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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A NECESSIDADE DO NOVO NASCIMENTO - EBD LÇ. 07 13/08/2017

EBD LÇ. 07  13/08/2017 “A  NECESSIDADE DO NOVO NASCIMENTO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – UM LÍDER RELIGIOSO BEM-INTENCIONADO.
II – O NOVO NASCIMENTO
III –  UMA NECESSIDADE.


O novo nascimento não é um "instituto eclesiástico" e se dá a conhecer pela mudança efetiva de rumo e comportamento humano no plano da salvação. 

I – UM LÍDER RELIGIOSO BEM-INTENCIONADO.

1.1 Quem era Nicodemos.

O autor descreve Nicodemos, o significado do seu nome e o que representava político religiosamente, assim, ele era da seita dos fariseus.
sendo fariseu, porém diferente. Havia nele, algo de justo e queria descobrir o que faltava.

Os dois textos a seguir, define a personalidade e o grau de justiça desse homem e nos dá uma rica lição: Não se deve julgar este ou aquele por conta da sua religião ou ideologia. O tal  pode ser mais uma vítima do sistema.

(Jo.7:50,51) “Nicodemos, que era um deles (o que de noite fora ter com Jesus), disse-lhes:  Porventura condena a nossa lei um homem sem primeiro o ouvir e ter conhecimento do que faz?”.

(Jo.19:39) E foi também Nicodemos (aquele que anteriormente se dirigira de noite a Jesus), levando quase cem arráteis de um composto de mirra e aloés.

1.2 Os fariseus.

O professor não precisa fazer um tratado da vida dos fariseus. As informações bíblicas nos mostra que tínhamos aí, uma religião misturada com política que nunca deu certo,  portanto uma gente gananciosa, infiel e tudo o mais que deles disse o Senhor em (Mt.23) “... fariseus hipócritas...”.


1.3 Os sinais efetuados por Jesus.

 (Jo.2:23)  “... e, estando ele em Jerusalém pela páscoa, durante a festa, muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome.”.

Façamos ideia do que isto representava naqueles dias e logo após as incessantes pregações de João Batista no deserto: “É chegado a vós o Reino dos Céus...”. (Mt.4:17).

Esse movimento atraiu Nicodemos.

II – O NOVO NASCIMENTO.
Pode ser exagero considerar que a doutrina que trata do “Novo Nascimento” seja a maior e a mais desprezada doutrina por significativo número de  igrejas tradicionais  e totalmente pelas igrejas neopentecostais?  Considero esta doutrina como a porta de entrada do Reino de Deus.

Não foi sem razão que  o próprio Senhor disse: “Aquele que não nascer de novo não pode ver e não pode entrar no Reino de Deus” (Jo.3:3 e 3:5).

2.1 É necessário nascer de novo

No tocante a investida de Nicodemos, pode ser dada qualquer interpretação  sobre o que ele esperava do Senhor e nos remete a ida do general Naamã à casa do profeta Eliseu;  sobre o que ele esperava do profeta. (2Rs.5:19)

Nicodemos só queria conhecer o Senhor e ouvir algo dele. Deve ter abraçado a causa, pelas ações posteriores.

2.2  Regeneração.

Confesso não apreciar muito a palavra “regeneração” quando se trata da doutrina do “novo nascimento”,  e não penso que os textos sagrados no tocante a este tão importante assunto, saia prejudicado por conta do nosso vernáculo. Regenerar dá ideia de recuperação, reconstituição ou renovação moral e é assim que lemos nos dicionários.

Se posso tentar explicar aos alunos algo consistente a respeito, até posso associar com a “geração” de Cristo: “Por obra e graça do Espírito Santo...”. (Mt. 1:20).

Vamos à Pedro: (IPd. 1:23) “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre..

“Semente incorruptível, pela palavra de Deus...” Isto explica como muitas pessoas ao receberem Cristo em seus corações pela pregação da palavra da fé viram totalmente as costas para o mundo que não significa sair dele, mas dos seus desenfreamentos e da linguagem espúria.

O subsídio bibliológico na página 51 também dá essa ideia.

2.3 A perplexidade de Nicodemos.

Vamos isolar alguns pontos importantes desse tópico:

1 – Muita gente pensa que Deus está preocupado com religião.
2 – “Mas essas pessoas estão enganadas, pois a vontade de Deus é a comunhão com as suas “criaturas inteligentes”...”.
3 – “Não significa seguir um conjunto de regras religiosas ou éticas.

É preciso tomar cuidado para não fazer má aplicação das palavras do autor:

- Claro que Deus não está preocupado com religião, pois caso contrário não teria enviado seu filho ao mundo, pois religião é coisa que não falta. As coisas estão sendo banalizadas de tal forma que as pessoas estão valorizando mais a “placa” do que o conteúdo.

