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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

EBD LÇ.2 A FIRMEZA DO CARÁTER MORAL E ESPIRITUAL DE DANIEL

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 12/10/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – UMA RETROSPECTIVA HISTÓRICA
II – A FORÇA DO CARÁTER.
III – A ATITUDE DE DANIEL E SEUS AMIGOS.


 PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO:
Quatro jovens marcam a história do povo de Israel como padrão de princípios em defesa da fé e da cultura de um povo chamado por Deus para servir de modelo. Quando tudo parece naufragar, Deus tem seus fieis, dispostos a não se dobrarem diante do mundanismo a pretexto de conviver de forma politicamente correta.


I – UMA RETROSPECTIVA HISTÓRICA

1.1 A situação moral e política de Judá.

O que fez de Davi e Salomão vencedores, apesar das derrapadas na vida, foi o respeito imposto como estadistas e a obediência a Deus, infelizmente a casa desses dois grandes reis, não foram fieis para com Deus e a condição de serem maus, facilitou e fez crescer os olhos dos seus inimigos.

Vale lembrar neste tópico, a estupidez de Roboão, (41 anos quando começou a reinar) filho de Salomão que deixou de atender a reinvindicação do norte, fazendo exatamente ao contrário e pesando a mão na cobrança de tributos depois de  aconselhar-se com os jovens da corte. Reino dividido, moral em decadência.  IRs 11:43.

A história de vida de Jeocaz está registrado em 2Rs. 23:34 e 2Cr. 36:1-1; era muito jovem quando começou a reinar, um reinado de apenas três meses, o suficiente para mostrar que era tão mal quanto seus pais. Faraó Neco o levou para o Egito onde morreu.

1.2 A situação espiritual de Judá.

A perversão começou no palácio e se estendeu ao templo contaminando o os sacerdotes e finalmente, o povo.

Temos na Bíblia, histórias que servem de exemplo até hoje; se a perversão chega ao altar, somente Deus para livrar o seu povo.

Não é diferente dos nossos dias. Há altares manchados pelo dinheiro e pelo adultério, porém, se a igreja ora, com certeza Deus virá em seu socorro.

Quando muitos preferem ridicularizar na rede social, outros se colocam de joelhos diante de Deus e este sim Deus ouve para atender no seu tempo.

1.3 O império babilônico arrasa o reino de Judá.

Nas três incursões feitas, o império babilônico fez à limpa nos tesouros da casa de Israel, tesouros construídos no período de Salomão e que causou um verdadeiro espanto e curiosidade ao ponto de atrair a rainha do Sul. Provada a incapacidade de Israel reagir, a última incursão culminou com a destruição total.

Bem que foram avisados por Deus. Bem que somos avisados por Deus.

II – A FORÇA DO CARÁTER.

2.1 A tentativa de aculturamento dos jovens hebreus.

Caráter ilibado que significa; conduta limpa, irrepreensível, sem mancha, assim eram os jovens hebreus levados para a corte de Nabucodonosor, na tentativa de acultura-los, ou seja, transforma-los em cidadãos caldeus, no sentido de absorver os costumes e a fala daquele povo e ainda, moral e espiritualmente.

Eles eram crentes em Deus convictos.

2.2 O caráter colocado a prova.

Recomendo aos professores que se atenham ao comentário do autor neste tópico;  muito rico e que nos mostra, como, da mesma forma, o mundo de hoje oferece banquetes,  de caráter sensual, moral e de entretenimento, mas, muitos cultos hoje, representam um banquete espiritual, nada convencional ao que está prescrito na Bíblia.

Muitos aceitam os banquetes de hoje de forma politicamente correto e disso tem resultado o esfriamento de muitos.

III – A ATITUDE DE DANIEL E SEUS AMIGOS.

3.1 Uma firme resolução: Não se contaminar.

Quando falamos em não se contaminar, pensamos na história da nossa igreja. Particularmente sabemos que os nossos pais estavam corretos quanto a não se contaminarem com a sociedade do tempo deles, que em nada se compara com os avanços e extremos vividos nos nossos dias.

Faltou para os crentes, um bom ensinamento bíblico e a preparação do espirito para o social, claro quem não passava pela cabeça deles que as mudanças seriam profundas.

Nada justifica a debandada e o comportamento exacerbado que tem levado muitos crentes a degustarem habitualmente bebida alcoólica, torcer fanaticamente por times de futebol e trocar os cultos por qualquer evento que agrade os amigos.

3.2 Daniel, um modelo de excelência.

A escolha do tipo de alimento caracterizava-os como vegetarianos? Certamente não. Não há registro quanto a essa preferência do ponto de religioso, visto que, a Torá permitia a consumação de alguns tipos de carne. A rejeição de comer carne se deu certamente por dois motivos; não queriam se contaminar de qualquer forma e mostraria o quanto Deus podia sustenta-los e em segundo lugar, perceberam que tudo ali era oferecido aos deuses.

Temos hoje em nossa tradição, oferecer doces e guloseimas a santos e demônios.

3.3 Daniel: Modelo de integridade x sociedade corrupta.

A integridade de Daniel e seus companheiros é modelo a ser seguido para quem pretende agradar ao Senhor e vejam que para isto, não tem placa de igreja, ministério ou influência pastoral. Integridade é coisa do caráter definido do crente salvo, que experimentou o novo nascimento.

É preciso ensinar que não precisamos ao negar participação em eventos contrários aos nossos costumes usar aquele velho jargão: “Não posso ou não faço porque sou crente...”.

