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sexta-feira, 25 de maio de 2012

FRASES DO DIA POSTADAS NO FB 25052012

Se você olhar na Bíblia a colaboração das mulheres e dos homens ao ministério de JESUS; muito caladas, mas, elas estavam com ele nos melhores momentos; na unção ou na ressurreição.

Eu sei que a mulher é marcada pelo carinho, pelo afago, já o homem, um Anderson Silva resolve.

Por falar em fim dos tempos, tem muito casamento abalado e as partes buscam isoladamente a própria resposta e nunca as encontram, pois, tem questões que só se resolvem conversando. A mulher tem defeitos mas o homem... Quando cisma que jacaré e lagartixa são parentes próximos, não há quem os demova da ideia.


Tem uns pregadores que se dizem assembleianos falando cada heresia no púlpito e os ministérios ou líderes ainda os recebem com tapinhas nas costas, adorados em Camboriú. Essa é a razão de eles se sentirem o supra sumo.


Crente corintiano, crente santista, crente sanpaulino, pastor vascaino, só vejo gente sofrendo ou se derretendo, dependendo dos resultados, cadê os crentes que gemem pelas almas?

Acordando muuuuuuito cedo, ligo a televisão e me deparo com uma coisa muito bizarra: Agora, batam palminhas assim oh, tcha, tcha, tcha, respondam quando eu falar essa frase, ponha a mão no ombro esquerdo de quem está do seu lado, chacoalha ele, cadê o sorriso, quero ver os dentes... Fico imaginando, Paulo fazendo isso. Com certeza, Êutico não teria caído da janela. Certo Ciro?

JESUS disse: As ovelhas ouvem a minha voz e de modo algum seguirão o estranho, logo, penso: Por que será que tem tanta gente seguindo estranhos? Não dá para perceber quando um pregador está investindo no seu próprio reino?

Estou cá a pensar. Por que será que tem tantos crentes que gostam de ser enganados?

Se vocês não abandonarem a corrida pelo Eldorado, as suas vidas serão sempre essa tribulação toda. Basta lembrar que JESUS ganhou de presente, ouro, incenso e mirra. O incenso e a mirra ele fez uso, mas, o ouro, guardou para os seus filhos, como herança para a eternidade.


Ontem, almoçando com meus filhos Alexandre e Simone, lembrava a um amigo que nos acompanhava, dos tempos do bonde camarão em São Paulo e tantas outras coisas marcadas pela simplicidade.Veio a televisão e acabou com o sonho.

 sei que incomoda não ter o corpo próximo ao padrão estabelecido. Dane-se o "estabelecido". Procurar melhorar é uma demonstração de amor a si mesmo, todavia, tenha por certo que o seu corpo nunca será o mais feio.




mar a Deus sobre todas as coisas é o mandamento maior e depois, ao próximo como a si mesmo. Este "a si mesmo" significa que você tem que se amar, para amar os outros ou seja: Você é o primeiro mais próximo.


Há pessoas que brigam, alegando que ninguém gosta de si. Quando essas coisas acontecem, desconfie, porque nem a pessoa está se aguentando.


O Brasil deve ter posição firme para não aceitar ações terroristas em nosso território, seja contra Israel ou qualquer outra nação. O Brasil é um pais livre e não deve abrir mão da sua soberania.

domingo, 20 de maio de 2012

EBD 9 LAODICÉIA, UMA IGREJA MORNA.


LIÇÃO 09 – LAODICÉIA, UMA IGREJA MORNA.
Para o dia 27/05/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A IDENTIFICAÇÃO DE JESUS.
II – A SITUAÇÃO ESPIRITUAL DA IG DE LAODICÉIA.
III – COMO REAVIVAR UMA IGREJA MORNA.

  
Em tempo: Temos diante de nós, uma lição que precisa ser vista com muita cautela para não nos precipitarmos em julgamentos preconceituosos e clichês para igrejas cuja membresia desfruta de uma ótima posição social pela condição financeira, todavia, há algo que não nos furtaremos de comentar nesta lição e esperamos que ela produza efeito positivo para todas as igrejas neste imenso país com profundas diferenças regionais e sociais.
 No caso de Laodicéia, a sua prosperidade comercial pela localização e importante rota comercial, a fez dispensar a verba votada pelo Senado Romano com vistas a sua reconstrução, após um terremoto ocorrido no ano 60 d.c. A riqueza tem um papel importante para o desenvolvimento da igreja, mas, precisa de cuidados para não substituir os atos de fé.

Esta é a última carta e tem uma palavra que deve ser levada em alta conta para introduzir o capítulo 4 que já inicia com uma expressão profética sobre o arrebatamento e prova que a igreja não passará pela grande tribulação.
Ap. 3:20 “Eis que estou a porta e bato...” e 4:1 “Sobe aqui e mostrar-te-ei as coisas que depois destas, devem acontecer”.  A Bíblia nos fornece: Figuras, símbolos, tipos e referências. Estes dois pontos, são uma grande referência à vinda do Senhor e o arrebatamento da igreja.

I – A IDENTIFICAÇÃO DE JESUS.
O autor leva em conta a forma como o Senhor se apresenta ao afirmar: “Com irrecorríveis credenciais...”  mostrando a igreja que ele era indiscutivelmente, de quem a igreja mais precisava naquele  momento para sair da situação em que estava metida pelo poder econômico.

