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sábado, 17 de janeiro de 2015

EBD LÇ.3 NÃO TERÁS OUTROS DEUSES

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 18/01/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A AUTORIDADE DA LEI.
II – O PRIMEIRO MANDAMENTO.
III – EXEGESE DO PRIMEIRO MANDAMENTO.
IV – O MONOTEÍSMO.
                                                  DEUSES EGÍPCIOS.


PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO:  Esta lição mostrará que idolatria não é apenas curvar-se diante de alguma figura.

I – A AUTORIDADE DA LEI.

1.1 A fórmula introdutória do Decálogo.

Tudo o que provém de Deus, mantém a mesma fórmula; “Então falou Deus todas estas coisas ou assim diz o Senhor”.

A diferença entre a fórmula bíblica e a fórmula humana é que partindo dos homens, têm gosto de barro; são ineficazes, deixam pessoas entristecidas atrás e não se percebe qualquer virtude na vida daqueles que fazem mau uso das Palavras de Deus.

Outra questão importante é que, tendo experimentado muitos e bons acontecimentos na minha vida e na vida de muitos irmãos, como curas, batismos com o Espírito Santo e outros milagres, no atual momento da Igreja, Deus não age por atacado.

Os hospitais estão lotados e aqueles que arrogam para si, poderes especiais, não são habituados a visita-los.

FIQUEMOS COM A PALAVRA DE DEUS!

1.2 As partes do concerto.

O prólogo (introdução)  dos Dez mandamentos a que o autor se refere, é a parte introdutória da lei e que ocupa um bom espaço no texto para declarar que as ordenanças dadas a seguir e pontuadas, tem o chamamento de Deus à responsabilidades do seu povo e o primeiro e maior ponto desse prólogo é: “Eu sou o Senhor teu Deus; não terás outros deuses diante de mim.”.


1.3 O Senhor do Universo.

O Século XVI (16) foi o século da reforma religiosa, que culminou com o rompimento do controle da igreja católica sobre toda ciência e filosofias. O Século XVIII (18) na total liberdade, o iluminismo abre a cela de todo conhecimento sem o “primatus” papal. A teologia toma forma mais acadêmica e quando surgem os críticos liberais  para atacar o que mais odiavam que era a religião institucionalizada, pensadores como  Descartes, procuravam desqualificar  a Bíblia com suas filosofias e interpretações;  para sustentar a ideia de um Deus tribal, ou seja, sem expressão alguma.

Teorias subjetivas – Dentro do contexto que estudamos é desprezar as verdades históricas e a própria Bíblia. Isto tem sido comum para quem pretende desqualificar a Bíblia como Palavra de Deus.

1.4 A libertação do Egito.

”Que te tirei da terra do Egito...”.

Deus  renova e reforça o chamativo para que entendam que ele mesmo, que falou e enviou Moisés e tirou o seu povo do Egito, agora estabelece a sua lei entre eles; a Lei que deveriam ouvir, guardar e praticar.



II  O PRIMEIRO MANDAMENTO.

2.1 Um código monoteísta.

Estudar os povos e as religiões é simplesmente fascinante; conhecer suas origens,  como tratavam da fé e o que praticavam para agradar o deus ou deuses das suas crenças que não eram poucas.  Havia entre eles, a tribo dos hebreus que tinham conhecimento de um único Deus e Abrão foi o instrumento para tirar esse povo do caldeirão do politeísmo para viver em uma terra e disseminassem a fé em  um único Deus verdadeiro.

Em escavações foram encontradas vilas e cidades e sob muitas casas, esqueletos de crianças, filhos sacrificados e enterrados para que seus moradores tivessem maior sorte e agradassem seu deus.

O Senhor foi ainda muito paciente com os homens  e essa paciência  estava apoiada no plano da redenção. 

