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quinta-feira, 28 de julho de 2016

A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS , EBD Lç. 5 para 31/07/2016 (Subsídio)

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 05 PARA O DIA 31/07/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO.
II – OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA.
III – COMO FAZER EVANGELISMO URBANO.

 Disse o Senhor: "(...) Vai chamar e traze-os, quero que a minha casa se encha".




I – ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO.

1.1       A ESTRATÉGIA DE JONAS.

O autor usa a figura emblemática de Jonas para mostrar uma estratégia, assim, o tópico pode ser lido para os seus alunos, considerando que Jonas era um profeta, tinha uma chamada específica para a cidade de Nínive. A espada de Deus estava desembainhada, um lado para o profeta caso insistisse em não cumprir o mandado e sobre a cidade caso não desse ouvidos a pregação de Jonas.

1.2       A estratégia do Pentecostes.

Esta é uma lição de EBD e ao passar as informações aos alunos, certamente poderão questionar alguns pontos e o professor precisar estar preparado para responder-lhes.

O autor fala no primeiro parágrafo que “Não foi sem motivo que Deus escolheu o Pentecostes para fundar a sua igreja” (sic).

Para mim, a igreja foi formada com a escolha dos primeiros discípulos e oficialmente constituída logo após a ressurreição e dar-lhes o sopro de vida registrado em Jo.20:22.

O movimento ocorrido no Pentecostes abriu uma enorme porta para alcançar os pecadores e a manifestação nos idiomas contemporâneos foi mais uma demonstração do  que o Espírito de Deus faz para alcançar os corações e concedeu os dons como ferramenta para evangelização.

Sim, nós temos os dons, mas talvez falte paixão. Precisamos pedir graça ao Senhor e perdão por nossas negligências.

1.3       A estratégia dos pioneiros.

A estratégia divina enviou para Belém, capital do estado do Pará os pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren e estes com certeza, entenderam a vontade de Deus; permaneceram nela.

O Sudeste estava em franco desenvolvimento e o povo nordestino migrou em massa para o sudeste e por onde passaram, polinizaram com a semente do Evangelho como resultado, a Assembleia de Deus tornou-se a maior igreja pentecostal. Pena que as heresias têm atacado por todos os lados.

II – OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA.


2.1 Incredulidade e perseguição.

Recomendo que o professor leia este tópico aos seus alunos e com muita introspecção. Penso que não ouvi nada tão sério quanto essa declaração do autor:

“Nossa mensagem não pode ser confundida com a dos mercenários e falsos profetas. A mensagem da cruz precisa ser pregada na virtude do Espírito Santo”.

Gostaria que essas palavras ecoassem pelo Brasil inteiro e que os jovens que almejam alcançar o ministério a tenham como um grito de alerta: Não sigam as ideologias plantadas pelo neopentecostalismo. Preguem o evangelho da Bíblia.

2.2 Enfermos.

Penso que lidar com os problemas urbanos como saúde, desemprego, drogas, conflitos familiares  e tantos outros problemas,  oferece grande oportunidade para a igreja por em prática o mandado do Senhor, “Ide e pregai...” lembrando que isto exige investimentos, unidade de fé e propósitos.

Acabem-se as festas nas igrejas que tomam o tempo do povo e dinheiro e ensine esse povo que a igreja não é um fim em si mesmo.

 
2.3 Endemoninhados.

Recomendo a leitura em classe deste tópico, tão bem mostrado, como devemos ser e agir diante das opressões e levar em conta o que disse o autor: “A igreja não pode fazer da libertação dos oprimidos, um espetáculo...”.

É o que muitos têm feito.

Durante a minha vida encontrei problemas dessa ordem, Deus sempre me deu vitória, mas já encontrei problemas que gostaria de não estar ali, como se estivesse diante do inferno após tornar-se uma habitação de demônios.

A vida moral precisa estar em ordem e a comunhão com Deus deve passada à limpo todos os dias.

Esses encontros sempre foram a grande porta para o avanço do Reino de Deus.


III –  COMO FAZER EVANGELISMO URBANO.

