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sábado, 13 de setembro de 2014

EBD LÇ11 - O JULGAMENTO E A SOBERANIA PERTENCEM A DEUS

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 14/07/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – O PERIGO DE COLOCAR-SE COMO JUIZ.
II – A BREVIDADE DA VIDA E O RECONHECIMENTO DA SOBERANIA DIVINA.
III – OS PECADOS DA ARROGÂNCIA E DA AUTOSSUFICIENCIA DO SER HUMANO.





PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO:  Como fica a relação interpessoal com o novo nascimento? Livre de preconceitos, de sentimentos facciosos e a contribuição voluntária para o bem estar uns dos outros.

  
I – O PERIGO DE COLOCAR-SE COMO JUIZ.

1.1 A ofensa gratuita.

Vivemos mais tempo dentro da igreja que em qualquer outra instituição que poderíamos frequentar como lazer.
De domingo a domingo e de janeiro a dezembro.
O autor reconhece que os conflitos, na maioria dos casos não passam de um “disse me disse”.

Quando pensamos que acabaram com o “disse me disse”, ele surge como foco de incêndio; no coro da igreja, no conjunto de jovens ou dos adolescentes.

Uma das razões para esse “disse me disse” são os ensaios dos diversos conjuntos que aproximam os crentes em maior intimidade e tempo ocioso dentro do templo.

A incidência dos conflitos são quase “zero” nas igrejas sem muitos conjuntos e ensaios.

1.2 Falar mal dos outros e ser juiz da lei.

A razão pela qual se emite tanto juízo de valor dentro das igrejas tem como causa a maneira como ensinamos. Transformamos a igreja em um condomínio. Dizemos o que é proibido e quando nem todos cumprem, os que cumprem levantam-se em coro para cobrar comportamentos.

1.3 O autêntico Legislador e Juiz pode salvar e destruir.

Quem és que julgas a outrem?

Quando Jesus disse que nem ele mesmo julgava, tomamos para nós de forma abusiva o poder de emitir julgamentos. É como uma doença em nosso meio. Jo.8:15.

Quando amamos de verdade, cobrimos uma multidão de pecados e são pecados cometidos uns contra os outros; se for contra Deus, sabemos da sua misericórdia, porém, não sabemos da nossa.

Nesse contexto de vida, muitos saem feridos.


II – A BREVIDADE DA VIDA E O RECONHECIMENTO DA SOBERANIA DIVINA.

2.1 Planos meramente humanos.

Como entender essa questão de planejar sob a dependência de Deus?

Sempre lembro a questão da forma como falamos: Se de maneira soberba, excluímos Deus do projeto e se de forma humilde e submissa, fica implícito que Deus sempre faz parte do projeto, sendo ele o autor da nossa vida sob todos os aspectos.

2.2 A incerteza e a brevidade da vida.

Interessante como Tiago era sensível às questões da vida, seu conhecimento e preocupação em nos ensinar sobre a importância de valorizar cada momento de forma inteligente sabendo que não temos domínio de cada minuto ainda não chegado.


2.3 O modo bíblico de abordar o futuro.

Quantos perderam a vida sem sequer acordar para o café da manhã.
Quantos saíram para o trabalho e nunca chegaram nele.
É preciso confiar o nosso tempo nas mãos de Deus, agradecendo por cada momento vivido.

A brevidade e incerteza da vida humana quanto a sua existência, não impede que nos alegremos nos projetos e desejos de uma vida melhor, todavia, nunca nos esquecendo: “Se Deus permitir...”

III – OS PECADOS DA ARROGÂNCIA E DA AUTOSSUFICIENCIA DO SER HUMANO.

3.1 Gloriar-se nas presunções.

Há quem haja de maneira soberba e presunçosa, muitas vezes a vista de todos, nos cultos públicos, quando queremos fazer parecer que somos senhores do tempo e do espaço. Pura empáfia.

3.2 A malignidade do orgulho das presunções.

Já vi muitos casos em que líderes crescem com o seu trabalho, orgulham-se da grandeza e caem fragorosamente; Deus os entrega e os faz beber do próprio cálice.

O autor faz lembrar o rei de Tiro (Sendo tu homem e não Deus). Ezq.28.

A soberba de Nabudonosor e sua queda Dn. 4:33.

3.3 Faça o bem.

Começamos por fazer o bem quando aprendemos a respeitar o tamanho de cada irmão e não nos ensoberbecermos sobre eles pelas revelações recebidas de Deus.

Esse é o primeiro passo e o segundo é tirar o zíper do bolso para assistir os mais necessitados.




sábado, 6 de setembro de 2014

EBD. LÇ.10 O PERIGO DA BUSCA PELA AUTORREALIZAÇÃO HUMANA.

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 07/07/2014
PONTOS A ESTUDAR:
I – A ORIGEM DOS CONFLITOS E DAS DISCÓRDIAS.
II – A BUSCA EGOÍSTA.
III – A BUSCA DA AUTORREALIZAÇÃO.




