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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

O MEU NOME É KUNTA KINTÊ.

O MEU NOME É KUNTA KINTÊ (*).

Todos os seres sonham com liberdade.  Prenda um animal e ele ficará indócil e perigoso. Prenda um marido numa relação extremamente controlada e perde-se o marido. Prenda uma esposa de igual modo e perde-se a esposa. Prenda um filho sob excessivo controle e direcionamento de vida que cabe somente a ele e irás chorar para o resto da tua vida.

Todos nós temos  sonhos de liberdade e o maior problema nessa questão é fazer bom uso dela; uns sabem e outros não.  Os que sabem não estão isentos de errar e os que não sabem, rejeitam qualquer admoestação, todavia o ser humano cresce com erros e acertos.

A liberdade abre os pulmões para que a respiração não seja ofegante. Toda pessoa com pouca liberdade sempre traz no rosto, marcas de tristeza e demonstração de angústia.

Nem sempre a falta de liberdade depende de um ente próximo ou de um amigo, muitas vezes a chave da prisão pode estar no próprio coração que insiste em não usa-la com medo dos riscos que isso possa aproximar ou simplesmente o medo das  más lembranças que vez por outra reacende o ódio pelo flagelo sofrido.

Uns têm dupla liberdade e outros apenas uma.

A liberdade da natureza interior sempre foi concedida e muitos fizeram mau uso dela como se pôde conhecer pela história o povo que vivia nas cidades de Sodoma e Gomorra entre outros.

A liberdade espiritual é a liberdade com que Cristo nos libertou e essa nem prisão altera o ânimo razão pela qual, Paulo e Silas oravam e cantavam (atos 16:5) em meio a sombra e ameaça de morte.
Promovamos a liberdade,  pois a perfeita liberdade não compromete o respeito por quem está próximo nem deve.

(*) KUNTA KINTÊ:  Personagem principal do livro e filme “Raízes” de Alex Haley,  muitíssimo premiado que retratou a escravatura sob o orgulho da bandeira americana, considerada a maior democracia do mundo.

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