1.1        A testemunha fiel e verdadeira.
O autor considera que a igreja tem a obrigação  de sustentar a verdade evangélica neste século maligno e mentiroso.
Para que a igreja exerça o papel moralizador da sociedade faz-se necessário se firmar na verdade; vejamos:
2Jo 2:4 “Muito me alegro por achar que ALGUNS dos teus filhos andam na verdade...” (grifo meu).
1)   Não se espera que uma população evangélica de mais de 40 milhões de fiéis, absolutamente todos, andem na verdade.
2)   Fica difícil falar  em verdade quando a igreja não pode contar com políticos cristãos por estarem envolvidos em corrupção tais como:  mensalão, escândalo das ambulâncias, ongs e outros meios ilícitos da vida pública.
3)   Cristãos que compram produtos pirateados, usam o crediário quando tem certeza que não vai pagar.
4)   Entregam-se nas mãos de agiotas na tentativa de resolver problemas financeiros.
5)   Compartilham dos prazeres da bebida alcoólica para satisfazer amigos e parentes.
A lista de ações malignas é por demais longas, paramos aqui.


1.2        O principio da criação de Deus.
Como principio da criação de Deus, Jesus mostra que tudo pertence a ele pois tudo foi criado por ele, portanto, o autor considera que Igreja rica é aquela que se deixa admoestar e reconhecer o seu senhorio.
É possível conciliar riqueza com espiritualidade? E com humildade? Tive uma experiência assim: Era jovem e recém-convertido, trabalhava no cento de São Paulo e em um momento de absoluta necessidade, entrei em uma igreja reconhecidamente rica, tradicional, no centro de São Paulo, em uma importante praça. Não estava bem vestido, certamente parecia um jovem qualquer daquela praça. Estavam orando e eu queria orar, estavam em grupos, sentados orando. Entrei fiquei algum momento ali, ninguém se aproximou de mim e sai decepcionado.

II – A SITUAÇÃO ESPIRITUAL DA IGREJA DE LAODICÉIA.
Creio que a afirmação do autor de que a igreja de Laodiceia vivia de aparências e mentiras seja um pouco mais forte que o texto bíblico esteja sugerindo: O problema da igreja não era o uso da falsidade ideológica e sim, profunda indiferença a uma vida espiritual que a notabilizasse, a sua vida era um puro nominalismo. Se isso é uma mentira em si mesmo, faz algum sentido.

2.1 Mornidão espiritual.
Para alguns mais apressados, poderiam julgar o próprio Senhor, dizendo: Ser morno, não é melhor que frio, pois está mais próximo do quente? Ser morno pode ser uma forma de manter a aparência de igreja viva. O Senhor é onisciente e portanto, sabia o que estava no coração do povo de Laodicéia como sabe o que se passa em todas as igrejas nos nossos dias. Infelizmente, sabemos que existe muita igreja que só é conhecida pelo prédio que ocupa.

2.2 Arrogância espiritual.
O autor cita Isaias 14:13-14
-Eu subirei ao céu e acima das estrelas de Deus.
-Exaltarei o meu trono.
-No monte da congregação me assentarei.
-Subirei das mais altas nuvens.
-Serei semelhante ao altíssimo.
Essa mesma arrogância espiritual, temos visto em muitos pregadores e em muitas igrejas.
Quero lembrar agora que quando jovem, via a forma exaltada como nosso grupo se considerava em relação às igrejas co-irmãs, pela qualidade musical do Coral, por exemplo.
O espírito dominante em Laodicéia era: Não tenho falta de nada. Isso incluía Deus, ainda que não confessassem explicitamente e nem precisava, pois estava evidente o orgulho.

2.3 Falta de percepção do próprio eu.
Considere o comentário do autor que elabora a diferença de postura entre Adão, vendo a sua nudez e o pastor da igreja que se sentia muito confortável. O que ele pensava não era o que Deus pensava dele e da sua igreja. Não é apenas o coração que é enganoso e perverso, as vezes somos traídos pela notoriedade que produzimos, pelos elogios e aplausos que recebemos, capazes de embarafustar (tornar confuso,  desordenar) o nosso pensamento acerca da verdade.

III – COMO REAVIVAR UMA IGREJA MORNA.
No caso de Laodicéia, seguir os conselhos do Senhor, pois ele, não apenas aponta o pecado, ele aponta a solução e dá a receita que se seguida, poria a igreja de Laodicéia e outras, de volta ao curso original, vejamos a receita do Senhor:

3.1  Ouro refinado pelo fogo.
Ouro a igreja tinha, refinado pelo fogo da Palavra do Senhor, ninguém tem. Ouro fala da verdadeira sabedoria e riqueza espiritual, como estava a igreja de Esmirna, pobre materialmente porém, o Senhor a declarou rica; exatamente o oposto de Laodicéia que era rica e o Senhor a chamou de pobre e miserável.
Como adquirir ouro provado pelo fogo? Com busca sincera.

3.2 Vestiduras brancas.
O fato de o Senhor ter recomendado a igreja que comprasse vestidura branca, significa que ela já não andava com o Senhor e nem se dava conta disso. Vestidura branca, fala de justiça, pureza e comunhão com Deus. Vestes brancas é a maneira como o Senhor quer encontrar os crentes neste final de tempo.

