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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

DEUS: O NOSSO PROVEDOR, EBD Lç.6 para 06/11/2016 (Subsídio).

DEUS: O NOSSO PROVEDOR.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 06 para o dia 06/11/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ISAQUE VAI A GERAR POR CAUSA DA FOME.
II – CRISE COM OS VIZINHOS.
III – CAVANDO POÇOS EM TEMPOS DE CRISE.

                                   AOS FIEIS, O PÃO.



I – ISAQUE VAI A GERAR POR CAUSA DA FOME.

1.1 A INTENÇÃO DE ISAQUE.

Isaque vai a Gerar por causa da fome e o autor usa essa experiência para aconselhar o que é tão comum hoje, o movimento migratório. Não nos moldes da década de 50-60 quando São Paulo estava em franco crescimento na indústria e na construção civil. Desejava-se a mão de obra do norte e nordeste e as vindas eram facilitadas.

Na atual conjuntura, a mão de obra primária já não é tão necessária e para vencer em qualquer parte do mundo, é necessário um bom conhecimento técnico em serviços diversos  ou intelectual na área de informática, tecnologia da informação que tem sido, ainda, a salvação em tempos de crise, todavia é bom saber que ninguém é mais tão bem recebido em qualquer país.

O autor recomenda buscar direção na oração e isto é verdade, mas é bom estar pronto para o novo ambiente para não culpar a Deus quando alguma coisa der errada.

Em se tratando de movimento pelo sonho ministerial; o cuidado deve ser dobrado.

1.2 Promessas em tempos de crise.

Nem tudo o que se prega em relação a “promessas”, deve ser levado a sério e certamente seja essa uma das razões pelas quais o Apóstolo Paulo afirma: “Aprendi a contentar-me com o que tenho...” Fl.4:11.

Há também quem use isto como pretexto para despachar o necessitado das suas portas. “Confie meu irmão; Deus proverá”. Quando a frase vem depois de assistir o necessitado, ótimo.
“Tudo o que dantes foi escrito para o nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das escrituras tenhamos esperança” Rm. 15:4.

Uma maneira de valorizar a fé é mostrar a grandeza de Deus pelos seus feitos, mas nunca fazer promessas pensando que Deus opera no “atacado” em todos os tempos e para todos independente da condição de vida de cada um no tocante a fidelidade.



1.3 A obediência de Isaque.

A obediência é fundamental para que Deus se movimente em nosso favor.
Nesta questão, podemos lembrar Saul e a sua queda e tudo por conta da desobediência que é consequência de fatores tais como:
Vaidade pessoal.
Presunção e arrogância.
Conveniência. Ignora por querer os ensinamentos que afetam a vida moral e a ética cristã.

Deus não tem compromisso com quem não tem compromisso com ele.


II –  CRISE COM OS VIZINHOS.

2.1 Crise em Gerar.

A nossa crise não pode ser maior que a crise dos outros.

Nunca fui aos Estados Unidos. Jamais faria declaração falsa para conseguir facilidades ou carimbo no passaporte.

Deus foi misericordioso com Isaque e sei que será misericordioso com muitos, desde que, haja reconhecimento do erro e retorno ao princípio saudável da vida cristã.

A nossa infidelidade não muda a fidelidade de Deus. IITm.2:13

Não sejamos abusados com sua misericórdia; não sabemos o dia nem a hora em que ele virá.

2.2 Isaque semeou em Gerar.

A lei da semeadura é a mais perfeita lei não codificada.
OS DOIS TIPOS DE SEMEADURA:
1 - O autor refere-se a semeadura dos dízimos e ofertas e como eu também, creio o fiel não terá falta de nada.
A igreja que recebe as contribuições também semeia:
Separa a subsistência do pastor e sua família de forma digna (ITm.5:18, Mt. 10:10 e ICo.9:6).
Investe o que for possível nas demandas sociais, no sustento dos pastores auxiliares também com a mesma dignidade que o pastor titular e ao seu tempo, na ampliação de sua tenda.

2 – No meio da crise, não fica a espera que lhe estendam a mão; estende primeiro a sua para produzir o próprio sustento dentro das possibilidades.



2.3  A inveja dos vizinhos.

O autor fala sobre ação dos invejosos ao ver o campo próspero de Isaque.

Há muitos que fracassam nos seus empreendimentos pelo fato de realizar na sombra do progresso alheio.

É preciso orar a Deus, procurar conhecer suas aptidões e condições econômicas para investir no certo. A chance de ver prosperar o seu empreendimento  é muito grande, principalmente quando amamos a Deus e não nos tornamos orgulhosos com os resultados da semeadura.

