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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

EVANGELIZAÇÃO DE CRIANÇAS, EBD, Lç. 9 para 28/08/2016 (subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 08 PARA O DIA 28/08/2016.
“A EVANGELIZAÇÃO DE CRIANÇAS”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A CRIANÇA É PECADORA E PODE PERDER-SE.
II – A CRIANÇA PODE CRER E SER SALVA.
III – COMO EVANGELIZAR AS CRIANÇAS.

 Elas tem um grande coração, uma alma e sabem amar incondicionalmente.





I – A CRIANÇA É PECADORA E PODE PERDER-SE.


1.1       A criança é nascida em pecado.

Quando a Bíblia diz que Deus encerrou a todos debaixo do pecado para com todos usar de misericórdia logicamente, inclui toda alma vivente independente da idade.  Gl.3:22 e Rm. 11:32.

Em Mc 10:14 temos o registro da indignação do Senhor quando seus discípulos tentaram afastar as crianças que buscavam uma aproximação ao mestre.

Que visão temos a partir daí?

1 – Jesus as abençoou e não impôs qualquer ordem ou circunstâncias pelas quais as crianças teriam acesso ao Reino de Deus.

2 – Jesus mostra que as crianças têm prioridade, pois, das tais é o Reino dos Céus. Nesse sentido há quem use o texto para dizer que o adulto tem que ser como uma criança até por conta de Lc. 18:17 “(...) Qualquer que não receber o Reino de Deus como menino, não entrará nele.”. Em primeira mão, a criança tem o privilégio pela graça concedida.

O que digo agora  não digo como doutrina fundamentada em textos, exceto pelos ensinos de Jesus. Para mim, a criança que morre na sua inocência está segura nos planos eternos de Deus e essa é a razão pela qual o Diabo luta para abortar essa “inocência” implantando no mundo, a malícia e a maldade. Destruir família é destruir filhos.

Ez. 18:4 “(...) a alma que pecar, essa morrerá.” A criança nos seus primeiros anos não transgride como o adulto transgride.  Jr. 31:29 “Os pais comeram uvas e os dentes dos filhos se embotaram”.

1.2       A alma da criança está em perigo.



 O risco de uma criança se perder,  (principalmente nos dias atuais) é muito grande, afinal de contas, temos aí ao alcance dos olhos delas, uma mídia mais usada pelo Diabo que pelos homens de Deus, que só fazem criticar e nada acrescentam a não ser fotos deles pregando ou nas festas.

Nós somos exageradamente omissos nessa questão.


1.3 A questão da inocência.

Parabéns ao ilustre escritor do tema. Abordei antes de ler o que ele escreveu neste ponto.
“(...) se ela vier a morrer nesse estado, irá para o céu”.

Quero chamar a atenção dos senhores professores que no tocante a salvação das crianças no período da inocência, falamos de todas as crianças qualquer que seja sua religião.

Jesus ao receber os pequenos, não pergunta qual era a seita dos seus pais.

Assim é possível a luta do mundo para abortar a pureza das crianças.

Não culpo somente o Diabo não, ele plantou, os pais regam e a mídia apodrecida serve de esterco para dar crescimento.

Sem falar nos homens ímpios e doentes que querem investir nas crianças para a ideologia de gênero e seus reflexos.


II – A CRIANÇA PODE CRER E SER SALVA.

2.1 Os pequeninos creem em Cristo.

Leia o texto com seus alunos e considere o que Jesus diz sobre os pequenos que vale também para os “pequenos na fé” – Qualquer que escandalizar um desses pequenos seria melhor amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se lançar no fundo do mar.

O pior é que estes escandalizam e ao invés de amarrarem uma pedra, amarram uma melancia e nem ligam para os estragos feitos.

Depois veremos!

2.2 As crianças das cartas bíblicas.

O Evangelho é inclusivo no bom sentido e já foi tratada dessa questão de “igreja inclusiva”, todavia o sentido de “inclusiva” aqui, não deve dar a ideia de “vinde como estais e permaneçais do mesmo jeito”. O Evangelho é inclusivo, mas propõe uma vida de santidade.
Tratando-se de crianças nessa questão de inclusão, não há o que discutir e espero muito que não tenham na igreja de vocês(*), aqueles que separam os filhos dos crentes dos demais, na hora de formar o grupo infantil de louvor.

(*) Para evitar os chatos de plantão, entenda-se como igreja de vocês a comunidade da qual façam parte.

2.3 Outras crianças da Bíblia.

As crianças da Bíblia não são as crianças dos gentios, são aquelas crianças que aprenderam a ler e escrever nas sagradas letras como Timóteo. E num contexto social completamente diferente do nosso e muito mais, considerando o nosso tempo.