3.3 Colírio.
Transcrevo o que leio no Manual Bíblico escrito por Henry H. Halley:
Pág. 619 “Laodiceia era um centro bancário, orgulhosa de sua riqueza. Embelezada de templos e teatros resplendentes. Notável pela manufatura de ricas vestes de lã preta e lustrosa; sede de uma escola de medicina que fazia um pó para tratamento de doenças de olhos. Isto pode ter sugerido o ouro, as vestiduras e o colírio, oferecidos pelo Senhor”.
“Que de mim, compres colírio para que vejas...”

Vamos a alguns fatos:
Não podemos afirmar que a riqueza cega uma igreja, o orgulho sim.
É Comum, ouvir-se críticas dos crentes com relação às chamadas igrejas, sedes, centrais, geralmente com uma população de membros mais abastados. Existe alguma coisa de verdade nisso, infelizmente. As vezes as matrizes exigem rigor das congregações e seus filiados, por vezes não as obedecem ou fazem de conta que obedecem e a razão é simples. Filhos de pais abastados gostam de vestir-se bem e usar penduricalhos que nas congregações, as moças são proibidas de usar. Pessoas abastadas têm possibilidades de com frequência, deixar a igreja para viagens e finais de semana prolongados e o padrão de vida os aproxima de uma vida deleitosa, incomum nas congregações, onde, via de regra as pessoas são mais compenetradas das responsabilidades, não obstante, isso tem mudado muito nestes últimos anos. Essas mudanças tão visíveis em todas as igrejas, quer centrais ou não, mostra nossa fragilidade e limitações, impedindo-nos de exercer qualquer juízo de valor sobre qualquer igreja, mesmo as neo pentecostais.

terça-feira, 15 de maio de 2012

SETE CARTAS PARA NOSSAS IGREJAS.


Estamos estudando lições muito preciosas, sobre as sete cartas enviadas pelo Senhor às  igrejas da Ásia. Por sinal, cartas subscritas pelo próprio Senhor, não se trata de psicografia pelo fato de João ter usado a sua pena para grava-las em  folhas e deixa-las como um testamento a posteridade, visto que, o Senhor apareceu a João na Ilha de Patmos, ressurreto, declarando estar vivo para todo o sempre. A doutrina da ressurreição é a maior das doutrinas bíblicas, pois, se não houvesse ressurreição, disse o Apóstolo Paulo que a nossa fé seria vã, ICo 15:17, Mc. 16:14, Rm 6:9. Em toda extensão do capítulo 15 da primeira carta aos Coríntios, Paulo trata da ressureição.
Tudo que foi escrito, para o nosso ensino foi escrito (Rm.15:4) portanto, resta apenas crer que a intenção do Senhor não foi apenas puxar as orelhas dos pastores daquelas igrejas, chamados de “anjos”,   para que soubéssemos o importante papel do ministro e o peso das suas responsabilidades;  tinha a finalidade precípua de alertar e corrigir o curso daquelas igrejas, algumas totalmente desapercebidas e aceitando tudo que lhes era oferecido como doutrina e outras, apenas como vacina para reforçar as suas defesas.
Além das palavras do Senhor e dos ensinamentos apostólicos, temos as cartas para que observando-as, possamos avaliar como andam nossas igrejas no presente século, quais doutrinas estão sendo ensinadas, além das doutrinas fundamentais da Bíblia, as doutrinas que tratam de questões morais, éticas e até sociais.
Ao escolher uma igreja, o cristão não deve ir a busca de uma igreja que explode na mídia, pois, assim como existem empresários que projetam suas empresas ao mercado consumidor, há igrejas e líderes que tem como única preocupação, projetar suas igrejas fazendo para si, um nome.
Sem citar os nomes das igrejas da Asia, apenas alguns fatos relativos a elas temos:
1) A que perdeu o primeiro amor. Essa pode correr pra cima e pra baixo, fazer trabalhos sociais e se desdobrar em atividades. A perda do primeiro amor representa queda espiritual.  
2) A que  tolerou imoralidade, culto aos demônios, idolatrias e heresias. Nas redes sociais, tornou-se comum, encontrarmos ensinamentos contrários à sã Palavra de Deus. Apenas como exemplo, um cidadão estava ensinando e postou isso em vídeo no Youtube que Jesus não celebrou ceia e sim, a páscoa e que as igrejas não devem celebrar ceia. Na verdade, o que Jesus celebrou com seus discípulos, foi a transição entre páscoa e ceia.
3)  A que tolerou Jezabel, que se algum dia foi realmente usada por Deus, não conhecemos a sua história de vida, exceto, o que o próprio Senhor disse dela: “Se diz profetisa e ensina o povo a praticar prostituição e a comer coisas sacrificas aos ídolos. A prostituição sempre esteve ligado a cultos pagãos incluindo em muitos casos, prostituição do corpo mesmo. Esse culto pagão ou idolatria, pode ocorrer no meio de evangélicos, quando estes se inclinam mais para a criatura que para o criador. O homem passa a ser o centro das atenções.
4) Uma igreja morta. Tinha apenas o nome de que estava viva. Alguém pode perguntar se é possível uma igreja estar morta ou morrer. Sim, é perfeitamente possível, basta para tanto abandonar os princípios basilares da vida cristã que se traduz por: Amar a Deus sobre todas as coisas, ter paixão pelas almas, ser ativa no tocante a atender os pobres, finalmente, deixar de ser uma igreja puramente social, apática ao clamor do mundo.
5) Uma igreja que superestima sua posição diante de Deus e do Mundo, isso pode ser traduzido por igrejas que detém um grande capital financeiro, investe em missões e jacta-se de ser altamente independente, não confessa, todavia, a fé, a força e todo empenho está amparado na riqueza dos seus membros, quando ora, segue apenas um padrão, o padrão do auto reconhecimento.
 Finalmente, temos uma igreja que deu a beber do vinho da prostituição e que representa o lado espiritual do Grande Império Romano, (parte de ferro e parte de barro) que foi ferida de morte, mas, reviveu para promover o seu último ataque contra o povo do Senhor, sem, contudo, alcança-los, também chamada de a Grande Babilônia, com quem se prostituíram  os reis da terra.
Escolher uma igreja observando sua vida para aferi-la com a Palavra de Deus, não é tarefa fácil, mas, vale a pena.
Perguntar se existe alguma igreja perfeita? Posso garantir que não, mas, tem igreja séria, comprometida com a verdade e com a expansão do Reino de Deus. Queremos apenas lembrar que das sete igrejas, apenas duas, não sofreram qualquer correção ou crítica da parte do Senhor.
VOCÊ É CAPAZ DE AVALIAR A SUA IGREJA A LUZ DA BÍBLIA? SEM ANIMOSIDADES OU PRECONCEITOS.

