Tradução deste blog

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

EBD LC5 - UM HOMEM DE DEUS EM DEPRESSÃO


LIÇÃO 05 UM HOMEM DE DEUS EM DEPRESSÃO.
EBD 03.02.2013. Subsídio.
I – ELIAS, UM HOMEM COMO OS OUTROS.
II – AS CAUSAS DOS CONFLITOS DE ELIAS.
III – AS CONSEQUÊNCIAS DOS CONFLITOS.
IV – O SOCORRO DIVINO.



Em tempo: Desmistificando o que a Bíblia não ensina. Desta forma, posso apreciar e ensinar esta lição com muita tranquilidade, considerando que, muitos crentes, acham que certas doenças são do Diabo. Todo ser humano tem suas limitações de ânimo e força. Vencer nossos próprios limites, submetendo-nos a graça do Senhor é a formula que encontramos para sobreviver e chegar do outro lado, sem sequelas como: doenças degenerativas, mal de Alzheimer e outras decorrentes do desgaste imposto por certas tarefas.

I – ELIAS, UM HOMEM COMO OS OUTROS.
1.1        Um homem espiritual.
Antes de ser um homem espiritual, Elias era apenas, um homem. Essa é a questão que muitos não aceitam. Não há quem não tenha suas fraquezas, seus temores. O orgulho é uma perigosa janela que se mantém trancada para ocultar as lágrimas.

1.2        Um homem sentimental.
Quanto Tiago diz que Elias era um homem sujeito às mesmas paixões, deixa claro, o conhecimento que o apóstolo tinha das fraquezas e dos limites de cada um. A falta desse reconhecimento tem sido a causa de muitas “guerrinhas” nos nossos sítios. Há crentes que circulam pelos corredores das igrejas, ferindo um ou outro por total vontade de querer reconhecer que Deus nos fez com as nossas limitações. Vencer essas limitações é o que nos faz vencedores em Cristo.






II – AS CAUSAS DOS CONFLITOS DE ELIAS.
2.1 Decepção.
Como é ruim quando tudo parece dar errado.
Acho difícil esperar que todos compreendam o seu empreendedorismo para com a obra do Senhor.
-Depois de ter feito tudo quanto de bom para o povo, ouvi-los gritar: Crucifica-o, certamente essa atitude poderia tê-lo feito desistir, todavia, a palavra final foi: Tudo está consumado.
-Melhor é nunca esperar nada, pois, o que vier do homem, é lucro.
-No tocante as coisas de Deus, elas estão acima da nossa razão, portanto, se alguma coisa não estiver do seu ou do nosso gosto, não se desespere. Deus sabe o que faz e como faz.  


2.2 Medo.
Confesso não saber porque alguns irmãos acham que crente em Jesus não pode ter medo.
Salmos: 42:5, 11 e 43:5 falam do abatimento da alma.
Disse JESUS: “Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai salva-me desta hora, mas, para isto vim à esta hora”. Jo.12:27.
ANGUSTIA E ABATIMENTOS DA ALMA ESTÃO SEMPRE  LADO A LADO DO MEDO. NO CASO DE JESUS, A DIFERENÇA E CONTROLE ESTAVAM NO CONHECIMENTO E CUMPRIMENTO DA SUA MISSÃO: “EU PARA ISTO VIM”.
-Não há problema em ter medo, mas, é preciso controla-lo ou ele acaba conosco. Orar, esperar e confiar no Senhor, afasta todo o temor.


III – AS CONSEQUÊNCIAS DOS CONFLITOS.
3.1 Fuga e isolamento.
Cuido ou pelo menos tento cuidar de um jovem que por conta do medo “Síndrome do Pânico” mantém-se isolado dentro de casa há pelo menos quatro anos.
A lição que devemos tirar da vida de Elias é o quanto ele foi renovado com a presença do Senhor e assim, o Senhor faz e fará com seus filhos nesta dispensação. O Espírito de Deus é o despenseiro de toda consolação.

3.2 Auto piedade e desejo de morrer.
É muito comum encontrarmos irmãos com esse sentimento, caracterizado por um transtorno psíquico. Há os que vêem erro em tudo e se considera um sofredor pela causa. Deus mostrou a Elias que ele não era o único preocupado com a causa.

IV – O SOCORRO DIVINO.
4.1 Provisão física.
Deus tem para nós, pão cozido assado na brasa e água fresca. Essa provisão além de ser providenciada ainda hoje, em favor dos que hão de herdar a vida eterna, fala também do conforto da sua palavra e da ação do Espírito Santo, visto na Bíblia, como rios de água viva, sempre associado a sua Palavra mediante a fé no nome de JESUS.

Convide pessoas para sua classe de Escola Dominical, uma lição 

domingo, 20 de janeiro de 2013

EBD LC.4 ELIAS E OS PROFETAS DE BAAL


LIÇÃO 04 ELIAS E OS PROFETAS DE BAAL.
EBD 27.01.2013. Subsídio.
I – CONFRONTANDO OS FALSOS DEUSES.
II – CONFRONTANDO OS FALSOS PROFETAS.
III – CONFRONTANDO A FALSA ADORAÇÃO.
IV – CONFRONTANDO O SINCRETISMO RELIGIOSO ESTATAL.



