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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS, EBD Lç.8 para 21/08/2016 (Subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 08 PARA O DIA 14/08/2016.
“A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS”.
PONTOS A ESTUDAR:
I – OS MITOS DA RELIGIÃO.
II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS.
III – RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS.

O PREÇO A PAGAR PODE SER CARO, MAS COMPENSA O INVESTIMENTO. 


  
I – OS MITOS DA RELIGIÃO.
Começando a ler a lição e estudar para elaborar a minha colaboração aos ilustres professores e interessados. Até aproveito para dizer que quando iniciei a elaborar subsídios fiz, pois ao longo dos anos (56), deparei-me com muitas lições de elevado nível de exposição e que certamente muitos não entenderiam, pois a lição é única para todas as regiões; assim encerro essa breve declaração dizendo que é a primeira vez que me deparo com uma abordagem como esta. Vamos em frente!

Com relação aos mitos, o autor oferece a definição a que chama de genérica ou seja, a mais comum entre as pessoas que estudam as religiões, certamente.

A definição bíblica é encontrada na epístola universal de Tiago como sendo: “... visitar os órfãos, as viúvas e guardar-se da corrupção do mundo.” Não obstante, aqui Tiago trata da verdadeira religião no sentido de pratica-la como um bem comum.

1.1       Mito um: Todas as religiões são boas.

O autor cita as religiões encontradas entre os cananeus e o que praticavam. Mesmo se quiséssemos pô-las de lado para falar das modernas, sabemos que há muitas, presas a um espiritualismo misturado com filosofia de vida e teosófica, (teosofia = que tem caráter sincrético, místico e ocultismos, algumas, revelando uma divindade e não fazem o que faziam os cananeus por conta das leis e do efeito midiático).

1.2       Mito dois: Todas as religiões levam a Deus.

 Penso que a situação ainda é pior. Todas as religiões, em tese, afastam o homem de Deus, pois, quem busca uma religião, declaram implícita ou explicitamente que ela é suficiente.

A bem da verdade, muitos usam o argumento “eu tenho a minha religião” com o propósito de afastar quem pretenda evangeliza-los.

O autor faz menção além do culto satânico, a última investida do Diabo para afastar os homens de Deus e o ecumenismo será o meio usado para reunir todos debaixo de uma única bandeira tendo a frente, a besta e o falso profeta, ap. 13:4.


1.3 Mito três: Nenhuma religião é verdadeira.

Sempre procuro enaltecer o Evangelho, principalmente nos funerais, em detrimento de qualquer religião sem entrar na questão que envolva qualquer delas e para que percebam a lisura da minha pregação, incluo crentes, católicos ou qualquer outra mostrando que nessa hora, a única porta se abre para quem crêr, JESUS.

Houve época em que se faziam muitas críticas contra todos os crentes por conta daqueles que diziam estarem salvos  nessa condição, tendo do outro lado, pessoas sem testemunho negando a sua eficácia.


II – COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS.

2.1 Não discuta religião.

Quando se aprende o verdadeiro sentido de igreja local, descobre-se que ela não representa um fim em si mesmo, salvo quando as pessoas que ali frequentam formando a comunidade “A” cumpra rigorosamente os preceitos neotestamentários em relação a doutrina e a atividade social assim, não dá para supervalorizar o prédio em detrimento do verdadeiro evangelho.

Deus fez ou constituiu a igreja e os homens, a religião. Discutir religião é ignorar a igreja e a causa da sua existência.


2.2 Não deprecie religião alguma.

Nesta questão principalmente na rede social, penduro-me nas orelhas mostrando que perdemos muito quando criticamos de forma direta, principalmente com achincalhes como fazem com os neopentecostais atingindo a todos os pentecostais.

As broncas até fizeram melhorar exceto alguns portais que insistem; para escândalo de muitos e tristeza nossa.

Tanto se fala da Universal e suas reuniões estão sempre lotadas. Pregar a verdade de Cristo é melhor e mais eficaz. Atrai-se com mais facilidade quando se oferece  credibilidade.

2.3 Mostre a verdadeira religião.

Para mostrar a verdadeira religião é preciso exaltar Cristo e esconder o homem.