- “Criaturas inteligentes” é o que nos separa dentro do reino animal. Não vale pensar que Deus tem predileção pelo “QI”  humano.


III – UMA NECESSIDADE.

3.1 O Estado humano.

O estado humano é mostrado na Bíblia, de muitas formas. A primeira é com relação ao pecado dito “original” quando e por ele, todos pecaram. A segunda  é mostrada  pela crescente violência  nos primeiros anos de vida da criação (Gn.4:23 e Gn.6:5) piorando neste final de tempo e com certeza pela aproximação das pessoas e  rapidez de informações promovidas pela Internet ou “rede mundial de comunicação”.

Penso que o pecado sob as mais variadas formas, cresceu em práticas vergonhosas e em violência urbana.


3.2 Saulo de Tarso.

Temos aqui neste tópico um texto rico do autor e causa de muitas discussões e dúvidas principalmente em lares cristãos, cujos filhos ficam à perguntar: “Preciso nascer de novo ou a herança do exemplo deixado pelos pais me construiu?
                                                                                             
O autor usa a figura e vida de Saulo para mostrar que religião e vida religiosa não diplomam ninguém para o céu nem promove o Novo Nascimento que é o tema abordado.

Vamos falar dos nossos filhos.

Os filhos são santificados pelos pais, se permanecerem na obediência e em crescente amor a Cristo a exemplo de Timóteo.

(2Tm. 1:5)  Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti.”.

“Estou certo que habita em ti.”.

O momento em que acontece o novo nascimento em nossos filhos é muito impreciso e nada tem a ver com o “levantar de mãos” naquele culto aquecido pela mobilização do povo sob o comando do pregador, salvo quando  a mensagem for inteiramente bíblica ou ‘cristocêntrica”  e sem emocionalismos. O gesto de ir à frente pode revelar que houve sim, o despertar pelo novo nascimento.

Considero que a ideia de que o filho de crente não é crente e que precisa aceitar Jesus é uma ideia muito subjetiva; costume nosso. Filho de crente é crente sim e quanto ao novo nascimento é algo pessoal que não cabe à terceiros, inferir-se na questão que é de ordem pessoal e íntima entre cada um e Deus.


3.3 O centurião Cornélio.

Eba! Que texto rico oferecido pelo autor.

Vale a pena fazer leitura dele em classe.

O que não vale? Institucionalizar a doutrina da eleição pelo pensamento de Calvino que Cornélio era um eleito e que Deus apenas cumpriu seu propósito de busca-lo.

“Porque tudo o que dantes foi escrito, para o nosso ensino foi escrito”  (Rm.15:4).

Os emblemáticos casos como o de Cornélio e Saulo foram trazidos ao nosso conhecimento para mostrar que Deus está atento a cada passo do homem, tanto o bom quanto o ruim em termos de comportamento e que ama os que amam a justiça, exceto Saulo que se mostrou um abortivo tanto para a salvação como para o apostolado.

Deus promove meios para abençoar o homem e alcança-lo.

Sempre digo que as exceções de Deus não podem ser transformadas em regras por nós.

Ninguém pode ficar de fora do novo nascimento e querer considerar-se salvo. O novo nascimento é mostrado na vida das pessoas quando elas corajosamente rompem com a forma de viver segundo o mundo.

sábado, 5 de agosto de 2017

A PECAMINOSIDADE HUMANA E A SUA RESTAURAÇÃO A DEUS - EBD LÇ. 06 06/08/2017.

EBD LÇ. 06  06/08/2017 “A PECAMINOSIDADE HUMANA E A SUA RESTAURAÇÃO A DEUS .

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que neutraliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – DEFININDO OS TERMOS.
II – ORIGEM DO PECADO.
III –  A SOLUÇÃO PARA O PECADO.

 Homenageando o saudoso pastor David Wilkerson, pelo que fez ao longo da sua vida pastoral em Nova York.


 A cruz é a solução para os problemas da humanidade, sem necessidade de carrega-la, pois Cristo a carregou pelos nossos pecados.



I – DEFININDO OS TERMOS.

1.1 Pecado.

Atribuímos toda ação contrária à santidade de Deus a “pecado”. Pecado é a flagrante desobediência aos ensinos, santidade e vontade de Deus.

Não seria o pecado, a raiz e os nomes que damos como; adultério, orgulho, perversão de toda ordem e etc.  os frutos ou consequências?

Equivale dizer que uma pessoa pode não fazer, mas permitir-se controlar pela natureza humana e carnal. “O mal está sempre diante de mim...”.

Sabendo que o pecado original, nos matou (separação); a lei nos deu conhecimento disso e Cristo nos remiu com a sua morte na cruz.