SP05/2012.


segunda-feira, 14 de maio de 2012

EBD 8 - FILADÉLFIA A IGREJA DO AMOR PERFEITO


LIÇÃO 08 – FILADÉLFIA A IGREJA DO AMOR PERFEITO.
Para o dia 20/05/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – FILADÉLFIA, A CIDADE DO AMOR FRATERNAL.
II – A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA.
III – A IGREJA AMOROSA, PACIENTE E CONFESSANTE.
IV – FILADÉLFIA NOS ÚLTIMOS DIAS.


Em tempo: As igrejas de Filadélfia e Laodicéia, tem uma característica singular e que a meu ver a historicidade dessas duas igrejas, podem perfeitamente representar ou tipificar os dois tipos de igrejas que antecedem o arrebatamento.
Não podemos e não devemos nos apegar a bandeiras. Penso que a escolha de uma igreja para congregar com nossas famílias deve ser vista pela doutrina que abraçam, pela orientação comportamental e litúrgica, não obstante, haverem pastores que entendem que não devem se meter na vida particular dos crentes. Resguardadas as devidas proporções, a igreja deve sim, envolver-se com os membros sem ser invasivas.
Quem frequenta uma igreja como a de Laodicéia, pode se sentir tão confortável e seguro como os que frequentam uma igreja com as características da igreja de Filadélfia. Quando amamos uma igreja, o sentimento próprio pode prejudicar o discernimento e embaçar a visão.


I – FILADELFIA, A CIDADE DO AMOR FRATERNAL.
1.1        A história de Filadélfia.
Já que o autor faz referência à língua em uso na cidade de Filadélfia, como sendo o gálico, apenas como esclarecimento, informamos tratar-se da língua do povo gaulês (quem não se lembra de Astérix?). A Gália Transalpina corresponde ao que é hoje, a França e a Gália Cisalpina, o lado Romano. Nessa região também conhecida como Pirineus habitavam tribos, celtas e gauleses entre outras (Wikipédia).
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1.2        A Igreja em Filadélfia.
Novamente, temos uma pergunta sem resposta, quando se trata do responsável pela formação da igreja nessa cidade, tudo recai sobre Paulo, o Apóstolo dos gentios, seu incansável trabalho em toda Asia, chegando até a Europa. Não há dúvida que o papel dos seus cooperadores, foi muitíssimo importante e souberam apoiar o trabalho do seu líder. Confesso que o segundo papel importante dentro da igreja, recai sobre o pastor auxiliar; se este não for honesto com o seu pastor, certamente a obra sofrerá.

II – A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA.
O Senhor se apresenta como Santo e Verdadeiro e como o que tem a chave de Davi.

2.1 Jesus, o Santo de Deus.
O conceito de santidade está hoje muito comprometido com o mundanismo, a dialética do mundo invade as igrejas. Já não se separa mais o santo do imundo, chegando a confundir os limpos de coração. Muitos crentes vivem envolvidos em negócios comprometedores, desnecessário relaciona-los aqui, que passam pela aquisição de produtos pirateados a dívidas não pagas. Lembrar aqui também dos crimes contra o erário público e de corrupção, já seria desgastante, envolvendo homens que deveriam glorificar o nome do Senhor.
Excelente a informação do autor sobre Jesus: “Embora separado do pecado, Ele não se separou dos pecadores”.

2.2 Verdadeiro.
Assim como Jesus se declarou verdadeiro em toda sua vida, nós também precisamos primar por essa verdade, a sinceridade é um produto da verdade e com ela, estabelecemos uma base sólida para nossa vida, pessoal, familiar e social.

2.3 A chave da Casa Davi.

A casa de Davi representa o caminho percorrido pela promessa de um grande profeta e os olhos dos justos, estavam voltados para ele. Até o segue de Jericó entendeu que estava diante dessa grande promessa.