                     
III –  CAVANDO POÇOS EM TEMPOS DE CRISE.

3.1 Isaque usa os poços de Abraão.

Isaque desentulhou os poços que seu pai Abraão havia cavado e os filisteus os tinham entupido. Esses mesmos poços deram água cristalina.

Este tópico é rico em bons exemplos e mostra o que não devemos fazer:

Além das experiências na vida cotidiana, quando somos vítimas de inveja e alguém que visando interesse reivindica o que é nosso, há os casos de obreiros e ministérios que viram as costas para determinadas regiões; quando alguém vai até lá, molha a camisa e mostra bons resultados logo aparecem os “donos” do campo que, mortos de inveja disputam sua posse.


3.2 O poço de Eseque.

Excelente o comentário do autor e que deve ser lido em classe por seus alunos, todavia o meu comentário é para quem não tem a lição nem participa das EBDs.

Os nomes na antiga aliança quando procurados, esses nomes se revestem de algum significado e no caso de “Eseque” temos a  contenda.

O autor sugere que o crente não deve se deixar levar pela inveja e pela maldade e isto é perfeito.  Se você foi convidado para assumir uma posição, assuma com firmeza e deixe que os resultados seja a resposta da boca.

Nada de ficar “espinafrando” os invejosos por aquilo que dizem de você. O silêncio e a postura elegante nessa hora encontra apoio divino e da igreja do Senhor.

Não corra, não mate e não morra por qualquer curto circuito.

3.3 O poço de Sitna.

Sitna = inimizade.

Quando fazemos a coisa certa e precisa ser realmente a coisa certa, alguns se afastam querendo lançar tristeza no coração.

Como saber se o que estamos fazendo é a coisa certa?

Temos três pontos de aferição.

1 – As nossas ações precisam estar revestidas de humildade e de acordo com a Palavra de Deus.

2 – O peso e seriedade com que conduzimos nossas ações calam no coração da igreja e é possível em qualquer pé de conversa, a satisfação dos irmãos por aquilo que realizamos e o contrário também é verdadeiro.

3 – Há pessoas que quando recebem um trabalho, felizes, exaltam o pastor considerando-o um homem de Deus, mas se algo der errado e o pastor chamar para uma conversa, isto deve ser criteriosamente avaliado.
O pastor pode estar cheio de razão ou sendo conduzido por mentes insanas. Estas questões precisam ser avaliadas com oração e com calma. Se o pastor estiver com razão, aceite as consequências e Deus te honrará.


“Deus foi muito sábio, ele começou o evangelho pelo norte, porque os nortistas e nordestinos tem rodinhas nos pés. Pr. Delfino Brunelli”.


O movimento migratório no Brasil transformou a Igreja Evangélica Assembleia de Deus a maior igreja pentecostal. Seu crescimento vertiginoso se deu pela movimentação de famílias do norte para o sul do país. Os pernambucanos, ao meu ver, deram a maior contribuição nessa gloriosa tarefa de evangelizar.








quarta-feira, 19 de outubro de 2016

AS CONSEQUÊNCIAS DAS ESCOLHAS PRECIPITADAS, EBD Lç.05 para 30/10/2016 (Subsídio)

AS CONSEQUÊNCIAS DAS ESCOLHAS PRECIPITADAS.
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 05 para o dia 30/10/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – O CUIDADO COM AS ESCOLHAS.
II – LÓ É ATRAÍDO POR AQUILO QUE VÊ.
III – LÓ, UM CASO DE PROSPERIDADES E PERDAS.

Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte. Pv. 16:25.
  



I – O CUIDADO COM AS ESCOLHAS.

1.1 A prosperidade de Abraão.

Este ponto dispensa esclarecimentos por tratar-se de uma brevíssima informação sobre a prosperidade de Abraão. Por conta de muitos que leem este subsídio ao comentário não participarem de qualquer EBD quero apenas fazer algumas poucas considerações:

1 – Penso que não sabemos mensurar a riqueza de Terá e sua família e dos remanescentes, Abraão e família (Sara e servos)  e  Ló filho do seu irmão. Isso pode fazer alguma diferença?

2 – Abraão adquiriu mais riquezas estando em Canaã e não se pode negar que essa grandeza fora fruto da sua obediência a Deus.

3 – Pessoas que vão a algumas igrejas neopentecostais que pregam a doutrina da prosperidade não enriquece ninguém, todavia muitas pessoas que já tiveram uma riqueza e perderam para os vícios, prostituição e prazeres diversos,  retomaram a vida digna após esse novo contato e agora, uma vida regrada os leva a recuperar o que fora perdido. Não deixa de ser uma lei de exceção.

