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terça-feira, 29 de outubro de 2013

EBD LC 5 - O CUIDADO COM AQUILO QUE FALAMOS.

LIÇÃO 05 - O CUIDADO COM AQUILO QUE FALAMOS.
EBD para 03/11/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O PODER DAS PALAVRAS.
II – CUIDADOS COM A LÍNGUA.
III – O BOM USO DA LÍNGUA.
IV – SALOMÃO E TIAGO.
  
Em tempo: Depois que o homem aprendeu a construir ideias pela fala e mais ainda, com o auxilio da escrita, caiu no esquecimento que há dois lados no uso da comunicação. Os que usam para o bem, os que derrapam para o mal e os que vivem exclusivamente para o mal.

I – O PODER DAS PALAVRAS.
2.1 Palavras que mata.
O autor trata bem quando diz que “dependendo do contexto”.
Penso que esse contexto não é apenas o reconhecimento do terreno, em linhas gerais, sobre o que se falou e em qual o sentido.
a)   Por mais cuidadosos que sejamos, podemos ser mal interpretados, isso não se descarta.
b)   Quem é casado deve ter tido a experiência de num momento impróprio ou impensado, ter falado algo com que a esposa magoou-se sem que tenha sido essa intenção, ela não estava receptiva no exato momento. Isso também acontece com o homem.
c)   O autor não está entrando nesses detalhes propositalmente, mas, se detém naqueles que gostam de ferir com palavras duras. Palavras duras, podem matar ou destruir a autoestima de alguém.

2.2 Palavras que vivificam.
a) Somente um coração dependente de Deus e atento podem produzir palavras que vivifiquem, no plano da vida diária ou na pregação do Evangelho.
b) Falar palavras que produzam o bem e eleve a autoestima de quem esteja próximo, deve ser o nosso objetivo sempre.
c) Muitas vezes, sem palavras, mas, um olhar maldoso e investigativo é sempre uma forma de comunicação destruidora. O nosso olhar deve exprimir a compaixão da nossa alma pelas vidas, isto é uma linguagem sem fala.


II – CUIDADOS COM A LÍNGUA.
2.1 Evitando a tagarelice.
O autor trata bem, principalmente quando faz referência ao ditado: “Quem fala o que quer...” e “Pronto, falei!”
Pronto, falei! É comumente ouvido e lido nas redes sociais e demonstra, às vezes, falta de habilidade no trato da comunicação principalmente quando é perceptível, um grande desabafo com carga de ofensa a terceiros.
Quanto ao primeiro, “Quem fala o que quer...” quase sempre é resultado de acaloradas discussões ou ainda falta de entendimento do discurso.

2.2 Evitando a maledicência.
Confesso não entender por que o texto de Pv. 6:16-19 é tão pouco reconhecido nos nossos meios. Ele deveria estar afixado nos umbrais das portas de cada congregação.
O autor expande o pensado sobre maledicência para outros assuntos como: Homossexualismo e sacrifícios humanos.
No discurso, muitas pessoas se aproveitam de palavras maliciosas para conduzir outras a cometer erros, nisso encontramos as chamadas licenciosidades cujo discurso implementa a devassidão ou a libertinagem.

III – O BOM USO DA LÍNGUA.
3.1 Quando a língua edifica o próximo.
a) Quando não somos mal intencionados.
b) Quando não somos egocêntricos e desejamos a felicidade do próximo.
c) Quando agimos com inteligência e sabedoria no sentido de melhor conduzir as relações, as palavras tornam-se adocicadas e não causam danos.

3.2 Nossa língua adorando a Deus.
Não penso que adorar a Deus seja um ato próprio para se demonstrar na liturgia do culto e sim, nos momentos em que outros precisam de nós, buscam alguma coisa que preencha o vazio deles.
Ser testemunha do Senhor fora da esfera do culto é a melhor maneira de glorificar a Deus e adora-lo, com nossa vida e com nossas palavras.

