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domingo, 11 de novembro de 2012

EBD MIQUEIAS - A IMPORTÂNCIA DA OBEDIÊNCIA para 18/11/2012


LIÇÃO 07 MIQUEIAS  -  A IMPORTÂNCIA DA OBEDIÊNCIA.
EBD 18.11.2012. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O LIVRO DE MIQUEIAS.
II – A OBEDIÊNCIA A DEUS.
III – O RITUAL RELIGIOSO.
IV – O GRANDE AVIVAMENTO.


Em tempo: A visão de Miquéias vai além das questões do seu tempo no tocante aos abusos praticados contra os pobres, a idolatria, a cobiça e principalmente a corrupção moral dos seus líderes. A situação de Israel era muito séria como o é ainda hoje, quando permite que em Jerusalém, a cidade do Grande Rei, se faça uma passeata gay. Claro que não se espera que Israel, seja um Estado extremamente ortodoxo, mas, o ocidentalismo, tem invadido a Cidade Santa. O capítulo 3 do livro começa com Deus, através do profeta, tratando com a liderança. O povo estava também corrompido e quando o povo se corrompe, ama um governo que lhe apoie, também, corrupto. Contemporâneo de Ezequiel, nele, encontramos o estado espiritual do povo, principalmente no capítulo 22 que trata das abominações de Jerusalém, de como os sacerdotes eram corruptos, também no sentido dos cultos escondidos nos seus aposentos secretos. Que tempo difícil para ser profeta.
Hoje, lidamos com a mesma corrupção dentro de muitas igrejas e na vida de muitos líderes “evangélicos”.


I – O LIVRO DE MIQUEIAS.
1.1 O contexto histórico.
Trata do cenário dos fatos, dos reis e profetas envolvidos.
As datas estão entre 750 e 686 ac         “...Mas a soma desses anos, deve ser reduzida significativamente por causa das corregências”.
Corregências, tem muitos significados, mas, pelo contexto, salvo melhor juízo, trata-se do reinado intercalado com outro rei ou outro período de reinado, assim poderia ser também, co-regências.

1.2 Estrutura e mensagem.
Outra forma de demonstrar a estrutura das mensagens, podem ser, quanto a destinação:
Cap. 1 Samaria e condenada.
Cap. 2 e 3 A brutalidade dos governantes.
Cap. 4 O Reinado Universal de Sião, o milênio.
Cap. 5 O Rei futuro e Sião – O nascimento do Messias.
Cap. 6 Controvérsias do Senhor com o seu povo.
Cap. 7 O triunfo final de Sião.
(Manuel Bíblico Halley)

II – A OBEDIÊNCIA A DEUS.
2.1 O conceito bíblico de obediência.
A citação do autor, que, a obediência deve ser precedida pela compreensão e pelo amoroso acatamento da mensagem divina e que ela pode ser definida como a prova suprema da fé e do nosso amor a Deus, resume o que é como deve ser e agir o crente em JESUS, que professa fé segundo evangelho.
O que tem ocorrido nos nossos dias é que as facilidades e a falta de comprometimento de muitas igrejas evangélicas levam os crentes a obedecer, de acordo com seus próprios critérios,  sem se preocupar com os limites impostos pela Bíblia Sagrada.

2.2 A desobediência das nações.
Quando o autor diz que o Senhor não é uma divindade tribal ou que habita em quatro paredes, nos dá conhecimento que o Senhor é Deus de toda terra e não resume a sua relação com Israel, mas, com todas as nações e seus governantes.

2.3 A ira de Deus sobre o pecado.
Linguagem antropomórfica, diz que Deus, trata as nações com a linguagem própria de cada uma, fazendo lembrar a ação dos terremotos e dos vulcões, quando acrescentamos os terríveis tsunamis. Deus tem linguagem própria para se fazer ouvir.

III – O RITUAL RELIGIOSO.
3.1 O rito levítico.
O rito levítico que é o conjunto das ordenanças, bem pode traduzir o que poderíamos chamar de rito evangélico, ou seja, o conjunto das ordenanças e doutrinas voltadas ao conhecimento de Deus para o seu povo. Finalmente, vale dizer que nada neste mundo é mais importante para Deus, que cuidar dos pobres, dos órfãos, das viúvas, dos estrangeiros, e para tanto, citamos o capítulo primeiro do Livro de Isaias, a partir do verso 10. Leia esse texto para seus alunos e chame a atenção deles, para o que realmente Deus se faz exigente.

3.2 O diálogo de Deus com o povo.
Chamar para uma controvérsia, no tema desta lição, é chamar para arguição, chamar as contas.
O autor considera que a falta em Israel não era de sacrifícios, mas, de uma verdadeira conversão a Deus. Alguma semelhança com os tempos atuais?

3.3 Sacrifício humano.
Quando o povo procura exprimir a sua fidelidade pelas obras, chega a práticas não apoiadas pela palavra de Deus, ao fanatismo; isso também precisa ser observado, pois, a Palavra de Deus, estabelece limites que nos permitem viver socialmente sem contaminação e espiritualmente, sem excessos.