Cada tempo tem sua característica própria de construção de vida.


1.2 Abraão fez a escolha certa.

Muitos estão enfrentando crises porque tomaram decisões sem consultar ao Senhor, diz o autor.

O que significa consultar ao Senhor?

Se falássemos sob a égide da Lei Mosaica, diríamos; consultar um profeta. Na atual dispensação, a nossa vida deve ser marcada pelo equilibrado ensino bíblico e o que foge daí como negócios realizáveis,  devemos sim, orar a Deus, usar o bom senso e não custa, consultar pessoas experientes.

Outra forma:  “Não desprezeis as profecias” ITs. 5:20 é a manifestação do dom decorrente do batismo com o Espírito Santo que não tem o mesmo caráter do profeta da Antiga Aliança, mas que funciona, todavia não é para considerar alguém como fonte de “oráculo divino”.

Há ainda a mensagem pregada com inspiração profética pela qual Deus também fala com o seu povo. Veja o ministério de profeta em Ef. 4:11.

Segundo parágrafo do tópico: “Crise por desobediência a Deus”.

Não seria difícil explicar que há fatos isolados em que um irmão sofre correção de Deus para salva-lo de iminente perda da salvação, porém, não é regra geral e muitos, insolitamente julgam tudo e todos atribuindo a “pecado cometido”.

O autor cita Jó como exemplo de homem íntegro e provado por Deus.

Como dizem; cada caso é um caso.

1.3 Abraão passa pelo Egito.

Acompanhamos os passos do Patriarca naquela nação, (Gn.12:10) a ocultação da sua relação marital com Sara e os resultados. Foi um grande risco, mas o temor a Deus e a fé nas promessas nunca o abalaram e a vitória foi-lhe concedida, assim, aprendemos que estando sob situação adversa, Deus não nos desampara. Fato semelhante em Gerar, Gn.20:1-2.

II –  LÓ É ATRAIDO POR AQUILO QUE VÊ.

2.1 Briga entre os pastores de Abraão e Ló.

O autor retrata o conflito entre os pastores do gado de Abraão com os de Ló e Abraão, não perdeu tempo; procurou mostrar ao sobrinho Ló que sendo irmãos e estando diante de inimigos, não podiam viver às turras.

Esse exemplo deve ser seguido por todos os crentes, mas principalmente pelos pastores e seus ministérios.

2.2 A decisão de Abraão.

Gn.13:7 Não está toda a terra diante de ti? (...) Escolhe  para onde queres ir”.
1 –  Abraão não foi egoísta. Deu preferência a que Ló escolhesse primeiro.

2 – Por questão de princípio, Abraão devia escolher o melhor lugar daquela terra, mas não se aproveitou da condição de chefe da família. Que belo exemplo.


2.3  A escolha precipitada de Ló.

Ló mostrou-se oportunista e é a maneira como muitos agem.

Diz o autor: Ele não buscou a Deus, não honrou o tio, foi  seduzido pela aparência do lugar e pagou um alto preço.

Guarde-nos o Senhor.  
                     
III –  LÓ, UM CASO DE PROSPERIDADES E PERDAS.

3.1 Ló e suas riquezas.

Também não é possível mensurar a riqueza de Ló, mas era o suficiente para incomodar os pastores do gado de Abraão.

Perdeu o que tinha. Sodoma e Gomorra foram destruídas e não fosse a interferência de Abraão, Ló não teria escapado à destruição. Viveu nas montanhas, teve dois filhos das filhas e deixou no mundo a herança de dois povos, os Moabitas e Amonitas, inimigos do povo de Deus.

Orai sem cessar, recomenda o Apóstolo Paulo ITs. 5:17.

3.2 A guerra dos reis.

A perda dos bens de Ló decorreu do ataque de quatro reis que afligiram o povo de Sodoma e Gomorra levando Ló cativo e tomando todos os seus bens. Gn. 14:8

O que uma má escolha pode fazer na vida de um homem.

Não devemos nos apressar principalmente quando nossos atos são lesivos a outra pessoa.
  
3.3 Abraão socorreu Ló.

A vida de Abraão foi marcada por uma vida de altar e de frequentes contatos diretos com o Senhor ou seus anjos.
Não tinha um coração amargoso.
Sabia que Deus o tinha chamado e assim, a sua fé o amparava.

Aprendamos essa preciosa lição.
  

Percebam os senhores professores das Escolas Bíblicas Dominicais que esta lição é de cunho moral e prático, abordando pontos históricos que precisam ser bem aproveitados para valorização da vida e respeito ao próximo.

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