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sábado, 10 de janeiro de 2015

EBD LC.2 O PADRÃO DA LEI MORAL

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 11/01/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – AS TÁBUAS DA LEI.
II – OS DEZ MANDAMENTOS.
III – A QUESTÃO DOS PRECEITOS DA LEI.



PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: A lei foi dada por Moisés, mas, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. João 1:17
  
I – AS TÁBUAS DA LEI.

1.1 Formato.

É preciso estar muito atento e somente pessoas estudiosas da Bíblia, percebem esses detalhes.  No lugar santíssimo, as tábuas estavam guardadas na Arca, com a vara de Arão e uma medida do maná.

1.2 A  Divisão das tábuas.

O autor mostra a divergência entre os que defendem a quantidade de mandamentos em cada tábua; cinco e cinco ou quatro e seis por conta da divisão ou aplicação da lei? Os quatro primeiros, os mandamentos do amor a Deus e os seis restantes, traça o perfil de vida que cada um devia observar.

Não quero dizer que essa discussão seja irrelevante, todavia, não vejo motivo para longas e acirradas discussões sobre o assunto.

1.3 A rebelião.

Quarenta dias foi a ausência de Moisés e  tempo suficiente para que o povo se corrompe-se e se entregassem ao pecado. Essa é a inclinação do ser humano e a razão por que combatemos tanto os abusos nas liturgias dos nossos cultos.
  
1.4 Deus renova o concerto.

Moisés quebrou sobre o bezerro as tábuas recebidas no Sinai e Deus renova o pacto e manda Moisés lavrar novas tábuas onde o Senhor reescreveu os mandamentos.
Sem qualquer alteração no texto.

 II  OS DEZ MANDAMENTOS.

2.1 Origem do termo.

A explicação do termo no hebraico e também no grego somente reforça a importância que os tradutores davam as termos originais. Com naturais variações, nas duas formas temos os dez mandamentos.
  
2.2 A classificação.

O teológico e o ético, o vertical e o horizontal.

O teológico diz respeito à relação com Deus e daí a razão de ser vertical.

O ético, na relação de homens com os seus semelhantes, daí a sua horizontalidade.

2.3 Forma.

Geralmente chamada de categórica ou absoluta.

Quando o aluno se depara com um texto tão didático e convenhamos, tão rico em nomenclatura, pode perguntar se é importante saber desse detalhe.

 A importância desse tópico é esclarecedor quando trata da sobriedade do estilo e estrutura, assim, com muita facilidade decoramos e citamos os dez mandamentos.

Lembrar que os dez mandamentos mostrados no “catecismo” católico esbarra na originalidade do texto hebraico; quando criança tinha muita vontade de conhecer os dez mandamentos bíblicos para comparar com o que era apresentado no catecismo.

1 “Amar a Deus sobre todas as coisas e não tomar seu santo nome em vão é um exemplo.
2 “Guarda os domingos e festas de guarda, honrar pai e mãe.
  
3 Omitem:  “Não farás para ti escultura nem figura alguma do que há em cima nos céus...  “não te prostrarás diante delas...”.

O autor explica o que é categórico e absoluto.

Oito mandamentos são apresentados na forma de negação “não...” sendo por isso, categóricos e absolutos cumpra-se e cumpra-se.

Dois são positivos: Guardar o sábado e honrar pai e mãe.

  
III – A QUESTÃO DOS PRECEITOS DA LEI.

3.1 Uma só lei.

Nada tem sido tão discutido quanto o assunto da lei, vez por outra, aparece um irmão na simplicidade dizendo que precisa cumprir a lei.

A lei não se restringe apenas aos dez mandamentos, mas, todo o texto que se conhece na bíblia que trata das questões mais elementares das relações sociais, dos cuidados com as coisas de Deus, do culto, mas, também do conjunto de ordenanças que disciplina a vida religiosa, civil e política do povo.


3.2 A lei do Senhor e a lei de Moisés.

Sejam aspectos morais, cerimoniais e civis, temos diante de nós apenas uma lei que foi escrita por Deus e entregue ao povo por Moisés.


3.3 A lei de Deus.

A lei de Deus é todo o Pentateuco, portanto, um livro e não apenas o decálogo.

Agradecemos a Deus e ao pastor Esequias Soares por fazer-nos lembrar que a lei pontua 613 preceitos sendo portanto,  puro sectarismo (sectarismo, seguidores de seitas que não aceitam contestações).

Finalmente, devemos lembrar e nesta semana fui consultado sobre isto, como Jesus cumpriu toda a lei? Conhecendo a mais pura essência da lei, Jesus sabia que a vontade de Deus é que os homens exercitassem o amor e na impossibilidade, pelo menos, respeitassem regras. Jesus cumpriu tudo por que amou incondicionalmente o mundo de tal maneira...

