Tradução deste blog

sábado, 1 de dezembro de 2012

PORQUE NÃO SOMOS ECUMÊNICOS (Autor: Pr. Ciro Sanches Zibordi)



NÃO SOU ECUMÊNICO
Não sou intolerante. Não sou extremista. Não sou homem-bomba. Não sou belicoso. Não sou inimigo de católicos, kardecistas, muçulmanos, umbandistas, judeus, budistas, testemunhas de Jeová, ateus, agnósticos, etc. Mas jamais apoiarei o ecumenismo.

Por quê? Porque não posso deixar de anunciar que o Senhor Jesus Cristo é o único caminho para a salvação. Não posso deixar de pregar o que Ele mesmo afirmou: “Eu sou a porta” (Jo 10.9); “Eu sou o caminho” (14.6); “Eu sou o Bom Pastor” (10.11); “Eu sou o pão da vida” (6.35), etc.

As pessoas têm livre-vontade e não são obrigadas a crerem como eu creio. Mas não posso deixar de anunciar o verdadeiro Evangelho. O Senhor Jesus não é uma das portas, um dos caminhos, etc. Ele declarou que é a porta, o caminho, para a salvação. Não existe outro Mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2.5). Não existe outro Advogado junto ao Pai (1 Jo 2.1,2). Aceitem os religiosos ou não, em nenhum outro nome há salvação (At 4.12). Respeito todas as religiões. Mas não posso deixar de pregar que Jesus é a luz do mundo (Jo 8.12), isto é, a única luz.

Algum cristão mal-informado poderá argumentar: “E o amor? Não é mais importante que tudo? Deus não tem uma aliança de amor com a humanidade? E arco-íris que Ele colocou no céu?” É um grande engano pensar dessa forma, pois o amor que o Senhor Jesus apresentou ao mundo é um sentimento casado com a verdade das Escrituras.

Sabe por que os cantores “glospel” (Globo+gospel) não pregam o verdadeiro Evangelho na televisão? Porque no dia em que eles disserem, em um programa como Esquenta ou Caldeirão do Huck, que Jesus Cristo é a única porta para salvação, nunca mais voltarão lá.
Não se iluda, caro leitor. Não existe aliança de amor divorciada da verdade. O Mestre dos mestres, Jesus Cristo, afirmou: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. [...] Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; [...] Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e o meu Pai o amará, [...] Quem não me ama não guarda as minhas palavras” (Jo 14.15-24).

Portanto, nesse terceiro milênio, serão conhecidos os verdadeiros servos do Senhor: aqueles que têm a coragem de dizer a todos — mesmo que pareçam intolerantes e desamorosos para com as outras religiões — que o Senhor Jesus Cristo é o único Salvador, o único Senhor, o único Mediador. 

Pr. Ciro Zibordi   Nov2012

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

IGREJAS E A LINHA DO EQUADOR.


IGREJAS E A LINHA DO EQUADOR.