Outra questão não menos importante é que mesmo fazendo  o que Tiago prescreve na sua epístola (1:27), ainda falta:

- Respeitar a opinião alheia, se errada, corrigi-la com muito amor.
- Respeitar a fragilidade própria do ser humano, pois nós mesmos somos cheios de fraqueza. Hb.5:2 e Rm. 15:1.
- Respeitar a ignorância dos homens, pois fomos parte dela. Atos 17:30.


 III –  RELIGIOSOS QUE REPRESENTAM DESAFIOS.

3.1 Católicos romanos.

Na atualidade evangelizar os católicos não é tarefa fácil considerando que diferente das décadas passadas, quando não liam a bíblia, ignoravam totalmente as verdades divinas e hoje, conhecem meia verdade e digo isto sem pretender ofender a quem eventualmente leia esta publicação, saiba que a razão disto é a falta de coragem dos líderes católicos e refiro-me os de primeira linha, os padres, de romperem com certas tradições que não reconhecem a Jesus como único mediador e salvador além de outras questões doutrinárias em relação às convenções católicas e principalmente a idolatria.

É preciso mostrar que o Evangelho em nossa vida é a verdade.

3.2 Espíritas.

Grande parte dos espíritas gostam de uma boa discussão a respeito do que fazem em relação as nossas afirmações,  geralmente  desprovidas de obras e sabemos que as obras constituem importante referência que aponta para a  verdadeira fé.

A fé sem as obras é morta. Tiago 2:20.

3.3 Judeus e muçulmanos.

Interessante, o autor reunir em um bloco a evangelização de judeus e muçulmanos.
Ambos possuem forte identidade por sua história e tradição. Ambos são monoteístas.

Em relação aos judeus, mesmo sendo difícil, temos muitos judeus convertidos ao Evangelho lembrando que Jesus não anulou nem desprezou a história judaica e a sua intima relação com Deus. Chegando a plenitude dos tempos, Deus fez parar o relógio da sua relação com o seu povo para submetê-los a graça salvadora, a saber, os que crerem no nome de Jesus, pois a salvação foi primeiramente para o povo judeu e sua recusa permitiu que nós os gentios adentrássemos a esta maravilhosa graça.
Muçulmanos.

O número de cristãos mortos sob a fria faca do Estado Islâmico, mais de duzentos mil é prova da boa penetração do Evangelho naquela região. Sejam muçulmanos, judeus, católicos, espíritas ou de qualquer outra religião, precisam saber que só em Jesus há salvação e para qualquer deles, precisamos do momento e da graça do Senhor para cumprirmos o ide de Jesus.

Jesus não é religião, é vida eterna.

3.4 Ateus.

Penso que a maioria quase absoluta dos ateus são pessoas alto rendimento intelectual e logicamente, alcança-los é necessário que o agente, tenha uma boa relação de amizade, evitar discutir acerca da existência de Deus, mas com um bom testemunho de vida, mostrar-lhes o grande amor do Senhor. Não há quem resista.

3.5 Os desviados do Evangelho.

Geralmente, formam um grupo de pessoas extremamente carentes que precisam de muito amor e atenção para serem alcançados.

Finalmente, a nossa luta contra os falsos pregadores, os que invadiram nossos arraiais que com sus ações, causam grande dano a obra do Senhor. Combate em todas as frentes.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O EVANGELHO NO MUNDO ACADÊMICO E POLÍTICO, EBD Lç.7 para 14/08/2016 (Subsídio)




EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 07 PARA O DIA 14/08/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – DANIEL NA UNIVERSIDADE DE BABILÔNIA.
II – DEUS NA ACADEMIA BABILÔNICA.
III – A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABILÔNICA.


 Sem essa verdade, qualquer trabalho ou esforço será em vão.


I – DANIEL NA UNIVERSIDADE DE BABILÔNIA.

1.1       Uma vida testemunhal.

O autor usa nesta lição o exemplo de vida de Daniel e seus amigos na Babilônia, a rígida confissão de fé e a disposição de não se contaminarem. Aliado a essa questão, percebidamente a preparação dos jovens no ensino e na cultura babilônica, todavia sem contaminação, preservando o que guardaram em seus corações. Qualquer coisa, menos abrir mão das convicções de fé. O testemunho pessoal é a base do melhor testemunho para o ensino da salvação em Cristo.