3.1 Treinamento e equipe.

Alguém pode achar que para se pregar o Evangelho, não precisa de tanta técnica. É preciso saber diferenciar o Evangelho pregado pelo amor depositado no coração de um servo com mobilizar a igreja para esse serviço.

Em todo lugar, Deus tem servos fieis carregados de paixão pela obra redentora de Cristo e dispostos a entregarem-se na tarefa de evangelizar.

Toda igreja precisa ser envolvida nessa tarefa e para isto é preciso treinar os irmãos em como abordar pessoas nos mais diferentes locais e principalmente dentro de coletivos, trens, hospitais cadeias  e outros locais onde um deslize pode causar um enorme problema.

O segundo plano diz respeito as equipes cuja liderança precisa ser capaz de influenciar os participantes.


3.2 Estabelecimento de postos-chave.

Recomendo a leitura do tópico.

Nos grandes centros urbanos ou mesmo longe dele, os lares sempre foram os principais pontos para inicio de uma obra, até mesmo para missões transculturais.

3.3 Acompanhamento do trabalho.

Este ponto é de suma importância e é o chamamos de “feedback”, palavra de origem inglesa que significa na prática, obter respostas sobre determinadas ações e assim, avaliar os resultados.

O fracasso de muitos trabalhos que começam bem e acabam mal é que muitas vezes os líderes responsáveis não procuram tomar pé da situação,  se o que foi planejado está dando resultados ou se exige maior presença e investimentos no projeto.

O que sei é que a maioria das igrejas não está se lançando na tarefa de evangelizar em tempos de tanta carência.


A maioria dos programas de TV e rádio não tem prestado o serviço que deveriam, pois seus idealizadores colocam as pessoas em torno de si pelos resultados que desejam e este é um outro grande desafio para as igrejas sérias.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

O TRABALHO E ATRIBUTOS DO GANHADOR DE ALMAS, EBD LÇ.4 para 24/07/2016 (Subsídio).

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 04 PARA O DIA 24/07/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – EVANGELISTA, GANHADOR DE ALMAS.
II – ATRIBUTOS DE UM EVANGELISTA.
III – O TRABALHO DE UM EVANGELISTA.

Não há tarefa mais gratificante que evangelizar e isto não é feito dentro e sim fora do templo. Milhares estão perecendo, é urgente a necessidade de evangelizar. Despertemos.




I – EVANGELISTA, GANHADOR DE ALMAS.

1.1       DEFINIÇÃO.

Definir o que de fato é ser um evangelista exige a compreensão de alguns apontamentos bíblicos:

a)  Na convocação dos doze chamados apóstolos (Mt. 10, Lc. 9) enviados às ovelhas perdidas da casa de Israel e dos setenta chamados (Lc.10) com a orientação para que entrassem em qualquer casa, em qualquer cidade.

b) O dom ministerial de evangelista ou o ministro evangelista Ef. 4.4

c) A ordem geral, ide por todo mundo e pregai o evangelho a TODA CRIATURA começando em Jerusalém, Judeia, Samaria e os confins da terra.  Mc. 16:15 e Atos 1:8.

Isso pode ser compreendido pelos talentos dados ao ministro e as testemunhas de forma geral.


1.2       O evangelista no Antigo Testamento.

Os textos citados pelo autor em Isaias 40:9 e 52:7 fala do anunciador de boas novas  e chama de bem aventurado aquele anuncia as boas novas e a voz dos atalaias, (52:8) para buscar o despertamento de Israel, uma mensagem diferente da pregada pelos evangelistas do Novo Testamento.

O professor precisa estar atento ao explicar para seus alunos que o “evangelista” do Antigo Testamento, não tem as mesmas características do evangelista do novo testamento isso também diz respeito as mensagens de cada um.


1.3       O evangelista do Novo Testamento.


O autor cita Filipe o diácono de Atos 6:5 chamado de evangelista em Atos 21:8 ao receber em sua casa o apóstolo Paulo e os que com ele estavam, representavam o  desempenho da igreja primitiva no tocante a ordem de evangelizar e a perseguição, doída, mas serviu para alavancar o trabalho, fazendo-nos lembrar que no Brasil, a ordem econômica nacional, forçou o movimento migratório do norte para  o sul expandindo o evangelho e forma gloriosa, assim, louvamos a Deus.


