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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

EBD - LÇ.1 GÊNESIS, O LIVRO DA CRIAÇÃO DIVINA

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 04/10/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I –  TEMA, DATA, AUTORIA E LOCAL.
II – OBJETIVOS DO GÊNESIS.
III – O CONTEÚDO DO GÊNESIS.

                                       O COMEÇO DE TUDO


  I – TEMA, DATA, AUTORIA E LOCAL.

1.1       Tema.

Eis a grande oportunidade de se estudar como tudo se fez ou pelo menos quase tudo.

Conhecemos a história a partir da criação e tudo o que Deus fez antes, as informações são muito bem sucintas e a Bíblia não revela detalhadamente o tempo; não o tempo gasto na execução, pois, para nós basta o “haja” e tudo se fez.

No princípio ou a principio criou Deus...

Claro que ficamos impressionados quando fósseis encontrados e analisados, são datados de milhões de anos...

De qualquer forma, aprendi a manter-me nos escritos sagrados tal e qual como estão. Hoje, conhecemos em parte, mas, chegará o tempo em que saberemos na plenitude; ora vem Senhor JESUS.

1.2 A data.

O século XV a/c em contagem regressiva até o ano do nascimento do Senhor  tem-se  que o livro foi escrito em qualquer ano entre 1500 a 1401.

O que vejo de interessante neste tópico é a observação do autor quanto à integridade do texto chegado até nós. Penso que tudo o que  Deus quis que chegasse até nós, esteve sob seus cuidados da forma como conhecemos e louvamos a Deus por tudo isso.  

1.3       Autoria.

Com o devido respeito a todos, acho as referências citadas nos evangelhos,  frágeis para provar que o livro foi escrito por Moisés,  por tratar-se apenas de citações que não deixa de ter o seu valor, todavia,  não consigo pensar em outra autoria que viesse relatar os fatos com tanta propriedade.

Moisés não precisava de outro escritor; era culto e viveu a experiência. Soube contar como ninguém e  a emoção dos personagens envolvidos na história como dele próprio, está em cada página dos livros.

40 dias no monte. Quanta coisa Deus contou para Moisés! Ex.34:28.
Não foi apenas as tábuas da lei que Moisés ouviu e relatou.


1.4       Local.

O cenário em que tudo aconteceu.

II -  OBJETIVOS DO GÊNESIS.

2.1 Fortalecer a fé da geração do êxodo.

Nós lemos e glorificamos a Deus, agora, imaginemos eles, os hebreus vivenciando toda aquela história, sendo parte de toda movimentação em direção a Canaã.

Quando lemos em Hebreus 12:18-21em que o autor reporta-se a Moises diante da visão no Sinai e diz: “...Estou assombrado e tremendo” percebemos o quanto Deus se revelou ao seu povo, como nunca em outros tempos.   Ex. 19:18


2.2 Responder as grandes perguntas.

Todas as grandes perguntas da vida, do nosso planeta e do universo, da criação a manutenção da ordem do universo, aprendemos na Palavra de Deus e nos aquietamos com o que não estiver expressamente revelado.

II – O CONTEÚDO DO GÊNESIS.

3.1 Criação.

Em dois capítulos a grande riqueza da revelação, de  como tudo veio a existir e que até hoje, pela falta de detalhes, nos permitimos montar toda história em nossa mente, principalmente a que envolve a criação do homem, da mulher e a possível ou não existência dos povos.

Só não podemos inventar o que a Bíblia não mostra de maneira mas clara.


3.2 A queda e a degradação humana.

Como tudo aconteceu para que o homem perdesse a comunhão com Deus e as palavras proferidas apontando para a redenção dando ao homem e mais ainda, para todos nós a esperança da redenção.

3.3 O diluvio.

O diluvio universal destruindo a primeira geração em que apenas Noé e sua família se salvam obedecendo à ordem de Deus.

A arca é um caso à parte, pois, aponta para Cristo que no meio de uma grande tempestade já muito próxima, atrai para si todos os que abrirem o coração para crer e alcançarem à salvação e agora, eterna.

3.4 O recomeço da civilização.

A partir do capítulo nove, a impressionante história da nova civilização, o surgimento dos povos com suas línguas naturais como conhecemos ainda hoje e saber que tudo isto tem a mão de Deus que resolveu confundi-los na torre de Babel.

3.5 A origem da nação de Israel.

A criação desse povo a partir de Abraão, que gerou Isaque e Jacó e este último, os patriarcas de Israel, ocupa grande parte do livro.


Israel, um povo especial, amado e odiado simultaneamente por todos os povos, se constitui no maior segredo entre as nações e interfere na redenção das nossas almas, pois, temos que esperar o cumprimento das profecias, pois, nada se concretizará em sua plenitude sem o povo de Israel ou povo de Deus.    Rm.2:28-29.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

EBD LÇ.13 - A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DA SALVAÇÃO.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 27/09/2015.
PONTOS A ESTUDAR:
I –  A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS.
II – A CONDUTA DO SALVO EM JESUS.
III – AS BOAS OBRAS E O TRATO COM OS HEREGES.