Pronto! Criamos a nossa linha imaginária que dividem os dois hemisférios espirituais. Acima, a perfeição, a boa interpretação e aplicação das doutrinas bíblicas e abaixo as que vieram depois. Faço saber que essa divisão, serve apenas para o presente estudo. Não tem como objetivo dar ares de superioridade de um em detrimento de outro.
ACIMA DA LINHA nos postamos e defendemos com garras afiadas, tudo o que venha contrariar os ensinamentos de Jesus e dos Apóstolos e ai de nós se negligenciarmos a tais investidas, pois, abaixo da linha onde tudo acontece, onde os mercenários mergulham como águias, para pegar suas presas e comer-lhes as carnes, tirar delas tudo o que representar ganho fácil, acúmulo de riquezas, verdadeiras fortunas.  Como gostaríamos de mergulhar com maior rapidez e alçar seus moradores para acima da Linha do Equador. Dar-lhes segurança, mostrar-lhes que a paciência nos envolve com Deus, na esperança da vida presente e da futura, dar-lhes a certeza que Deus está sempre onde nós mais precisamos e que o poder de curar e de solucionar problemas, está com ele; Deus, pelo seu filho JESUS, tem o prazer de compartilhar, semelhante poder, quando JESUS disse: “... aquele que crê em mim fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para o meu Pai” Jo 14:12.  Isto significa que o homem não precisa ser venerado, apenas ouvido. O problema está, quando as pessoas se sentem realizadas, tratando o homem como ser superior.
O fato de reconhecermos o bem que existe entre as igrejas, acima dessa linha, não significa que os planetas estejam alinhados, pois, defendendo as mesmas verdades bíblicas doutrinárias, há profundas divergências quanto a sua aplicação, que chegam a ameaçar a tranquilidade e a paz.
Há os que tomam as palavras ao pé da letra e de forma generalizada; acabam pesando a mão sobre os discípulos do Senhor com legalismos de um lado, mas, o perigo da liberdade total de outro, faz-me lembrar o texto de Cl. 2:20.
Há os que se tornam grosseiros no tratamento com os de fora e com seus irmãos, não aceitando fraquezas como resposta, considerando que a fé deve ser absoluta e inquestionável em todos os momentos da vida, com todas as pessoas, não se permitindo a exceção. A que fé me refiro? A fé comum, que nos aproxima como irmãos, a fé que promove as ações cristãs ou a fé salvadora? A Bíblia diz que há somente uma fé, Ef. 4:5, como pode ser isto? Onde se encaixa o dom da fé, elencado entre os demais na Carta aos Coríntios? De fato, há uma só fé, mas, a pulsação da fé, pode ser medida pelas ações e pela confissão do nome de Jesus. Infelizmente a fé tem sido usada como fator de divisão em nossas relações.
Outra importante questão que envolve os que conservam a certeza de manter a boa doutrina está na questão da adoração ou liturgia, que vai da respiração a escolha dos hinos, passando pelas contribuições. Nem todos, pensamos iguais. Há os que questionam tudo, os que nada questionam e os que convictos na ação de Deus, preferem a oração e o apaziguamento; estes últimos estão corretos.
O maior problema que vejo nas igrejas de cima é que a inércia e a intolerância contribuíram fortemente para o fortalecimento da maioria das igrejas de baixo a que se deu o nome de Neo Pentecostais e hoje, gastamos todo o nosso tempo e munição recriminando-os. A coisa ficou pior, pois, além de nada fazermos, ainda vivemos irritando os seguidores dessas igrejas, por pura falta de proposta que os convença a estarem conosco. Apesar das verdades bíblicas, eles não param para ouvi-la. Será que ficaram desacreditados das nossas intenções?
ABAIXO DA LINHA DO EQUADOR, parece reinar a felicidade plena, mas, não nos apressemos em julgamentos nem nos confundamos, há coisas importantes para conhecermos a respeito.
Será que alguém pensa que todos os que estão acima da linha estão salvos como pensa que todos os que estão abaixo, estão perdidos?
Quem são em grande parte, os frequentadores das Igrejas Neo Pentecostais?
Poderíamos sem qualquer ofensa, apenas para conceituar que é um verdadeiro caldeirão de misturas e lá se têm:
-Católicos que continuam católicos.
-Espíritas que continuam espíritas.
-Crentes de quase todas as igrejas, frequentadores, simpatizantes e interesseiros.
-Convertidos que tiveram contato com o evangelho nessas igrejas e que amam a Jesus, reconhece os erros, mas, declaram ter sido lá, onde encontraram o caminho da paz.
A quais erros me refiro?
-Doutrina da prosperidade.
-Doutrina da santificação.
-Doutrina das ordenanças como batismo e ceia do Senhor.
-Liturgia de culto de modo geral.
-Hinos chamados de música gospel, letras e ritmos.
Se lá em cima, não toleramos muita coisa, cá embaixo o que mais importa é a satisfação geral; doutrina não é base de preocupação. A febre alta nessa área, já contaminou o pátio de cima.
O interesse comercial tem causado danos em ambos os grupos.
Aproveito para incluir neste texto, as palavras ou parte delas do pastor ENOQUE BRANDÃO publicadas no Facebook:
“POBRES NEO PENTECOSTAIS!
Muitos ensinos errôneos têm sido propagados pela maioria das igrejas neopentecostais. Tenho a impressão de que este termo que as classifica, se tornou pejorativo – e tornou-se assim, tão somente pelas práticas sincréticas (incluindo simbolismos de “patuás gospel” como rosa ungida, óleo ungido, copo d’água, suor santo, etc.), revelações absurdas, ênfase em curas, milagres, batalha espiritual, bênçãos materiais incluindo prosperidade financeira. A cobiça pelo dinheiro e status destoa gritantemente da simplicidade do Evangelho de Cristo, que aponta para a cruz e o sangue ali vertido; é a mensagem da cruz que devemos proclamá-la até morrer, custe o que custar”.

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