Ao longo da vida, convivi com muitos crentes que vinham pedir oração por morar em lares ou propriedades coletivas na companhia de pessoas não crentes. Eles declararam não aguentar mais. Nada se compara à provação de Daniel na Babilônia. 

1.2       Uma carreira acadêmica testemunhal.

Na vida acadêmica, ou na vida pública, a preservação da vida moral torna mais fácil a evangelização. O resultado da fidelidade foi a aprovação de Deus revelando o oculto e o escondido despertando o rei para o reconhecimento da grandeza do seu Nome.

Dividindo o meu tempo de vida cristã ativa, 56 anos, posso dizer que pela graça do Senhor, conheci três gerações de jovens na igreja. Confesso que esta geração me surpreende, a juventude atual não é melhor que as anteriores e é está assim por nossa exclusiva culpa, por não investir no potencial deles. Ao dizer isto, não busco aplausos, nunca quis e não será agora.

Quando alguns - e por conta de alguns - rejeitam a presença de crentes na política, cometem grave erro e não se dão conta disso. A única coisa inaceitável é ter pastores ativos envolvidos na política. Temos muitos irmãos e muitos jovens competentes e habilidosos para isso.

Não podemos passar por este ponto sem deixar claro o desenvolvimento intelectual de Daniel e seus amigos. Havia a mão de Deus sobre eles. Deus abre os horizontes quando vê em nós sinceridade.


1.3 Uma carreira testemunhal.

O que o autor sugere é um estímulo para que todos os vinculados ao meio acadêmico e científico, de quaisquer áreas, sejam preparados para evangelizar aqueles que por opção ou ocupação,  não procuram uma igreja evangélica.

“Como crerão naquele de quem não ouviram e como ouvirão se não há quem pregue?”.
Rm. 10:14.

É bom lembrar aos alunos como a sabedoria de Daniel e de seus amigos incomodaram os concorrentes e como eles venceram  essa batalha.

Oração.


II – DEUS NA ACADEMIA DA BABILÔNIA.

2.1 A crise escatológica.

É lamentável que hoje, homens públicos busquem meios impróprios para quererem saber algo sobre si. Conheço toda a minha vida pela revelação da Palavra do Senhor, a Palavra nos revela de forma plena. Porém, há situações muitíssimo complicadas, principalmente para o esquecido rei da Babilônia. Mais tarde, depois de tanta luta e oração o Senhor deu a resposta a Daniel (Dn. 2:22-24). Através da revelação recebida, Daniel pôde salvar a sua vida e dos amigos e também intercedeu pelos magos e astrólogos.

O que aprendemos nessa história é que existem questões que requerem sabedoria e inteligência, mas outras só mesmo pela intervenção direta do Senhor.

Estejamos prontos; só a matemática não resolve.


2.2 A resposta teológico-evangélica.

Penso que a maior resposta para qualquer classe de pessoas é um evangelho com poder, mesmo sabendo que hoje não temos as mesmas manifestações tão volumosas como nos dias primitivos da igreja do Senhor e também, na evangelização do Brasil - que esteve tão entregue ao catolicismo, cujo poder decidia sobre todas as autoridades o que se  podia ou não fazer. Foram muitas e grandes barreiras rompidas com jejum, oração e a palavra pregada com a verdade da própria vida.

III –  A INTERVENÇÃO DE DEUS NA POLÍTICA BABILÔNICA.

3.1 A corrupção de Babilônia.

Governo corrupto sempre esteve em evidência em todos os tempos, ontem Babilônia e hoje o Brasil.

Como lidar com isso sem se envolver na confusão? É preciso saber que o valor moral de um evangelista responderá pelo sucesso da obra.

3.2 Daniel, o incorruptível.

Pior que a própria corrupção é a defesa mentirosa do caráter. Os jornais divulgam com frequência que, atualmente, nada fica escondido na atualidade, graças às redes sociais. 

Quem está sendo  indicado para nos representar nas instâncias superiores da vida comum?

Qual é a história de vida do candidato? Resistirá a tentação de não receber as ofertas e cairá no erro de Geazi ou se manterá firme como Daniel?

Guarde-nos o Senhor que passemos para a outra vida com a consciência tranquila e sem medo do julgamento do eterno Deus.