A nossa vida deve ser delineada pela obediência à Palavra de Deus, sem pretender ser o “chato” do ambiente.


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

EBD LÇ.1 DANIEL, NOSSO "CONTEMPORÂNEO".

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 05/10/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A HISTÓRIA POR TRÁS DO LIVRO DE DANIEL.
II – OS FATOS QUE PROPICIARAM O EXÍLIO NA BABILÔNIA.
III – DANIEL, O AUTOR E O LIVRO.




PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: O autor se propôs a comentar estas lições baseadas no livro de Daniel sob a perspectiva da escatologia bíblica.  Além da grandeza escatológica, temos a grandeza histórica e moral do livro que nos trará profundos e valiosos ensinamentos.


I – A HISTÓRIA POR TRÁS DO LIVRO DE DANIEL.

1.1 A formação histórica de Israel.
Nesta primeira parte o autor repassa a história de Israel a partir de Abraão e Sara Gn.12:1-3.
Abraão, Isaque, Jacó e os 12 patriarcas de Israel, o cativeiro egípcio de 400 anos e o retorno à terra de Israel (Heretz Yisrael). O regime era patriarcal sob um governo teocrático, ou seja, a orientação de vida do povo e as grandes decisões nacionais vinham de diretamente de Deus.

1.2 O governo teocrático.

Moisés passou a liderança para Josué por determinação de Deus, (Dt. 31:14) que deu continuidade a incursão e domínio de toda a terra prometida.

A teocracia sobreviveu até os tempos de Samuel que intermediou a vontade do povo em rejeição ao governo divino.

As causas da rejeição à teocracia são vistas no livro de Josué e Juízes que retratam a decadência moral do povo por conta da mistura com povos estranhos.

1.3 O governo monárquico.

Foi um período de longa duração e de divisão do reino, de governos bons e outros, ímpios. A decadência da monarquia teve como principal causa, a impiedade e ganância de alguns governantes que promoveram cultos pagãos e a idolatria, sendo o mais significativo deles, o reinado de Acabe que se casou com Jezabel filha de Etbaal rei dos Sidonios.


II – OS FATOS QUE PROPICIARAM O EXÍLIO NA BABILÔNIA.

2.1 O contexto político do reino de Judá.

Uma pergunta que nunca falta em uma hora dessas: Por que Deus permitiu que isto viesse acontecer?

a) A Palavra de Deus não muda, lembrem-se das mensagens enviadas através de Moisés à Faraó; “...Deixa sair o meu povo...”.

b) Deus se mantém firme em tudo quanto diz; não se movimenta para acolher os corações entristecidos e discordantes dos ensinamentos bíblicos mudando suas regras.

c) Quando Salomão inaugurou o templo, Deus foi claro com ele no tocante a fidelidade, tanto dele quanto do povo. IICr 7:21.

Que sirva de lição para todos nós.


2.2 Israel no exílio babilônico

Recomendável que o professor faça ou peça uma rápida leitura do texto, muito bem comentado pelo autor; valorize o trabalho do autor e a lição que o aluno compra para uso em classe, mesmo que você seja muito competente para elaborar estudo paralelo.

A maioria dos casos de corrupção moral começa sempre com a liderança, todavia, há exceções e quero lembrar a revolta do povo de Israel que culminou com a construção do bezerro de ouro. Enquanto Moisés falava com Deus, o povo se corrompia sob os olhares dos príncipes dos acampamentos e de Arão.

Há hoje, muitos casos de desvios doutrinários protagonizados pelas igrejas que vão forçando a penetração de costumes estranhos, exigindo do líder, muita habilidade no trato dessas questões.

O resultado de quem permite corromper, é grave e o exílio na Babilônia serve de ótimo exemplo para o que não se deve fazer.




III – DANIEL, O AUTOR E O LIVRO.

3.1 O homem Daniel.

Daniel deixa exemplo  que essa história de que o crente não pode conviver em relacionamento profissional ou com vizinhos, por não serem crentes é pura conversa. Personalidade é tudo.

Daniel fez brilhar a sua luz nas trevas e Deus o honrou.

3.2 A importância do livro.

O livro de Daniel é riquíssimo em vida exemplar; nele encontramos também seus amigos, Hananias, Misael e Azarias, cativos sob o nome de; Sadraque Mesaque e Abdinego que mostraram o seu amor incondicional para com Deus.

3.3 A autoria e as características do livro.

O autor reitera a autenticidade e autoria do livro a Daniel, local e idioma usado na sua compilação; hebraico e aramaico.

O livro de Daniel é considerado o Apocalipse do Antigo Testamento, considerando suas profecias, algumas cumpridas e outras por se cumprir.

Algo que considero muito interessante do ponto de vista histórico e profético refere-se a estátua vista por Nabucodonosor em seu sonho que retrata o surgimento e destruição de grandes impérios e o último, o Império Romano representado  nos pés com parte de ferro e barro, com certeza mostrando as duas  naturezas desse império. A  parte  de barro mostra  a força desse reino sob o governo do Anticristo que será destruído pelo Senhor na sua vinda com a igreja. Apesar de o Império Romano ter subsistido com duas capitais, Roma e Constantinopla, é bom lembrar que esse império formou a maior religião da cristandade, misturando-se com semente humana, a parte de barro.

Finalmente, o Capítulo doze  versos 2 ao 4 que retrata de forma panorâmica como serão os últimos dias, os salvos e a multiplicação da ciência ou do conhecimento. Coisa séria!



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