                   QUE SEJA TUDO, CONFORME ÀS ESCRITURAS.


 I – A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS.

1.1       A graça comum.

O primeiro ponto da lição sobre a graça comum, cujo sentido encontrado nos termos originais, hebraico e grego aponta para a bondade de Deus no tocante a nossa vida e tudo que por Deus nos é concedido, por bondade; como o tempo e as oportunidades.

Não podemos  esquecer que sempre olhamos para o termo “graça” sob o enfoque único da salvação e não no sentido geral.

1.2 A graça salvadora.

O professor deve ler o curto texto desse ponto  e ainda, fazer uma avaliação quanto ao conhecimento dos alunos sobre tão importante assunto e a razão é simples; o texto é claro, “trazendo salvação a todos os homens”. Isto não anula a doutrina da eleição e predestinação nem é uma heresia dizer que aceitamos a Jesus como salvador.

A eleição sob a ótica divina é diferente da ótica humana, pois, compreendemos  que Deus conhece todos pela sua presciência. Ap. 13:8 Lc. 10:20.

O salvo eleito, pode perder a salvação e ficar fora da eleição? Sim.
Hb. 6:11 e 13:12 entre outros.


1.3       Graça justificadora e regeneradora.

O autor afirma que a graça é a fonte da justificação do homem e podemos complementar que isto ocorre mediante a fé. Ef. 2:8. “... pela graça sois salvos por meio da fé...”.

1.4       Graça santificadora.   
O autor associa a graça com a renúncia para um eficaz efeito e com razão.
Temos muitas situações que anulam a graça de Deus na vida do homem e uma delas, citada na lição é a paz. Hb.12:14.



II -  A CONDUTA DOS SALVOS EM JESUS.

2.1 Sujeição às autoridades.

A maneira como o autor compreende a questão da sujeição é como a Bíblia nos ensina.

Não devemos participar de confrontação violenta contra o governo nem vilipendia-lo de forma gratuita, mas, não podemos ser omissos quanto à injustiça e leis arbitrárias que ferem princípios que abraçamos e os mais acalorados no momento tratam do aborto e de homossexualismo com que nos tacham de “homofóbicos” quando na verdade, a igreja nunca compactuou com qualquer tipo de agressão à pessoas com essa opção de vida.  


2.2 O relacionamento do cristão.

O autor fala de comportamentos ligados a ética cristã nas relações que mantemos com outras pessoas:
Não infamar ninguém.
Não ser contencioso.
Ser modesto.
Mostrar mansidão.

Muitos criticam os crentes, porém, não tem noção da vida e do peso moral dos verdadeiros crentes em Jesus, que experimentaram o “novo nascimento”.

Faria com meus alunos algumas observações como:
Infamar – A lei é muito severa com quem infama outros e na igreja, considerando a população de cada uma delas, exige-se cuidado até para pensar mal de alguém, quanto mais, falar.

O mesmo sentido que difamar: imputar a alguém, algo que cause danos a sua imagem.
A falta de modéstia tem crescido muito no nosso meio, causa-nos espécie ler textos de “pregadores” que publicam o resultado de suas “pregações” cuidando, eles mesmos, de exaltar os seus feitos nos cultos. Muito
estranho.

Quanto a mansidão, a única questão que temos a discutir é: Nascido de novo ou não? Caso não, o cidadão migrou de uma religião para outra, apenas isso.


III – AS BOAS OBRAS E O TRATO COM OS HEREGES.

3.1       A prática das boas obras.

Penso que podemos separar as boas obras em dois grupos:

I – Com relação ao nosso andar, nossas atitudes com aqueles que se aproximam de nós e os ganhamos pelo testemunho de uma vida cristão “sem cera”.

II – Com relação a estender a mão para o aflito e necessitado.

Definitivamente, boas obras não salvam, porém, acompanham a salvação.  Rm. 14:19, Ap. 22:12. Ap. 2:19. Ico 3:13-15.
  
3.2 Como tratar com os hereges.

Evitando-os.

Como não evita-los; quando for necessário salvar alguém que esteja sendo envolvido, todavia, segue o conselho na carta de Paulo à Tito 3:9-10. – Depois de uma ou outra admoestação, evita-o.

Não compensa ficar discutindo.

E.T. Eu não considero heresia a visão que muitos tem sobre a eleição e predestinação, (mas, acho duro engolir isso) quando declaram que o “o homem não aceita Jesus, Jesus é quem o aceita” e não concordam com a lei do “livre arbítrio”. Atos 16:7-10. Que acho uma coisa difícil de engolir, isso acho.


Há momentos e situações em que Deus impõe a sua vontade.

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