Tradução deste blog

domingo, 28 de junho de 2015

EBD LÇ 1 UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 05/07/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O NONO MANDAMENTO.
II – O PROCESSO.
III – A VERDADE.
IV – O CUIDADO COM A MENTIRA.




I – AS EPÍSTOLAS PASTORAIS.

1.1 Cartas pastorais.

Ninguém nasceu sabendo é o que dizem com absoluto fundo de verdade e a outra verdade é esta: “  (...) como poderei entender se não há quem me explique...”. Atos 8:31.

A minha pergunta é: Quem está (hoje) disposto a aprender, pois, muitos passam a impressão de terem nascidos com a verdade o que não é verdade.

Sem querer falar de uma igreja, cujo nome não precisa ser citado, que não aceitam o ensinamento regular, entendem que o Espírito do Senhor ensina tudo o que não combina com Atos 8:31.


1.2 Datas em que foram escritas.

São informações bibliográficas que pode não despertar grande interesse nos alunos, todavia, é bom notar o tempo em que elas foram escritas para perceber que após a morte e ressurreição do Senhor, a igreja esteve muito ativa sob todos os aspectos.

Pelas minhas contas, salvo melhor juízo e considerando o ano do nascimento do Senhor com relação à sua morte, elas foram escritas aproximadamente, 25 a 28 anos depois da ascensão do Senhor.


1.3 Conteúdo.

É sempre bom observar que apesar do apóstolo alertar a igreja, adverti-la contra os falsos ensinamentos e aplicar doutrinas, o jeito respeitoso é conservado em todas elas, próprios para o seu tempo e dignos de serem observados por todos nós.

Quanto a diversidade de assuntos o autor apresentar 5 pontos: Saudação, Qualificações ministeriais, alerta contra os falsos mestres e falsas doutrinas, o cuidado com a sã doutrina e questões de comportamento e conselhos a diversos grupos; casados, solteiros e candidatos ao santo ministério.

Concluindo, causa-nos espécie que a maioria das igrejas, principalmente as neopentecostais, não se dedica ao estudo das cartas de Paulo, tampouco, as aplicam na vida da igreja.


II PROPÓSITO E MENSAGEM.

2.1 Orientar os líderes quanto à vida pessoal.

Neste ponto, temos hoje a maior carência de cuidados, pois, não conseguem esconder, aqueles que valorizam mais a aparência pessoal, na qualidade das roupas e do carro que possui em detrimento as questões morais e familiares.

2.2 Combater as heresias.

Pelo conteúdo oferecido pelo autor neste tópico, depreende-se que a luta pastoral de Paulo exercitava-se em duas principais frentes: Judaísmo de um lado e os gnósticos de outro.

A nossa luta é voltada para o humanismo; o homem em torno de si mesmo, voltado para os seus próprios interesses tendo como consequência, a falta de amor e frieza na fé.

O que acontece também e que fica até difícil chamar de heresia são as maluquices criadas sob a sombra do pentecostalismo, tudo com vistas a enriquecimento ilícito pelo engano do pecado. Verdadeiro abuso.


III – UMA MENSAGEM PARA A IGREJA LOCAL E A LIDERANÇA DA ATUALIDADE.

3.1 O “evangelho” da prosperidade.


Recomendo a leitura deste tópico junto com seus alunos pelo valor informativo que contém.

A questão é tão gritante que passa-nos a impressão que reduziram Deus a condição de servo.

Deus não os deixará impunes.

3.2 Apostasia dos últimos dias.

As coisas vão entrando devagar nas igrejas e já tem muitos crentes que se deixam fotografar com trajes de festas juninas e se isto é pouco, logo farão a festa junina gospel. Preparem-se.


IV – MENSAGEM PARA A LIDERANÇA.

4.1 Administração eclesiástica.

Aqui o autor fala das qualificações ministeriais que a cada dia parecem muito distantes.

Penso que fui muito abençoado por Deus por ter convivido e ouvido pastores do final da primeira geração da nossa igreja e da segunda, que não usavam a fé para o enriquecimento muito menos para se popularizar.

Muitos jovens pastores só tem tido como experiência, a vida e a mensagem do obreiro da sua congregação, assim, é o único modelo que conhece e dessa forma é conduzido para dirigir igrejas sem qualquer preparo. Isto é muito grave.

4.2 Ética ministerial.

