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sábado, 25 de janeiro de 2014

EBD LÇ.4 A CELEBRAÇÃO DA PRIMEIRA PÁSCOA.

LIÇÃO 4: A CELEBRAÇÃO DA PRIMEIRA PÁSCOA. 
Subsídio para dia 26/01/2014. 
PONTOS A ESTUDAR: 
I – A PÁSCOA. 
II – OS ELEMENTOS DA PÁSCOA. 
III – CRISTO, NOSSA PÁSCOA.

Em tempo: Confesso-me constrangido, mas também, não tenho motivos para estresses quando alguém despedindo-se me diz: “Feliz Páscoa”, posso responder, igualmente, não sou “xiita”; se for crente cumprimentando-me assim, esbugalho os olhos. Gosto de explicar o verdadeiro sentido da páscoa.

I – A PÁSCOA


Nunca é demais, o professor ocupar um bom tempo explicando este assunto para os seus alunos, principalmente, para novos convertidos. 

O autor oferece esclarecimentos do sentido da Páscoa para os três grupos: 
Para Israel e Egito – Um protagonista e o cenário. 
Para a Igreja do Senhor – Os filhos que comem das migalhas que caem da mesa, mas, que faz excelente proveito dessas migalhas, tornando-as o verdadeiro alimento. 

1.1 Para os egípcios. 


Magnífica a exposição desse tópico que recomendamos ao professor, a leitura desse texto; não precisa acrescentar nada além do que está escrito, lembrando apenas. 
a) Com Deus não se brinca. Gl. 6:7.
b) O tamanho do amor de Deus é o tamanho do seu juízo e da sua justiça que são as bases do se trono: Sl. 89.14. 

1.2 Para Israel. 


Veja o que o autor fala sobre o assunto e a título de suplementação, visto que, o autor não dispõe de tanto espaço, oferecemos a seguinte colaboração: Por similaridade, hoje comemoramos a nossa páscoa a que chamamos de: “Ceia do Senhor” com os elementos que foram substituídos pelo próprio Senhor Jesus e a última ceia comemorada nesta terra, culminará com o arrebatamento da Igreja, sem saber qual dia ou hora em que isto acontecerá. 

1.3 Para nós. 


Não considero a “festa da páscoa” comemorada hoje como uma festa idolátrica por ser bíblica. O que rejeitamos, rejeitamos pelos fatos a seguir: 
a) A festa da páscoa é uma apropriação indébita para o povo gentio.
b) Se quiséssemos realmente comemorar a Páscoa, não poderíamos substituir os elementos usados na mesma: Um cordeiro para cada família, ervas amargas e pão sem fermento. 

II – OS ELEMENTOS DA PÁSCOA.


2.1 O pão. 


Recomendo a leitura do texto proposto pelo autor. Escrevo algumas coisas para alcançar quem não frequenta EBD nem tem a lição bíblica. 
a) O autor diz que o pão era sem fermento pela exiguidade do tempo entre a preparação e a saída do Egito. Fermentar o pão demandaria tempo.
b) O significado do pão sem fermento fala de uma vida pura, sem malícias.
c) Fermento fala da velha natureza. 

 2.2 As ervas amargas, Êx. 12:8. 

a) Segundo o autor, a erva amarga simbolizava todo o sofrimento da escravidão, marcadas pela dor, opressão e angustia de eternizarem essa escravidão.

2.3 O cordeiro. Êx. 12:3-7. 


Além de tudo o que o autor disse a respeito do cordeiro e seu significado numa relação direta com a morte de Cristo, anunciado por João como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, podemos considerar.
a) Tinha que ser sem mancha nem defeito algum – Um crente fiel e leitor da Bíblia, deve saber que os cultos realizados pela igreja do Senhor, deve seguir a ordem dada por Paulo quando escreve aos Coríntios. 
b) Salmos, hinos, cantos espirituais sem qualquer invencionice ou teatros. 

III – CRISTO, NOSSA PÁSCOA.


3.1 Jesus, o Pão da Vida. 


O autor declara que a fome de salvação só pode ser saciada por Jesus, o verdadeiro pão da vida. Por que há tantos cristãos que mesmo não tendo sido gerados de forma bíblica e correta, não podemos julgar a salvação deles, todavia, os meios comprometem em longo prazo. 
a) Enquanto apenas ouvintes, a situação não chega ao ponto crítico.
b) Quando aprendem e começam a ensinar heresias, a salvação fica comprometida. Mt. 24. 
c) Milhares são arrastados para as diversas igrejas por puro sentimento religioso, são os tais que afirmam que Deus só quer o coração e Deus está em todo lugar; são ecumênicos. 

 3.2 O sangue de Cristo – 1 Co. 5:7; Rm.5:8-9. 


Louvo a Deus por este tópico. Devo dizer que quem tem um olhar equivocado para a doutrina da Eleição e Predestinação, não pode ensinar o que está proposto neste item; Razões:
a) O pensamento dos reformadores, por mais que os respeitemos, não são absolutos em correição. 
b) O autor afirma que o sangue de Jesus não alcança somente os judeus, como o sangue do cordeiro pascal; atinge a judeus e gentios. 
c) Se a afirmação em “b” é verdadeira, fica claro que o homem vive sob o arbítrio. 
d) Um homem sendo bom, pode morrer na sua condição de pecador, se não receber Cristo como Senhor em sua vida. 
e) Disse Jesus: “Vinde a mim TODOS os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” Mt 11:28 (grifo meu). Rejeitemos toda brincadeira e invocação do sangue de Jesus que acaba banalizando a sua eficácia em muitos corações. 

3.3 A Santa Ceia.


A Ceia do Senhor, também chamada de Santa Ceia, pela sua importância na vida dos crentes, não é um símbolo nem tão pouco um sacramento; é uma ordenança direta do Senhor como memorial à sua morte, consequentemente, não cabem nesse memorial, a doutrina da consubstanciação nem transubstanciação. Símbolo – Há uma diversidade de aplicação e sentido e o mais comum é: Figura ou imagem que representa o abstrato, podendo ainda ser a figura representativa de um povo, um país, uma cidade ou ainda uma atividade desportiva e etc.

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