PROPOSTAS DA INTRODUÇÃO: A diferença entre realização e autorrealização: A primeira, fala do ato ou efeito de realizar, conseguir o feito ou intento podendo ter tido nos resultados a participação ou não de terceiros; já, a autorrealização sugere o empenho pessoal em que, não se reconhece a participação de terceiros e até de Deus: “Devo tudo ao meu esforço pessoal”.


I – A ORIGEM DOS CONFLITOS E DAS DISCÓRDIAS.

1.1 Que sentimentos são esses?

Quais deleites a igreja pode promover no coração humano?
Cargos pelos cargos sem forçar o entendimento que cargos na igreja tornam os seus ocupantes servos, no mais puro sentido da palavra e não, “senhor”
Ou um dignitário.

Grande parte dos conflitos são  produzidos no púlpito quando o líder deixa transparecer preferências por este ou aquele membro por esta ou aquela função. É comum em algumas igrejas, o líder se derramar em elogios pelo feito de algum membro ou até por sua contribuição financeira.

Excessiva alimentação do prazer pessoal, orgulho de ser ou ter.

1.2 A origem dos males.

O autor fala de predisposição básica da natureza humana.

Somos predispostos a tudo; dos gostos pessoais pelas cores e sabores ao desejo de ser superior.

Muitas pessoas possuem em si, o sentido e controle da manifestação dos desejos e governa bem a sua vida, não se permitindo prejudicar outros pelo seu interesse ou vontades próprias.

Mesmo sendo algo que devemos conquistar, podemos agir com absoluta naturalidade para não levantar sentimentos invejosos ou de combate em quem está próximo de nós. Evitar exaltar suas conquistas de forma pública.

Pelo bom sendo, devemos agradecer a Deus.

1.3 O porquê de não recebermos bênçãos.

Com raras exceções, todo mundo quer uma carimbadinha no passaporte e acham que Deus tem a obrigação de fazê-lo.

Há pessoas que querem ser por achar bonito ostentar o título pastor, presbítero ou diácono. Quando recebem tais incumbências, dão brilho no rosto para que todos vejam.

Há os que recebem de mãos humanas como há os que por falsas profecias procuram validar a conquista: “...meu servo, eu te chamei...” e Deus não chamou nem concedeu, pois, quando Deus dá, o portador cai de joelhos em agradecimento e se torna ainda mais servil.

Não recebemos quando queremos ser o centro das atenções.

II – A BUSCA EGOÍSTA.

2.1 Adúlteros e amigos do sistema mundano.

“Não ameis o mundo....” IJo 2:15.

Satanás não precisa passar o dia dando vassourada em quem quer que seja.

Ele – Satanás – é o príncipe deste mundo e Jesus o confirmou nisto, Jo.12:31, 16:11. Nessa condição, ele é o seu grande guia turístico e não tendo conseguido atrair o Mestre, tenta nos atrair para um mundo ou sistema cheio de atrativos, de prazeres e um deles, é o poder.


2.2 Inimigos de Deus.

Muito interessante notar que a maioria dos crentes foge com medo do pecado;  do adultério, do roubo e da mentira, santificam-se o máximo para manterem-se intocados, todavia, são inescrupulosos quando o assunto é primazia na igreja.

2.3 O Espírito tem ciúmes.

O “ciúmes” do Espírito Santo é o que o faz estar sempre próximo e em nós, para nos cobrir com a graça de Deus e nos manter intocados pelo sistema mundano; é ele que intercede por nós com gemidos inexprimíveis, caso contrário;  não temos autossuficiência para as confrontações com o mal. Rm.8:26.


III – A BUSCA DA AUTORREALIZAÇÃO.

3.1 Humilhando-se perante Deus.

Deus sempre resiste aos soberbos.

Foi assim com: Faraó, com Ogue rei de Basã, com Siom, rei dos Amorreus e com tantos outros; não é diferente conosco.

Deus está sempre do lado de quem sabe o significado de: amar, perdoar, submeter-se.

3.2 Convertendo a soberba em humildade.

Três sentimentos não ficam escondidos dos olhos de Deus nem dos homens:

A soberba a vaidade e o orgulho.

Deus dá graça para que esses sentimentos não povoem nossas mentes nem façam morada nos nossos corações.

O povo de Deus discerne com facilidade uma pessoa soberba, vaidosa e orgulhosa e já aprendeu com o seu Mestre, afastar-se dos tais.

3.3 Humilhai-vos perante o Senhor.

O autor resume com clareza que abrindo mão da nossa autorrealização sob a perspectiva mundana nos tornaremos satisfeitos com o Dono da vida.

É tão bom quando deixamos de lado as palavras inflamadas de quem se sente todo poderoso para glorificar aquele que nos dá todas as coisas.

Glorifiquemos o Senhor em nossas vidas e valorizemos cada um dos nossos irmãos, como sendo superiores a nós mesmos.

O galardão de Deus não será negado a nós.





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