1.4       O evangelista na era da Igreja Cristã.

Recomendo a leitura em classe deste tópico, acrescentando apenas que o autor desperta nossa atenção para algo relevante: “O espírito Santo destaca a evangelização como o principal evento da igreja”, assim, cabe a pergunta: Quais ou quais eventos são destacados durante o ano em nossas igrejas é o que precisa ser visto e considerado por todos os pastores antes que o tempo de semear cesse pela perseguição e pelo arrebatamento.

Quando a igreja cumprir a sua parte a mão de Deus estará confirmando todas as bênçãos prometidas pela sua Palavra, como poder e curas bíblicas.

II – ATRIBUTOS DE UM EVANGELISTA.


2.1 Amor às almas.

Novamente recomendo a leitura do tópico, muito interessante.

Percebam que os sentimentos que em muitas ocasiões levavam Paulo ao abatimento espiritual tinham como principal causa a situação do povo e assim, ele gemia sentindo dores de parto, tanto pelas novas  igrejas constituídas como pelos que precisavam ouvir a mensagem do Evangelho.

Filipe deixou Samaria no melhor momento para ir ao caminho que desce de Jerusalém a Gaza, que estava “deserto”. Apenas um homem passaria por ali.

Os pregadores que usam a mídia TV e rádio, não manifestam esse sentimento, pois tudo fica vinculado ao pagamento que chamam de “contribuição’.

2.2 Conhecimento da Palavra de Deus.

O discurso de Estevão é uma prova o quanto o conhecimento da escritura era para eles, como o batimento cardíaco é para nossa vida. Filipe, citado pelo autor e a explicação da Palavra de Deus dispensada ao servo etíope começou e terminou na escritura. Pedro começou o seu discurso centrado na escritura, Estevão da mesma forma.

A falta de conhecimento bíblico é algo chocante e os que saem das escolas teológicas, muitos saem para ganhar dinheiro  ou para discutir teologia nas redes sociais.
Vamos mudar essa realidade.

2.3 Espiritualidade plena.

O livro de Atos é marcado do primeiro ao último capítulo como atos do Espírito Santo. Havia intromissões e esses eram rechaçados imediatamente, mas todos era cheios do Espírito Santo e não se pode confundir com a presença do Consolador, mas do revestimento de poder que representa o adorno da igreja e fornece as ferramentas ideais para o trabalho de evangelização.

O povo precisa voltar à prática da busca do batismo com o Espírito Santo, cuidando para que pessoas interessadas não se intrometam para oferecer o batismo de forma fácil. Que os irmãos sejam levados a buscar em todos os cultos. Deus não mudou e o batismo é uma promessa permanente.

2.4 Disponibilidade.

Que ponto interessante, recomendo que o professor leia ou peça aos seus alunos para que leiam. O autor exalta a movimentação de Filipe em diversas cidades e ainda assim, tinha uma casa bem ordenada, as quatro filhas eram profetisas que traduzindo quer dizer que eram usadas pelo Senhor para consolação das igrejas.

Não é conveniente discutir aqui a questão do ministério feminino, mas tenho certeza que uma das razões pelas quais nenhuma página da escritura dedica apoio ministerial em favor da mulher para que ela não deixe de cumprir o papel de mãe, esposa e dona de casa. Claro que há irmãs que tem a vida independente e fazem grandes trabalhos para o Senhor e precisam ser assistidas pela igreja do Senhor.  


III –  O TRABALHO DE UM EVANGELISTA.

3.1 Proclamação do Evangelho.

Rico texto do autor que mostra como deve ser e viver um evangelista, que sinta realmente, nem vou dizer chamada, mas ardor no coração pelas almas, paixão pelas almas.

Burocracias inúteis e paralisantes. Tem muitos pastores e evangelistas que ficam diariamente envolvidos em trabalhos administrativos da igreja.

É preciso ser fiel à vocação.

3.2 Apologia da fé cristã.

O auto explica e nos aceitamos como verdade que o evangelista e nós, crentes em geral, precisamos aprender a ser apologetas,  ou seja, aquele que defende com ardor a fé cristã e para que isto aconteça, é necessário adquirir conhecimento da Palavra de Deus.

