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quarta-feira, 15 de junho de 2011

A GUERRA NOSSA DE CADA DIA.

Levantar pela manhã,  tomar uma  chuveirada quente neste início de inverno e um delicioso café matinal, nos faz muito bem. Ouvir o jornal da manhã para estar informado sobre o tempo e o transito, escolher o traje certo,  e sem titubear,  assim vamos nós.
Sair de casa é um grande desafio, seja no transito  dirigindo o automóvel ou no transporte público, é uma guerra surda. Já  saímos desconfiados de tudo e de todos, não sabemos de que lado, surgirão as agressões sejam elas; verbais ou físicas, sem contar as violentas mortes por acidente no trânsito e assaltos, chega a assustar. No trabalho, travamos uma batalha para contentar as chefias, produzir do razoável ao melhor, sempre de olho nas atitudes dos colegas, alguém pode dar uma derrapada e causar um grande dano em nossas trincheiras. Na luta pela sobrevivência, fica difícil saber quem verdadeiramente é amigo e quem está disposto a renunciar o assédio do chefe, para proteger aquele "chegado" de tantos anos, com quem reparte o churrasco no final de semana. Bem! terminou o dia e voltamos para casa, o lugar de paz é ali, no sofá, após o lanche ou janta, procuramos refazer as nossas forças, ligamos a televisão e não porque somos viciados, porque é uma forma de fugir por algum tempo do mundo real para o mundo da fantasia. Ledo engano. Na tela, a guerra das emissoras, cada uma buscando maior audiência e para essa conquista, qualquer arma vale: Ver dois machos se beijando, aquela jovem e bela modelo desfilando de lingerie, a noite em que Bebel dormirá com Marco Antonio, traindo Pedro e aquele jornalista que faz do crime, uma narração de futebol. Escapa  pelos dedos, a oportunidade do bom e velho diálogo, ninguém quer conversar diante da programação preferida. Vamos todos para cama;  A esposa vira para um lado e o marido para outro, já não há forças para intimidades, o corpo de 60 kilos parece ter 120, a libido desceu a nível zero por conta das pressões relacionadas aos problemas domésticos e financeiros do casal; muitos esquecem de agradecer a Deus pelo dia, pela refeição, pela família, e assim vamos nos embrutecendo cada dia mais. Grupos se levantam, exigem direitos e provocam ainda mais os discordantes com suas atitudes; glbts, vadias, invasores de terras e quantos mais surgirão para aumentar a fome de guerra? No canto da praça, outro grupo, parecem zumbis,  tentando achar uns trocados para comprar sua pedra de crack, esperam morrer no seu vício, são soldados que já deixaram o campo de batalha, para lutar a sua própria luta em que o inimigo, é ele próprio. Uma dose de cachaça e passarão mais uma noite no relento, expostos ao frio da madrugada. Assim é a nossa guerra de cada dia.
Somente o Senhor Jesus, pode levantar barreiras e nos dar a proteção necessárias a paz. Não nos deixemos levar pelas loucuras da sociedade moderna, sempre que possível, vivamos a paz.
A todos os meus leitores, o Salmo 23: O Senhor é o meu pastor e NADA me faltará...

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