IV – SALOMÃO E TIAGO.
4.1 Uma palavra ao aluno.
O texto da lição é fantástico. O que acrescento aqui é apenas uma contribuição aos alunos, portanto:
a)   Reconhecer e valorizar aquele que ocupa tempo ensinando.
b)   Evitar confrontações em sala que só sirvam para perturbar o ambiente de aula.
c)   Não se aproveitar de uma eventual fragilidade do mestre, para lançar perguntas que tentem desestabiliza-lo.
d)   Saber que a Palavra de Deus, julga os maus atos do mestre e do aluno igualmente. As advertências que o autor lança aos mestres, servem também aos alunos, pense nisso!

4.2 Uma palavra aos mestres.
O autor cita e desdobra o texto de Tiago 3:1-2 sobre o que a língua, como elemento principal da fala é capaz de produzir para o mal, todavia, a fala não atua independente da razão e da personalidade, portanto, mais que outros, o mestre precisa cuidar muito bem daquilo que fala.
a)   Saber que o aluno além de cristão, servo de Deus, é um ser humano que pode estar precisando de apoio e isso exige que o mestre seja sensível aos apelos da alma e use a linguagem para produzir o bem de forma equilibrada.
b)   O mestre não pode e nem deve usar a liberdade da fala para alfinetar qualquer um dos seus alunos.
c)   O mestre precisa valorizar a sua fala promovendo o crescimento espiritual e intelectual dos seus alunos.

   

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

EBD LC 4 - LIDANDO DE FORMA CORRETA COM O DINHEIRO.

LIÇÃO 04 LIDANDO DE FORMA CORRETA COM O DINHEIRO.
EBD para 27/10/2013. Subsídio.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O CUIDADO COM AS FIANÇAS E EMPRÉSTIMOS.
II – O CUIDADO COM O LUCRO FÁCIL.
III – O USO CORRETO DO DINHEIRO.
IV – BUSCANDO O EQUILÍBRIO FINANCEIRO.


Em tempo: O dinheiro tem sido a causa de muitos conflitos e jogo de interesses. O Evangelho está sendo usado mais pela conquista do vil metal que por almas. Isso é uma sangria e não há como impedir, até que o Senhor venha e faça cumprir a sentença de juízo sobre os rebeldes.


I – O CUIDADO COM AS FIANÇAS E EMPRÉSTIMOS.
1.1        O fiador.
Convém acrescentar ao fiador, velho conhecido de todos e principalmente daqueles que já sofreram processos de indenização principalmente as locatícias, a figura do sócio empresarial.
Como e em que momento pode-se aceitar ser fiador:
a)   Quando há vinculo familiar e negar causa profundos dissabores no seio da família, refiro-me a família e não parentes.
b)   Aceitar fiança e deixar claro ao credor que qualquer atraso, o fiador deve ser informado no menor tempo possível. Fazer constar a garantia de comunicação no contrato.

1.1.1   – Sócio empresarial.
Dificilmente acaba bem. Trata-se do compartilhamento empresarial visando lucro. Quando as coisas chegam no limite, o estresses já tomou conta, a família sofre, os prejuízos se tornam irrecuperáveis e muitos aceitam sociedade orientado por profecias. Melhor pensar antes de aceitar.

1.1.2   – Empréstimo de cheque em branco e cartão de crédito.
Não há nada mais arrepiante que emprestar cheque. Nem preciso continuar e o cartão de crédito. Os efeitos do cheque e do cartão de crédito são muito imediatos na destruição de amizades e desconfortos em família.