Quanto mais lemos a bíblia, mas crescemos na intimidade com ela e aumentamos o conhecimento bíblico necessário.

Quanto maior o conhecimento, maior a facilidade em evangelizar.

3.3 Integração do novo convertido.

A integração do novo convertido é um passo importante após a evangelização e o melhor é não empurra-lo a participar de órgãos musicais, mas primeiramente estar sob os cuidados de quem ama preparar alguém para ser discípulo, lembrando ainda que conhecer o lar e a família do novo convertido é algo indispensável.

Você que é professor da escola dominical não deve manter-se frio diante da nossa realidade. Entra, ensina e some da vida dos alunos.



quinta-feira, 14 de julho de 2016

IGREJA, AGÊNCIA EVANGELIZADORA, EBD 17/07/2016 (subsídio).


EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 03 PARA O DIA 17/07/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A FUNDAÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA.
II – A MISSÃO PRIORITÁRIA DA IGREJA.
III – ANTIOQUIA, IGREJA MISSIONÁRIA. 




I – A FUNDAÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA.

1.1       A resposta escatológica.

Este primeiro ponto tem algo de muito interessante no diálogo mantido com os discípulos após a sua ressurreição.

Jesus está falando de bênçãos para a vida presente e que tais bênçãos abriria portas, as quais, de outra forma,  precisariam serem arrombadas.

Ao invés de atentarem para as promessas, queriam saber sobre a restauração do reino de Israel. Isso estava e sempre esteve no coração deles. A resposta de Jesus deveria servir para muitos que gastam todo o seu tempo procurando desenhar o final dos tempos e deixa de evangelizar que é mais importante e acabam tirando conclusões precipitadas.


1.2       A resposta pentecostal.

O que para nós é real, temos a larga compreensão dos acontecimentos naqueles dias, para eles era irreal, não podiam avaliar as palavras do Senhor até o acontecimento predito e os fatos ocorridos dentro do cenáculo em pleno período da comemoração da festa de pentecostes que era uma das três importantes festas nacionais do povo hebreu:
A Festa dos Pães Asmos, a Festa da Sega e a Festa da Colheita. Ex. 23:14-19.


1.3       A fundação da igreja.

 A palavra fundação aqui utilizada deve referir-se a constituição ou ainda, instalação da igreja sob o poder do Espírito Santo e a manifestação com a graça dos dons espirituais que não nos cansamos de falar, serem o adorno da igreja e a força propulsora do avanço pelos campos inimigos.

II – A MISSÃO PRIORITÁRIA DA IGREJA.


2.1 Evangelização.

Recomendo a leitura deste ponto com os alunos.  Facilmente compreensivo quanto a missão da igreja e tão bem colocado pelo autor que evangelizar é mais importante que qualquer evento eclesiástico. Como gostaria  que o dinheiro gasto em festas que ocupam grande parte do calendário das igrejas fosse investido em literatura apropriada.

Se a igreja cumprir sua missão, os crentes serão muito mais felizes e abençoados, sem falar nos milagres. Voltaríamos ao tempo de “conte a bênção, irmão”.


2.2 Missões em Atos.

O livro de Atos tem um valor histórico incalculável. Ação do Espírito Santo é visto em cada capítulo do livro até a sua última página.  Compreendo que o Espírito do Senhor não trabalhava forçando; vejamos.

Era um o coração e a alma dos que criam.
A solidariedade era consequência do amor derramado no coração deles.
O coração dos apóstolos não estava na fama, na popularidade, na riqueza e muito menos na ostentação da posição ministerial. Felipe era diácono e fez o trabalho de um verdadeiro apóstolo; um grande evangelista.

  
2.3 Promoção Social.

Sou suspeito em comentar sobre este assunto; é onde mais bato pela falta de atenção com os pobres e refiro-me aos membros da igreja.

Apenas na EBD se cada professor demonstrasse mais amor pelos alunos, procurando conhecer as suas necessidades, teríamos mais respostas da parte de Deus.

Você, meu caro professor precisa fazer mais, além de ficar cobrando presença dos alunos na igreja e que muitas vezes a causa é a saúde, a fome e a vestimenta.


