões, colunas e bases.


1.3 A vocação sacerdotal dos levitas.

A Biblia registra que tudo quanto Deus fez, “viu Deus que era bom” e assim, é tudo o que Deus faz.

O homem destrói, modifica, torna feio. Veja o problema do desmatamento, a poluição marítima e dos rios.

Veja a constituição do povo de Israel,  tudo certo.  12 tribos sendo uma sacerdotal e 12 pedras no peitoral do sumo sacerdote;  segue.

Com 12 apóstolos o Senhor constituiu a sua igreja e ampliou o sacerdócio fazendo de nós, sacerdotes reais para adoração do seu nome. A igreja é o espaço onde nos reunimos como era a tenda da congregação e depois o templo.

O que não funcionou na antiga aliança? O homem e hoje não é diferente.
  
Há levitas na igreja do Senhor? Não. Isso é um engano herético.

Na igreja temos: Diáconos,  presbíteros e pastores;  os que são chamados para apascentar.


II – O SUMO SACERDOTE.


2.1 Descendentes de Arão.

Comenta o autor que o sumo sacerdote de Israel teria de ser obrigatoriamente, descendente de Arão, ungido e vitalício com base nos  textos sagrados.

- Era o principal representante do culto divino.
- Único responsável para cumprir o ritual dos sacrifícios.
- A legislação que embasa a vida sacerdotal é rígida, inflexível. Que digam os filhos de Arão, Nadabe e Abiu. (Nm.26:61).

O autor fala do culto inaugural  do Santo Templo que começou com a aprovação de Deus e com muito poder para continuar,  pela chegada da Arca do Concerto seguido de muitos sacrifícios de animai e cânticos, uma verdadeira festa de adoração.

Com relação ao Santo Templo, queremos igualmente  lembrar que todos os prédios e casas de oração construídos em nossos dias são  considerados locais sagrados, por servirem ao culto cristão e assim, não há qualquer improbidade, chamar um prédio de “igreja” ou “templo” visto que muitos procuram desqualificar o seu uso.


2.2 Ungido para o ofício.

A unção tinha duas funções importantes, talvez alguém descubra mais; confirmar a autoridade, o poder e a graça concedidas.

(Ex.30:30) “Também ungirás a Arão e seus filhos, e os santificarás para me administrarem o sacerdócio.”.

O uso do óleo no Novo Testamento não segue a regra antiga. Muitos exageram na sua aplicação.

(Atos 13:3-4) Então, jejuando e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram e assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.

No Novo Testamento, o óleo não santifica mais do que o caráter e temor a Deus.

2.3 Vitalício no cargo.


Quanto a questão da vitaliciedade é outro assunto muito debatido na rede e não há qualquer improbidade quanto a isso. O obreiro deve ter consciência para informar quando não tiver  mais condições de conduzir o rebanho, salvo por prática de pecado que comprometa a moral da igreja.

A outra questão envolvia a sucessão quando os filhos substituíam os pais.

Em tempos de igreja, muitos discordam e os que criticam, fariam o mesmo. A igreja é apta para julgar a capacidade dos filhos do pastor.

Quando os homens não julgam os erros, Deus julga retamente e não tem essa história de “não toqueis nos meus ungidos” a exemplo dos filhos de Eli que era sacerdote, portanto dos filhos de Levi.


2.4 Servos de Deus.

Recomendável a leitura deste tópico em classe e reforçar a importância da fidelidade e preservação de uma vida santa.

Não havia a infalibilidade sacerdotal, como não há infalibilidade papal nem de pastor nem de “eleitos”.

(ICo.10:12) “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe, não caia...”.


III – DIREITO E DEVERES DOS LEVITAS.

3.1 Viver do altar.

Essa questão de “viver do altar” sempre foi muito conflitante, não apenas no tempo bíblico antigo em relação aos sacerdotes ou levitas em geral, pois estes,  deviam viver com exclusividade para o serviço do templo e nem mesmo o advento do período regencial, escolha do próprio povo, desobrigou-os de contribuir para o serviço do templo, tendo sido considerado um roubo a Deus, a falta de entrega dos dízimos conforme Malaquias 3:8, texto pouco conhecido do mundo cristão.

Nos dias da igreja do Senhor, viver da obra produz muitos e maiores resultados, mas muitos estão vivendo da obra sem viver a obra e aqui reside o mal.

3.2 Santificar-se ao Senhor.

Com certeza esta lição veio à tempo para servir de esclarecimentos com relação o serviço do altar.

