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domingo, 14 de janeiro de 2018

A SUPERIORIDADE DE JESUS EM RELAÇÃO A MOISES - EBD LÇ.3 21/01/2018

EBD LÇ. 3  21/01/2018 “A SUPERIORIDADE DE JESUS EM RELAÇÃO A MOISÉS”.


O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – UMA TAREFA SUPERIOR.
II – UMA AUTORIDADE SUPERIOR.
III – UM DISCURSO SUPERIOR.


                   O caminho de Cristo foi penoso, para nos reaproximar do Pai.


    
I – UMA TAREFA SUPERIOR.

Sintam a grandeza da revelação desse texto (Hb.3:1-19). Somente alguém com profundo conhecimento do judaísmo somados a revelação dada por Deus (ICor.11:23) podia nos brindar com sua riqueza sob todos os aspectos.

1.1 Uma vocação superior.

Considero duas vocações distintas que se somam.

O grande líder Moisés revela o lado humano do plano de Deus que é levar os hebreus à Terra Prometida. A história do povo hebreu é a história da igreja em dimensão muito maior por se tratar da Canaã Celestial; a cidade do grande Deus e para onde, o segundo Moisés, Cristo, o grande libertador também em dimensão maior deu a promessa: “Na casa de meu pai há muitas moradas”.

Assim, andamos por fé e não por vista. (IICo.5:7).
  
1.2 Uma missão superior.

O autor da carta manda  “considerar” (considerai) a Jesus Cristo como:

Apóstolo – O autor da lição explica essa condição dizendo que se refere a alguém que é comissionado como um representante autorizado.

Pode parecer contrassenso considerando que Jesus foi quem nomeou seus discípulos, mas no caso, lendo (ICo.9:2) onde Paulo considera os crentes como selo do seu apostolado, podemos dizer que a igreja como um todo é o selo do apostolado de Cristo.


Sumo sacerdote – Ele tinha prerrogativas especiais, podia entrar no santíssimo e Jesus entrou além do véu para rasga-lo, deixando franca a entrada, coisa que Moisés não fez.  

Da nossa confissão -  Moisés atendia o povo nas questões temporais, mas Jesus, trata além do limite da alma humana curando-a.

1.3 Uma mediação superior.

Eu gostaria de dizer, levando em conta os suicídios ocorridos no meio do nosso povo, que Jesus perdoa todo tipo de pecado, exceto o que já sabemos; pecado contra o Espírito Santo que corresponde a alguém entrar na sala do presidente da empresa e agredi-lo. Se alguém ofende o Espírito Santo, não há ninguém maior do que ele para quem se possa apelar. O Espírito Santo é Deus

Assim ficamos sabendo que Jesus é superior a Moisés como também superior a Arão pelo sacerdócio.

É uma pena, ver o povo religioso apelar para todos os santos quando Jesus está acima de todos eles e que pelo Senhor, foram nomeados santos.

II – UMA AUTORIDADE SUPERIOR.

2.1 Construtor, não apenas administrador.                     

Esse ponto da lição em que mostra Jesus como construtor da sua “própria casa” a qual casa somos nós, abre espaço para o seguinte esclarecimento:

Há muitos, na rede social, que vivem escrevendo para desqualificar o lugar onde realizamos o nosso culto, para dizer que ali não é casa de Deus. Logicamente que não podemos considerar alvenaria como casa de Deus, todavia em qualquer lugar onde se reúnam para cultuar o Senhor, é naquele momento, a casa de Deus ou casa de oração; refiro-me ao lugar como espaço dedicado a adoração, assim como no tabernáculo, a manifestação da glória do Senhor com sinais de aprovação era também, a casa de Deus.

A maior riqueza é que podemos nos gloriar em Cristo por nos ter feito parte do edifício, morada de Deus em Espírito. (Ef. 2:22).

2.2 O perigo de ver, mas não crer.

(Jo.20:29) “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.”.

Mais na frente, vamos ver o que de fato aconteceu. O endurecimento que tomou conta do coração do povo.

Hoje não é diferente e isso (refiro-me ao endurecimento do povo hebreu) deu causa a advertência do autor e recomendação para que tenhamos cuidado e que o mesmo não venha a acontecer conosco.

Vivemos um tempo muito difícil.


2.3 O perigo de começar, mas não terminar.

Claro que refere-se a caminhada da fé nos santos caminhos do Senhor, começar bem e terminar mal.

Há um grupo que considera a eleição e predestinação, a garantia que os eleitos nunca caem nem se desviam e se desviarem, com certeza voltarão em nome da eleição. Isto não é verdade. O pecado afasta o homem de Deus.

Paulo quando orientava a igreja de Coríntios sobre a ceia (cap.11) ele disse: “ Há entre vós,  muitos fracos e doentes e muitos que dormem”.

Dormi já é a condição de estarem mortos ou separados de Deus pelo pecado ou pela incredulidade.


III – UM DISCURSO SUPERIOR.


3.1 O perigo de ouvir, mas não atender.

(Hb. 3:7-8) “Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação, no dia da tentação no deserto.”.

Esta advertência não está no texto de Hebreus, por acaso.

A moral cristã só considera pecado, roubar, matar, prostituir.


3.2 A humilhação do servo.

O autor da lição descreve a série de humilhações pelas quais o Senhor passou, concluindo com a citação de Isaias 53.

“A Deus agradou moê-lo fazendo-o enfermar...” Is. 53:10.


3.3 O exemplo a ser seguido.

Impressiona como nos esquecemos dos bons exemplos deixados pelo Senhor e a sua recomendação.