2.2 Idolatria do Egito.

A cultura pagã do Egito que o autor cita, era com o que pretendiam envolver os hebreus, mas, estes, com todas as dificuldades, porém, guardados os  conselhos do Patriarca Abrão continuadas por Jacó, José e sua descendência, mantiveram-se a salvo do paganismo, porém, não todos, os saudosistas estavam no meio deles.

2.3 Como Israel preservou o monoteísmo de Abraão?

Deus tem os seus caminhos e para o seu povo, algo que não cheirava bem para os egípcios forçou o afastamento do povo para habitar a terra de Gósen. O povo de Israel tinha como base econômica, o pastoreio.

Na atual conjuntura, precisamos estar em nossa terra de Gósen como forma de não nos misturarmos com o mundo.

“...se alguém ama o mundo, o amor do pai, não está nele”. IJo 2:15

Seja lá como for, saibamos que Deus não quer parte do nosso amor.

III – EXEGESE DO PRIMEIRO MANDAMENTO.

3.2 Outros deuses.

O presente tópico  é de fácil compreensão, porém, acredito que novo para muitos de nós que nos habituamos a associar Elohim como sendo o nosso Deus, mas, aqui, temos o esclarecimento do  autor que é um hebraísta por excelência e nos enriquece com o seu ensino; aplica-se tanto ao nosso Deus como aos vários deuses na condição de adjetivo. Segundo o Wikipedia, o termo Elohim tem 2570 incidências nas escrituras e o seu correspondente Eloha, 57 vezes.


3.2 O ponto de discussão.

A questão segundo o autor está em “...diante de mim” o que para alguns, não significa impedir adoração de outros deuses a não ser, diante de mim.

Penso que podemos reproduzir o pensamento do autor para como ele entender que “não terás outros deuses diante de mim” é universal e proíbe todos os homens de se dobrarem diante de outros deuses, porém, a própria Bíblia, nos mostra que não há outros deuses, exceto na mente humana, quando destituída do verdadeiro conhecimento de Deus.


3.3 O politeismo.

O politeísmo é a prática de adoração de mais de uma divindade, o autor esclarece a origem grega do nome: Polys = muitos ou vários e Theos = “deus”.


IV – O MONOTEÍSMO.

4.1 Os mandamentos, os estatutos e os juízos.

 Segundo o autor, essas palavras denotam toda a lei e o concerto, mais uma vez, convém repetir aos alunos para que fique gravado em suas mentes que a Lei não era apenas o decálogo e ainda assim mesmo, há quem subtraia um termo da Lei para forçar os seus seguidores a guardar o sábado como se isso representasse tudo o que Deus quer do homem.

Em sentido mais amplo, nós guardamos toda a Lei de Deus em Cristo.

4.2  O maior de todos os mandamentos.

O maior de todos os mandamentos pode ser compreendido como o amor singular que temos por Deus através do seu filho Jesus Cristo que nos ensinou o verdadeiro amor e adoração devidos ao Senhor. Este é o maior mandamento.

Nem precisamos perder tempo discutindo esses aspectos com quem vive da pesca proibida nos aquários alheios.

4.3 A trindade na unidade.

Penso que este último tópico da lição é o que exige uma reflexão cuidadosa, pois, não se trata de uma simples declaração teológicas.

Temos aqui, uma nova expressão: Unidade composta, pelo menos, não é uma expressão muito usual, mas, certamente, quer dizer que temos nessa unidade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, isto é uma unidade composta, pois, sabemos que a Bíblia declara que os três são um entre outras declarações e revelações do próprio filho.

Se IJo 5:7-8 “Três são os que testificam no céu; O Pai, a Palavra e o Espírito Santo e esses três são um”.  Se esse texto incomoda a senhora Ellen G. Whitte e os Testemunhas de Jeová que tal fecharmos este tópico com os seguintes textos:


Lc. 3:22 “...e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo”.

Deus o nosso único Deus Verdadeiro não merece nem deve ser trocado pelos deuses deste século; cantores, pregadores, artistas e atores populares.



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