Se por um lado o sacerdote não vivia nos ofícios comuns da economia da época, todavia a responsabilidade diante de Deus e dos homens era por demais, preciosa e precisava ser mantida a todo custo. Leiam (Lv. 10:1-2)..


Nos dias da igreja, o juízo divino nem sempre cai nesta vida e por conta disso os abusos e as desconfianças crescem, mas quem conhece a Palavra de Deus sabe que o juízo de Deus  será sem misericórdia quando ele se assentar para julgar os homens.

(Mt. 7:23)”E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”.


3.2 Tornar-se uma referência espiritual e moral.
  
O autor faz referência aos filhos de Eli. Como Deus chamou Samuel para informar ao pai, sacerdote, sobre o que faria com a sua casa por conta da desobediência, (ISm.2:25).

É lamentável quando vemos tantos homens “pastores”, apaixonados por time de futebol, menos que por almas, consideram-se sábios.

Aqueles que usam os recursos da igreja para viver nababescamente serão julgados à semelhança dos filhos de Eli.

Ao ensinar esta lição o professor deve ser cuidadoso, pois há muitos alunos que preferem  desqualificar pastores por conta dos que seguem o caminho da impiedade e o professor não pode vacilar num momento como esse.

  
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Aos Irmãos coordenadores ds e EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

Caro professor, presenteie seus alunos com  a “Declaração de Fé das Assembleias de Deus”. É um material barato e seus alunos irão mostrar gratidão pelo gesto.

                           
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sábado, 7 de julho de 2018

A BELEZA E A GLORIA DO CULTO LEVÍTICO - EBD LÇ. 02


EBD LÇ. 02 “A BELEZA E A GLORIA DO CULTO LEVÍTICO”.

08/07/2018.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.


PONTOS:
I –  O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO.
II – ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO.
III – FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO.
IV – O OBJETIVO DE LEVÍTICO.




        
I – O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO.

A lição propõe mostrar o “culto divino” praticados em diversos momentos da vida do povo de Israel.


1.1 Definição.

 A curta e perfeita definição pode ser lida pelos alunos em classe. Resumindo para quem não tem a lição.

Deve ser a perfeita adoração prestada a Deus e que não pode ser dissociada de uma vida que o glorifique.

O mais belo culto perde o sentido quando praticado por uma vida que não corresponda aos mandamentos divinos. (Isaias 1).


1.2 Na era patriarcal.

Não creio na possibilidade de incluir Sete, filho de Adão (Gn. 4:26)  entre os patriarcas,  (Gn.4:26), mas tanto Abel quanto ele demonstraram o conhecimento do dever de culto o Senhor.

Sabemos que o patriarcalismo representou na história de Israel, a primeira ordem social de governo e que os patriarcas, começando por Noé (Gn.8:20) e mais notadamente Abraão tiveram a consciência de culto aflorada na vida diária. A história de Abraão é marcada pela vida dos altares que levantava para adorar o Senhor e disso sabemos; pelas respostas divinas, o Senhor se agradava de Abraão.
 

1.3 No período de Moisés.

Por conta da lei dada a Moisés no Sinai, não podemos dizer que o culto tornou-se “legalista”. A lei apenas instituiu a ordem de culto tanto no sentido de apresentação e forma como de lugar:

(Dt. 12:13) “Guarda-te, que não ofereças os teus holocaustos em todo o lugar que vires...”.

Isto serve de exemplo para muitos crentes que não olham onde pisam e acham que basta ser chamada de “igreja”  para  logo dizerem: “Deus também está lá...”.

Outra informação dada pelo autor é que nesse período, incorporaram-se ao culto, festas que foram ordenadas pelo Senhor e que estavam intimamente ligadas a vida do povo; a Páscoa e o dia da expiação outras foram sendo incorporadas ao longo dos anos.

PRINCIPAIS FESTAS JUDAICAS.
Páscoa liga à festa dos Ázimos ou asmos (sem fermento).
Festa da colheita ou semanas (Chamada de pentecostes após o domínio rego).
A festa dos tabernáculos ou cabanas (lembrando os dias da peregrinação do povo ou êxodo).

Outras foram incorporadas posteriormente como a festa de Purim pela salvação do povo nos dias de Ester na fortaleza persa sob o reinado de Assuero.

As festas não representavam o culto a Deus, apenas comemorações que tinham um caráter quase litúrgico.


1.4 Nos tempos de Davi e Salomão.

(ICr.15:16) “E disse Davi aos chefes dos levitas que constituíssem, de seus irmãos, cantores, para que com instrumentos musicais, com alaúdes, harpas e címbalos, se fizessem ouvir, levantando a voz com alegria.”.

