Após 45 anos de cooperação, 35 anos de efetivo trabalho como obreiro do Senhor, dirigindo igrejas, veja perfil, entendi que era hora de parar.
Não foram tantas gerações, penso que duas apenas, pois, tive a felicidade de efetuar cerimonias de casamento e anos depois, os pais me procurarem e pedir para realizar a cerimonia de casamento dos filhos. Isso nos torna pessoas felizes como pastor, entre outras. Por mais que se diga que a família é a primeira igreja, nesses trinta e cinco anos, não consegui desplugar da igreja, da responsabilidade de fazê-la caminhar em todos os sentidos. Deitar-me pensando e acordar orando por ela, pelo crescimento, pelos problemas da membresia, principalmente daqueles que não tem a mesma sorte nas conquistas sociais. A luta para mante-los sob o sol da graça de Deus que preenche todas as carências.
Foram anos de puro idealismo, de ânimo pronto, porém, consegui fechar esta etapa com a família em pé, adultos, cônscios dos deveres sociais e religiosos. Cônscios da vinda de JESUS. Os 64 bem conservados, faz com que muitos digam não entender a minha atitude e os que me conhecem, dão-me razão. Melhor parar agora que amanhã pela mão de outros que digam: Tá no bico do corvo, precisa parar. Me sinto feliz porque servi com lisura, com honestidade, mesmo em apertos financeiros, minhas mãos não se sujaram com dinheiro que não me pertencesse. Trabalhei com dignidade, servindo ao Ministério do Belém - São Paulo. Ganhei muitas vidas, e ainda quero ganhar, para Cristo.
Não se deixa de ser pastor por conta de jubilação. É como um código genético, a marca de Cristo.
Fiz muitos amigos, muitas hoje, senhoras casadas que vi crescer que me tratam e assim as trato, com carinho e respeito. Inimigos? Nunca se sabe, pois estes, vivem escondidos sob a capa de bons amigos. Melhor não identifica-los. Agradecimentos? Muitos.
Foram anos de puro idealismo, de ânimo pronto, porém, consegui fechar esta etapa com a família em pé, adultos, cônscios dos deveres sociais e religiosos. Cônscios da vinda de JESUS. Os 64 bem conservados, faz com que muitos digam não entender a minha atitude e os que me conhecem, dão-me razão. Melhor parar agora que amanhã pela mão de outros que digam: Tá no bico do corvo, precisa parar. Me sinto feliz porque servi com lisura, com honestidade, mesmo em apertos financeiros, minhas mãos não se sujaram com dinheiro que não me pertencesse. Trabalhei com dignidade, servindo ao Ministério do Belém - São Paulo. Ganhei muitas vidas, e ainda quero ganhar, para Cristo.
Não se deixa de ser pastor por conta de jubilação. É como um código genético, a marca de Cristo.
Fiz muitos amigos, muitas hoje, senhoras casadas que vi crescer que me tratam e assim as trato, com carinho e respeito. Inimigos? Nunca se sabe, pois estes, vivem escondidos sob a capa de bons amigos. Melhor não identifica-los. Agradecimentos? Muitos.
Ao Pastor Cícero Canuto de Lima, em memória. Pensei que fosse uma barreira inexpugnável pelo modo sisudo com que recebia e tratava as pessoas. Com ele, o contato era pouco mais prazeroso, quando ia ao Belém na antiga Alcântara Machado, receber a ajuda financeira do meu Avô, pastor, que pela idade, já não podia se dar ao prazer de visitar sua igreja mantenedora. Pastor Cícero tinha um grande coração, honesto, meticuloso e não abria mão da boa doutrina da Palavra de Deus. Havia uma linha de parentesco com ele.
Pastor José Wellington B. da Costa. Pastor Presidente da igreja, em exercício. Todo homem público, fica em extremo exposto. As críticas batem forte, porém, ele se mostra mais resistente a medida que o tempo passa. Conheci o Pastor José Wellington, ainda presbítero em Vila Espanhola, bairro da zona norte de São Paulo. Nunca busquei muita aproximação porque, Cristo foi formado em minha vida na segurança que recebemos o que podemos administrar. Tive a oportunidade de conhecer o tamanho do seu coração e respeito pelos que com ele trabalham. Tive a oportunidade de ser ajudado em tempo oportuno. Foi uma única vez, porém, guardo na memória e no coração. Sei que muitos não pensam igual pois o Belenzinho recebe pastores de todos os quadrantes do Brasil, principalmente do norte/nordeste que buscam-na como socorro e nem sempre todos são atendidos por motivos óbvios.
Pastor Valdir Nunes Bícego. Dispensa comentários. Com ele, tive melhor aprendizado em como tratar a igreja com fidalguia, respeito e amor.
Pastor Valdir Nunes Bícego. Dispensa comentários. Com ele, tive melhor aprendizado em como tratar a igreja com fidalguia, respeito e amor.
Pastor José Prado Veiga, pastor regional, que soube compreender o meu pedido de jubilação e conduziu a questão para que tivesse um "gran finale". A ele, minha gratidão.
As igrejas em que trabalhei: Jardim Primavera, Bairro do Limão, Vila Carolina, Pirituba, Vila Miriam, Jardim Vista Alegre, Parque Pedroso e por último, Vila Lucrécia, por quase sete anos. Estes, tornaram o último culto, uma verdadeira festa espiritual. Com especial agradecimento aos jovens e adolescentes. Figuras notáveis.
A minha esposa, Edna, criada no evangelho, filha de pastor e depois, esposa de pastor, por sua paciência, por vezes, a beira da explosão por ter que dividir o marido com tantos. A ela, dedico estes últimos anos, quando ainda me sinto forte para correr e brincar como jovem. Não queria entregar para ela, um marido com Mal de Parkinson, Alzheimer ou safenado.
Aos meus filhos, genro, nora, netas, principalmente os filhos; que elevado nível de compreensão.
A Deus, não abro mão dele e espero que ele nunca abra mão de mim e ao seu filho JESUS CRISTO que nunca se importou com minhas fraquezas sempre soube me receber e ainda hoje, me recebe, quando falo com ele. Que grande amor ele tem por nós.
Finalmente, aos novos amigos, os blogueiros que me acompanham, um grande beijo a todos.