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sábado, 25 de julho de 2015

EBD LÇ 5 APOSTASIA, FIDELIDADE E DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 02/08/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A APOSTASIA DOS HOMENS.
II – A FIDELIDADE DOS MINISTROS.
III – A DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO.

                                  QUE HAJA DEDICAÇÃO AO ENSINO



 I – A APOSTASIA DOS HOMENS.

1.1       A apostasia.

Heresia é a divulgação de ensinamentos com erros propositais de interpretação ou vícios. Não penso que seja simplesmente por não entender um ou outro texto e que esse entendimento não comprometa o conjunto da obra; a coisa é bem pior.

Apostasia é a iniciativa de afastar-se abraçando esses erros. Recusa a obedecer ao evangelho e suas verdades doutrinárias. “Apostatarão alguns da fé dando ouvidos...”  (ITm4:1).  

Quem dá ouvidos às heresias, enche o coração e logo demonstra pela mudança de atitudes e palavras.

O autor faz menção da apostasia no A.T. e declara que a mesma era vista como “adultério espiritual”. Pior ainda, fragilizou e desnudou o povo de Deus, que foi comparada pela visão do profeta Ezequiel, a uma prostituta Ez.37. Apesar de ser uma reprimenda, esse texto é uma declaração de amor sempiterno declarada pelo Senhor. (Deus não abandonou Israel para sempre).


1.2 Doutrinas de demônios.

Vejam que situação, que exige de nós muita oração pelos pastores que militam diante das igrejas. Sempre que falamos algo a respeito das contradições, muitos crentes ficam nervosos.

O que fazer? Perguntar se os apóstolos se calariam diante de tanta confusão religiosa e doutrinária.

Calar é dar autenticidade às mentiras como se fossem verdades.

É preciso saber combater o mal.

Não concordamos também com a maneira debochada com que muitos criticam certos “pastores” nas redes sociais.

Evitar falar nomes de pessoas é mostrar prudência para evitar uma eventual confrontação jurídica.

Se atacarmos os erros amparados somente na bíblia, os contenciosos ficarão embaraçados. Eles só gostam de discutir “ideias” teológicas.

1.3 Espíritos enganadores.

Está muito difícil saber se o que mais explora a fé humana são os espíritos enganadores ou os próprios enganadores.

Claro está que se a Bíblia fala de “espíritos enganadores” ditos pelo apóstolo Paulo é que se firma o reconhecimento pela existência deles. Quem ousa discutir a autoridade apostólica; não confundir com autoridade dos falsos após-tolos que tem surgido no cenário neopentecostal.   (IICo 2:11).

II A FIDELIDADE DOS MINISTROS.

2.1 O bom ministro.

Há muito a considerar neste tópico:
1 – Quando o autor explica a origem da palavra “ministro” deixando entrever que se trata de um diácono, isto por si, mostra que na igreja do Senhor não há maiores nem melhores; mal comparando a um time de futebol e suas posições; são todos jogadores, porém, a posição de cada um define o que e como fazer.

2 – Servir a igreja ensinando, exortando e discipulando mostra o quão cuidadoso é os que assim fazem, ao invés de tentar ganhar o povo com agrados e sorrisos, ainda que necessários.

2           – Zela pela vida espiritual, é zeloso pela vida do rebanho. É preciso lembrar que o rebanho é constituído de pessoas fracas, fortes, novos convertidos, crianças e idosos. Carinho igual e ensinos diferentes pra cada grupo.

2.2 Rejeitando as fábulas profanas.
Este tópico tem muito de informativo e dispensa comentários, todavia, sempre é bom ter atenção, pois, infelizmente, há até professores de escolas dominicais que gastam o tempo exercitando suas fábulas, deixando de lado, lições tão ricas como esta, produzida pela CPAD e escritas pelo pastor Elinaldo.

2.3 O exercício físico e a piedade.

Achei muito oportuno o comentário do autor neste ponto. É sabido que a obesidade tem desfigurado muitas vidas. Somos uma sociedade sedentária. Não nos movimentamos na mesma proporção em que nos alimentamos, assim, as gorduras não são queimadas convenientemente, levando-se em conta ainda, os aditivos industriais nos produtos.

Definitivamente, não é pecado usar os recursos de uma academia que além da atividade aeróbica, oferece condicionamento físico.

Alguns cuidados precisam ser tomados principalmente quando as elegantes e justíssimas roupas usadas sem um camisetão,  acabam atraindo olhares libidinosos nas ruas.