Ninguém jamais amou como ele, assim, podia interromper a guarda do sábado quando o momento o exigisse.



sábado, 3 de janeiro de 2015

EBD LÇ.1 DEUS DÁ A SUA LEI AO POVO DE ISRAEL.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 04/01/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A PROMULGAÇÃO DA LEI.
II – OS CÓDIGOS.
III – O CONCERTO.

PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: A lei foi dada por Moisés, mas, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. João 1:17


I – A PROMULGAÇÃO DA LEI.

1.1 A solenidade.

Israel já estava constituída por Deus, mas, não tinha a sua constituição, portanto, existiam apenas por leis morais e por tradição religiosa transmitida por Abraão que conservava no seu coração o amor e o temor a Deus.

Aproveitando, é bom lembrar que mesmo sem mandamentos escritos, o sentimento religioso natural em todo ser humano, já era corrigido para o bem pelo Espírito de Deus.

1.2 A credibilidade de Moisés.

Tanto a lei como a graça foi introduzida por Deus ao mundo, pela manifestação de sinais. Costumamos dizer que mesmo que não houvesse  sinais, creríamos em toda obra de Deus, porém, a forma como foram introduzidas, tornam-nas irrefutáveis fortalecendo o nosso argumento e fé.

Ex.33: 9-13 e Ex.40:34 O Senhor se manifestava na Tenda da Congregação. Essa manifestação despertava o temor e reconhecimento da legitimidade da lei.

1.3 A lei.    

Observe-se que há religiões que trouxeram suas bases e revelações de forma muito suspeita, todavia, a lei de Moisés ou a lei dada por intermédio de Moisés, estabelece regras que abrange todas as áreas da vida humana bem como as responsabilidades e formas de culto a Deus, tendo origem no próprio Deus, de forma clara e inequívoca; todos viram e ouviram essas manifestações. Considere Hb. 12:18-22.

II – OS CÓDIGOS.

2.1 Classificação.

O que se lê neste tópico é o aspecto histórico a partir da visão humana e como tudo o que vem do homem, precisa ser analisado à própria luz da Bíblia que se completa com e entre os seus livros, assim, o autor faz esta consideração para que o aluno tenha consciência da sua existência.


2.2 O que há de concreto.

O autor reconhece que é perceptível essa divisão, mas, não considera legítimo ou aceitável como se cada código tivesse sua independência sobre todo o texto. Moisés recebeu a lei de forma completa, exceto, os dez mandamentos que fora entregues no Monte Sinai, como a Lei maior ou o alicerce de tudo o que lhe fora revelado em seguida.


III – O CONCERTO.

3.1 O que é um concerto.

Penso que a palavra mais próxima para concerto, é aliança ou pacto e o autor menciona as três alianças bíblicas:

1) Noé. A Bíblia relata o concerto que Deus fizera com Noé após o diluvio. Gn 9:8-9.
2) Abraão. Gn 17:1-8.
3) Israel no Sinai. Ex.24:8.

Essas alianças ou pactos consolidaram a relação entre Deus e os homens. A nova aliança é eterna para que todos tenham a vida eterna em Cristo, a saber, os que creem no seu Santo Nome como Salvador da Humanidade.

3.2 Preparativos.

As alianças feitas com os Patriarcas e depois, com o próprio povo, deu espaço a uma aliança maior que tinha como resumo a obediência devida a Lei, sem nada tirar ou acrescentar.

O peso do julgamento para ambas as situações foram proclamadas nos montes Gerizim e Ebal. Dt. 11:29. (Ambas as situações refiro-me a bênção para os que obedecessem e a maldição para os desobedientes).


3.3 O concerto do Sinai.

O autor fala da fragilidade do concerto do Sinai e da fraca mediação para mencionar o mais perfeito concerto e mediador com promessas eternas em Cristo.

Sobre a fragilidade do concerto sinaítico, o autor da carta aos Hebreus propõe no seu texto, uma análise apurada mostrando a causa e efeitos desse concerto para o indicar o que era permanente e perfeito.

“...para que os chamados recebam a promessa da herança eterna – Hb 9:15
“,,,e desta forma é introduzida uma melhor aliança pela qual nos chegamos a Deus...” Hb. 7:19

3.4  O livro do concerto.

O livro continha as ordenanças.
A obediência não era opcional.
Os pais deveriam passar o seu conhecimento aos filhos.
E assim, Israel manteve a sua identidade entre as nações até os dias de hoje.



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