III – A IGREJA AMOROSA, PACIENTE E CONFESSANTE.
3.1 Amar é a maior das obras.
Melhor dizer que é a maior virtude, as cartas de João registram os bons resultados do amor e aí sim, pode-se estabelecer pelo amor, uma grande obra. Jesus vinculou o amor, à nossa comunhão, Deu exemplos disso e deixou claro para os crentes que deve incluir as lideranças pastorais que esta é a forma como o mundo pode identificar um discípulo seu. Jesus fez com que todos soubessem que a igreja de Filadélfia era amada e nessa condição, protegida pelo Senhor.  Na carta aos Efésios Paulo declara que Cristo amou a igreja e se entregou por ela, Ef. 5:25.
Minha pergunta é: Como pastor, olho para a igreja sob minha responsabilidade, como posso ter certeza (sem teologias) que Jesus está amando a minha igreja como amou a igreja de Filadélfia?
“E SAIBAM QUE EU TE AMO”.

3.2 Força na fraqueza.
Há duas coisas importantes para dar a uma igreja de hoje, a força de Filadélfia, mesmo sendo, pequena, com poucos recursos, aparentemente frágil. Valorizar a graça salvadora e ter paixão pela Palavra do Senhor.

3.3 Amorosa perseverança.
As vezes berramos contra movimentos neo pentecostais que usam metodologia que nós, em geral, não usamos, pelo simples fato de não sentirmos a necessidade de trabalhar a psique humana. Sabemos o poder que a Palavra tem, são nossas lutas externas. Filadélfia enfrentou a perseguição dos ímpios e de quebra, enfrentou um grupo que o Senhor chamou de “Sinagoga de Satanás”. Judeus “convertidos” que dissimuladamente disseminavam heresias dentro da igreja e com certeza, causava muito dano a esta. Nem com as perseguições de fora nem as de dentro, Os irmãos negaram a fé. Mantiveram-se firmes e só pode comportar-se assim, que está realmente firmado na Rocha.

IV – FILADÉLFIA NOS ÚLTIMOS DIAS.
4.1 A iminência da volta de Jesus.
Percebam que ao dizer a igreja “Eis que venho sem demora” é como se arrastasse Filadélfia para o nosso tempo. Eu não tenho dúvidas que em meio a tanta confusão religiosa, temos nessa “Era de Laodicéia”, crentes que não pedem carta de mudança, só porque aqui, em Laodicéia, tudo é muito livre, livre até demais.

4.2 A grande tribulação.
“Eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre toda a terra” Nem precisamos de muita discussão para saber que a igreja, enfrenta tribulações, todavia, não experimentará a grande tribulação. Esta, será um tempo de angustia para Jacó, não para a igreja do Senhor composta por crentes fieis, que não negam o nome do Senhor nem o trocam por nada, por mais prazeroso que seja.

4.3 A coroa de glória.
Existe época em que devemos resguardar ou proteger a nossa coroa mais que a de hoje? “Guarda o que tens”.
O amor pelo prazer, comer, beber, vestir-se bem e os passa tempos,  exercem hoje maior peso de influência na vida de muitos crentes.

Quero crer que esta lição, merece um cantinho muito especial no nosso coração, traz-nos preciosos ensinamentos. Quando terminarmos o estudo sobre Laodicéia, vamos perceber que só temos dois caminhos. Um largo e outro estreito. Questão de escolha.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

EBD 7 - SARDES, A IGREJA MORTA


LIÇÃO 07 – SARDES, A IGREJA MORTA.
Para o dia 13/05/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A IGREJA EM SARDES.
II – A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA.
III – A DOENÇA E A MORTE DE UMA IGREJA.



Em tempo:  Estamos em Sardes e já li o texto de Apocalipse, várias vezes,  li alguns textos que possuo em minha modesta biblioteca e não vejo qualquer abertura fácil para o assunto. Falar de uma igreja morta, não é tarefa fácil, podemos cometer o erro de, com base em alguns elementos doutrinários, estabelecer juízo de valor sobre alguma igreja do nosso tempo. A lição proporciona algo que precisamos saber: JESUS se apresenta como aquele que tem os sete Espíritos de Deus, (Is.11:2)  assim, na sua plenitude ele acompanha desde o início do evangelho até hoje, as igrejas dentro do plano físico. Ele declara ter as sete estrelas, que representam todas as igrejas em qualquer lugar e tempo, Is.11:3, desta forma, muitos crentes tomam nas suas mãos, julgar o pastor a igreja ou o Ministério, como se Deus não visse, não ouvisse nem, falasse a sua igreja.
IIPd 3:16 Pedro diz que nas cartas de Paulo há pontos difíceis de entender. Há na verdade, textos que exigem um maior cuidado para interpreta-lo, é preciso analisa-lo a luz de toda informação bíblica a respeito do assunto, assim, considero Apoc. 3:2, "Confirma o restante que estava para morrer".

I – A IGREJA EM SARDES.
1.1 A cidade de Sardes.
Este primeiro ponto, trata da situação geo-política da cidade, sua importância e um reino próspero, Lídia, governado pelo rei Creso e mais tarde, anexado ao império medo-persa. Sardes  era a capital desse reino, de origem Hitita.

1.2 A igreja em Sardes.
O autor fala da probabilidade de Paulo ter fundado a igreja em Sardes e também da diversidade cultural proveniente de pessoas que ali se estabeleciam, certamente, pelas oportunidades de trabalho que ela podia oferecer. Lembremo-nos que Paulo encontrou discípulos de Cristo espalhados pela Asia, que com certeza, levaram de Jerusalém as boas lembranças dos milagres feitos pelo Senhor e por suas palavras. Não detinham o conhecimento doutrinário de algo que era ainda, uma grande novidade. Certamente em suas viagens missionárias, Paulo encontrou muitos, tendo-os ensinado com mais detalhes, acerca do Caminho, construindo, uma escola de obreiros, cujos detalhes não estão relatados em Atos dos Apóstolos. Assim, a presença de Paulo na Asia foi conclusiva para edificação de igrejas e tanto é que pediu a Timóteo que admoestasse certas pessoas a fim de que não ensinassem outra doutrina, ITm.1:3, Na segunda carta, mais referências a pessoas IITm 1:15-16. Não conhecemos também a dimensão da responsabilidade de Tito em Creta, não sendo pouca a tarefa, Paulo pede a Tito que estabelecesse Presbíteros em cada cidade, Tt 1:5, assim, deve ter ocorrido em toda Asia.