 1.2 Os termos hebraicos awon e peshá.

Para facilitar este tópico, vamos analisar primeiro os verbos hebraicos, apontados pelo autor:
AVON – Iniquidade, perversão que vem de uma raiz que significa; entortar, torcer dando ideia de perverter a Lei de Deus.

PESHÁ – Transgressão, delito.

Veja que somando os dois verbos, temos uma resposta firme e  absoluta para “pecado”:

Errar o alvo por agir fora da orientação de Deus e contra os princípios da sua santidade.


1.3 O que é pecado?

Este tópico contém uma interrogação onde o autor pergunta  “o que é pecado”. Os pontos 1.1 e 1.2 apresentam a resposta.

O pecado é sempre punível o que vale dizer que o Senhor não tem por inocente, os que pecam, todavia usa de misericórdia com os que confessam e deixam.

(Ez. 18:4) “Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá.”.

(Gl. 6:7). “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”.


II – ORIGEM DO PECADO.

 2.1 O pecado no céu.

Pensar em tudo o que aconteceu no céu, antes das mudanças no globo terrestre; transformação e criação considerando que a terra já existia, sem forma e vazia, não deixa de ser algo impressionante e ai temos a rebelião nos céus pela presunção de um querubim ungido, achar que podia ser maior que Deus, o seu criador.  

Tudo parece um pesadelo, confuso ou utopia(?), porém real como está na Bíblia.

O autor cita os textos de (Ez.28:12-15 e Jo.8:44) e outros que devem ser considerados neste ensino, mesmo sabendo do curto tempo.

2.2 O pecado no Éden.

A sequência dos fatos registrados nos capítulos 2 e 3 mostram que do céu à terra, Deus sempre entregou à sua criação, a liberdade de escolha ou o que chamamos de “livre arbítrio”.  Caso contrário, Deus teria fechado acesso à árvore da ciência do bem e do mal.

Ainda hoje vivemos sob o “livre árbitrio”.

(Jo.10:9) “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens..

“Entrara e sairá” mostra a liberdade dos filhos de Deus.

(Gl. 5:13) “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.”.

2.3 A universalidade do pecado.

Como o pecado chegou a todos nós?



O tentador estava à espreita e sempre seduziu o homem para o caminho do mal, da violência e da perversão, porém não encontraria abrigo se Deus ainda tivesse ligar no coração de todos os homens.

(Gn.6:5) “E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente..

Palavra chave do texto acima e da situação: “(...)  a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente”.

(Rm.5:12) Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.”.


Na consciência, a liberdade e na liberdade, as péssimas escolhas.


III – A SOLUÇÃO PARA O PECADO.

3.1 Nem tudo está perdido.

Recomendo a leitura do tópico da lição em classe onde o autor aborda a possibilidade do homem interior reviver, considerando que estava morto em ofensa e pecado, resgatando a verdadeira vida e comunhão com Deus.

 A carta de Paulo aos Romanos que poderíamos também chamar de “a carta de Paulo aos gentios”, declara de maneira sublime como pela graça o homem pode resgatar sua comunhão com Deus e mantê-la sempre acesa pela fidelidade a Deus.

Há quem diga que uma vez salvo, salvo para sempre e esta versão, não conta com apoio bíblico.


(ICo.10:12) “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.”.


(Lc. 21:34) “E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia.”.

(Hb.3:15) “Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, Não endureçais os vossos corações, como na provocação.”.

É preciso a todo custo conservar uo que temos recebido.

3.2 A provisão de Deus.
                                                                                             
Teria sido mais fácil para Deus impedir que o al entrasse no coração do homem enquanto vivendo no jardim?
Aqui vai o meu pensamento a respeito sem forçar interpretação ou torcer a Bíblia, sendo lógico que é o meu pensamento a respeito:

Deus criou o homem deixando-o de certa forma livre para escolher entre o bem e o mal; sabendo Deus o que haveria de acontecer, já preparou a provisão mesmo antes dos acontecimentos. Ele, Deus, não precisaria provar nada para Lúcifer, mas como o texto de (Jó 1:6)  mostra que Satanás tem um relativo acesso a Deus e quis duvidar da fidelidade do homem, Deus permitiu que tudo acontecesse para mostrar ao Diabo que a fidelidade pode ser mantida e com os fieis, Deus preencheria o lugar deixado por milhares de anjos desobedientes.

Jesus o nosso remidor. Ele morreu em nosso lugar, para nos resgatar da lei do pecado e da morte.

Com relação a morte, a primeira morte aconteceu no Éden com a separação. A morte física revela apenas a mudança de estágio sendo a segunda morte, o dano maior, pois esta, decidirá para qual eternidade o homem será enviado por ter recusado o amor da Verdade para se salvar.


(Ap. 20:6) “Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos..



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