2. Empréstimo.
Eis aqui uma questão muito séria e claro que dentro da igreja.
Somente a questão do empréstimo, caberia um verdadeiro tratado.  Tentemos colocar em ordem, algumas questões.
a)   Os que estão sofrendo por conta de alguma adversidade como perda do emprego ou problemas de saúde. Não se deve emprestar esperando retorno.
b)   Os que se metem em dívidas e tentam com empréstimos resolver os problemas financeiros. Recomendável, socorrer a família, mas, mantendo sempre um espaço entre o empréstimo e a possibilidade que isso não resolva o problema e o mal cresça, tornando esses empréstimos em um ciclo.
c)   Os que são useiros e vezeiros desse expediente. Afastar qualquer possibilidade.


II – O CUIDADO COM O LUCRO FÁCIL.
2.1 Evitando a usura.
Eu particularmente considero a usura, próprio da agiotagem, uma maldição. Essas coisas não devem sequer serem mencionadas no seio da igreja.

2.2 Evitando o suborno.
Subornar é sustentar a imoralidade e a corrupção.
Como subornar é o mesmo que corromper, há o suborno ativo e o passivo.
Suborno ativo – Aquele que oferece à paga.
Suborno passivo – Aquele que aceita à paga.
Subornar não é coisa de cristão, mas, muitos apelam para esse vergonhoso meio de resolver problemas.
Há um tipo de suborno que ocorre muitas vezes no departamento de compras das empresas. O comprador somente aprova o orçamento de lhe for dado 10% do valor como há os que oferecem.
Falando em suborno, aprecio muito, o momento em que o profeta Samuel resigna o seu cargo de juiz, ISm 12:3-4.

III – O USO CORRETO DO DINHEIRO.
3.1 Para promover os valores espirituais.
Escreveu o autor: “Muitos crentes estão negociando a sua herança espiritual e moral trocando-as por coisas  pecaminosas...  e por que não investir o dinheiro naquilo que promove a sabedoria, instrução e conhecimento?”
a)   A posse do dinheiro  parece ser a área mais complicada para a preservação da vida e dos valores do modo mais correto.
b)   Muitos quando melhoram de situação, trocam o serviço a Deus por intermináveis reuniões sociais.
c)   Casas na praia ou campo são ótimos para refugio dos que vivem cansados nos grandes centros, mas, tem sido a causa do esvaziamento de muitas igrejas.
d)   As vaidades tomam força quando sobra dinheiro. 

3.2 Para promover o bem estar social.
Recomendo ao professor ler este tópico para os alunos, com calma, permitindo que o texto seja bem pensado e absorvido.
A razão é simples:
Há muitos crentes que entregam seus dízimos para a obra do Senhor e acham que isso é o suficiente, que a igreja precisar concentrar todos os seus esforços e investimentos na área social. Ela pode ter uma atuação mais firme, com certeza, porém, a contribuição com dízimo, não isenta os que podem de contribuir isoladamente na área social.
Seria tão bom se um crente com a vida confortável adotasse uma criança na área da educação ou uma viúva ou ainda um órfão.
Deus quer nos dar muito mais, todavia, usando uma linguagem humana, deve ser frustrante para Deus, dar e ver o egoísmo aflorar em muitos corações.

IV – BUSCANDO O EQUILÍBRIO FINANCEIRO.
4.1 Buscando a suficiência.
Amo o texto de Pv. 30:8-9 citado pelo autor.
Isso contraria toda investida dos pregadores da prosperidade? Qualquer pessoa, por mais simples que seja, sabe perfeitamente que nem todos ascendem ao topo da pirâmide social.
Já disse em outras ocasiões que muitas igrejas foram transformadas em divã. Se a perspectiva da prosperidade fica acima da suficiência, não culpa de Deus ou da sua Palavra, mas, do mau entendimento do ser humano.

4.2 Buscando o que é virtuoso.
Sabemos e sentimos o que significa não ter dinheiro literalmente.
 Num regime como o nosso onde tudo é pago, esse papel faz falta, todavia, aqui entra a questão do amor ao dinheiro ser a raiz de toda espécie de males.
Oremos e trabalhemos para que consigamos ter uma vida digna, em paz e que saibamos escolher o que é mais virtuoso.



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