Lembremo-nos de Samuel (ISm. 3..)



 III –  COMO EVANGELIZAR CRIANÇAS.

3.1 Escola Dominical.

Creio que é o departamento mais funcional dentro das atividades da igreja, porém, ao longo dos anos, sempre considerei sofrido.

Líderes com boa vontade – Corresponde a maioria das irmãs que atuam nessa área.
Líderes que se aventuram – Dificilmente prospera na mão dessas irmãs e felizmente não é a maioria, possivelmente uns 10% do exército.

A estrutura das nossas igrejas e a maioria delas, não contempla espaço adequado para atividades com as crianças, levando-as a ter gosto peço espaço. Criança também pensa e tem gosto.

A questão mais crucial é que pedem muito e oferem pouco para as nossas crianças. Haja espaço para falar a respeito.

Quer crianças na Escola Dominical? Comece olhando para os pezinhos delas.

3.2 Alfabetização evangelizadora.

Os métodos para evangelização de crianças não são inatingíveis, basta ter boa vontade.

3.3 Escola Bíblica de Férias.

É uma excelente oportunidade para tira-las da rua. Exige um bom investimento, mas vale a pena.

3.4 Evangelização infantil personalizada.
Recomendo a leitura deste tópico com seus alunos, em qualquer classe, temos pessoas interessadas.

Pude experimentar o quanto faz uma criança bem cuidada na igreja. Tenho entre pessoas adicionadas na minha página no Facebook, jovens e senhoras que conheci quando criança e a satisfação que tinham em frequentar a igreja, considerando ainda, quantas delas trouxeram os país ao encontro do Senhor.


Devo finalizar dizendo e até para rebater críticas injustas que as Assembleias constroem uma caixa com banheiro nos fundos. Luxo à parte que existe em todos os lugares, esta nossa igreja é a única que invade bairros e favelas, sendo encontrada em todos os lugares a ponto de um cômico “zoando” dizer que em cada bairro sempre tem um “botequim” e uma Assembleia de Deus e isto é uma grande verdade.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS, EBD Lç.8 para 21/08/2016 (Subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 08 PARA O DIA 14/08/2016.
“A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – OS MITOS DA RELIGIÃO.
II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS.
III – RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS.

O PREÇO A PAGAR PODE SER CARO, MAS COMPENSA O INVESTIMENTO. 


  
I – OS MITOS DA RELIGIÃO.
Começando a ler a lição e estudar para elaborar a minha colaboração aos ilustres professores e interessados. Até aproveito para dizer que quando iniciei a elaborar subsídios fiz, pois ao longo dos anos (56), deparei-me com muitas lições de elevado nível de exposição e que certamente muitos não entenderiam, pois a lição é única para todas as regiões; assim encerro essa breve declaração dizendo que é a primeira vez que me deparo com uma abordagem como esta. Vamos em frente!

Com relação aos mitos, o autor oferece a definição a que chama de genérica ou seja, a mais comum entre as pessoas que estudam as religiões, certamente.

A definição bíblica é encontrada na epístola universal de Tiago como sendo: “... visitar os órfãos, as viúvas e guardar-se da corrupção do mundo.” Não obstante, aqui Tiago trata da verdadeira religião no sentido de pratica-la como um bem comum.

1.1       Mito um: Todas as religiões são boas.

O autor cita as religiões encontradas entre os cananeus e o que praticavam. Mesmo se quiséssemos pô-las de lado para falar das modernas, sabemos que há muitas, presas a um espiritualismo misturado com filosofia de vida e teosófica, (teosofia = que tem caráter sincrético, místico e ocultismos, algumas, revelando uma divindade e não fazem o que faziam os cananeus por conta das leis e do efeito midiático).

1.2       Mito dois: Todas as religiões levam a Deus.

 Penso que a situação ainda é pior. Todas as religiões, em tese, afastam o homem de Deus, pois, quem busca uma religião, declaram implícita ou explicitamente que ela é suficiente.

A bem da verdade, muitos usam o argumento “eu tenho a minha religião” com o propósito de afastar quem pretenda evangeliza-los.

O autor faz menção além do culto satânico, a última investida do Diabo para afastar os homens de Deus e o ecumenismo será o meio usado para reunir todos debaixo de uma única bandeira tendo a frente, a besta e o falso profeta, ap. 13:4.


1.3 Mito três: Nenhuma religião é verdadeira.

Sempre procuro enaltecer o Evangelho, principalmente nos funerais, em detrimento de qualquer religião sem entrar na questão que envolva qualquer delas e para que percebam a lisura da minha pregação, incluo crentes, católicos ou qualquer outra mostrando que nessa hora, a única porta se abre para quem crêr, JESUS.

