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domingo, 22 de janeiro de 2017

NA ÁREA CRISTÃ, POSSO ACUSAR PUBLICAMENTE?

POSSO ACUSAR ALGUÉM PUBLICAMENTE?

Percebam que no meu perfil (Facebook ou blogger) trato de assuntos doutrinários e procuro de forma coerente fazer defesa da fé sem considerar-me um “apologeta” no sentido técnico da palavra que para mim, deve exigir domínio de pelo menos a língua grega. Não conhecer o grego, não faz de qualquer pessoa, um ser impensante considerando que para o Novo Testamento e sua época, prevalecia esse idioma cultural.

Quando leio qualquer postagem e assanho-me para comentar, procuro manter a linha editorial do autor, não procuro julgar o texto com a introdução de outros assuntos na esperança que sirva para justificar erros ou acertos.

Tratando-se de nomes em que pese qualquer acusação temos duas situações distintas:

A que trata de vícios e no nosso caso, para assuntos religiosos, notadamente o que é usado para explorar a fé dos crédulos, a que chamamos de “charlatanismo” quando visivelmente por meio de recursos anti-bíblicos tentam manipular pessoas. Quanto a isso; não há dúvida, chumbo grosso em cima ou simplesmente “taca-le pau”.

O que trata de acusações por infidelidade moral, econômica e de abuso de poder. Quem pretender fazê-lo, não deve fazer na página de outro a título de comentário para achar meio de justificar posições.; faça-as na própria página seja no Facebook ou blogger.

O Brasil é rico em ordenamento jurídico. Temos a Constituição Federal que garante direitos e deveres dos cidadãos sem emitir julgamento por quaisquer fatos. Temos o Código Civil que foi promulgado em 2002; ordenamento jurídico que estabelece direitos e deveres com normas mais pessoais que tratam das relações entre pessoas civis de direito público e privado e o Código de Direito Penal que funciona como um laboratório de medicamentos para tratar os que ferem e os que são feridos por transgressão a uma norma jurídica.

Se quero fazer acusação, preciso ser sensato e ter provas suficientes para um possível embate jurídico, portanto, fica descartada a hipótese de acusar com base em paneladas de informações jogadas ao vento.

Assim, respeito muito os meus amigos que escrevem e fico imensamente agradecido quando o mesmo respeito vem como retorno do meu investimento na área.

Genivaldo T Melo.
SP 22/01/207.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

FRUTO DO ESPÍRITO E HÁBITO DA VELHA NATUREZA, EBD Lç.4 22/01/2017

FRUTO DO ESPÍRITO E HÁBITO DA VELHA NATUREZA
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 03 – 22/01/2017.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ALEGRIA, FELICIDADE INTERIOR.
II – INVEJA, O DESGOSTO PELA FELIDADE ALHEIA.
III – A ALEGRIA DO ESPÍRITO É PARA SER VIVIDA.





I – ALEGRIA, FELICIDADE INTERIOR.

1.1       A alegria do Senhor.

Diz o autor: “Quem tem a alegria do Espírito não tem espaço para o desânimo, a melancolia e a inveja”.

Isolo a palavra “inveja” desse comentário para considerar que alegria não tem a ver com a manifestação de prazer à semelhança de quem está numa festa ou exagerando, quem se diverte no carnaval.

Essa alegria que o Senhor nos proporciona pelo seu Espírito, é bem traduzida por gozo, satisfação da alma no Senhor, deleite mesmo diante de qualquer adversidade que possa por algum momento, nos inquietar e trazer desânimo e nos deixar melancólicos circunstancialmente. Isto é possível na condição humana. Muitos homens de Deus sentiram-se assim em algum momento.

“Sei estar abatido” Fl. 4:12 Só sabe estar abatido quem recebe alegria do Senhor.

Fl. 4:4 “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.”.

1.2       A fonte da nossa alegria.

Acho oportuno lembrar a bela oração de Habacuque, 3:17.