III –  ANTIOQUIA, IGREJA MISSIONÁRIA.

3.1 Uma igreja completa.

Considero o texto de Atos 13:1 como dizem em linguagem comum, a cereja do bolo.
Uma igreja madura, acolhedora, pois, recebera Paulo no seu convívio e ao mesmo tempo, uma igreja de linha de frente. Preparava obreiros para o envio, não ficava presa dentro de quatro paredes.


3.2 Uma igreja missionária.

Pense comigo: Havia profetas e doutores e vejam a relação das personalidades que lá se congregavam,  todavia,  a escolha de um homem não se deveu a fama que acumulara como tendo sido criado aos pés de Gamaliel. O doutor Paulo estava com eles, mas a escolha veio de cima.

Hoje muita gente se perde por serem separados pelos homens por conta da fama que possuem e o que isto vai render de popularidade para a igreja. Guarde-nos o Senhor.


Muitas vezes e é um grande mal, a igreja só assiste aqueles que mandam para missões e tem muita gente digna e honesta trabalhando em lugares terríveis, sofrendo privação e abandono por parte de quem os enviou. É preciso encontrá-los.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

DEUS, O PRIMEIRO EVANGELISTA, EBD. Lç 2 para 10/07/2016 (Subsídio)

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 02 PARA O DIA 10/07/2016.
PONTOS A ESTUDAR:
I – A CHAMADA DE ABRAÃO.
II – A PALAVRA DE DEUS É EVANGÉLICA.
III – EXECUTANDO O TRABALHO DE DEUS.


O evangelismo não abre a porta, mas entrega a chave para que cada um tome atitude correta e entre pela porta que é Jesus. Por ele,  alcançamos a paz com Deus. 




I – A CHAMADA DE ABRAÃO.

Há pouco tempo, ouvi um pastor afirmar que 98% (?) dos crentes achavam erroneamente que o evangelho começava no capítulo primeiro de Mateus. Claro que fiquei surpreso, pois, nunca ouvi tal ensino e ele citou Hebreus 9:16-17 para dizer que o evangelho começou com a morte do testador. Sustento que o evangelho, no mais amplo sentido, começou quando João Batista anunciou: “Arrependei-vos por que é chegado a vós o Reino dos céus”. Mt. 3:2.

1.1       Abrão, o caldeu.

Um pequeno ponto em Gênesis 11:31 e o autor mostra a intenção de Tera, pai de Abrão de ir com a família para Canaã, tendo morrido sem realizar o seu sonho.

O mundo civilizado na época não era tão grande mais o instinto de sobrevivência sempre foi a causa dos movimentos migratórios. O movimento migratório sempre atendeu os propósitos de Deus e o início da obra pentecostal no Brasil partindo de Belém, capital do Pará, nos confirma isto.


1.2       Abraão, o evangelizado.

Tem sido comum e até desastroso querer atribuir a Deus nesta dispensação o cumprimento de suas promessas com base em textos isolados notadamente do Antigo Testamento. As promessas feitas a Abrão cumpriram-se de forma plena.

Quando foi para destruir Sodoma, disse o Senhor: “Ocultarei eu a Abraão o que faço (...)?” Gn.18:17;  assim, o plano eterno de salvação estabelecido por Deus antes da fundação do mundo foi anunciado primeiramente a Abraão quando disse: “Todas as nações serão benditas em ti”. Gl. 3:8.

Quem ninguém confunda essa revelação de Deus a Abraão com a evangelização na forma como fomos alcançados.


1.3 O evangelista Abraão.
 A história de Abraão em Canaã foi cheia de experiências contra todas as adversidades tendo o testemunho e as promessas de Deus. Gozou do respeito de reis, marcou presença na terra prometida e Deus sempre deu testemunho do Patriarca, dizendo para o rei Abimeleque que não tocasse em nada do que lhe pertencesse porquanto, disse o Senhor: “Ele é profeta e rogará para que vivas ou então morrerás.”. Coisa séria.

Logicamente, se algum aluno perguntar que tipo de evangelho Abraão pregou diga-lhes que Abraão pregou a justiça e a fé em Deus com o testemunho da própria vida.

