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sexta-feira, 30 de junho de 2017

INSPIRAÇÃO DIVINA E AUTORIDADE DA BÍBLIA, EBD Lç.1 02/07/2017

EBD LÇ. 01  02/07/2017 “INSPIRAÇÃO DIVINA E AUTORIDADE DA BÍBLIA”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO.
II – A INSPIRAÇÃO DIVINA.
III – INSPIRAÇÃO PLENA E VERBAL.
IV – ÚNICA REGRA INFALÍVEL

 Na Bíblia encontramos a razão da nossa fé e nela nos firmamos como um barco à âncora.



  
Vale usar uma palavra amiga para advertir os professores das escolas bíblicas dominicais. A EBD é; uma tradição e um forte braço de apoio doutrinário das nossas igrejas Assembleias de Deus no Brasil e quiçá, fora dele. Esta série de lições não permitirão “fugas” na responsabilidade do verdadeiro ensino e é o que os alunos esperam dos senhores. Estudem os assuntos e compartilhem se acharem necessário. Já temos muita invasão de ensinadores despreparados, causando evasão de alunos que perdem rapidamente o entusiasmo.

I – REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO.

1.1 Revelação.

A etimologia é a parte da gramática que trata da origem das palavras; estuda sua origem e o significado. A raiz é o elemento originário de cada palavra e consequentemente a sua definição ou significado.

Cremos que a Bíblia, por sua origem e composição, tem sido o livro mais discutido do ponto de vista literário sendo ele, para nós que cremos no seu conteúdo, a mais profunda revelação de Deus ao homem. O autor mostra o sentido da palavra “revelação” como sendo o ato ou efeito de tirar o véu que encobre o desconhecido.    

A revelação tem autenticidade nos fatos ou milagres como pelo cumprimento das profecias.


1.2 Inspiração.

Como no ponto 1.1 acima,  a lição aborda a “revelação” vamos entender como inspiração o que descobrimos nessa revelação, que não é coisa humana, da cabeça de um escritor, pois se fosse, não subsistiria e mais ainda, uma mente por mais brilhante, não comporia o que inclui revelações sobre um futuro distante; do Gênesis aos nossos dias.

Vejam por exemplo na autodefesa da fé, o consistente argumento de Estevão. Em Atos 7 ele começa falando de Abraão antes mesmo de morar em Harã; passou pela vida de Jacó, José, Davi, Salomão terminando pela maravilhosa revelação de Jesus em pé, à destra de Deus.  Só mesmo por inspiração.



ICor. 2:9-10.
(...) mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam, mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus.”.

Tudo o que quisermos saber sobre a humanidade, vida, morte,  religião ou eternidade, a Bíblia é a única autoridade sobre o assunto. Ninguém precisa apelar para outras literaturas.

1.3 A forma de comunicação.

Vamos separar este ponto rico em informações da seguinte forma:

1  - No processo de comunicação temos as maneiras pelas quais Deus, através dos profetas, fez conhecer a sua vontade e determinação. O autor faz as seguintes referências para esses meios: Palavra, visão, som e imagem.

A revelação dada a Ezequiel sobre o presente e o futuro de Israel dá a dimensão dessa comunicação em que temos;  a palavra, a visão e a  imagem. (Ez.37) “A visão do vale de ossos secos”. A imagem também pode referir-se sobre o que ou para quem,  os elementos da antiga aliança apontavam e representavam. Os hebreus tinham a visão material do que viam  e nós temos a imagem exata das coisas (Hb.10:1).

2 – (Hb. 1:1) o autor declara:
Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho...”.  Pelos profetas, por meio de visões, sonhos ou mensagens diretas.

3 – O autor lembra que as profecias eram geralmente antecipadas com a expressão: “Veio a mim, a palavra do Senhor...

Aproveito para lembrar que profecia no Novo Testamento, não tem a mesma dimensão que as profecias da Antiga Aliança. Basta lembrar a luta de Jeremias com o falso profeta Hananias e o que dava autenticidade ao profeta da Antiga Aliança (Jr.28 1 e segts). Na Nova Aliança, nada pode fugir ao que já está escrito.


II – A INSPIRAÇÃO DIVINA.

2.1 A inspiração divina.

O autor descreve a origem do termo inspiração traduzido do grego na forma como encontramos na Bíblia. Como uso há 52 anos a tradução corrigida de Almeida temos:

(II Tm.3:16-17) “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;
Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra
.”.