II – A IDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA.
2.1-2 Aquele que tem os sete Espíritos de Deus.
Aquele que tem os sete Espíritos de Deus, ou seja, aquele que tem a plenitude do poder de Deus e as virtudes inerentes somente a ele, tais como: Onisciência, onipresença, onipotência, além das citadas em Isaias 11:2. Que ninguém ensine que Deus tem sete espíritos no sentido da divisão e do compartilhamento. Há um só Espírito, Ef. 4:4.
Aproveito para lembrar que a doutrina da trindade só tem fundamentação porque o Espírito de Deus, opera na igreja como Consolador, o outro Consolador, prometido por Jesus. O Espírito Santo como Consolador é a segunda pessoa da doutrina da Trindade.

2.3 A sete estrelas.
Basta o comentário da lição em que o autor descreve Jesus como aquele que tem o governo da igreja tanto a universal quanto a local e o descreve como “a cabeça da igreja” quando alguns pregam que ele é o cabeça da igreja que nesse termo o significa: o chefe ou líder.

III – A DOENÇA E A MORTE DE UMA IGREJA.
3.1-3 Perda de memória, desleixo e descaso.
Nessa parte, se concentra o núcleo dos problemas da igreja de Sardes, como um átomo.
Exatamente como um átomo. No centro, um pastor que deveria ter o cuidado de reger a igreja com a Palavra de Deus, estava tendo conhecimento por carta do Senhor que muitos estavam mortos e havia um restante que precisava de confirmação, ou seja: Belisca para ver se ele se mexe.
O ponto difícil já comentado no início, está em que não podemos exercer juízo de valor sobre qualquer igreja, principalmente no tocante a vida e morte, tanto dos crentes em particular como da igreja de um modo geral.
Lendo a Palavra de Deus, ela estabelece regras e limites às atividades da igreja. O maior sinal de vida de uma igreja é a presença sentida do Espírito de Deus manifestada através do amor, da unidade e principalmente da sua atuação.
Quando pregava na igreja sob a minha responsabilidade pastoral, ia para casa com a sensação de ter espancado os irmãos, quando tratava das parábolas de vida operante ou inoperante da igreja e do crente, como, a parábola da figueira estéril, do lavrador e das diversas horas de trabalho.
Há pastores e igrejas que precisam dar uma olhada se estão realmente vivas ou mortas: Igrejas que entra ano e sai ano, nasce um crente e morre outro, dá-se uma carta de mudança e recebe outra e assim, o tempo vai passando, sem qualquer produtividade para o Reino de Deus.
Já disse em algum lugar e volto a repetir que a riqueza é um bem para todos que a possue, todavia, quase que geralmente ela mata a fé, conduzindo o fiel ou a igreja para outros enfoques da vida.
Bíblia é Bíblia e não se discute. A verdade está nela contida e serve para todos nós.







domingo, 6 de maio de 2012

UM GRANDE AVIVAMENTO COMO NOS PRIMEIROS DIAS?


Durante muitos anos, ouvi pregadores e li alguns postulados que devemos esperar para esse final de tempo um avivamento e um derramamento do Espírito Santo, maior ou semelhante aos dias apostólicos.
Há muitos assuntos bíblicos que me permitem considerar certos postulados, insustentáveis quando avaliados a luz da Palavra do Senhor, principalmente os de cunho escatológico.
Em atos 2:16-17, Pedro discursa ao povo para esclarecer o que nunca tinham visto.  “Estes homens não estão embriagados como vós pensais... Mas isto é o que foi dito pelo Profeta Joel: E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões e os vossos velhos, sonharão sonhos; e também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e minhas servas naqueles dias, e profetizarão...”.