IV – O GRANDE AVIVAMENTO.
4.1 A vontade de Deus.
O estilo de vida foi comunicado ao povo desde Moisés e hoje, o Evangelho que completo, reúne os ensinamentos de JESUS e das cartas apostólicas para que ninguém alegue ignorar a vontade de Deus.

4.2 O sumário de toda a lei.
O autor fala de compromisso horizontal e vertical.
Horizontal, a nossa relação com o homem e com o Estado.
Vertical, a nossa relação com Deus e a sua palavra.
É felizmente, não muito comum acontecer, mas, as vezes ocorre de um crente em JESUS querer saber se deve guardar o Sábado.
Na nova aliança, o crente não está obrigado a guardar sábados, festas, luas, ou qualquer outra coisa, o amor a Deus e ao próximo é a maior mensagem do evangelho.
Não temos que nos preocupar com conversas que transportem tudo para as questões cerimoniais ou legais. O fim é Cristo.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

APOLOGÉTICA - O QUE É E O QUE NÃO É.

Apologética é a parte disciplinar da Teologia, cujo estudo visa defender a fé ou a doutrina e no caso, essencialmente as doutrinas bíblicas. O conjunto dos seus ensinamentos tem como meta principal, estudar, analisar e divulgar os textos sagrados em forma de comentários.
Existe a verdadeira e a falsa apologia? Sem dúvida, existe sim como existem apologias fruto de má interpretação da Palavra de Deus.
Como falsa apologia, citamos todos os estudos bíblicos que não conseguem suportar uma crítica séria, eivado de erros elementares que só servem para justificar o que chamamos de heresias.
o que chamamos de "Religião Cristã", doutrinas e ensinamentos pertencentes a vários seguimentos de igrejas ou ordens religiosas, pois, nada nesse mundo se desdobra tanto, quanto os que querem monopolizar o Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 
O evangelho puro, tem sua base doutrinária na Bíblia Sagrada. Nenhum outro livro tem autoridade para falar sobre DEUS, JESUS, ESPÍRITO SANTO, SALVAÇÃO, NASCIMENTO, VIDA, MORTE, RESSURREIÇÃO E ETERNIDADE, não importando a grandeza dos seus autores. Todo e qualquer escrito, precisa estar alinhado com os textos bíblicos. O que sair desse alinhamento chamamos de heresia e pela apologética, procura-se corrigir os erros e avisar os inocentes, os que se habituam em beber das fontes sem o mínimo de discernimento.
Como fruto de má interpretação, consideramos, o esforço para dar um sentido diverso aos assuntos bíblicos, quando analisados fora do seu contexto.
DAS PENALIDADES.
Quando se trata de teologia ou apologia sem base bíblica, criada por grupos de interesses pessoais e gananciosos, dos que buscam modificar textos bíblicos com a finalidade de justificar a sua forma de fé, não há o que discutir. O livro do Apocalipse em sua conclusão, capítulo 22:18-20 sentencia os que acrescentam como aqueles que subtraem palavras do livro do Senhor. Com os que seguem heresias, não temos que sentar a mesa de qualquer negociação com vistas a chama-los de irmãos ou manter uma convivência pluralista para nos mostrarmos civilizados. Há que separar as relações sociais, o respeito devido as pessoas qualquer que seja a sua fé, todavia, não dá para comer no mesmo prato, com os que enganam por qualquer motivo e usam a Palavra de Deus para vis interesses.
FRUTOS DE MÁ INTERPRETAÇÃO.
Não dá para conferir a cada ensinamento visto e ouvido nos meios cristãos, o tamanho do seu erro, salvo, se verbalizado e publicado de forma gritante, ferindo princípios com os quais convivemos e conhecemos em verdade.
De qualquer forma, dói nos ouvidos, quando percebemos que uma interpretação está sendo forçada e alguns costumam se defender dizendo que nas entrelinhas da bíblia, pode ser lido ou entendido determinados assuntos. Não conhecemos nada, nas entrelinhas da Bíblia. O disposto, ou é verdade ou mentira.
Tenho lido nas redes sociais, interpretações equivocadas da Palavra de Deus, que não sentencia os que divulgam tal equívoco, todavia, por não aceitar plenamente as Escrituras, muitas perdem bênçãos sem medidas e dou como exemplo, tudo o que trata do Batismo com o Espírito Santo, não chegando a comprometer a salvação.
O QUE NÃO É APOLOGIA.
Escolher um nome para difamar, chamar de ladrão ou outros adjetivos de igual ou menor honra, não é apologia nem apologético. Podemos criticar qualquer ponto de vista inaceitável de acordo com a Palavra de Deus e quando fazemos isto, conseguimos calar a boca dos contradizentes, pois, nada se pode contra a verdade senão pela verdade, mas, violência gera violência e uma defesa insana, apenas faz nutrir mais admiração por quem se agride.
O verdadeiro ensino bíblico, desinteressado e esclarecedor contribui para o engrandecimento do Reino de Deus e glorificação do Nome do Senhor.



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