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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O MUNDO VINDOURO - EBD LÇ. 12 17/09/2017

EBD LÇ. 12  17/09/2017 “O MUNDO VINDOURO”.

O que escrevo com base nos textos da lição, representa o meu pensamento e o que posso extrair para o ensino na Escola Bíblica Dominical,  lembrando que os alunos não são estudantes de Teologia, mas precisam usufruir de um bom e seguro ensinamento.  Eles funcionam como polinizadores;  sim, eles dão fruto para o Reino de Deus.

Aos Irmãos coordenadores de EBD:  Não torne a lição, um caderno inútil, fazendo valer os seus argumentos, um estudo à parte desta ferramenta. Recebo muitas reclamações de irmãos frustrados por conta disso. Há quem crie argumentos, tão à parte, que inutiliza até o tema proposto para estudo.

PONTOS:
I – SOBRE O MILÊNIO.
II – SOBRE O JUIZO FINAL.
III –  SOBRE A NOVA CRIAÇÃO.

O mundo está cada dia mais perdido em si e já passa da hora que se faça a melhor escolha; Jesus é a melhor escolha. 



  
I – SOBRE O MIÊNIO.
Considero que as lições deste trimestre foram além das expectativas.

1.1 Descrição.

Perceba-se que chegamos no milênio passando pela grande tribulação sem ter feito qualquer referência a abertura dos selos e o toque das trombetas que compõe o ponto central do juízo de Deus sobre os habitantes da terra, em vida  e não se trata do julgamento final,  Toda desobediência terá o seu preço causando pânico, dores, gemidos, mas também muitas blasfêmias contra Deus na segunda metade do tempo que fala da "grande tribulação".

1 – Satanás preso por mil anos representa o fim de toda tentação que promove a violência e a perversão.

2 – Uma verdadeira paz sob o governo de Cristo e paz no reino animal.

3 – A longevidade; uma pessoa de 100 anos será considerado jovem.
Para os pontos acima, Isaias 60:20-25 será uma boa leitura em classe.

4 – O próprio Senhor Jesus, não mais naquele corpo que assumiu para remir os homens perdidos,  porém “arrependidos”, reinará  com a glória que tinha com o pai antes da fundação do mundo.


1.2 Sobre a ressurreição dos mortos.

Há muito para se falar sobre esse assunto considerando que a Bíblia nos informa que há dois tipos de morte e a rigor, morte não significa em qualquer tempo, “aniquilação”.

Assim considerando temos:

Morte espiritual -  Os que morreram em consequência do pecado original, morreram (separação) para Deus. Os calvinistas juram que morto não pensa e assim, não pode reconhecer o poder da pregação do evangelho  e tomar a decisão de aceitar em seu coração, a presença de Cristo que leva consigo, o Pai e o Espírito Santo; “faremos nele morada...”. (Jo.14:23) Essa morte não líquida a razão, a inteligência humana.

Morte física – Aquela que faz tanta gente chorar suas perdas.

Bem aventurado e santo o que tem parte na “primeira ressurreição” (Ap.20:6) e assim, haverá uma “segunda ressurreição” como haverá uma “segunda morte”. (ap.20:6).

A segunda morte que vem logo após a segunda ressurreição, será universal,  quando os homens irão se encontrar com Deus no seu tribunal, também chamado de “juízo do trono branco”  para serem julgados segundo o justo juízo de Deus,  lançados fora por toda a eternidade. (Ap.20:13-15).

Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... (Rm.8:1).

Lembrando que a primeira ressurreição ocorrerá em duas fases: No arrebatamento a igreja para as bodas do Cordeiro e a (*)segunda fase na vinda do Senhor para reinar.

(*) O meu entendimento pessoal sobre o assunto não leva em conta a ressurreição de Cristo nem dos santos naqueles dias. O santos voltaram a morrer e Jesus é a figura emblemática da ressurreição de todos nós, pois se ele não tivesse ressuscitado seria vã a nossa fé (ICo.15:14), portanto aqueles que morreram na grande tribulação reinarão com Cristo sem os privilégios da igreja. (Ap.7:14-15).

  
II – SOBRE O JUIZO FINAL.