 Poderia repetir o ponto acima, pois a falta de ética tem sido um fator constante na vida de muitos; há muita vaidade sobre os púlpitos e a falta de ética vai da postura à relação com companheiros de ministério para explodir fora, nas relações familiares e comerciais no bairro em que resida o pastor.



quinta-feira, 25 de junho de 2015

EBD.LÇ 13 A RESSURREIÇÃO DE JESUS

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 28/06/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO.
II – A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.
III – EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.
IV – O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.
  


I – A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO.

1.1       No contexto do Antigo Testamento.

Significa que no Antigo Testamento, a questão já era sentida pela declaração  de Abraão, citada pelo autor, com referência em Hb.11:18.

 Os fatos bíblicos que resultaram em três ressurreições no A.T.

Impossível falar em esperança sem esbarrar nesse tema majestoso que é a ressurreição, uma das maiores e mais profunda doutrina bíblica.


1.2 No contexto do Novo Testamento.

No Novo Testamento a questão esquenta; os fatos ocorridos e apresentados nos evangelhos e no período apostólico, além dos ensinamentos sendo o mais detalhado, encontrado no capítulo 15 de ICor.

Negar a ressurreição é negar as Escrituras Sagradas.

Negar as Escrituras Sagradas é negar o autor.


II A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

2.1 Uma ressurreição literal.

 Quando se fala em literalidade da ressurreição fala-se em retorno a vida com o mesmo corpo e presume-se por razões óbvias que sem a doença que o levou a morte.

A malfadada doutrina da reencarnação tente convencer que a vida volta reencarnada em outra pessoa ou ser. É o mesmo que dizer que a vida é caminho de mão dupla.

Se a ideia de reencarnação tivesse um pingo de verdade, metade dos escritos do Novo Testamento não teria qualquer validade.  Metade, para não dizer que estou sendo pesado no julgamento.

  
2.2 Uma ressurreição corporal.

Diferente das demais ressurreições, Jesus saiu da sepultura do jeito que entrara nela, com os sinais dos cravos e o lado furado pela lança;  a diferença reside no fato de ter subido ao céu com um corpo glorioso. Até onde as vistas alcançaram, era o Jesus que comera pão e peixe com os discípulos após a sua ressurreição. Fora das nossas vistas, Ele retoma a glória que tinha com o Pai.

III – EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

3.1  Evidências diretas.

As evidências são muitas, principalmente o desafio feito a Tomé para que lhe tocasse. A questão está em crer ou não nas escrituras.

3.2 Evidências indiretas.

As evidências indiretas são mostradas na lição como a baixa auto estima dos discípulos o que levou Pedro a tomar uma decisão: “... vou pescar”;  e os demais também resolveram fazer o mesmo.   Jo.21:3.

IV –  O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

4.1 Salvação e justificação.

Fico imaginando se JESUS não tivesse ressuscitado, (rsss). Estaríamos sendo engolidos vivos.

Disse o anjo às mulheres que tinham ido à sepultura dele: “ELE NÃO ESTÁ AQUI, ELE RESSUSCITOU...” -  Mt. 28:6.

  
4.2 A redenção do corpo.

Se somos crentes e mantemos nossa fidelidade, devemos isto a ressurreição do Senhor.  Paulo, o apóstolo, deixou bem claro quando disse:  “ ... e se Cristo não ressuscitou, a nossa fé é vã”. ICo. 15:17.


sábado, 20 de junho de 2015

EBD LÇ.12 A MORTE DE JESUS

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 21/06/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – AS ÚLTIMAS ADVERTÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES.
II – JESUS É TRAÍDO E PRESO.
III – JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DE JESUS.
IV – A CRUCIFICAÇÃO E MORTE DE JESUS.



I – AS ÚLTIMAS ADVERTÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES.

1.1       Aflição interior.

Os últimos dias de Jesus foram terríveis para não dizer cruciais. Quando a morte não é esperada, penso que o sofrimento é menor, mas, no caso do Senhor, não apenas sabia da sua morte como também da forma.

Jesus estava na condição humana e como tal, se ressentia daquele momento: “... a minha alma está profundamente triste...”.

1.2 Aflição exterior.

Realmente o texto de Lc. 22:35-38 é preciso ser compreendido dentro de um grande contexto que é a própria vida do Senhor e sua pregação. Ao mandar “um seguidor”  guardar a espada (Mt. 26:52) com que feriu o serviço do Sumo Sacerdote, mostra o espírito com que conduziu seus discípulos.