Abraão foi o pregoeiro da justiça, sem lei e sem mandamento algum. Por conta da sua fé e fidelidade, foi chamado de amigo de Deus. Is. 42:8.


II – A PALAVRA DE DEUS É EVANGÉLICA.

O autor se permite admitir que a Palavra de Deus é Evangélica  por considerar que a bíblia como um todo, contém  mensagens com promessas de salvação.

Do ponto II itens 1 ao 4, o autor toma fragmentos para mostrar que tudo no Antigo Testamento é evangélico.

Na lei, na história, na poesia e os profetas; são todos evangélicos.

Concordo que é uma linguagem um pouco estranha para nós, pois ao longo da minha vida é a primeira vez que leio uma abordagem como esta, sabendo que a palavra, evangelho e suas variáveis sempre fizeram referência as boas novas.

“E o anjo lhes disse: “Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria que será para todo o povo”. Lc. 2:10.

No Antigo Testamento, a promessa e no Novo, o seu cumprimento.
“ (...) mas vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho...”. Gal. 4.4.



III –  EXECUTANDO O TRABALHO DE DEUS.

O autor faz referência ao fracasso espiritual de Israel como agente e diplomatas da vontade de Deus para as nações e basta ler qualquer dos profetas do Canon sagrado para perceber o distanciamento e o preço pago pela infidelidade.

3.1 Israel e a evangelização mundial.

Recomendo a leitura em classe deste tópico muito bem arrazoada para que os alunos entendam o papel de Israel, o que foi feito e o que faltou fazer, suas razões que a bem da verdade, tem sido a causa de grandes problemas das igrejas no presente século. Perda da capacidade de julgar, discernir os espíritos, recusar conviver com o mundanismo dentro das igrejas, sem perder a ternura e amor devidos a cada alma. Curar é o maior trabalho da igreja mediante a fé em Jesus.

Eles, Israel, não precisavam cair para que tivéssemos uma oportunidade aberta, todavia tal e qual a doutrina da eleição, tudo estava previsto sob os cuidados de Deus e como Deus não fica sem o testemunho dos homens, cá estamos nós, lutando para manter a fidelidade plena e anunciarmos a grandeza do Reino de Deus.

Rm 11:12 – O que Paulo diz neste texto é o reconhecimento da restauração do reino de Israel para que o mundo volte a ver a sua grandeza.


3.2 A missão intransferível da igreja.

A missão evangelizadora da igreja no tocante a responsabilidade de cada um, visto que, somos a igreja do Senhor é que não haja falhas.

1 – A igreja universal, (não confundir com a do Bispo Macedo), esta, composta de homens e mulheres de todas as nações, não falha, ela tem compromisso com Deus e não se furta de pagar o preço para alcançar sua meta.

2 – Se a igreja universal não falha, a terrena ou local, falha grosseiramente nesse ponto e como consequência, muitos outros entraram na seara, uns com boa intenção, outros nem tanto e outros que vieram para roubar, matar e destruir.

Ore pelos seus alunos e junto com eles. Diga-lhes que Deus espera muito de cada um de nós. Nada será de graça, o salário vem com ele e o maior prêmio será entrar na eternidade adorando o nome precioso de Jesus.

Vida terrena comparada a uma rua sem saída.
Vida eterna, comparada a uma estrada infinita.
Em qual eternidade nos encontraremos? Questão de escolha.



sexta-feira, 1 de julho de 2016

EVANGELIZAÇÃO, O QUE É. LÇ. 1 EBD PARA 3/07/2016 (Subsidio).



EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO 01 PARA O DIA 03/07/2016.

PONTOS A ESTUDAR:

I – EVANGELISMO E EVANGELIZAÇÃO.
II – POR QUE TEMOS DE EVANGELIZAR.
III – COMO EVANGELIZAR.

NÃO ESPERE QUE OUTROS FAÇAM O QUE O SENHOR ESPERA DE VOCÊ.

Evangelização, o que é. Lição 1 para Escola Bíblica Dominical (EBD). SUbsídio preparado por Genivaldo Tavares de Melo.
"Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás."
 Eclesiastes 11:1 

I – EVANGELISMO E EVANGELIZAÇÃO.