"TODA ESCRITURA" – Que ninguém pense que houve facilidade em se juntar no Cânon Sagrado, os livros que mesmo com profundo caráter histórico como os livros de Rute e Ester e os de caráter filosófico e de saber como Jó, Provérbios e Cantares entre outros tiveram que ser bem avaliados à luz da revelação do Pentateuco como base e os demais como elementos da construção do maior livro, a Bíblia Sagrada.


2.2 Uma avaliação exegética.

Uma questão sempre me incomodou na matéria que se convencionou chamar de “exegese” que num sentido simplificado quer dizer: A arte de interpretar textos literários.

Exegese é, portanto, uma ferramenta e fica sempre a pergunta: Quem está fazendo uso dela e com que intenção. Há quem queira fazer uso para desqualificar as verdades bíblicas e basta caminhar pelo terreno pantanoso da rede social ou canais do Youtube para descobrir coisas assustadoras, nada recomendáveis e que está ao alcance de todos; com ou sem conhecimento profundo da Bíblia.

Junte-se ao problema das heresias, a má interpretação dos textos.

Quanto a aplicação, fica pior ainda.

2.3 Autoridade.

Aprecio muito a palavra “infalibilidade” no tocante as escrituras.

Neste tópico, além das considerações do autor sobre “autoridade” creio que dois exemplos, além de muitos, servirão para o professor fechar questão com os seus alunos:

NA ANTIGA ALIANÇA. Além dos maravilhosos milagres realizados aos olhos de Israel quero fazer uso de um que representa a palavra de um homem com autoridade sob a Palavra de Deus; Elias e os capitães que foram busca-lo a pedido de Acazias:

(IIRs. 1:9-10) “Então o rei lhe enviou um capitão de cinqüenta com seus cinqüenta; e, subindo a ele (porque eis que estava assentado no cume do monte), disse-lhe: Homem de Deus, o rei diz: Desce.
Mas Elias respondeu, e disse ao capitão de cinqüenta: Se eu, pois, sou homem de Deus, desça fogo do céu, e te consuma a ti e aos teus cinqüenta. Então fogo desceu do céu, e consumiu a ele e aos seus cinquenta.
”.

NA NOVA ALIANÇA OU NOVO TESTAMENTO.
(Atos 13:8-11) “ (...) mas resistia-lhes Elimas, o encantador (porque assim se interpreta o seu nome), procurando apartar da fé o procônsul, todavia Saulo, que também se chama Paulo, cheio do Espírito Santo, e fixando os olhos nele, disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perturbar os retos caminhos do Senhor? Eis aí, pois, agora contra ti a mão do Senhor, e ficarás cego, sem ver o sol por algum tempo. E no mesmo instante a escuridão e as trevas caíram sobre ele e, andando à roda, buscava a quem o guiasse pela mão.”.

E a demonstração de poder na pregação (ICo. 2:4) A pregação de Paulo consistia em demonstração de poder.

Autoridade é isso; a palavra se cumpre.

III – INSPIRAÇÃO PLENA E VERBAL.

3.1 Inspiração plenária.

O autor usa o termo “inspiração plenária” para falar da inspiração plena de todos os livros da Bíblia, sem exceção e sem intensidade maior ou menor de inspiração, inclusive por que quando se fala em “inspiração divina” consideramos questão fechada. Isso para quem crê.

Quem crê, não põe em dúvida nem mesmo o livro de “Cantares” por conta da sensualidade poética que trata do amor da esposa para com o esposo e vice versa.

OURAS INFORMAÇÕES DO AUTOR NESTE TÓPICO:
a – A Bíblia que Jesus e seus apóstolos usavam  era composta do pentateuco, dos profetas e dos Salmos.



b – Que posteriormente, a mesma  Bíblia usada pelos apóstolos já continham as epístolas considerando que Pedro  fez menção delas.  (IIPd. 3:15-16).

c – Os escritos dos Apóstolos se revestiam da mesma autoridade e eram “intercambiáveis”, que significa dizer que eram de uso alternado quanto ao reconhecimento dessa autoridade

d – Podemos afirmar com base no ensino do autor que o antigo e o novo testamento faziam parte da mesma estrutura de comunicação divina aos homens da forma como foram usados pelos apóstolos; um texto do A.T. para justificar posição no N.T.


3.2 Inspiração verbal.
                                                                                             
No tópico anterior, o autor tratou da inspiração plenária de todos os livros da Bíblia não apenas por seu conteúdo e neste, o autor trata da inspiração verbal em que cada palavra foi inspirada pelo Espírito Santo. Vale dizer que qualquer assunto ou tema registrado na Bíblia, decorreu da fala dos grandes líderes bíblicos, profetas e apóstolos.