O autor cita o cântico de Miriam e de Débora como cânticos espontâneos de adoração e louvor inseridos na vida religiosa do povo de Israel, mas foi a partir do reinado de Davi e de Salomão que a música instrumental começou a fazer efetiva parte no culto a Deus.

Textos citados na lição: (Ex.15:20-21), (Jz.5).

No Antigo Testamento os instrumentos não representavam 10%(?) dos instrumentos musicais disponíveis nos cultos da igreja.

Instrumentos usados nos cultos levíticos: Címbalos, Alaúdes, pandeiros, gaitas de fole, tamborins entre outros.

A qualidade dos cânticos era reconhecida pelos reinos e impérios vizinhos.
(Salmos 137:1-5) cuja leitura recomendo em classe.


1.5 Após o cativeiro babilônico.

No cativeiro de babilônia em 586 a/C. os judeus levados cativos simplesmente se recusaram de cantar as canções de Sião em terra estranha e como foram 70 anos de cativeiro, isto deve ter mexido com a  memória do povo ao retornar para Sião, reavivados  à prática do culto pelo escriba  Esdras e por Neemias que governou a partir de Jerusalém promovendo uma grande reforma social para levar o povo ao encontro do Senhor e restabelecer o culto.

  
II – ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO.


2.1 Sacrifícios.
  
O autor fala do culto inaugural  do Santo Templo que começou com a aprovação de Deus e com muito poder para continuar,  pela chegada da Arca do Concerto seguido de muitos sacrifícios de animai e cânticos, uma verdadeira festa de adoração.

Com relação ao Santo Templo, queremos igualmente  lembrar que todos os prédios e casas de oração construídos em nossos dias são subjetivamente considerados locais sagrados, por servirem ao culto cristão e assim, não há qualquer improbidade, chamar um prédio de “igreja” ou “templo” visto que muitos procuram desqualificar o seu uso.

2.2 Cânticos.

O louvor sempre foi a excelente parte do culto ao Senhor, porém nunca superior a palavra como veremos no item 2.3 e 2.5.

Quando o povo de Deus se reúne, é preciso levar três elementos para o culto: Espírito, alma e corpo.

A emoção é parte do culto e é provocado pela boa e espiritual música como para preparar o coração.

2.3 Exposição da Palavra.

O autor menciona a palavra de Salomão que desperta a lembrança do povo para os feitos de Deus ao longo dos anos.

A entrada  da tua palavra dá luz e entendimento aos símplices. (Sl.119:130).

 Lembrar que toda escrita e forma de comunicação aconteceram após a divisão das línguas quando foram espalhados por Deus na tentativa de construir uma torre.

  
2.4 Oração.

È parte indispensável do culto a Deus, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento sempre que o momento pedir.

2.5 Leitura da Palavra.

O autor cita Neemias 8:1-8 para falar da importância da leitura bíblica e no caso em tela, impressiona por não acontecer dentro do templo, sob ar condicionado, poltronas bem forradas, mas em ambiente público sob o sol que durou metade de um dia, lendo e explicando.

Desde a alva até o meio dia. Verso 3.
Sobre um púlpito de madeira sem microfone Verso 4.

2.6  Término do culto com a bênção aarônica assim como terminamos nossos cultos com a bênção apostólica.


III – FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO.

Não foge às nossas expectativas quando nos reunimos.

Eles aguardavam o messias e nós abraçamos o messias.

Eles aguardavam a restauração do reino de israel.
Nós vivemos no Reino de Deus preparando nossos corações para reinar no milênio com Cristo e com a nação judaica.

Eles sempre tiveram ao alcance, adorar o verdadeiro Deus.
Nós adoramos o Verdadeiro Deus e Vida Eterna na pessoa do filho unigênito.

Professavam o credo divino.
Nós temos o nosso credo que também é divino e igualmente monoteísta.

Israel experimentou o auge do culto a Deus com a manifestação da sua glória e perdeu tudo isso sobrando apenas algumas pessoas honestas e tementes que esperavam a redenção de israel.

Nós corremos o mesmo risco apesar das muitas recomendações encontradas nos conselhos apostólicos.

As recomendações de Hebreus 3 apesar de ser uma carta aos hebreus crentes, é extensiva a todos nós; é a palavra de Deus.

  
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Aos Irmãos coordenadores ds e EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

Caro professor, presenteie seus alunos com  a “Declaração de Fé das Assembleias de Deus”. É um material barato e seus alunos irão mostrar gratidão pelo gesto.

                           
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