PROFETA JOEL, cujo significado é: O Senhor é Deus.
O profeta do avivamento.
Pela falta de referências, acredita-se que ele tenha profetizado após o retorno do exilio entre 510 a 400 AC, mais aceitável em função das profecias sacudirem Israel recriminando os seus pecados bem como a sua restauração completa, pois a vida de Israel pós cativeiro, é página virada em relação a história do povo entre  Moisés e o período regencial. No capítulo 2:28 temos a promessa da efusão do Espírito do Senhor sobre indubitavelmente, a sua igreja.
O que muito ouvimos é a expectativa de um grande avivamento ocorrer nos últimos dias, muito mais expressivo, segundo os preconizadores do nosso tempo, que o avivamento experimentado pela igreja do período apostólico. Isto sempre nos incomodou, todavia, nada melhor que o tempo, leitura da Palavra de Deus e oração para ter de Deus a revelação do real sentido e aplicação das promessas bíblicas.
Oséias 6:2 fala de três dias, Fala da restauração de Israel bem como da plenitude dos tempos, quando o Senhor se volta para os gentios e concede, além da salvação, a manifestação do poder pelo seu Espírito. Nós experimentamos isto, a promessa e o cumprimento no dia de pentecostes.
Teremos um novo derramamento do Espírito nas proporções apostólicas? Examinando a Palavra de Deus, os indícios não levam a essa conclusão, estamos falando de um derramamento como no princípio, pois, o batismo com Espírito Santo e os dons, são ornamentos da igreja e ferramenta poderosa para evangelização.
JESUS, deixou bastante claro que nos últimos dias teremos como sinal da sua vinda, entre outros sinais, a perda do amor,  Mt. 24:12, tempo de escândalos, de traição e de aborrecimento, Mt, 24:10, perda da fé Lc.18:8 e Paulo, detalha esses acontecimentos, falando a Timóteo sobre tempos trabalhosos. Outro sinal igualmente significativo que aponta para os dias atuais, é a situação da igreja de Laodicéia: Era morna e dizia-se rica e é exatamente o que acontece nos nossos dias, porém o Senhor,  mostra-lhes uma saída.
Enfim, muitos pregadores, fazem pregações fantasiosas com vistas a estimular os crentes a se movimentarem, muito mais em torno deles mesmos, pregando promessas por conta própria, e levando pessoas a acreditarem nas mesmas, tudo para obtenção de vantagens e exaltação do seu nome.
O cristão sensato examina tudo para reter apenas o que é bom.


sábado, 5 de maio de 2012

EBD6 TIATIRA, A IGREJA TOLERANTE


LIÇÃO 06 – TIATIRA, A IGREJA TOLERANTE.
Para o dia 06/05/2012.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A IGREJA EM TIATIRA.
II – A IDENTIFICAÇÃO DO DESTINATÁRIO.
III – UMA IGREJA RICA EM OBRAS.
IV – JEZABEL E AS PROFUNDEZAS DE SATANÁS.


Em tempo: Bem! Chegamos a Tiatira e vamos conhecer essa igreja por dentro, saber do comportamento dos crentes e nos surpreender que uma entre os demais membros,  tem um nome que sempre inspira a lembrar de coisas que não prestam. O significado, temos pelo menos dois, encontrados na literatura: “Montão de lixo” e “Casta”. Seja lá como for, é um nome com o qual nunca registraríamos nossos filhos e não estamos aqui tratando de uma doutrina de maldição por conta de nomes, a ONOMATOMANCIA, como Maria das dores, Piedade e Mara entre outros.
Fora a questão Onomástica, sempre que alguém deixou uma péssima lembrança, evitamos nomear filhos ou netos com tal nome, pois sempre nos fará lembrar de algo ruim, reforçando que, nada por questão de maldição hereditária.

Fui pastor em uma igreja, onde, alguns porteiros “mais santos” quando viam uma jovem com alguma produção no rosto, diziam diretamente para elas ouvirem: “Aí vem a Jezabel” isso causava grande aborrecimento entre as meninas. Graças a Deus, vivi até agora para saber que elas, hoje, mães de família estão firmes na igreja e aqueles “santos”, fazem coisas piores, como também, suas esposas. Cuidado para não ficar criticando alguém na igreja e achando uma perdição qualquer vaidade pela vaidade.

Outra questão segundo os pesquisadores é quanto a existência de pronomes que indicam ser esta Jezabel, mulher do pastor da igreja. Prefiro entender que não, por não ser necessário e porque? Mulher de pastor já sofre tanto, pra que sobrecarrega-las com mais esse fardo? Logo aparece um maluco inventando doutrina que mulher de pastor deve ficar no cantinho, apenas orando pelo marido. Tem muitas esposas de pastor que lustram o ministério do marido, aliás, maioria, graças a Deus. A minha sempre foi uma das que não se envolvem, por conta própria, mas, sempre foi muito amada pelas irmãs, principalmente as mais carentes.


I – A IGREJA EM TIATIRA.
1.1        A cidade de Tiatira.
Aborda-se nesse tópico, questões geográficas, importância comercial e de produção. Essas abordagens servem para diagnosticar um problema que não é estranho para nós; todos querem a prosperidade e estar no topo da economia mundial, todavia, a riqueza é sempre mal utilizada e lamentavelmente afasta o homem de Deus e da adoração a ele devidas.

1.2        A igreja em Tiatira.
Identificar um nome responsável pela formação da Igreja em Tiatira não é uma tarefa fácil. Cogita-se pelo trabalho missionário de Paulo, como pela atuação  de Lídia, vendedora de púrpura, que era de Tiatira (Atos 16:14) esta,  morando ou em transito pela cidade de Filipos, teve encontro com Paulo recebendo a Palavra do Senhor em seu coração. Sendo ou não Lídia, interessante notar o desempenho dos novos convertidos nesse tempo.


II – A IDENTIFICAÇÃO DO DESTINATÁRIO.
2.1 Filho de Deus.
Em virtude dessa apresentação ter ocorrido, estando já glorificado, para que não se diga que a doutrina da trindade, só tinha sentido estando JESUS ainda no corpo material, nos conforta em nossas convicções.  Diz o autor que implicitamente, JESUS declara-se “o cabeça da igreja” e torna patente, ser igual ao PAI.
Em parte alguma da Bíblia, JESUS é dado como “o cabeça da igreja” que significa: Líder ou chefe supremo. Quer seja em Ef. 1:22 ou Cl. 1:18 ele é dado como “a cabeça”  cujo corpo é a igreja. Logicamente, isto não impede que o reconheçamos como chefe supremo ou líder da sua igreja, porém, “a cabeça”, representa mais que isso.

