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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

EBD CPAD - ELIAS, O TISBITA


LIÇÃO 02 ELIAS, O TISBITA.
EBD 13.01.2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A IDENTIDADE DE ELIAS.
II – O MINISTÉRIO PROFÉTICO DE ELIAS.
III – ELIAS E A MONARQUIA.
IV – ELIAS E A LITERATURA BÍBLICA.

  
Em tempo: A história de Elias sempre foi muito envolvente, pela ousadia e imediatismo dos fatos, como jamais visto em outros profetas. Com Elias, as discussões não eram mantidas no campo da teoria ou das discussões. Lembro-me agora das palavras de Paulo, verdadeiro apóstolo, quando disse que suas palavras, não consistia em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas, em demonstração de poder. Certamente Elias,  podia dizê-las com tranquilidade, todavia, Elias não era um doutrinador como Paulo. No caso do apóstolo, uma coisa, sua pregação, deveria levar a outra coisa, a salvação das almas. No caso de Elias, era combater o mal instalado no trono da Casa de Israel, era arrancar o mal pela raiz, esse mal tinha nome, Acabe e Jezabel,  que levaram o povo a idolatria e outros pecados. Para resolver este problema, Deus chamou Elias e deu-lhe tamanha autoridade que ele, podia sentenciar sob a sua própria palavra. Que o Senhor levante muitos com essa característica, resguardadas as devidas proporções e a nova dispensação.

I – A IDENTIDADE DE ELIAS.
1.1 Sua terra e sua gente.
O texto da lição dispensa comentários ou necessidades de esclarecimentos, apenas, completamos a ideia que Deus trabalha com pessoas que não são de fina origem, daí, o cuidado para não enterrar tesouros que Deus tornou evidente por suas palavras ou ações dignas.

1.2 Sua fé e seu Deus.
Somente fatos históricos e corriqueiros poderiam nos informar que em certos lugares de Israel, não tivesse com facilidade, alguma Sinagoga onde o individuo pudesse ler com frequência a Torah, o que certamente, alimentaria a sua fé, Elias é desses a quem chamamos de “exceção de Deus”. Quando Deus trabalha, quando Deus usa, não tem inferno que impeça essa movimentação, mas, para acalmar os risos comuns de quem quer se sentir exceção de Deus, os tais possuem marca especial em suas vidas.

II – O MINISTÉRIO PROFÉTICO DE ELIAS.
2.1 Sua vocação e chamada.
As expressões: “Vive o Senhor...”, “... segundo a minha palavra...” são expressões que saltam vivas das páginas da Bíblia, ao contrário do mau uso de algumas dessas expressões em nossos dias.
Diz o autor que todo cristão é chamado à salvação, porém, alguns, foram chamados para tarefas especiais e disso, não devemos e não podemos duvidar. Há sempre os que tentam apagar o brilho dos vocacionados. Guarde-os o Senhor, refiro-me aos vocacionados.

2.2 A natureza do seu ministério.
Quando tecemos críticas aos que dizem serem “homens de Deus”, fazemos com temor e tremor. Alguém precisa alertar as igrejas contra os falsos apóstolos e obreiros, contra os fraudulentos. As marcas do ministério de Elias eram visíveis e nos emocionam pelo tamanho da autoridade. A única vez em que Elias viajou de carro foi para estar com o Senhor. Entrou pobre no ministério de profeta e terminou a sua vida com a mesma roupa, não querendo dizer com isso que a manutenção da pobreza seja algo saudável, mas, sair da pobreza a custa do nome de Jesus é errar o alvo.

III – ELIAS E A MONARQUIA.
3.1 Buscando a justiça.
Um grande perigo de tolerância aos desmandos do monarca ou de um líder é a dependência econômica e financeira. Quando há essa dependência, todo gato é pardo.
Fazer justiça não é sair falando mal do seu pastor ou do seu ministério, é ter a coragem de, com humildade e amor, aproximar-se e mostrar-lhes os erros. Quem tem tanta coragem?
No campo político, não é conveniente ao cristão, falar mal do governo de forma pública e principalmente quando isso inclui deboches, mas, tecer críticas justas e ponderadas.

3.2 A restauração do culto.
Israel, após a promulgação dos mandamentos e das leis ordinárias, passou a ser um Estado organizado, mas, continuava patriarcal. Com o advento da monarquia, Israel passou a ser um Estado confessional, claro que diferente dos Estados confessionais da era cristã, onde o reconhecimento de uma única fé franqueava privilégios a igreja. Essa interferência do Estado na vida religiosa do povo os deixou a mercê do rei que passou a exercer forte influência sobre os sacerdotes, certamente pela facilitação da vida religiosa. O Estado tinha dinheiro para ajudar a manter o serviço sacerdotal; com essa influência, alguns reis corrompidos, levaram Israel a situações de penúria no tocante a vida espiritual e certamente, Acabe deu a maior demonstração dessa situação e os cultos a Deus foram sendo substituídos pela adoração a deuses estranhos. Nesse caos, Elias surge para o processo de restauração.
ESTIMULE SEUS ALUNOS A NÃO PERDEREM AS PRÓXIMAS AULAS PELA IMPORTÂNCIA DELAS NO DESFECHO DE TÃO IMPORTANTE TEMA.

IV – ELIAS E A LITERATURA BÍBLICA.
4.1 No antigo testamento.
Apesar de Elias ter sido precursor dos profetas no período da Monarquia, a atuação profética sobre a vida dos sacerdotes e do povo, eram exercidas como foi o profeta Samuel, acreditamos que os autores sagrados tiveram mais atenção para os ministérios de maior expressão no antigo testamento.

4.2 No Novo Testamento.
As muitas referências sobre os profetas do Antigo Testamento demonstram o reconhecimento da atuação deles. Lembramo-nos quando Paulo pergunta ao rei Agripa se ele cria nos profetas, Atos 26:27,  rssss esse é um grande desafio. O martelo batia pesado e ainda hoje bate, graças a Deus por sua Palavra.





2 comentários:

  1. Pr. quero saber se tem auguma simbologia referente a vestimenta de elias?

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    1. Como símbolo não, exceto a simplicidade contrária a vida palaciana, mas, me lembrei da capa que não se trata de simbolo, mais, tipo. Muitos pregadores falam da capa de Elias, tipificando o crente com autoridade de Deus na sua vida, não vou usar a expressão, "cheio do Espírito Santo" pois essa palavra, na atual conjuntura, exige uma maior reflexão.

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