(Jo.  13:15) “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.”.


Viver uma vida crista sem frutos é horrível e produzir frutos, não requer curso nas melhores universidades, requer amor a Cristo e a sua obra.

sábado, 13 de janeiro de 2018

UMA SALVAÇÃO GRANDIOSA - EBD LÇ. 2 14/01/2018.

EBD LÇ. 2  14/01/2018 “UMA SALVAÇÃO GRANDIOSA”.


O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – UMA SALVAÇÃO GRANDIOSA.
II – UMA SALVAÇÃO NECESSÁRIA.
III – UMA SALVAÇÃO EFICAZ.


O ser humano vive procurando se reencontrar e a religião parece ser a principal porta para a alma, porém nenhuma pode garantir a eternidade se a porta não for Jesus que além de preencher o vazio, abre a eternidade com Deus para morada eterna.

  
I – UMA SALVAÇÃO GRANDIOSA.

1.1 Testemunhada pelo Senhor.

Este ponto pode parecer difícil de compreender considerando que numa visão mais ampla, não vemos os anjos  intermediando a Antiga Aliança; considerando que o Senhor falou diretamente com Moisés no Sinai, estabelecendo a lei,   o sacerdócio e os sacrifícios pelos pecados do povo que para o mesmo autor, (Hb.10:13) os  sacrifícios anuais,  passavam por  comemoração dos pecados, já que a Lei era impotente para salvar e os sacrifícios não aperfeiçoavam os ofertantes.

“Porque, se a palavra falada pelos anjos...”.

Estaria o autor da carta aos hebreus, referindo-se a aparição dos anjos (parousia) em vários momentos ou algo maior, não revelado literalmente sobre essa mediação angelical na antiga aliança?

Não dá para fazer conjecturas e tentar convencer os alunos, mas compreendo apenas como uma forma de consolidar a veracidade do evangelho.
Os anjos tiveram uma grande participação na vida do povo de Deus e anunciaram a destruição de Sodoma e Gomorra por conta dos seus pecados e a palavra deles, como a de um profeta, permaneceu firme.

Assim, convém atentar para a “grande salvação”.



1.2 Proclamada pelos que a ouviram. (Hb.2:3)

O texto citado deixa mesmo transparecer que o autor teve a “confirmação” pelos que “ouviram” a Palavra que foi inicialmente anunciada pelo próprio Senhor.

Assim, o autor ouviu os relatos e certamente viveu as experiências da chamada “era apostólica”,  relatando tudo o que fora feito e dito.

Essa forma de comentário aproxima muito, Lucas a Hebreus quanto a forma de relatar, a exemplo de Atos dos Apóstolos, sabendo que a riqueza do texto, aproxima Paulo.

Aqueles que não viveram com o Senhor, convertendo-se após a ascensão, souberam muito a partir das informações que numa linguagem nossa, era informação “quente” por terem vivido próximo ao Senhor.


1.3 Confirmada pelo Espírito Santo.

O Espírito Santo é por excelência, o autor das obras, na era apostólica e tem sido até hoje, conduzindo a igreja a manter-se próxima ao Pai e ao Filho.

Seja nos atos ou milagres quanto na revelação para as escrituras.


II – UMA SALVAÇÃO NECESSÁRIA.

2.1 Por intermédio da humanização do Redentor.         

Jo.1:14) “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”.

(Fl. 2:5-8) “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.”.

É dessa forma que cremos: O Senhor se despojou da sua glória para entender nossas fraquezas.


2.2 Por meio do sofrimento do Redentor.

Para sentir o que Jesus sentiu ao consumar a obra na cruz, deixa evidente que todo o sofrimento descrito, mostra a sua humanidade, 100% homem. As dores foram reais. Isaias 53 previu todo o sofrimento.


2.3 Por intermédio da glorificação do Redentor.

A glorificação começou a ser revelada logo após a ressurreição quando apareceu às mulheres, aos discípulos e depois aos doze no cenáculo.

Com João na Ilha de Patmos, acentuou mais ainda a sua glorificação pela descrição de João no capítulo primeiro do Apocalipse.

A glorificação pode também ser compreendida como a consolidação do processo ou plano da salvação. Ato perfeito.


III – UMA SALVAÇÃO EFICAZ.


3.1 Vitória sobre o Diabo.

Quando a gente vê a luta de Jesus com os seus compatriotas, parece terem sido eles, os únicos a endurecerem contra Cristo, porém o maior inimigo não eram os homens, mas o Diabo que tentou dissuadir Cristo de executar o plano de Deus, começando pela morte dos meninos com vistas a eliminar o filho de Deus, mas foi tudo em vão e por último, através dos homens, levar Jesus ao último nível de sofrimento.

Jesus suportou tudo e venceu o Diabo.


3.2 Vitória sobre a morte.

A morte não teve domínio sobre o filho de Deus, pois no terceiro dia, ele saiu da sepultura.

Mostrar a Tomé os sinais dos cravos e da lança ao seu lado foi a coroação da sua luta por todos nós.

Se Jesus não tivesse vencido a morte, nós também não venceríamos e se ele não tivesse ressuscitado, a nossa fé seria vã.


3.3  Vitória sobre a tentação.


Jesus, um espelho para todos  nós.

Ele foi tentado, mas sem pecado, não cedeu a tentação e fico pasmo quando vejo pregadores, jogando com a malícia como no caso da mulher samaritana.



Os três últimos anos de vida do Senhor foram tão intensos que não se pode pensar que Jesus sorrisse como qualquer de nós.