2.2 Onisciente.
Nada do que acontecia na igreja de Tiatira, fugia ao controle do Senhor e serve de lição para todos nós que nos envolvemos em polêmicas discussões sobre o curso da igreja moderna, como se ele, JESUS, não estivesse atento. Precisamos tomar cuidado para não por as mãos na arca do Senhor 2Sm.6:6.
2.3 Supremo Juiz.
A revelação de Supremo Juiz no texto base da lição está na ordem do julgamento prometido contra jezabel: “A porei numa cama...” e “Ferirei de morte os seus filhos...”

III – UMA IGREJA RICA EM OBRAS.
Reconhecer as boas obras da igreja é sinal e lição para todos nós que o Senhor não fica a observar apenas os pontos negativos.

3.1 Amor.
O amor era uma característica da vida dos crentes da igreja de Tiatira. O amor teria sido a causa da tolerância com o pecado? É preciso tomar cuidado para que o amor não seja demasiadamente benevolente.

3.2 Serviço.
Não há igreja, no plano físico, que não tenha falhas, todavia, a pior falha é virar as costas para o necessitado, para os mais carentes e essa tarefa, sem medo de errar, compete ao pastor, estimular a membresia a que pratique. Se o pastor é apático a igreja seguirá seus passos (Os.4:9) Se o povo é apático, deve o pastor lutar pela mudança desse status.

3.3 Fé.
O autor fala sobre “assentimento intelectual”. Alguém, pode dar outra interpretação, mas, no popular, significa: Falar muito e não fazer nada ou ainda, teoria que nunca passa ao campo prático, das realizações e somente a fé, pode promover o lado prático das obras sociais.

3.4 Paciência.
A paciência é uma grande virtude principalmente no século do imediatismo como o nosso. Diante de uma promessa que aconteceria em 4 dias , oVini (7 anos) filho do meu parceiro de trabalho, me disse: Pastor, eu não tenho muita paciência!!! Daí, você imagina, a paciência dos adultos, Lucas 21:19.

3.5 Abundância em obras.
O autor afirma que o pastor da igreja de Tiatira, nunca se mostrou remisso, ou seja, negligente. O fato das últimas obras serem maiores que as primeiras mostram a luta pela melhora na igreja. Éfeso, ao contrário; começou bem e terminou mal (2:5).

IV – JEZABEL E AS PROFUNDEZAS DE SATANÁS.
4.1 A Jezabel de Tiatira.
Era uma figura real, mulher que se dizia profetisa.
Isto soa estranho para nós? Muitas vezes, pessoas carregadas de emoção e em alguns momentos, até usadas por Deus,  se impõe como instrumento permanente no uso do dom da profecia e quer o reconhecimento da igreja. Nunca julguei que qualquer profecia fosse da carne, todavia, sempre me permiti avaliar toda mensagem à luz da Bíblia Sagrada. Acho muito feio, pessoas que chegam ao corredor da igreja, após o culto e passam a fazer valer as suas opiniões e de forma pública, por vezes, causando mal estar.

Nesta parte final, quero apenas fazer algumas confrontações entre a Jezabel de Tiatira e a Jezabel de Acabe.

Ver um pregador ou pastor, arrogante e soberbo, sentindo-se a uma bolacha do pacote, é algo horroroso e asqueroso, pra quem entende de Bíblia, pois, tem gente que aplaudem a tudo sem o menor pudor, tão ruim ou pior que isso, é ver uma mulher, encharcada de soberba, pelo fato de ter sido um instrumento nas mãos do Senhor, querer dominar a igreja.

A mulher de Acabe, (IRs.16:29s) a outra Jezabel, coincidência nos nomes, apenas, era soberba, dominadora,  sabia se impor, fosse pela produção corporal (2Rs. 9:30) o que a notabilizou como mulher vaidosa, (o azar dela é que JEÚ não estava pra brincadeira) e se tornando o símbolo de todo excesso de vaidade ou pela violência (IRs. 19:14ss) e mente criminosa (IRs.21:8ss) preparando o cenário para matar Nabote.

A mulher de Tiatira, Jezabel, um dia foi chamada pelo pastor, minha suposição, que deve ter dido: Hummmm!!!! Deus tem usado você e acho que tá na hora de separa-la para ser “pastora”, os cultos de terça, fica por sua conta para ensinar e profetizar ao povo. O maior mal dentro das nossas igrejas são os benditos “cargos” e tem igreja que rabisca até um organograma, colocando-o no mural para que todos vejam quem é que manda.

O Senhor disse: “Toleras a Jezabel, mulher que se diz profetisa
 a que ensine...”. tinha autorização para ensinar a que o povo se prostituísse e sacrificasse aos ídolos, exatamente  como fazia a Jezabel de Acabe.
Em muitos casos citados na Bíblia, prostituição está ligado a promiscuidade espiritual de culto aos demônios. Quero entender que isso não foi enfiado goela abaixo da igreja de uma vez, mas, um desvio aqui e outro ali e o mal se consolidou.

É um dever nosso, alertar para os perigos do modernismo que tem invadido as nossas igrejas em muitos lugares, pastores que estão mais preocupados em agradar o povo (lembremo-nos de Arão e o bezerro de ouro) que manter a boa doutrina. Citar exemplos aqui seria melhor escrever um livro sobre o assunto.