Entendendo Lc. 22:36-38, parafraseando ficaria assim: A situação é esta e é perigosa, tratem de se defender os que não puderem resistir na fé; compre uma espada se não tem, não é assim que os homens sem Deus agem?


II JESUS É TRAÍDO E PRESO.

2.1 A ambição.

 Imaginemos o clima entre os discípulos quando Jesus declara que alguém do grupo haveria de trai-lo.

Judas Iscariotes, ambicioso, amava o dinheiro e totalmente vazio de qualquer sentimento mostra como existem pessoas no mesmo espírito no meio do povo de Deus. Ganância, egoísmo é o que se conhece.

2.2 A negociação.

Fica claro que o astuto inimigo busca os que têm forte inclinação pela natureza humana doente.

O homem moderno foi ferido pelo orgulho, soberba e vaidade; não hesitariam em entregar seu valor moral, se é que tem, para tirar vantagem da posição. 

III – JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DE JESUS.

3.1  Na esfera religiosa.

Que texto excelente do autor que deixou bastante claro a relação de Jesus com o povo e o desconforto do poder religioso que perdia espaço diante dos milagres feitos pelo Senhor. Não somente dos milagres, mas, dos ensinamentos.

Não convém mexer com o poder religioso em qualquer tempo?  Perfeito, é uma guerra “santa” denunciar mentiras e abusos.

3.2 Na esfera política.

A religião joga Jesus contra o Estado, ou melhor, o Estado contra Jesus ao induzi-los a pensar que Jesus queria combater a dominação romana.

O homem não muda o seu modo de agir diante da possibilidade de perder espaço e ganho.

Tudo terá um fim e esperamos muito esse fim.

IV –  A CRUCIFICAÇÃO E MORTE DE JESUS.

4.1 O método.

Recomendo a leitura do texto do autor, completíssimo e claro.

INSTRUMENTOS DE TORTURA E EXECUÇÃO.
Dá pena e entristece quando se vê os diversos instrumentos de tortura e execução entre eles:
Cadeira inquisitória -  Cadeira de ferro com espetos ou assentos que seriam aquecidos.
Garrote vil – Matava por enforcamento aos poucos.
Forquilha de herege – Empregada com objetivo de penitenciar o hereje.
E outra dezenas de instrumentos.

A cruz, o tipo usado em Jesus, com mãos e pés pregados, matava aos poucos, além de aterrorizante, era muito humilhante. Jesus a suportou por nossa causa.


4.2 O significado.

O significado, temos no capítulo 53 de Isaias que mostra o real motivo de forma primorosa, dando-nos uma visão da verdadeira profecia e o seu cumprimento da forma mais literal possível.

Lembrei-me neste momento das palavras do vice presidente da república senhor Michel Temer quando comparou o sacrifício do economista Joaquim Levy com o sacrifício de Jesus na cruz.

“Ele (Joaquim Levy) tem de ser tratado como Jesus cristo, que sofreu muito, foi crucificado, mas, teve uma vitória extraordinária e que deixou um exemplo magnífico e extraordinário para o mundo”. Fonte: imprensa.

Os homens veem Jesus dessa forma, simplista, mas, nós o vemos com o filho de Deus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.



sábado, 6 de junho de 2015

EBD.LÇ.10 JESUS E O DINHEIRO

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 07/06/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O DINHEIRO, BENS E POSSES NAS PERSPECTIVAS SECULAR E CRISTÃ.
II – DINHEIRO, BENS E POSSES NO JUDAÍSMO DO TEMPO DE JESUS.
III – DINHEIRO, BENS E POSSES NOS ENSINOS DE JESUS.
IV – DINHEIRO, BENS E POSSES NA MORDOMIA CRISTÃ.
  


I – O DINHEIRO, BENS E POSSES NAS PERSPECTIVAS SECULAR E CRISTÃ.

1.1 Perspectiva secular.

Secularismo é entre outras definições, a visão materialista que exclui as coisas espirituais, onde o interesse pelo bem estar prevalece sobre qualquer outro. Tudo é bom desde que não percamos o conforto nem as posses.

A questão da valorização de quem tem posse tem sido como uma praga em nosso meio pelo que costumei chamar de “pedigree”. Se tens, fica conosco, tem honras e se não tens, danou-se.

Não é bom colocar o coração nas riquezas isto é bíblico.

