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terça-feira, 17 de maio de 2016

ISRAEL NO PLANO DA REDENÇÃO, EBD LÇ.8 22/05/2016 (Subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 8 PARA O DIA 22/05/2016.
“ISRAEL NO PLANO DA REDENÇAO”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A ELEIÇÃO DE ISRAEL.
II – O TROPEÇO DE ISRAEL.
III – A RESTAURAÇÃO DE ISRAEL.

Quem poderia escrever uma carta aos Hebreus senão um hebreu cheio do conhecimento e do amor? (Rm.9:3-4, Gl.1:14). 




I – A ELEIÇÃO DE ISRAEL DENTRO DO PLANO DA REDENÇÃO.

1.1       O anseio de Paulo e a incredulidade de Israel.

Eu penso que ninguém foi tão claro ao descrever o  Messias como descreveu  o profeta Isaias no capítulo 53 do seu livro? Esse texto não seria o suficiente para despertar a curiosidade do povo judeu para compreender que a sua restauração passa por  Cristo como nação e em Cristo como homens em particular?  Qual a razão do endurecimento? A resposta está na história desse povo, contada pelos profetas, de Davi a Cristo.

Rm. 11:30-31 O entendimento do apóstolo é que fomos alcançados pela desobediência deles e assim, espera-se que eles sejam alcançados pela misericórdia demonstrada a nós.

Estamos no caminho certo quando declaramos o nosso amor a Israel e oramos por ele.


1.2 Os eleitos e as promessas de Deus.

Este tópico exigirá do professor, que seja lido mais de uma vez, com bastante calma e considerando os textos citados.

Não se pode esquecer  que mesmo nesta dispensação, Israel é lembrado como a nação de Deus e assim, será restaurado, portanto, quando Paulo fala da eleição de Israel, fala da promessa da sua restauração sem deixar de lado a salvação que veio para nós e para os judeus em particular.

Nessa eterna discussão teológica sobre determinismo e livre-escolha é possível considerar que o determinismo está para a nação de Israel assim como a livre-escolha está para o judeu em particular? Penso que sim.

1.3 Eleição, justiça e soberania de Deus.

A insistência de Deus com Jeremias e Ezequiel  (Jr.2:1-3 e Ez.3:4-5) para que fosse e pregasse a um povo de coração endurecido seguidos de quase 400 anos de silêncio entre o último profeta e a graça, mostra que Deus enviando o seu filho, (Jo.1:11)  tinha em seu plano trazer Israel ao pleno conhecimento o que não se deu ainda, mas se dará na hora certa.

As razões que levaram Israel ao endurecimento foram a causa de endurecimento do povo gentio. Jr. 2:11-14, 17:23 e  Rm 1:18-23.

Israel não deixou de ser nação eleita de Deus por conta das suas injustiças e o endurecimento vindo sobre o seu povo, mostra a soberania de Deus sobre todos indistintamente e serviu para nos colocar em peso igual com eles em Cristo. Hb.11:40.

A soberania de Deus se revela na expressão da sua vontade bem como do plano estabelecido antes da fundação do mundo. Ef. 1:4.  Fazendo minha a expressão usada por ex ministro de governo: “é imexível”.


II –  O TROPEÇO DE ISRAEL DENTRO DO PLANO DA REDENÇÃO.

2.1 Tropeçaram em Cristo.

Como está escrito, cita o apóstolo em Rm 9:33 “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço...”.  Is. 28:16.

A lei serviu de tropeço para o povo gentio assim como Cristo serviu de tropeço para o povo de Israel, mas não por sua vontade, que fique bem claro.

2.2 Tropeçaram na Lei.

Eles tropeçaram na Lei e queriam fazer com que outros também tropeçassem, sendo essa questão, o maior embate dos apóstolos para livrar os crentes dessa prisão, o que deu conteúdo para o texto da carta de Paulo aos Romanos. Gl. 5:4.


2.3 Tropeçaram na palavra.

O verbo se fez carne e habitou entre nós. Jesus usou a sua palavra para por todos os meios convencer Israel do seu pecado, mas eles recusaram o amor da verdade para se salvarem.

O capítulo oito do evangelho de João registra o  discurso de Jesus falando da sua missão e a tentativa de quebrantar o coração do povo a começar dos religiosos. Foi em vão.

Jesus chorou sobre Jerusalém Lc 19:41-42. “Se tu conhecesses ao menos neste teu dia o que à tua paz pertence! Mas isto está encoberto aos teus olhos”.

                     
III –  A RESTAURAÇÃO DE ISRAEL DENTRO DO PLANO DA SALVAÇÃO.

3.1 Israel e o remanescente.
Já citei em outras ocasiões que dói na alma ver Jerusalém, a cidade do Grande Rei, ser palco de movimentos coloridos, da diversidade sexual, dos folguedos, sem qualquer lembrança dos pés que pisaram essas terras, mas Deus tem suas reservas, Rm. 11:4.

O apóstolo faz referência a um “resto” segundo a eleição da graça e certamente, há outro resto que resistirá bravamente ao ataque do Anticristo e a grande tribulação.


3.2 Israel e o enxerto gentílico.

Na questão do “enxerto” nossa entrada a esta graça e mais ainda, a de nos tornarmos os verdadeiros israelitas. Rm. 2:28-29.

Não devemos nos orgulhar dessa condição alcançada pela graça, pois os ramos naturais não foram poupados e muito menos nós se tropeçarmos.

Não faltam tropeços para que o crente erre o alvo, Satanás tem investido tudo no mundo do prazer, do entretenimento e muitos escorregam por esse caminho e fora isso, há um verdadeiro tsunami de falsas religiões e heresias.


3.3 Israel e a restauração futura.

 Não devemos nos assustar com os fatos que envolvem a igreja do Senhor, a corrupção de muitos, a busca do prazer ou da satisfação pessoal. Tudo acontecerá dentro da ordem estabelecida por Deus por sua presciência até que o nosso tempo, tempo dos gentios seja completado e o Senhor voltará a sua mão para o povo de Israel, para a nação. Rm. 11.

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