Estamos iniciando um novo ciclo de estudos para as Escolas Bíblicas Dominicais e espero que possamos tirar melhor proveito disso.

1.1 Evangelismo.

Para o autor, evangelismo é a doutrina cujo objetivo é fundamentar biblicamente o trabalho evangelístico e é ainda segundo o autor, o que fornece as bases metodológicas, a fim de que se cumpra a tarefa com eficácia.

Nas igrejas, é o departamento que reúne os interessados na causa da evangelização.

Quase sempre, após o apelo público ele começa com trinta, depois vinte, depois dez e sempre sobra aqueles que realmente dão valor à salvação das almas. Qual o segredo?

Experimente perguntar à sua classe de EBD e terá diante de si a discussão mais interminável com uma porção de justificativas.

O Espírito de Deus está ligado a alma de um evangelizador para não confundir com evangelista, cargo e dom ministerial.

Só um profundo amor a Cristo e ao seu Reino, faz do homem um ganhador de almas. Se conseguirmos elevar o nível de fé de muitos para essa verdade; louvado seja Deus!

Só a profunda convicção da proximidade do arrebatamento da igreja pode despertar o sentimento pelas almas perdidas.

1.2 Evangelização.

Evangelização é o desdobro de evangelismo e ou a sua realização.

O autor diz que pode ser individual ou coletivo e que não é um trabalho opcional, mas uma obrigação.

Salvo melhor juízo e ao longo desses anos servindo ao Senhor, entendo que o coletivo se limita àquele grupo de irmãos abnegados que aceita o desafio e todos os finais de semana, gastam (investem) algumas horas da sua vida e do convívio da família para visitar e evangelizar.

A vida social intensa na sociedade capitalista que exige uma pesada carga de horas trabalhadas deixa muito pouco para que, descansados, façamos o que é preciso enquanto é dia, porém, quem está as portas da morte e sob ela, não pode esperar que descansemos para que sejam alcançados. O Senhor vem breve e o compromisso é com ele.

No primeiro século da igreja, um dos maiores exemplos de evangelista, foi o diácono Filipe, (Atos 8) que cheio do Espírito Santo, colocou Samaria aos pés do Senhor e ao longo da história da igreja de Cristo, tivemos nomes arrebatadores na causa da evangelização.

Essas pregações ornamentadas e muitas vezes pagas com a santa contribuição dos membros da igreja bem poderiam ser substituídas por pregadores sérios que pregam a Bíblia como ela é estimulando o gosto pela evangelização, afinal de contas, a fé vem pelo ouvir e o ouvir, pela palavra de Deus, Rm. 10:17.

II – POR QUE TEMOS DE EVANGELIZAR.

2.1 É um mandamento de Jesus.

Sabendo que a evangelização é uma ordem do Senhor, essa palavra de ordem não pode ser esquecida. Alguém será penalizado pela inércia. Consideremos Lucas 19:22-27.

É bom lembrar que Jesus evangelizou e fez conhecer isto ao entrar em uma sinagoga em Nazaré, lembrando o profeta Isaías 61.1: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres...”.

A parábola da grande ceia (Lc. 14:15) é impressionante pela clareza quanto ao dever de evangelizar e a oportunidade que Deus dá como também a demonstração de que sempre há espaço para mais um.

COMPREENDAMOS:

1 - A doutrina da eleição não pode servir de pretexto para “amolecer o corpo” e não evangelizar;
2 - A doutrina da eleição pela ótica divina, pela presciência Deus tem o nome de todos os remidos que os chama de “eleitos antes da fundação do mundo”;
3 - A doutrina da eleição pela ótica do evangelho e da vontade de Jesus Cristo faz do pecador remido, um homem eleito e sempre cabe mais um. Lucas 14:15. SEMPRE CABE MAIS UM.

2.2 É a maior expressão de amor da Igreja.

Recomendo a leitura em classe deste tópico na lição bíblica; interessante.

O maior pecado que cometem prejudicando a igreja é manter a sua membresia como pessoas passivas. O pastor deve estar atento e procurar com frequência provocar a igreja para evangelizar. O excesso de festas, de pregadores convidados, tem causado muito dano as igrejas como o evangelismo televisivo que faz com que muitos fiquem na poltrona do conforto e se contribui financeiramente, já acha que cumpriu o seu papel.