Na academia onde malho, tem um período entregue às moscas e certa feita, pensei se não seria útil fazer um pacote para que senhoras das nossas igrejas e somente elas, pudessem usar para exercícios. Há homens, para quem tudo é pecado. A vida é assim; coam mosquito e engolem camelos.

III – A DILIGÊNCIA NO MINISTÉRIO.

3.1 O ensino prescritivo.

PO erro de muitos tem sido o desprezo dado ao ensino sistemático das doutrinas bíblicas e da doutrina dos costumes, dos bons costumes.

Ensinar o povo é fortalecê-los a ponto de sequer darem atenção para o lixo apregoado nos nossos arraiais e através das mídias.

Quem ensina, sofre menos. A igreja se livra dos encrenqueiros, dos fofoqueiros e de outros males. Não há quem suporte viver desqualificadamente e querer conviver em uma igreja onde há bons ensinamentos.

3.2  O exemplo dos fieis.

Um jovem pastor diante da igreja e de auxiliares por vezes, bem  mais velhos. Sempre tive pastores mais velhos que eu e hoje está invertido. Os  pastores que tem presidido sobre a minha vida são mais novos, porém, o carinho e respeito não muda.

O que é importante para o jovem pastor é não fazer como alguns que cursam teologia e assumem igrejas com o nariz empinado, sentindo-se “o senhor dos anéis”. A humildade é uma virtude que além de qualificar aproxima as pessoas.

As palavras acima são extensivas aos professores de escolas bíblicas, homem ou mulher. Homem soberbo e vaidoso é horrível e mulher assim, ninguém suporta.

3.3 O cuidado que o ministro deve ter com o aprendizado.

Eu tenho muito respeito por quem lê a bíblia toda de maneira sequencial e programada. Para mim há uma grande diferença entre ler a bíblia toda e conhecer a bíblia toda.

Não é possível conceber que alguém assuma o lugar de ensinador na igreja e não conheça a principal ferramenta de trabalho.

Em se tratando de EBD é fundamental que o professor conheça bem o que ensina sendo esta a única maneira de não abusar da paciência dos santos.

Quem não gosta de aprender não está apto para ensinar; pensemos nisso.




domingo, 19 de julho de 2015

EBD LÇ.4 PASTORES E DIÁCONOS

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 26/07/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I – QUEM DESEJA O EPISCOPADO.
II – QUALIFICAÇÕES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIACONOS.
III – O DIACONATO.
IV – SERVIÇO – RAZÃO DE SER DO MINISTÉRIO.

                             Valorizar o que tem nas mãos e no coração

                                  

  
I – QUEM DESEJA O EPISCOPADO.

1.1       Excelente obra deseja.

Por algum motivo eu deixaria a relação entre episcopado e pastor meio de lado. Basta ler atentamente Ef. 4:11.

Gosto dessa expressão, episcopado, equivalente a presbítero ou bispo como a seguinte: “Excelente obra deseja”.

A diferença entre pastor e presbítero está na condição e forma de chamada. Consideremos o pedido de Paulo a Tito em 1:5 em relação a Ef. 4:11.


1.2 A chamada.

Em 1.1 excelente obra deseja e em 1.2 a chamada, portanto, está definida a diferença.

Não significa que “desejar”  represente uma pessoa oferecida.

Todos os pastores são presbíteros, mas, nem todos os presbíteros são pastores.  IPd. 5:1.

Ser pastor é ter uma chamada que reveste o seu presbitério tornando visível para a igreja mediante a atuação no governo dela.

A chamada não é uma invenção do homem; Deus chama e capacita. Atos 13.1-3.

Se alguém diz ter chamada, verifique com a igreja onde congrega se este é o pensamento do povo.  ICo 4:1. “Que os homens nos considerem...”.

1.3 O preparo.

A preparação do obreiro não substitui o dom.

Um homem preparado sem o dom não é sensível de forma suficiente para que possa alcançar os corações.

O dom não dispensa o preparo que melhora o desempenho e abrilhanta o ministério do obreiro, torna-o mais útil para o que foi chamado.


II QUALIFICAÇÓES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIÁCONOS.

2.1 Atribuição dos pastores.

Penso que uma das características que todos gostam de ver no seu pastor, é personalidade.  – Conjunto de características psicológicas que mostram o jeito de ser, de agir e a individualidade do past

Uma segunda característica igualmente importante é o pastor não derrapar nas próprias palavras. Todos querem perceber que a palavra na boca do pastor é sempre a verdade.