Houve época em que se faziam muitas críticas contra todos os crentes por conta daqueles que diziam estarem salvos  nessa condição, tendo do outro lado, pessoas sem testemunho negando a sua eficácia.


II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS.

2.1 Não discuta religião.

Quando se aprende o verdadeiro sentido de igreja local, descobre-se que ela não representa um fim em si mesmo, salvo quando as pessoas que ali frequentam formando a comunidade “A” cumpra rigorosamente os preceitos neotestamentários em relação a doutrina e a atividade social assim, não dá para supervalorizar o prédio em detrimento do verdadeiro evangelho.

Deus fez ou constituiu a igreja e os homens, a religião. Discutir religião é ignorar a igreja e a causa da sua existência.


2.2 Não deprecie religião alguma.

Nesta questão principalmente na rede social, penduro-me nas orelhas mostrando que perdemos muito quando criticamos de forma direta, principalmente com achincalhes como fazem com os neopentecostais atingindo a todos os pentecostais.

As broncas até fizeram melhorar exceto alguns portais que insistem; para escândalo de muitos e tristeza nossa.

Tanto se fala da Universal e suas reuniões estão sempre lotadas. Pregar a verdade de Cristo é melhor e mais eficaz. Atrai-se com mais facilidade quando se oferece  credibilidade.

2.3 Mostre a verdadeira religião.

Para mostrar a verdadeira religião é preciso exaltar Cristo e esconder o homem.

Outra questão não menos importante é que mesmo fazendo  o que Tiago prescreve na sua epístola (1:27), ainda falta:

- Respeitar a opinião alheia, se errada, corrigi-la com muito amor.
- Respeitar a fragilidade própria do ser humano, pois nós mesmos somos cheios de fraqueza. Hb.5:2 e Rm. 15:1.
- Respeitar a ignorância dos homens, pois fomos parte dela. Atos 17:30.


 III –  RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS.

3.1 Católicos romanos.

Na atualidade evangelizar os católicos não é tarefa fácil considerando que diferente das décadas passadas, quando não liam a bíblia, ignoravam totalmente as verdades divinas e hoje, conhecem meia verdade e digo isto sem pretender ofender a quem eventualmente leia esta publicação, saiba que a razão disto é a falta de coragem dos líderes católicos e refiro-me os de primeira linha, os padres, de romperem com certas tradições que não reconhecem a Jesus como único mediador e salvador além de outras questões doutrinárias em relação às convenções católicas e principalmente a idolatria.

É preciso mostrar que o Evangelho em nossa vida é a verdade.

3.2 Espíritas.

Grande parte dos espíritas gostam de uma boa discussão a respeito do que fazem em relação as nossas afirmações,  geralmente  desprovidas de obras e sabemos que as obras constituem importante referência que aponta para a  verdadeira fé.

A fé sem as obras é morta. Tiago 2:20.

3.3 Judeus e muçulmanos.

Interessante, o autor reunir em um bloco a evangelização de judeus e muçulmanos.
Ambos possuem forte identidade por sua história e tradição. Ambos são monoteístas.

Em relação aos judeus, mesmo sendo difícil, temos muitos judeus convertidos ao Evangelho lembrando que Jesus não anulou nem desprezou a história judaica e a sua intima relação com Deus. Chegando a plenitude dos tempos, Deus fez parar o relógio da sua relação com o seu povo para submetê-los a graça salvadora, a saber, os que crerem no nome de Jesus, pois a salvação foi primeiramente para o povo judeu e sua recusa permitiu que nós os gentios adentrássemos a esta maravilhosa graça.
Muçulmanos.

O número de cristãos mortos sob a fria faca do Estado Islâmico, mais de duzentos mil é prova da boa penetração do Evangelho naquela região. Sejam muçulmanos, judeus, católicos, espíritas ou de qualquer outra religião, precisam saber que só em Jesus há salvação e para qualquer deles, precisamos do momento e da graça do Senhor para cumprirmos o ide de Jesus.

Jesus não é religião, é vida eterna.

3.4 Ateus.

Penso que a maioria quase absoluta dos ateus são pessoas alto rendimento intelectual e logicamente, alcança-los é necessário que o agente, tenha uma boa relação de amizade, evitar discutir acerca da existência de Deus, mas com um bom testemunho de vida, mostrar-lhes o grande amor do Senhor. Não há quem resista.

3.5 Os desviados do Evangelho.

Geralmente, formam um grupo de pessoas extremamente carentes que precisam de muito amor e atenção para serem alcançados.

Finalmente, a nossa luta contra os falsos pregadores, os que invadiram nossos arraiais que com sus ações, causam grande dano a obra do Senhor. Combate em todas as frentes.


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