Para que entendamos isto, basta verificar que no fim de cada festa, os resultados de conversão são insignificantes.

2.3 O mundo jaz no maligno.

Jazer no maligno nunca foi tão evidente como nestes últimos séculos. Tem sido o enterro de todos os valores quer morais quanto espirituais, da dignidade do homem e da mulher, das agressões físicas como da violência sexual praticada contra crianças e mulheres e notadamente da frieza de muitas igrejas apesar da grande advertência registrada no apocalipse 3:15-17 “(...) vomitar-te-ei da minha boca...”.

2.4 Porque Jesus em breve virá. 

Diz o autor: “Finalmente, empreguemos todos os nossos esforços na evangelização, porque o Senhor Jesus não tarda a voltar”.

Logicamente o autor não estende comentários que provoquem discussões e alguma amargura contra muitos ministérios que acumulam tesouros e travam o desenvolvimento de muitas pequenas igrejas ou congregações. O povo fica inquieto, triste porque não há investimento para expansão dos trabalhos locais. Se a congregação tem 15 anos, são 15 anos caindo goteira em dia de chuva e isto é apenas uma parte da questão, a outra, tão importante quanto é o cuidado com os pobres.

Se a igreja ou a sua central administrativa investisse tanto nos obreiros locais quanto na qualidade do ambiente de culto em todas, os resultados seriam melhores para essa central administrativa.

O professor deve ser cauteloso neste ponto para não perder o controle da classe diante de muitas e até acaloradas discussões a respeito.

III – COMO EVANGELIZAR.

3.1 Evangelização pessoal.

O evangelho pleno inclui toda forma de evangelização, do pessoal ao coletivo.

Filipenses 1:15-18

1 – Alguns pregam a Cristo por inveja e porfia;
2 – Outros pregam de boa vontade;
3 – Outros pregam por contenção julgando acrescentar as aflições do apóstolo;
4 – Contanto que Cristo seja anunciado.

Para Filemon Paulo encaminha Onésimo gerado em suas prisões.

O evangelismo pessoal, não precisa de estratégia, salvo alguns cuidados, precisa de muito amor no coração.

3.2 Evangelização coletiva.

Tratando-se de evangelização coletiva, penso mais na mobilização de muitos para eventos externos, como cultos ao ar livre.

Na questão da chamada evangelização em massa ou os grandes encontros, por meio da televisão, rádio, concentrações públicas, precisa de estratégias, de organização, mas, antes de tudo, precisa mudar o enfoque que se tem dado nos nossos dias que amarram as vidas, não em Cristo, mas na expectativa de riqueza e vida fácil.

Esse evangelho anunciado pela maioria dos propagadores só serve para eles mesmos, popularidade, nomes ao vento, bem ao contrário de João Batista que disse: “É necessário que ele cresça e eu diminua”.

Cantores e pregadores famosos não produzem resultados para as igrejas que os contratam. Deus não os chamou, chamou você, pastor, professor e aquele que recebe um grupo em confiança, para ajudar no desenvolvimento da fé. Pense nisso.

3.3 Evangelismo nacional.

Penso tratar-se do evangelismo de alcance da nação como um todo.

No caso de Jesus, a questão sob o conceito de “evangelismo nacional” tinha alcance muito maior do que o simples interesse em fazer para os judeus como judeu.

No caso de Israel, Jesus ofereceu a eles, como filhos de Abraão a oportunidade de serem os primeiros a receberem as boas novas considerando que lá, nasceu o salvador dos homens.

“Veio para o que era seu e os seus não o receberam...” João 1:11.

3.4 Evangelismo transcultural.

A evangelização transcultural suscita a figura do missionário.

O autor fala sobre o trabalho do Senhor alcançando vidas não judias, porém, o Senhor queria nos mostrar que ele não tinha preconceito e que o seu evangelho, ultrapassaria as fronteiras de israel. Em Atos temos o caso de Pedro justificando-se perante a igreja por ter batizado Cornélio. Deus amou o mundo de tal maneira...