“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;
Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.
O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas.”  (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de corda).


1.3 A bênção da alegria.

Quem já passou por prova e manteve a serenidade, sabe exatamente o que significa bênção da alegria ou gozo espiritual. Já passei por muitas lutas e quem esteve próximo a mim, admirava-se de não me ver nervoso, agitado e a razão é simples, na hora do aperto o melhor é confiar no Senhor que sempre nos apresenta uma saída. E essa “alegria” nos mantém confiantes.


II –  INVEJA, O DESGOSTO PELA FELICIDADE ALHEIA.

2.1 Definição.

O autor oferece a definição para “inveja” e esse sentimento está sempre próximo de nós, na vida de alguma pessoa e quem conhece um invejoso, conhece uma pessoa sem sucesso no que faz.

Não dá para dizer que o invejoso é uma pessoa insegura e incapaz que para aliviar o seu peso de culpa por não conseguir vencer, deseja o mal de outra. Engano; há pessoas que tem sucesso, dinheiro, posição e mesmo assim morre de inveja de outro por qualquer motivo e a isso, chamamos de espírito de inveja.

2.2 Inveja, fruto da velha natureza.

O tópico do autor é curto, interessante e pode ser lido aos alunos, todavia faço um comentário a respeito considerando que alguém não frequentador da EBD não deva ter a lição bíblica:

Quando a Bíblia fala da velha natureza ou velho homem (sentido geral) fala daquilo que éramos antes de conhecer o Senhor e receber do seu Espírito.  Inveja é um sentimento perverso e causador de males tanto para o invejoso quanto para o invejado.

Mesmo associando “inveja” com velha natureza é bom saber que muitas pessoas não crentes, não apresentam sentimento de inveja por coisa alguma.

Ef. 4:22 “Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano (...).”.

2.3 Os efeitos da inveja.

O autor considera o efeito da inveja nocivo e cita vários exemplos bíblicos como os irmãos de José em relação a ele, Raquel e Lia, todavia o exemplo mais danoso foi a inveja de Saul sobre Davi a tal ponte de tornar-se uma obsessão o querer mata-lo.

A vida invejosa de Saul arruinou o seu reinado, a família e a própria vida.

A inveja dos sacerdotes deu causa a que prendessem o Senhor.


III –  A ALEGRIA DO ESPÍRITO É PARA SER VIVIDA.

3.1 A alegria no viver.

Recomendo a leitura do tópico em classe.

Considero que a coisa mais importante é ver o crente sorrindo, exteriorizando o que há de bom dentro de si.

Fui pastor em uma igreja e havia uma irmã de boa idade (já dorme no Senhor) que não sorria e aquilo me incomodava . Eu a cumprimentava com um sorriso e ela respondia sem permitir ver a cor dos dentes.  Passei não somente a cumprimenta-la mas apetar sua mão e perguntar como estava e a cada resposta, uma palavra de ânimo. A partir desse momento, ela me cumprimentava sempre com um sorriso.

Sorria. Peça graça ao Senhor, sorrir faz bem e conquista almas para Cristo.


3.2 Alegria no servir.

Servir com alegria é mostrar prazer no que faz e quando faz com alegria, tudo quanto fizer a prosperidade é percebida por todos.

Salmo 1 para leitura.


3.3 Alegria no contribuir.

Para que percebam como trabalhamos nas Assembleias de Deus, está demonstrado neste tópico quando o autor diz:

“O que agrada ao pai não é o valor da contribuição, mas a disposição do nosso coração” .

As Assembleias de Deus foram invadidas por mercenários da fé.

Nem mesmo sabemos pedir dinheiro e louvo a Deus por isso, pela sinceridade daqueles que sempre contribuem sem querer barganhar com Deus, fazem por fidelidade.

No meu blogger tenho duas matérias relativas a contribuição:

“Os dízimos do irmão Virgilio Omito”.
“Os dízimos da irmã Mariazinha”.
São experiências emocionantes.