Em tempo: Nos dias atuais, confrontamos os falsos profetas, a falsa adoração e o sincretismo religioso estatal. Este último nem poderíamos chamar de estatal, salvo se a minha visão sobre o assunto estiver fraca, considerando que a única inferência legal sobre a questão, é o da constituição que garante liberdade de culto a todas as crenças e nem poderia ser diferente. É preciso separar o Estado da máquina estatal; a máquina estatal é conduzida por homens de diversas ideologias que vez ou outra, podem tentar ingerir-se nas religiões e de fato o fazem, só que na atual conjuntura, o que muitos deles querem é eliminar a força da religião nos conceitos morais e éticos que permitem uma convivência respeitosa entre as pessoas e sabemos que a religião exerce uma força importante nesse papel.
Resta-nos então uma pergunta: Existem falsos deuses para confrontações em nossos dias? Certamente a lição de hoje trará luz sobre o assunto.

I – CONFRONTANDO OS FALSOS DEUSES.
1.1 Conhecendo o falso deus Baal.
Eu não tenho dúvidas que toda imagem e liturgia conferidas aos falsos deuses, tiveram como impulso, o interesse do homem em manipular o seu semelhante. Os cérebros que lideram sempre encontraram corações frágeis e mentes manipuláveis para o seu fim. Nada muda nesse cenário exceto as cores.
O protesto dos profetas eram mostras que em todo tempo, Deus tem fieis que lutam pela causa da verdade e não se deixam enganar.

1.2 Identificando a falsa divindade Aserá.
O fascínio do povo pelo espiritualismo e ocultismo sempre foram arrebatadores. Ao descobrirem o Brasil, conheceram a forma de culto dos indígenas, adoravam a Manitu, e para manter a tradição, incorporaram a religiosidade à cultura indígena. Sabe-se também pela história que alguns deuses foram criados para alimentar a licenciosidade do povo. Virgens eram dedicadas a esses deuses, na verdade, aos seus sacerdotes e a Mesopotâmia, berço das civilizações, misturavam bem a prostituição com a religião.

II – CONFRONTANDO OS FALSOS PROFETAS.
2.1 Profetizavam sob encomenda.
São ricas as palavras do autor neste tópico e devem ser levadas a sério, pois, qualquer homem de Deus e em todo o tempo, que dependa financeiramente de outrem para sua subsistência, arrisca-se a ser manipulado. O fanatismo é outra forma de controle da mente do profeta para falar somente o que ele quer pela tendência em incorporar a sua visão de vida. Nesta dispensação, a Bíblia é completa em profecias e ensinamentos. Os dons relatados no NT tem a tríplice função de consolar, exortar e edificar.

2.2 Eram mais numerosos.
Os que se inclinam para o mal, além de serem mais numerosos, são também mais afoitos. O justo tem a tendência de manter o silêncio como forma autenticar a sua justiça, mas, Deus precisa de vozes para defender a causa da verdade.

III – CONFRONTANDO A FALSA ADORAÇÃO.
3.1 Em que ela limita a verdadeira.
Eis aqui um tópico em que o professor precisa segurar firme, pois não faltarão vozes para comentar o que acontece nos nossos dias.
Nos dias de Acabe, o culto a Baal precisava manter alguma semelhança com o verdadeiro culto a Deus, acrescidos de busca de satisfação e conquistas imediatas. O tempo de Deus é dele e por ele estabelecido. O maior problema é querer submeter Deus ao tempo do homem.
Falso culto e falsa adoração ocorrem quando, tanto a liturgia quanto a música, são adaptadas ao gosto de cada um. Nunca reconhecemos certos ritmos musicais como excelentes para se incorporarem ao devocional das igrejas e hoje, muitos ritmos usados no mundo do prazer, estão dentro das igrejas, a mesma roupagem com uma letra aparentemente devocional,




IV – CONFRONTANDO O SINCRETISMO RELIGIOSO ESTATAL.
4.1 O perigo do sincretismo religioso.
O Brasil é considerado um país que convive bem com o sincretismo religioso. Fui buscar os comentários na internet para não cometer qualquer erro ao que pretendo falar:
Só vejo sincretismo religioso em três linhas correntes; o catolicismo, o candomblé e o espiritismo. A lavagem da igreja do Bonfim é um grande exemplo disso, visto que a igreja católica de Salvador abriu suas portas para o culto afro/católico. No tocante ao nosso seguimento, o perigo ronda por conta do avanço de muitas igrejas neo pentecostais e outras, ligadas ao movimento gospel. Com trabalhos que beiram a elementos do culto afro, mesmo sabendo que é puro marketing para atrair pessoas. Certos elementos acabam se fundindo, como tem sido comum, vê-se bispos da Universal, vestidos de branco, conselhos para uso do sal grosso e outras ações semelhantes.

O ERRO ENTRA POR ONDE A PALAVRA DE DEUS SAI.

Seguidores