1.2 Perspectiva cristã.

Sempre houve muita ortodoxia na visão cristã sobre dinheiro ou recursos de quaisquer naturezas.

Na minha primeira fase na igreja, (18 anos) aprendi que não devia ter ambição e isto foi um entrave para o meu desenvolvimento, vivendo o primeiro amor quando tudo que vem do púlpito é cristalino e verdadeiro.

Hoje, ensino os jovens que é saudável ter ambição, ambição controlada pelos limites do domínio próprio, estudar e desejar ter uma boa posição na sociedade não é pecado.

A única recomendação bíblica a respeito de forma direta: “Não ambicioneis coisas altas...”  Rm 12:16.



II DINHEIRO, BENS E POSSES NO JUDAÍSMO DO TEMPO DE JESUS.

2.1 Ricos e pobres.

“... porque os pobres, sempre tendes convosco...”  Jo.12:8

“Não roubes ao pobre, porque é pobre, nem atropeles na porta o aflito” Pv. 22:22.

O pobre não deixa de ser sábio, inteligente ou capaz por que é pobre; ser pobre é em muitos casos,  não desfrutar de oportunidade para sair da pobreza.

Esdras e Neemias souberam lidar com isso quando do retorno do cativeiro.

Há ricos estúpidos que vivem da herança dos pais.

2.2 Generosidade e prosperidade.

Não posso fugir muito da questão, pois, o que temos em mãos e o que é real é a convivência de pessoas em boas e ótimas condições financeiras contra aqueles que trabalham para manter o pão na mesa dentro das nossas igrejas.

Tudo em nossa vida decorre da bênção de Deus e não gosto de usar o termo “bênção” para quem adquire bens e valores, pois, passa-se a impressão de que os que não conseguem essas conquistas não são abençoados.

A maldição da doutrina da prosperidade foram dos parâmetros bíblicos, subjuga muitos na ignorância.


III – DINHEIRO, BENS E POSSES NOS ENSINOS DE JESUS.

3.1  Jesus alertou sobre os perigos da riqueza.

Tenho para mim que ser rico ou adquirir riqueza nem sempre está sob a bandeira da bênção de Deus e sim das oportunidades, caso contrário teríamos que garantir que todos os homens ricos do mundo são ou estão abençoados.

Há riquezas e oportunidades que decorrem de um verdadeiro milagre de Deus e nós como cristãos, reconhecemos que todo bem, vem de Deus para nós, mesmo aqueles em que filhos desenvolvem melhores aptidões por terem sido sustentados pelos pais em ótimas universidades, são também, herança do Senhor e que seja sempre assim.

Para mim, há três grandes perigos com o enriquecimento; trocar de mulher de preferência mais nova,  humilhar quem não tem e querer as melhores posições na igreja por conta do alto dízimo.

3.2 Jesus ensinou a confiança em Deus.

Não há qualquer texto bíblico que condene a obtenção da riqueza, mas, condena o mau uso e a exploração dos mais fracos.

Jesus deixou muito claro o perigo da riqueza para corações e almas ambiciosas.

Abraão foi um grande legado para nós em termos de enriquecimento sob a mais absoluta obediência aos conselhos divinos. Não temos em Abraão um homem explorador do trabalhador nem ganancioso.

Muitos líderes fracassam por desprezar os pobres no cotidiano; conheço isso de perto e foi um grande problema resolvido na igreja dos primeiros dias.

4.1 Avaliando a intenção do coração.

A leitura deste tópico escrita pelo autor, deixa muito claro a maneira como devemos administrar os bens que possuímos e feliz o homem que se deixa controlar pelo Espírito de Deus.

4.2 Entesourando no céu.

A palavra “mordomo” é a que melhor orienta nossas atitudes em relação a ter posses. Não devemos sob qualquer hipótese, sob pena de fracasso espiritual, achar que somos donos da riqueza e também, distribuir aos pobres como Jesus propôs ao jovem rico, não tinha a intenção de mostrar que dando todos os bens, teremos uma porta aberta no céu, visto que, a salvação é pela graça.

Sempre realizei muitos funerais, mas, com a morte do meu irmão em maio próximo passado, lembrando toda sua história de vida e o corpo no caixão, pesou mais em minhas reflexões sobre o que somos nesta vida para deduzir que nada somos de verdade.  Tudo se vai como um sonho, assim está na Bíblia Sagrada.


Acumulemos tesouros no céu.