Primeiro a fala e depois o registro.

Se a fala é inspirada, logo, o registro é inspirado.

Poderia ocorrer de registrarem a fala de formas a prejudicar a inspiração? Humanamente falando sim, todavia é possível notar que a força da palavra registrada exprime a força da fala.

O autor também faz menção da diversidade nos textos sagrados considerando o estilo e a personalidade dos escritores.

Louvamos a Deus por sentirmos a força da inspiração verbal.


IV – ÚNICA REGRA INFALÍVEL


4.1 Proveitosa para ensinar.

Recomendo a leitura da lição neste tópico que é curto e rico.

Já tratei de tantos problemas nas igrejas por onde passei, casais, senhores, senhoras,  jovens e adolescentes. Avaliando tudo, nunca tive dúvidas que a falta de abraçar os ensinos bíblicos sempre foi a causa primaria de todos os males e perturbações.

Há ensinos para todas as situações, mas o importante é que os ensinos funcionam como vacina, para prevenção e depois, para o arrependimento.

Lembramos que há ensinos, não somente para a vida pessoal e familiar, mas para o viver em comunidade, para obreiros, ministros e ministérios.

4.2 A conduta humana.

Não precisamos dar “largas” a observar o mal feito dos outros, todavia a conduta humana diz exatamente o que a pessoa tem lido no seu dia a dia.

É fácil conhecer uma pessoa que tem intimidade com a Bíblia.

É fácil conhecer uma família alinhada com os ensinos da Bíblia.

É fácil conhecer um pregador que tem intimidade com a Bíblia e é fácil conhecer um pastor que conduz a igreja sob os conselhos da Bíblia.


(Fl.3:16-17) “(...)  mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo.  Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam.”.


4.3 As traduções da Bíblia.
Vamos facilitar a leitura sugerida pelo autor no tocante a tradução:

(Sl.8:4-6)  “Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites? Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste.  Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: (...).”.

Hb.2:6-8 “(...) mas em certo lugar testificou alguém, dizendo: Que é o homem, para que dele te lembres?Ou o filho do homem, para que o visites?  Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos; de glória e de honra o coroaste, e o constituíste sobre as obras de tuas mãos. Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés. Ora, visto que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou que lhe não esteja sujeito. Mas agora ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas.”.

Percebam que o autor da carta aos Hebreus não usa o que hoje se usa, o (*)“control C e o control V ”. Ele interpretou e traduziu para o seu texto o que constava no original.

(*) Para quem não tem intimidade com informática, é o famoso “copia e cola”.

Não penso que seja necessário abordar sobre a quantidade de bíblias traduzidas e distribuídas pelo mundo todo, mas consta na conclusão, 2.935 línguas por ela alcançadas.


Desejo a todos, uma  boa aula.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

JESUS CRISTO, O MODELO SUPREMO DE CARÁTER, EBD Lç. 13 25/06/2017

EBD LÇ. 13 25/06/2017 “JESUS CRISTO, O MODELO SUPREMO DE CARÁTER”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

PONTOS:
I – JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM.
II – SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO.
III – A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO.

Os cravos e a cruz eram somente dele para que nele ressuscitemos em glória.


I – JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM.

1.1 Sua origem humana.

Considero a declaração de João em Jo.1:14 a mais bela declaração da humanidade de Cristo o que também posso considerar, sem culpa que nessa declaração, Deus no seu filho, se faz homem para remir os perdidos uma arca maior que a de Noé.

Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo IICo 5:19.

Entre tantos outros pareceres importantes acerca do “Verbo” é que nesse instante, ele surge como a segunda pessoa da trindade.

Uma discussão inócua bate forte nas redes sociais da Internet que o conceito de trindade fora criado pela ICA e para nós, o título “Trindade ou Santíssima Trindade” não deu origem à essência, apenas nomenclatura, como também consta nos anais da história da igreja que a doutrina já era reconhecida pela igreja primitiva.

Deixemos as disputas para quem gosta de disputas principalmente quando se trata de reconhecer a existência bíblica da trindade.

No texto, “Kairós” (gr) refere-se ao tempo na forma indeterminada por calendários.

1.2 Sua entrada no mundo.

Nenhum ser humano e refiro-me aos que nasceram em palácios reais, nasceu com tanta “pompa”,  porém sem luxo nem ostentação porquanto a festa acontecia no mundo espiritual com o coro de anjos e as declarações do cumprimento das profecias.

