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quinta-feira, 11 de abril de 2013

EBD/CPAD O CASAMENTO BÍBLICO

LIÇÃO 02 O CASAMENTO BÍBLICO.
EBD 14.04.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O PRINCÍPIO DA MONOGAMIA.
II – O PRINCÍPIO DA HETEROSSEXUALIDADE.
III – A INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTO.
Em tempo: Chegamos a um ponto muito interessante da nossa lição, abordando um tema com o qual, a juventude está sempre acesa para ouvir e discutir,  todavia, muitos jovens esperam ouvir o que satisfaça as suas inquietações, principalmente no tocante aquela mocinha linda, que mora ao lado, com quem troca umas paqueras, mas..., mas, ela não é crente e como gostariam que a igreja fosse mais aberta, mais tolerante com a questão. Intolerância já não é uma palavra de ordem no nosso meio, aprendemos a flexibilizar, tudo em nome da diplomacia e desejo de não perder um membro ou toda uma família.
Ao escrever estas linhas espero que alguém não se zangue e diga: Minha igreja não flexibiliza...”; Mantenha a calma, pois, não estou falando de maneira específica, mas, de forma genérica.
Quanto a mim, penso que ao longo dos anos, perdemos muitos jovens e por vezes famílias por questão de intolerância, quando deveríamos amar e ensinar. Estabelecíamos a regra como lei, dura e impiedosa.
I – O PRINCÍPIO DA MONOGAMIA.
1.1 Monogamia x Bigamia.
A Bíblia não deixa brecha para a bigamia. Qualquer argumentação tentando justificar essa conduta fica entendida como ofensa a Deus e a sua palavra.
Muitas coisas têm sido toleradas como objetivo de acomodar situações contrárias aos ensinamentos bíblicos quer seja com base no antigo ou no novo testamento, em nome da amizade ou quanto vale o membro da igreja. O princípio está na criação e ordenação das coisas e principalmente as razões pelas quais, Deus criou a mulher.
1.2 A poligamia torna-se comum.
No ponto 1.1 o autor fala em bigamia e neste, em poligamia. Qual a diferença? Como se trata de vocábulos gregos, bi (dois) poli (muitos). Muitas vezes dissemos que Deus havia tolerado a conduta de Abraão em nome da sua posteridade, ora, Deus já tinha feito promessa ao patriarca de fazer dele uma grande nação, bastava esperar, mas, a inquietação foi maior e Sara consentiu que Abrão gerasse filhos de Agar. O resultado, tanto familiar quanto histórico, todos conhecemos. Na família, as constantes brigas de Sara  acabou com a expulsão de Agar,  concubina e o filho dela.
Há em nosso país e é de conhecimento público, pessoas vivendo sob o regime de bigamia e até de poligamia. Satanás tem usado a sexualidade como arma para seduzir pessoas e afasta-las de Deus.
1.3 No novo testamento a poligamia é condenada por Jesus e pelos apóstolos. O autor usa o texto de Mt. 19:3 onde se faz menção de repudir “sua mulher”, no singular e a resposta do Senhor, citando o que lemos  no texto de Gn 2:24 “...apegar-se-á à SUA MULHER” (grifo meu). 3 pontos amparam esta argumentação, segundo o autor:
a)   UMA ESPOSA E UM MARIDO - ICo 7:1-2 “Cada um tenha a sua própria mulher e cada uma o seu próprio marido”. Quando o apóstolo diz que isso é por causa da prostituição, deixa claro que esse comportamento equipara-se a prostituição.
b)   A HARMONIA CONJUGAL – Cita Ef. 5:25 e Cl.3:19 textos que tratam do compromisso conjugal, sempre com “SUA MULHER e nunca com “SUAS MULHERES”. A monogamia contribui para uma vida harmônica.
c)   A MONOGAMIA NA LIDERANÇA CRISTÃ – Tanto o bispo como o diácono são confrontados diante dos textos de ITm 3:2 e 4:12 que sejam maridos de uma mulher. As coisas andam muito estranhas nessa área, todavia, não convém ao professor jogar esse assunto para os alunos, que em nada edifica, mas, lutar pela causa da verdade, cada um da maneira como puder contribuir para o bem do Reino de Deus.
 
II – O PRINCÍPIO DA HETEROSSEXUALIDADE.
2.1 “Macho e fêmea os criou”.
Entramos no terreno da homofobia e na verdade a maior demonstração de homofobia tem vindo dos que defendem as práticas homossexuais. Deus fez o homem para a mulher e vice versa e os homens têm mudado o curso da ordem divina. A Bíblia condena os atos homossexuais e nós condenamos porque amamos a Bíblia e a temos como Palavra de Deus. Obviamente que condenamos todo tipo de preconceito e até o preconceito que os movimentos gays têm dos heterossexuais. Basta levantar o histórico dos agressores e assassinos de gays que nenhum frequentou igrejas, tampouco agiram sob força de qualquer texto bíblico, portanto, é pretexto argumentar que as igrejas estimulam o preconceito.
 2.2 “E se unirá a sua mulher”.
A Bíblia tanto condena as relações homossexuais como condena as chamadas perversões sexuais mesmo se praticadas por heterossexuais. A maior vontade do ser humano é achar alguém que lhes interprete a Bíblia de tal forma que os coloque em situação confortável diante de toda condenação prevista na Palavra de Deus.
 
III – A INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTO.
3.1 Uma só carne.
O que Deus ajuntou, não separe o homem. Muitas pessoas perguntam se o casamento de uma pessoa descrente, espírita ou de qualquer outra religião é  ajuntado por Deus. O casamento está acima de qualquer instituição, filosófica, religiosa ou de conceitos que tentem qualificar o casamento como um simples contrato de avenças conjugais. Com razão, o apóstolo Paulo declarou que aquele que se ajunta a uma meretriz, faz um só corpo com ela. Assim é o matrimônio, um só corpo.
Para mim, qualquer ajuntamento entre um homem e uma mulher, caracteriza o matrimônio. A igreja exige o casamento civil por ser uma prática legal exigida em nosso país. Somente o casamento na esfera civil, responsabiliza o homem ou a mulher caso abandonem o compromisso e migrando para outro lugar, compareçam como solteiro, principalmente nas igrejas.
3.2 A porta de entrada para o divórcio.
O autor fala em casamento de fachada e a cada dia, essa questão cresce nos relacionamentos. Muitos são os fatores que contribuem para o esfriamento da relação até o ponto de profunda inimizade e até o ódio:
a)   Ciúme doentio.
b)   Falta de confiança.
c)   Casal sem orientação para enfrentar os naturais conflitos.
d)   Casamento constituído por interesses puramente carnal.
e)   Diferença sócia econômica.
f)    Falta de educação e de berço de qualquer dos cônjuges, só percebido após a convivência e
g)   Violência doméstica, bebida e drogas entre outras.
O QUE FAZER – Dar vazão ao divórcio, entender que tudo isso merece ser apreciado pela igreja de forma benevolente? O melhor caminho é orientar os casais a lutarem por repaginar suas vidas de tal maneira a consolidar o matrimônio, pois, as crianças são as maiores vítimas.
 

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