2.2 Qualificações espirituais e ministeriais.

O autor apresenta uma lista de qualificações que devem ser lidas com calma para que os alunos entendam.

Entre as qualificações o autor aponta para o conhecimento bíblico e podemos acrescentar que na medida do possível, o conhecimento seja universal.

Quando o evangelho teve inicio no Brasil, o país vivia muito abaixo da linha razoável de educação sendo, portanto, comum, ver-se pastores analfabetos, mas, cheios da graça do Senhor e de sabedoria.

O país cresceu e a maior parte da população passou a ter acesso ao curso superior, sendo, portanto, incompreensível que um pastor assuma o pastorado como deveria ser igualmente proibido alcançar cargos público como presidentes,  governadores, prefeitos e cargos nas assembleias.

2.3 Qualificações familiares.

Recomendo a leitura deste tópico com seus alunos, mas, recomendo também que antes de estabelecer juízo de valor sobre qualquer pastor por conta dos seus filhos, recomendo que considere o que disse o profeta e sacerdote Samuel ao resignar-se do cargo e o que disse sobre os filhos em comparação ao que faziam os filhos de Elí.

ISm 12:1-4 “(...) em nada nos defraudastes...”.
ISm. 2:29 “Por que dais “coices” contra o sacrifício e contra a minha oferta de manjares que ordenei na minha morada e honras a teus filhos mais do que a mim...”.  (HONRAS A TEUS FILHOS MAIS DO QUE A MIM).

Na atual conjuntura, há muitos pastores que tem filhos distanciados e isto não os impedem de continuar exercendo o ministério, porém, deve afastar os filhos rebeldes do convívio da igreja, mas, nunca da sua casa. Com amor se ganha.

Não posso deixar de comentar que há pastores que tem filhos afastados e rebeldes por verem seus pais sofrerem injustiças no ministério.  Isto não se pode esconder. Não se pode partir um bolo e impedir que todos da mesa participem dele, pelo menos um pedacinho.

Quanto a separar jovens solteiros para o ministério, principalmente se estes não exercem de fato o pastorado, fica muito estranho, já que nossa igreja sempre requereu do pastor, convivência familiar completa; que fosse casado.

Este tópico é polêmico e o professor precisa ter pulso para não entregar a sua aula para algum aluno contencioso.

2.4 Qualificações morais.

Muito rico este tópico e recomendo a leitura dividida com os alunos.
Pastor que bebe, endivida-se de maneira não justificada, trata moças e senhoras com malícia, cobiçoso, ganancioso e outros adjetivos não servem nem para ser porteiro da igreja.


III – O DIACONATO.


3.1 a 3.3 Os diáconos chamados e a qualificação.

Perceba-se que a igreja “primitiva” consolidou a nomeação de diáconos por necessidade de atendimento à mesa, ou seja, as necessidades dos membrados.

Entendo que a qualificação para ser crente, diácono ou pastor, devem ser as mesmas.

“Não entendo que o diácono seja ‘CONSAGRADO”  como alguns dizem.  A nomeação de diácono é local enquanto a igreja precisa e enquanto o nomeado permanecer fiel. Esta posição, não diminui em nada o ser diácono, salvo para aqueles que dão mais valor ao título que o próprio exercício da função.

Servir bem como diácono é gozar da confiança da igreja e do ministério que poderá abrir espaço para o bispado.


IV – SERVIÇO – RAZÃO DE SER DO MINISTÉRIO.

4.1-3 O exemplo do mestre, de Paulo e de Timóteo.

Por qual motivo homens deixam de tomar como exemplo a vida e o legado deixado pelo Senhor, por Paulo, Timóteo e dos demais pastores que com eles andaram.

Há pastores que ficam ricos, riquíssimos  à custa da benevolência do povo de Deus.

Nunca vendi uma agulha aproveitando-me dessa benevolência e até aqui, o Senhor tem me ajudado; filhos bem formados com vida confortável. Posso morrer tranquilo.

Certa feita fui convencido por uma pessoa,  gerente do banco que cuidava da minha conta à uma reunião no ginásio do Ibirapuera; era empresarial, mas, parecia um culto, com testemunho e ostentação de riquezas e conquistas. Percebi que havia muitos pastores nessa reunião que estimulava a venda de produtos em forma de pirâmide e nessa, muitos usavam a sua influência na igreja.
Quer ser ministro? Seja ministro da verdade e de verdade.

 Não se falou em mulher até aqui, por motivos óbvios sem que isto pareça desprezo à classe feminina que desde os dias de Cristo, sempre se mostrou muito útil ao ministério.

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