Sempre que leio, tento trazer a imagem real dos anjos anunciando aos pastores que o esperado das nações acabara de nascer. Lc. 2:8-10.


1.3 Seu desenvolvimento humano e espiritual.

A vida de Jesus foi programada e anunciada pelos profetas, do nascimento a morte e ele, cumpriu tudo à risca. A informação que temos e que nos permite especular, está no texto indicado pelo autor, em Lucas 12:40 e seguintes onde lemos:

- O menino crescia e se fortalecia.
- Cheio de sabedoria.
- A graça de Deus estava sobre ele.
- Todos os anos seus pais iam à Jerusalém na ocasião da Páscoa.
- Com 12 anos, no meio dos doutores e isto, nos impressiona.
- Eles admiravam a sua inteligência, o que nos leva a compreender o que eles não compreendiam; falavam com Deus sem saber.



II – SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO.

2.1 O caráter exemplar de Jesus

O autor lista e comenta na lição, aspectos do caráter de Jesus e que infelizmente, muitos que se colocam a disposição para servir, não observam. Questões importantes dos exemplos e ensinos dados pelo Senhor o que suavizaria em muito, os trabalhos das igrejas fortalecendo a fé dos irmãos.

- Humildade e mansidão.
- Misericórdia e compaixão;  o que mais falta em muitas lideranças e na maioria dos crentes.
- Espírito pacificador.

Ainda acho possível resgatar esses valores que foram deixados para trás, se considerarmos, sem medo de errar, o que fez a Assembleia de Deus crescer tanto nos seus primeiros anos no Brasil.

Por mais empenho que façamos, é preciso considerar os limites e fraquezas humanas como também a explosão demográfica do povo assembleiano.


2.2 Na prática ele demonstrou o seu imenso amor pelos pecadores.

Não apenas nas palavras o que tornaria o evangelho uma grande retórica, todavia o ministério de Jesus se fez com encontros; com necessitados, doentes, adúlteros, soberbos e para todos, uma solução prática como resposta: Curas, libertações e salvação.

Em muitas igrejas, o Evangelho se tornou uma grande retórica; sem milagres, sem poder, porém com muita festa e roupa bonita.

Em ICo. 2:4 Disse Paulo:
“E a minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder...”.

2.3 Seu caráter é referência para a igreja.

É bom que se leia o texto do autor em que separa bem, o aspecto espiritual da igreja e o material das igrejas.

A vida exemplar de Jesus em cada detalhe da sua vida fez escola que devia permanecer, cabendo a cada pastor (homem falível, segundo o autor), aproximar o máximo possível do “mapa bíblico”.

Infelizmente muitos estão dando preferência em seguir os atuais “após-tolos” e as heresias disseminadas nos campos do Senhor.

O autor cita Jo.13:15

“Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.”.


III – A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO.

3.1 A morte de Cristo, exemplo supremo de amor.

Muitas vezes fico imaginando o drama vivido pelo homem chamado Jesus; saber o momento e a forma como seria morto. Após declarar-se publicamente e no momento que quis, ele passou a fazer contagem regressiva até ao calvário.

Não foi sem razão que no Getsêmane sentiu tamanha angustia diante dos aflitivos, últimos momentos da sua vida. Assim orou: “Pai, se possível passa de mim este cálice...”  Lc. 22:42 e o silêncio dos céus foi a resposta quando ele emendou: “... Todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.”.

É bom saber que estar investido do plano e da graça divina, os sentimentos de Jesus diante do final foi sentido pelo homem Jesus.  100% homem.



3.2 A ressurreição.
                                                                                             
Recomendo a leitura em classe deste último aporte do autor; muitíssimo interessante que reproduzo:

“Na ressurreição, o caráter humano foi absorvido pelo caráter divino.”.

Sem forçar interpretação, podemos afirmar que a partir da sua ressurreição Jesus deixou de ser 100% homem para ser 100% Deus.

Pode parecer confuso? A segunda pessoa da trindade, não teve por usurpação ser igual a Deus.

“ (...) Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus”. Filipenses 2:6.

O ser “igual” é altamente relevante no pensamento teológico.

Para dar mais sentido podemos dizer que entre nós seres humanos, somos semelhantes sempre, a alguém. Por mais parecido que sejamos nunca chegamos à igualdade.

NA SUA VINDA. Vê-lo-emos assim como ele de fato é.


Assim concluímos este trimestre, agradecidos a Deus e partamos para o novo trimestre com lições preciosíssimas.

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