2.1 Descrição.

Poderia tranquilamente recomendar a leitura do tópico, pois está muito claro e nem carece de esclarecimentos, todavia o faço por conta dos que não acompanham e nem possuem as preciosas lições bíblicas.

 Não se pode confundir a condição de filhos pela obra da criação com os nascidos de novo, da água e do Espírito sendo assim chamados de “filhos de Deus” de forma genuína e segundo Paulo, por adoção. (Rm.8:15).

O juízo será sem misericórdia onde o lado bom ou mau do ser humano pouco importa na verdade, pois o que tira o homem da condição de pecador é o reconhecimento bíblico da razão da sua morte e o valor do seu sangue para remissão dos pecados cometidos.

Textos pela ordem:

(IJo.3:2) Amados, agora somos filhos de Deus, disse João.

(Jo.3:3) Jesus disse a Nicodemos que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus.

O julgamento do Trono Branco ocorrerá após a última rebelião de Satanás. (Ap.20:7).

2.2 O julgamento.

(Ap.20:12) Faz menção de livros; aqueles que registram as obras do homens e note-se que não fala de homens que na vida, foram bons ou maus e a razão vem a seguir:

O mesmo texto fala do “livro da vida” e ninguém teve o seu nome nele registrado por conta das boas obras ou  da religião. Religião é o que menos importa. A questão é pessoal, não permite outro mediador e nem Maria a mãe de Jesus segundo a carne, mas aos que tiveram no calvário a razão de crer e deixar esse mundo com tudo o que nele há.

 (Ef.2:8) “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.”. 

(Rm.8:1) “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.”.

(IJo.2:15) “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.”.

HADES para os ímpios – Para os que morrem sem o arrependimento; é um lugar de tormentos, porém de caráter provisório. (Lc.16:23).

PARAÍSO – Para os justos, igualmente provisório, porquanto Deus fará novos céus e nova terra.. (Lc.16:23).

GEENA – É eterno e é o verdadeiro inferno ou  lago de fogo onde os ímpios serão lançados após o julgamento. (Mt.23:33).

PURGATÓRIO – Nunca existiu e nem se fala mais nisso.


III – SOBRE A NOVA CRIAÇÃO.

3.1 Um novo céu e uma nova terra.

O estado de novo para céus e terra dá conta que Deus fará realmente o paraíso sem a restrição das fronteiras entre os rios Tigre e Eufrates.

No milênio haverá uma transformação com cura geral das águas dos mares e dos rios e das doenças que hoje acometem os homens de forma assustadora.

(Ez.47:9) “E será que toda a criatura vivente que passar por onde quer que entrarem estes rios viverá; e haverá muitíssimo peixe, porque lá chegarão estas águas, e serão saudáveis, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio.)”.

3.2 A nova Jerusalém.
                                                                                             
Sabemos que há muitas revelações no livro do Apocalipse que parecem utopia e os acontecimentos pós milênio passa essa sensação pela grandeza da revelação e talvez essa seja uma das razões de Paulo dizer:

1 – “Óh profundidade das riquezas... (Rm. 11:33) é muita riqueza e nada neste mundo se compara com a glória a ser revelada”. (Rm.8:18)

2 – “Arrebatado ao paraíso, ouviu palavras inefáveis que ao homem não pe lícito falar...”.


Assim a nova Jerusalém desce do céu;  a cidade santa,  para dar brilho ao novo mundo. (Ap. 21:9-21).

Como declara o autor a cidade santa que desce do céu, não é a sede do governo milenar de Cristo; esta é a Jerusalém celestial.

No milênio o governo será exercido a partir de Israel da Jerusalém terrena sob o comando do próprio Senhor Jesus.


3.3 A eternidade dos salvos.

Diz o autor que a nova Jerusalém, a celestial é o eterno lar de todos os salvos em Cristo.

Louvado seja Deus.

E Deus limpará de nossos olhos toda lágrima.

A intensidade da alegria no Senhor  afastará as más lembranças desta vida.

Sem religião.
Sem reencarnação.
Sem purgatório
Sem maquiagem. Apenas os fieis desfrutarão destas bênçãos.



(Ap.2:10) “(...) Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida”.